Autor:Aluísio Azevedo
| Aluísio Azevedo | |
|---|---|
| Aluizio Tancredo Gonçalves de Azevedo | |
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| Nascimento | Aluísio Tancredo Belo Gonçalves de Azevedo 14 de abril de 1857 São Luís |
| Morte | 21 de janeiro de 1913 (55 anos) Buenos Aires |
| Ocupação | escritor, diplomata, jornalista, romancista, contista, cronista, caricaturista, desenhador, pintor, dramaturgo |
| País de cidadania | Brasil |
| Movimento | realismo, naturalismo |
| Magnum opus | O Cortiço, O Mulato, Casa de Pensão |
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Aluísio Tancredo Belo Gonçalves de Azevedo, irmão de Artur de Azevedo, foi um romancista, contista, cronista, diplomata, caricaturista e jornalista brasileiro; além de bom desenhista e discreto pintor.
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Obras
Contos
- 1893:
Demônios (projeto de transcrição) - 1897:
Pégadas (projeto de transcrição) - 1921: Último lance
Ensaios
- 1897: O Japão
Periódicos
- 1880: O pensador
Romances
- 1879:
Uma Lágrima de Mulher (projeto de transcrição) - 1881:
O Mulato - 1882:
Mistério da Tijuca (projeto de transcrição)[1] - 1882: Memórias de Um Condenado[2]
- 1883:
Casa de Pensão (projeto de transcrição) - 1883:
O Coruja (projeto de transcrição) - 1884: Filomena Borges
- 1885: Mattos, Malta ou Matta?
- 1887:
O Homem (projeto de transcrição) - 1890:
O Cortiço (projeto de transcrição) - 1891:
A mortalha de Alzira (através do pseudônimo coletivo Victor Leal) - 1891: Paula Mattos ou O Monte de Socorro (através do pseudônimo coletivo Victor Leal)
- 1895:
Livro de uma Sogra (projeto de transcrição) - 1900:
Girândola de Amores (projeto de transcrição)
Teatro
- 1882: Casa de orates
- 1882: Flor de lis
- 1885: Um marido modelo
- 1889: Fritzmac (em conjunto com Artur de Azevedo)
Outros
- 1938: O touro negro
Sobre o autor
Referências e Notas
- ↑ Publicado novamente no em 1900 com o título de Girândola de amores
- ↑ Publicado novamente no em 1901 com o título de Condessa Vesper
- BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. Diccionario Bibliographico Brazileiro. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1883. p. 64–65, 435. v. 1.
Este autor está em domínio público no Brasil porque faleceu em 1913 e, de acordo com a Lei 5988/1973, Título III, Art. 42, § 2º, os direitos patrimoniais de suas obras expiraram após 60 anos contados de 1º de janeiro do ano subsequente ao de seu falecimento.
