Ângela

Crônica do Viver Baiano Seiscentista* por Gregório de Matos
Ângela
15013Crônica do Viver Baiano Seiscentista* — ÂngelaGregório de Matos
  • Numa manhã tão serena
  • Debuxo singular, bela pintura
  • Vejo-me entre as incertezas
  • Não vi em minha vida a formosura
  • Se há de ver-vos, quem há de retratar-vos
  • Pois os prados, as aves, as flores
  • Anjo no nome, Angélica na cara
  • Cresce o desejo, falta o sofrimento
  • Não te vás, esperança presumida
  • Astro do prado, Estrela nacarada
  • Vemos a luz (ó caminhante espera)
  • Morreste, Ninfa bela
  • Alma ditosa, que na empírea corte
  • Flor em botão nascida, e já cortada
  • Sôbolos rios, sôbolas torrentes
  • Errada a conclusão hoje conheça
  • Ya que flor, mis Flores, fui
  • Muero por dizir mi mal
  • Largo em sentir, em respirar sucinto
  • Dama cruel, quem quer que vós sejais
  • Esperando uma bonança
  • Ay de ti, pobre cuydado
  • Como exalas, Penhasco, o licor puro
  • Suspiros, que pertendeis
  • Ay de ti, que en tus suspiros
  • Sentir por solo sentir
  • Como corres, arroio fugitivo?
  • Ó tu do meu amor fiel traslado
  • Renasce Fênix quase amortecida
  • Suspende o curso, ó Rio, retrocido
  • Enfim, pois vossa mercê
  • Alto: divino impossível
  • A Deus vão pensamento, a Deus cuidado
  • Quem viu mal como o meu sem meio ativo!
  • Na parte da espessura mais sombria
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