Maria Luísa de Áustria
| Maria Luísa | |||||
|---|---|---|---|---|---|
![]() Retrato por Jean-Baptiste Isabey, 1810 | |||||
| Imperatriz Consorte dos Franceses | |||||
| 1º Reinado | 1 de abril de 1810 a 6 de abril de 1814 | ||||
| Predecessora | Josefina de Beauharnais | ||||
| 2º Reinado | 20 de março de 1815 a 22 de junho de 1815 | ||||
| Sucessora | Maria Teresa Carlota de França (20 minutos) | ||||
| Duquesa de Parma, Placência e Guastalla | |||||
| Reinado | 11 de abril de 1814 - 17 de dezembro de 1847 | ||||
| Predecessores | Jean-Jacques-Régis (Parma) Charles-François (Placência) Paulina Bonaparte (Guastalla) | ||||
| Sucessores | Carlos II (Parma e Placência) Francisco V (Guastalla) | ||||
| Dados pessoais | |||||
| Nascimento | 12 de dezembro de 1791 Palácio Imperial de Hofburg, Viena, Áustria, Sacro Império Romano-Germânico | ||||
| Morte | 17 de dezembro de 1847 (56 anos) Parma, Ducado de Parma e Placência | ||||
| Sepultado em | Cripta Imperial, Viena, Áustria | ||||
| Maridos | Napoleão Bonaparte (1810–1821) Adão Adalberto, Conde de Neipperg (1821–1829) Charles-René de Bombelles (1834–1847) | ||||
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| Casa | Habsburgo-Lorena (nascimento) Bonaparte (casamento) | ||||
| Pai | Francisco I da Áustria | ||||
| Mãe | Maria Teresa de Nápoles e Sicília | ||||
| Religião | Catolicismo | ||||
| Assinatura | |||||
Maria Luísa (em alemão: Maria Ludovica Leopoldina Franziska Therese Josepha Lucia von Österreich-Lothringen; em francês: Marie-Louise Léopoldine Françoise Thérèse Josèphe Lucie de Habsbourg-Lorraine; Viena, 12 de dezembro de 1791 – Parma, 17 de dezembro de 1847) foi uma arquiduquesa da Casa de Habsburgo-Lorena e Imperatriz Consorte dos Franceses em dois períodos diferentes, primeiro de 1810 até a 1814 e depois de março a junho de 1815, como segunda esposa de Napoleão Bonaparte.
Filha do Sacro Imperador Francisco II (a partir de 1806, o primeiro Imperador da Áustria como Francisco I), casou-se em 1810 com Napoleão Bonaparte para selar a paz entre a França e a Áustria. Chegando relutantemente à corte imperial, os franceses não gostavam dela. Ela própria não conseguia se sentir à vontade no país. Sua posição melhorou com o nascimento de seu único filho com Napoleão, posteriormente conhecido como "Napoleão II" e Duque de Reichstadt.
Quando Napoleão foi derrotado pela Sexta Coligação em 1814, Maria Luísa decidiu não o acompanhar no exílio na ilha de Elba e regressou com o filho à Áustria. Mesmo após a fuga do imperador de Elba e seu Governo dos Cem Dias, a imperatriz decidiu permanecer fiel à família Habsburgo até a decisiva derrota de Napoleão na Batalha de Waterloo, em 1815. O Congresso de Viena recompensou-a concedendo-lhe o Ducado de Parma, Placência e Guastalla vitaliciamente. Após a morte de Napoleão, em 1821, casou-se duas vezes, ambas uniões consideradas morganáticas: primeiro, em 1821, com Adão Adalberto, Conde de Neipperg, com quem teve três filhos, e depois, em 1834, com o conde Charles-René de Bombelles. Maria Luísa faleceu em 1847, aos 56 anos.
Biografia

Filha primogênita do imperador Francisco II e de sua segunda esposa, Maria Teresa da Sicília, na família Maria Luísa era chamada pelo diminutivo Luisetta.[1] Pouco afeto recebeu da mãe[2] e, por isso, desenvolveu forte ligação com o pai, que a considerava sua filha favorita. Teve uma educação simples, baseada nos princípios da fé católica, voltada para torná-la uma jovem obediente e bem-educada. Gostava de jardinagem, culinária, bordado e música, especialmente piano.[3] Estudou línguas como francês e italiano, enquanto seu alemão permaneceu imperfeito.[3] Mesmo ainda criança, acompanhava as Guerras Napoleônicas e passou a nutrir profundo ódio por Napoleão Bonaparte:[4] Maria Luísa via no líder francês a materialização da Revolução e, portanto, uma ameaça à Igreja e às monarquias europeias.[5]
Em 1805, Napoleão derrotou o exército austríaco na Batalha de Ulm e entrou em Viena. Maria Luísa e seus irmãos refugiaram-se na Hungria.[6] A guerra terminou com nova derrota austríaca na Batalha de Austerlitz e com a Paz de Pressburg, que impôs perdas territoriais à Áustria e antecedeu o fim do Sacro Império Romano-Germânico em 1806 Francisco passou a ser conhecido apenas como Imperador da Áustria, Francisco I.
Em 1807, a imperatriz Maria Teresa morreu após dar à luz seu décimo segundo filho, que também faleceu ao nascer. No ano seguinte, Francisco casou-se novamente com sua prima, também chamada Maria Luísa, que reforçou entre as crianças imperiais o ressentimento contra Napoleão.[7]

Em 1810, Maria Luísa casou-se com o imperador francês Napoleão, cujo casamento anterior com Josefina de Beauharnais havia terminado por não gerar herdeiro. A união foi sugerida pelo chanceler austríaco Klemens von Metternich, que buscava fortalecer a aliança entre França e Áustria.[8] Para Maria Luísa, porém, o casamento foi difícil, pois ela desprezava Napoleão – a quem chamava "Krampus" e até mesmo "o Anticristo" – devido às derrotas que ele havia imposto ao seu pai, bem como esperava se casar com Francisco IV, Duque de Módena, o irmão mais velho de sua madrasta.[9] O casamento por procuração entre Maria Luísa e Napoleão realizou-se em 11 de março de 1810 na Igreja Agostiniana, em Viena.[10] Maria Luísa partiu da Áustria para a França em 13 de março.[11] Em 1 de abril, o casamento civil foi realizado pessoalmente na Igreja de Saint-Jacques, em Compiègne,[12] seguido por uma cerimônia religiosa numa capela temporária erguida no Salon Carré do Louvre, em Paris, no dia seguinte.[13][14] Maria Luísa tornou-se Imperatriz dos Franceses e Rainha da Itália.
Imperatriz dos Franceses

Maria Luísa resignou-se ao seu destino de imperatriz como uma espécie de sacrifício pessoal pela Casa de Habsburgo. O povo francês sempre lhe foi hostil, considerando-a uma nova autrichienne ("austríaca"), em referência à sua melancólica tia-avó Maria Antonieta. Os cortesãos também a desprezavam: Maria Luísa era muito tímida e não possuía o charme nem a desenvoltura da imperatriz Josefina e, ao contrário desta, preferia a intimidade à vida social parisiense.[15] Metternich tentou influenciar a imperatriz a exercer algum controle sobre o marido e a direcioná-lo para uma política pró-austríaca, mas Maria Luísa não apenas não desejava agir dessa forma, como também era incapaz de fazê-lo.[16] Criada no ambiente devoto de Viena, a imperatriz assistia à missa aos domingos e em vários feriados religiosos. Dentro dos limites permitidos pelo marido e sob o estrito controle do aparelho estatal, também participava de obras de caridade.[17]

Sua posição melhorou quando nasceu, em 1811, o herdeiro do trono que Napoleão tanto desejava: Napoleão Francisco, nomeado rei de Roma ao nascer e, posteriormente, conhecido como "Napoleão II".[18] Maria Luísa, como muitas outras soberanas antes dela, não teve a oportunidade de cuidar diretamente da criança; de fato, Napoleão já havia planejado sua educação e criação, deixando sua esposa de lado.[19]
Durante sua campanha na Rússia, em 1813, Napoleão incumbiu Maria Luísa da regência pela primeira vez. Quando sua Áustria natal entrou na Sexta Coligação com a Grã-Bretanha, a Prússia e a Rússia contra a França, a animosidade popular contra ela atingiu um novo ápice. Maria Luísa passou a ser cada vez mais apontada como uma espiã austríaca, e os novos recrutas imperiais — que Napoleão queria convocar para reforçar o exército — eram chamados de marialuigini ("soldados de Maria Luísa").[20] Em 1814, foi nomeada regente pela segunda vez, pouco antes da derrota de Napoleão e da captura de Paris pela coalizão.[21][22]
Após a abdicação de Napoleão em 1814, Maria Luísa decidiu não o acompanhar no exílio na ilha de Elba e regressou com o filho à Áustria, onde foi recebida com grande júbilo pelo pai.[22] Sua avó, Maria Carolina, a rainha deposta de Nápoles que odiava Napoleão ficou indignada com a neta e aconselhou-a a juntar-se ao marido, "como uma esposa deveria".[23] Por outro lado, foi recebida com alívio pela madrasta; no entanto, a imperatriz homônima não tinha muita simpatia pelo filho de Napoleão. Embora o achasse extremamente bonito, sua aparência sempre lhe fazia lembrar o pai, a quem detestava. Se dependesse dela, o menino teria se tornado padre mais tarde, para evitar problemas políticos.[24]
Vida posterior

Após a abdicação de Napoleão, Maria Luísa manteve o título de Imperatriz dos Franceses. No entanto, durante o Congresso de Viena, em 1815, esses arranjos foram revisados, e Maria Luísa passou a ser apenas Duquesa de Parma, Placência e Guastalla.[25] Seu reinado terminaria com sua morte, e a sucessão passaria para um parente. Aqueles que eventualmente assumissem o título seriam anunciados em uma data posterior.[25] Em 1817, decidiu-se que os ducados pertenceriam a um membro da Casa de Bourbon. Por outro lado, seu único filho com Napoelão recebeu o título de Duque de Reichstadt.[26]
Em 8 de março de 1815, Maria Luísa foi informada da fuga de Napoleão da ilha de Elba. A ex-imperatriz sofreu um colapso emocional, temendo ser obrigada a retornar à França. Ela escreveu ao pai pedindo ajuda, que logo chegou por meio dos aliados.[27] As potências reunidas no congresso declararam guerra a Napoleão imediatamente, e Maria Luísa esperava que ele fosse derrotado. Menos de um mês depois, em 18 de junho de 1815, Napoleão foi definitivamente derrotado na Batalha de Waterloo e posteriormente enviado para Santa Helena,[28] onde faleceu em 5 de maio de 1821. Sobre a morte do ex-imperador, Maria Luísa escreveu:
"Estou hoje em grande incerteza. A Gazzetta del Piemonte anunciou a morte do Imperador Napoleão de uma forma tão categórica que é quase impossível duvidar dela. Confesso que fiquei extremamente abalada com isso, porque, mesmo que nunca tenha nutrido sentimentos muito fortes por ele, não posso esquecer que ele é o pai do meu filho e que, longe de me maltratar como o mundo acredita, sempre me demonstrou toda a consideração — a única coisa que se pode desejar num casamento político. Fiquei, portanto, muito triste com isso e, embora se deva ficar feliz por ele ter terminado a sua infeliz existência de uma forma tão cristã, eu teria desejado-lhe muitos anos de felicidade e vida, desde que estivesse longe de mim. Sem saber qual é a verdade, instalei-me em Sala, não querendo ir ao teatro até que se saiba algo com certeza."[29]

Em 7 de setembro de 1821, quatro meses após a morte de Napoleão, Maria Luísa, em Parma, contraiu um casamento morganático com seu amante de longa data, Adão Adalberto, Conde de Neipperg,[30] com quem já tinha dois filhos, Albertina e Guilherme Alberto. Uma filha, Matilde, nasceu no mesmo ano do casamento com Neipperg.[31] No entanto, Maria Luísa não teve permissão para reconhecer ou adotar nenhum de seus filhos.[32]
Juntamente com Neipperg, Maria Luísa governou Parma adotando uma postura relativamente liberal. No entanto, após a morte dele em 1829, o ministro Josef von Werklein passou a conduzir o governo em uma direção mais conservadora. Uma revolta em Parma, em 1831, foi reprimida pelas tropas austríacas, e von Werklein teve de retornar a Viena.[33]
Em 17 de fevereiro de 1834, Maria Luísa casou-se novamente, dessa vez com o conde Charles-René de Bombelles. Esse também foi um casamento morganático.[34] O casal não teve filhos.
Maria Luísa adoeceu em 9 de dezembro de 1847, e seu estado piorou nos dias seguintes. Em 17 de dezembro, ela desmaiou após vomitar e nunca mais recuperou a consciência. Morreu naquela mesma noite. A causa da morte foi diagnosticada como pleurisia.[35] Seu corpo foi levado de volta a Viena e sepultado na Cripta Imperial.[36]
Honras e brasões
Honras
Império Austríaco: Dama da Ordem da Cruz Estrelada (Primeira Classe)[37][38]
Ducado de Parma: Grã-Mestra da Sagrada Ordem Militar Constantiniana de São Jorge[39]
Império do Brasil: Grã-Cruz da Ordem do Cruzeiro do Sul[38]
Malta: Grã-Cruz da Ordem Soberana e Militar de Malta[38][40]
Brasões
Brasão de Maria Luísa como Imperatriz dos Franceses
Brasão de Maria Luísa como Duquesa de Parma
Monograma imperial de Maria Luísa
Descendência
| Nome | Nascimento | Morte | Notas |
|---|---|---|---|
| Com Napoleão Bonaparte[41] | |||
| Napoleão II de França | 20 de março de 1811 | 22 de julho de 1832 | Não se casou, morreu aos 21 anos. |
| Com Adão Adalberto, Conde de Neipperg[42][43] | |||
| Albertina de Montenuovo | 1 de maio de 1817 | 26 de dezembro de 1867 | Casou-se com Luigi Sanvitale, Conde de Fontanellato, com descendência. |
| Guilherme Alberto, 1.º Príncipe de Montenuovo | 8 de agosto de 1819 | 7 de abril de 1895 | Casou-se com Juliana Batthyány-Strattmann, com descendência. |
| Matilde de Montenuovo | 1822 | ||
Ancestrais
| Ancestrais de Maria Luísa da Áustria[44][45][46] | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Referências
- ↑ Herre 1997, p. 19
- ↑ Herre 1997, pp. 18, 19
- 1 2 Herre 1997, pp. 22-23
- ↑ Schiel 1984, p. 28
- ↑ Herre 1997, p. 27
- ↑ Herre 1997, p. 29
- ↑ Herre 1997, p. 41
- ↑ de Saint-Amand 2010, p. 15
- ↑ Castelot, André (1998). Marie-Louise: Impératrice malgré elle (em francês). [S.l.]: Perrin. ISBN 9782262014612
- ↑ de Saint-Amand 2010, p. 40
- ↑ de Saint-Amand 2010, p. 44
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- ↑ de Saint-Amand 2010, p. 70
- ↑ de Saint-Amand 2010, p. 71
- ↑ Herre 1997, pp. 130-132
- ↑ Herre 1997, pp. 99-100
- ↑ Herre 1997, p. 140
- ↑ Schiel 1984, p. 133
- ↑ Herre 1997, pp. 118-119
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- ↑ Schiel 1984, pp. 197, 203, 215
- 1 2 Herre 1997, pp. 192-193
- ↑ Schiel 1984, p. 252
- ↑ Weissensteiner, Friedrich (1998). Frauen auf Habsburgs Thron – die österreichischen Kaiserinnen (em alemão). Viena: Ueberreuter-Verla
- 1 2 de Saint-Amand 2010, p. 10
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- ↑ Herre 1997, p. 225
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- ↑ Schiel 1984, p. 31
- ↑ Herman 2006, p. 236
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Wikisource - ↑ Wurzbach, Constantin von, ed. (1861). "Habsburg, Maria Ludovica (deutsche Kaiserin)"
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Wikisource - ↑ Frederic Guillaume Birnstiel, ed. (1768). Genealogie ascendante jusqu'au quatrieme degre inclusivement de tous les Rois et Princes de maisons souveraines de l'Europe actuellement vivans (em francês). Bourdeaux: [s.n.] p. 9
Bibliografia
- de Saint-Amand, Imbert (2010). The Happy Days of the Empress Marie Louise (em inglês). Miami: HardPress Publishing. ISBN 978-1-4076-4955-9
- Chastenet, Geneviève (1983). Marie-Louise: l'impératrice oubliée (em francês). Paris: J-C Lattès. ISBN 2-277-22024-8
- Herre, Franz (1997). Maria Luigia - Il destino di un Asburgo da Parigi a Parma (em italiano). Milão: Mondadori. ISBN 88-04-42133-9
- Herman, Eleanor (2006). Sex with the Queen (em inglês). Nova Iorque: Harper Perennial. ISBN 978-0-06-084674-9
- Prampolini, Marianna (1942). La Duchessa Maria Luigia. Vita familiare alla corte di Parma. Diari, carteggi inediti, ricami (em italiano). Bergamo: Ist. ASIN B006DEQZL0
- Schiel, Irmgard (1984). Maria Luigia - Una donna che seppe amare e che seppe governare (em italiano). Milão: Longanesi. ISBN 88-304-0232-X
Ligações externas
- Marie Louise at Die Welt der Habsburger (em alemão)
| Maria Luísa de Áustria Casa de Habsburgo-Lorena Ramo da Casa de Habsburgo 12 de dezembro de 1791 – 17 de dezembro de 1847 | ||
|---|---|---|
| Precedida por Josefina de Beauharnais |
![]() Imperatriz Consorte dos Franceses 1 de abril de 1810 – 6 de abril de 1814 |
Sucedida por Vacante |
![]() Rainha Consorte da Itália 1 de abril de 1810 – 6 de abril de 1814 |
Sucedida por Margarida de Saboia | |
| Precedida por Vacante |
![]() Imperatriz Consorte dos Franceses 20 de março de 1815 – 22 de junho de 1815 |
Sucedida por Maria Teresa Carlota de França |
| Precedida por Primeiro Império Francês |
![]() Duquesa de Parma, Placência e Guastalla 11 de abril de 1814 – 17 de dezembro de 1847 |
Sucedida por Carlos II (Parma e Placência) Francisco V (Guastalla) |
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