Bothrops

Bothrops
Bothrops lanceolatus
Bothrops lanceolatus
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Sauropsida
Subclasse: Diapsida
Superordem: Lepidosauria
Ordem: Squamata
Subordem: Serpentes
Superfamília: Colubroidea
Família: Viperidae
Subfamília: Crotalinae
Género: Bothrops
Wagler, 1824.
Espécie-tipo
Coluber lanceolatus
Bonnaterre, 1790
Espécies
Ver texto.
Sinónimos
  • Bothriopsis Peters, 1861
  • Bothropoides Fenwick, Gutberlet, Evans & Parkinson, 2009
  • Rhinocerophis Garman, 1881

Bothrops é um gênero de serpentes peçonhentas pertencentes á subfamília Crotalinae, da família Viperidae. Popularmente, as espécies são denominadas de jararacas, caissacas, cotiaras e urutus. São endêmicas da Região Neotropical, habitando primariamente a América do Sul, alcançando a América Central e o sul do América do Norte (em Tamaulipas, México).[1] Ao longo de sua faixa de distribuição são recorrentes causadoras de acidentes ofídicos, classificadas como serpentes de interesse médico de maior importância, com altas taxas de morbidade e mortalidade anuais.[2] As diferentes espécies de Bothrops apresentam grande variabilidade, principalmente nos padrões de coloração, porte, ação da peçonha, dentre outras características. Atualmente, 48 espécies são reconhecidas, mas é consenso dentre os pesquisadores que a taxonomia e sistemática deste grupo está não está bem resolvida.[3]

Etimologia

O termo Bothrops deriva do grego βόθρος (bothros) que significa "buraco" + ὄψ (ops) que significa "olho" ou "face", uma clara alusão as fossetas loreais, orgãos térmicos típicos dos crotalíneos.[1]

Os nomes comuns aplicados localmente ás serpentes deste gênero têm origem em línguas ameríndias, especialmente do tronco Tupi-Guarani. A palavra "jararaca" (e seu equivalente espanhol yarará) vem do termo tupi îara'ra (que agarra ou prende muito) + aka (presa ou colmilho) = (serpente) com presa que agarra/prende muito; "caiçaca" ou "caissaca" provém do tupi kaîa (arder/queimar) + (s)aka (colmilho/presa) = presa (dente) que arde, em alusão a sensação de ardência após a picada da serpente; "cotiara/quatiara" ou "boicotiara" vem do tupi mbóî (serpente) + kwatiara (desenhada, manchada) = serpente manchada, desenhada em referência a coloração de algumas espécies; “urutu”, de origem guarani, deriva de u(r)u (“atacar”, “picar”) + utú (“arremesso”) = a (serpente) que pica por arremesso, geralmente atribuído a Bothrops alternatus, em refrência ao botes ágeis e desordenados da espécie [4][5][6]

Descrição

As víboras do gênero Bothrops variam no porte, de pequeno á grande; as menores espécies medem entre 30-70cm enquanto as maiores atingem próximo de 2.5m no comprimento total (incluindo a cauda); exibem claro dimorfismo sexual, onde as fêmeas são maiores que os machos[7]. Variam de relativamente esbeltas a robustas, possuindo uma cabeça triangular larga e distinta do restante do corpo. A maioria das espécies é caracterizada por possuir um focinho não elevado, com exceção em B. ammodytoides (esta que possui um apêndice nasal).

Possuem numerosas escamas pequenas no topo da cabeça de proporção e formatos variados, incluindo diversas escamas quilhadas na região frontal. As escamas frontais são planas ou viradas lateralmente, sendo mais longas do que largas; a borda da cavidade da fosseta loreal suavemente curvada. O poro nasal é profundo nas narinas, não sendo visíveis externamente. O número de escamas interorbitais (ao redor do olho) varia entre 3 a 14. Usualmente, ao redor da boca estão presentes entre 7 e 11 escamas supralabiais e entre 9 e 11 escamas sublabiais.

Ao longo do corpo possuem entre 21 a 29 fileiras de escamas dorsais tipicamente quilhadas e não tuberculares;139 a 240 escamas ventrais e 30 a 86 escamas subcaudais geralmente divididas, com espinho terminal simples. Variações nos números e disposição de escamas dentro de uma mesma espécie são frequentes.[1][8][9]

Distribuição geográfica e habitat

Víboras do gênero Bothrops habitam amplamente a parte austral e central do continente americano, ocorrendo da Argentina ao sul do México. Além do continente, algumas espécies ocorrem em ilhas ao longo da costa atlântica, como em Santa Lúcia e Martinica das Antilhas e na ilhas de Queimada Grande, Alcatrazes, Franceses, Vitória, Moela e Ilha de Santa Catarina no litoral do Brasil, nos estados de São Paulo e Espírito Santo e Santa Catarina respectivamente. Os membros deste gênero incluem muitas espécies euritópicas que ocupam uma ampla gama de habitats desde regiões secas ao nível do mar á florestas nubladas localizadas a 2.500m de altitude, além de áreas antropizadas. No entanto, a maioria das espécies de Bothrops ocorre primariamente em planícies com altitudes de até 1.500 metros acima do nível do mar.[1]

Comportamento

A maioria das Bothrops é noturna, embora haja algumas espécies diurnas nas altas altitudes e regiões insulares. São primariamente terrestres, com algumas espécies semi-arbóreas, principalmente na fase juvenil. Espécies tipicamente arbóreas incluem B. bilineatus, B. chloromelas, B. pulcher, B. taeniatus e B. insularis.[1]

Peçonha e epidemiologia dos acidentes ofídicos

As espécies deste gênero são as maiores responsáveis por acidentes ofídicos nas Américas, assim como por mortalidade. Quanto a isto, as espécies mais importantes são B. asper (Peru, Colômbia e Venezuela), B. atrox (Amazônia Brasileira) e B. jararaca (centro-sul do Brasil). Sem tratamento, a taxa de mortalidade é estimada em sete por cento, mas, com uso de soro antiofídico e tratamentos de suporte, esta taxa é reduzida para entre 0,5 e três por cento. O veneno deste gênero apresenta forma ação proteolítica, tipicamente provocando necrose e inchaço que pode comprometer o membro atingido, tontura, náusea, vômitos entre outros sintomas. Em geral, a morte resulta da hipotensão provocada pela hipovolemia, falência renal e hemorragia intracraniana. Complicações frequentes incluem comprometimento do membro e falência renal. A partir de estudos do farmacologista brasileiro Sérgio Henrique Ferreira, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, com o veneno da Bothrops jararaca, foi desenvolvido o Captopril, um dos medicamentos mais utilizados para tratamento de hipertensão.

Nomenclatura e taxonomia

O gênero foi descrito por Johann Georg Wagler em 1834.[10]

Estudos moleculares da década de 2000 demonstraram que o gênero Bothrops no sentido tradicional era parafilético, sendo subdividido em até cinco gêneros distintos: Bothrops, Bothriopsis, Bothrocophias, Bothropoides e Rhinocerophis.[11][12] Em 2010, um estudo rejeitou o uso de Rhinocerophis por falta de caracteres morfológicos exclusivos.[13] Em 2012, um novo estudo molecular mais abrangente demonstrou que o Bothrops sensu stricto continuava sendo parafilético e retificou o arranjo taxonômico mantendo o gênero Bothrocophias como distinto, e sinonimizando Rhinocerophis, Bothriopsis e Bothropoides com Bothrops.[14]

Espécies reconhecidas:

Imagem[3] Espécie[3][15] Nome popular[15] Distribuição geográfica[2][15]
B. alcatraz Marques, Martins & Sazima, 2002 Jararaca-de-Alcatrazes Ilha de Alcatrazes, estado de São Paulo, Sudeste do Brasil.
B. alternatus

A.M.C. Duméril, Bibron & A.H.A. Duméril, 1854

Urutu-cruzeiro, urutu, yarará crucera, víbora de la cruz Sudeste do Brasil, Paraguai, Uruguai e norte da Argentina (nas províncias de Buenos Aires, Catamarca, Córdoba, Corrientes, Chaco, Entre Ríos, Formosa, La Pampa, Misiones, San Luis, Santa Fe, Santiago del Estero and Tucumán.
B. ammodytoides Leybold, 1873 Yarará ñata, yarará patagónica Argentina inas províncias de Buenos Aires, Catamarca, Córdoba, Chubut, La Pampa, La Rioja, Mendoza, Neuquén, Río Negro, San Juan, San Luis, Santa Cruz e Tucumán
B. asper (Garman, 1884) Terciopelo, Fer-de-lance (comumente usado, porém incorreto) Leste costeiro atlântico do México e América Central, includindo Guatemala, Belize, Honduras, Nicarágua, Costa Rica e Panamá com uma população disjunta ocorrendo no sudeste do México(Chiapas) e sudoeste da Guatemala; norte da América do Sul na Colômbia e Equador e oeste dos Andes, na Venezuela, e em Tumbes, Peru.
B. atrox (Linnaeus, 1758) Jararaca-do-norte, surucucu, barba amarilla, caissaca Norte da América do Sul, região amazônica a oeste dos Andes, incluindo sudeste da Colômbia, sul and leste da Venezuela, Trinidad, Guiana, Suriname, Guiana Francesa, leste do Equador e Peru, norte da Bolívia e norte do Brasil.
B. ayerbei? Folleco-Fernández , 2010 Cacica, Equis Patiana Cauca, Colômbia
B. barnetti Parker, 1938 Macanche, san carranca, zancarranca Noroeste do Peru, ao longo da costa do pacífica, em baixas altitudes.
B. bilineatus (Wied-Neuwied, 1825) Jararaca-verde, cobra-papagaio, loromachaco (Peru), lorito o papagayo (Equador) Amazônia da América do Sul: Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname, Guiana Francesa, Brasil, Equador, Peru e Bolívia. Uma população isolada é conhecida na costa atlântica do sudeste do Brasil.
B. brazili Hoge, 1954 Jararaca-vermelha, rabo de ratón (Colômbia), cascabel, jergón (Peru), mapanare (Venezuela), Florestas equatoriais do leste do Peru, leste do Equador, Venezuela, Brasil e norte da Bolívia.
B. caribbaeus (Garman, 1887) Santa Lúcia, Pequenas Antilhas.
B. chloromelas (Boulenger, 1912) Região central andina do Peru.
B. cotiara (Gomes, 1913) Cotiara, quatiara, boicotiara, yarará de vientre negro (Argentina) Sul do Brasil nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, nordeste da Argentina em Misiones
B. diporus Cope, 1862 Jararaca-do-Chaco, jararaca-do-rabo-branco, jararaca-pintada, jararaca-pintada-argentina, jararaca-pintada-do-sul Brasil, nos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e noroeste do Rio Grande do Sul; Argentina em La Rioja, La Pampa, Córdoba, San Luis, Mendoza, Catamarca, Santiago del Estero, Tucumán, Jujuy, Salta, Formosa, Chaco, Santa Fé, Corrientes e Misiones, Rio Negro e Neuquén; Paraguai e Bolívia.
B. erythromelas Amaral, 1923 Jararaca-da-seca Nordeste do Brasil, nos estados do Alagoas, Bahia, Ceará, extremo oeste do Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
B. fonsecai Hoge & Belluomini, 1959 Cotiara, urutu-serrana Sudeste do Brasil nos estados de São Paulo (nordeste), sudeste do Rio de Janeiro and extremo sul de Minas Gerais
B. germanoi Barbo, Booker, Duarte, Chaluppe, Portes, Franco & Grazziotin, 2022 Jararaca-da-Moela Ilha da Moela, São Paulo, Brasil
B. insularis (Amaral, 1922) Jararaca-ilhoa Ilha de Queimada Grande, São Paulo, Brasil
B. itapetiningae (Boulenger, 1907) Cotiarinha Sudeste do Brasil, nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, São Paulo e Paraná.
B. jabrensis Barbo, Grazziotin, Pereira-Filho, Freitas, Abrantes & Kokubum, 2022 Jararaca-de-Jabre Nordeste do Brasil, estado da Paraíba.
B. jararaca (Wied-Neuwied, 1824) Jararaca, jararaca-da-mata, jararaca-do-campo, yarará (Peru), yararaca, yararaca perezosa (Argentina) Sudeste do Brasil, nordeste do Paragual and nordeste da Argentina (Misiones)
B. jararacussu Lacerda, 1884 Jararacuçu, surucucu-tapete, urutu-dourada, urutu-estrela, patrona; yarará-cussu, yarará dorada, yarará-guasu (Argentina e Paraguai); yope pintada, yoperojobobo (Bolívia) Leste e sudeste do Brasil (da Bahia até Santa Catarina), Paraguai, sudeste da Bolívia and nordeste da Argentina (Misiones)
B. jonathani Harvey, 1994 Yoperojobobo Altiplano andino, em Cochabamba, Santa Cruz and Tarija, Bolívia e no noroeste da Argentina em Jujuy e Salta.
B. lanceolatusT (Bonnaterre, 1790) Fer-de-lance Martinica, Pequenas Antilhas
B. leucurus Wagler, 1824 Jararaca-de-rabo-branco, cabeça-de-patrona, caissaca, jararaca, jararaca-baiana, boca-podre Sudeste nordeste do Brasil nos estados do Espirito Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Ceará e Paraíba
B. lutzi (Miranda-Ribeiro, 1915) Jararaca-pintada Nordeste do Brasil, no norte do estado do Piauí.
B. marajoensis Hoge, 1966 Caissaca-de-Marajó Norte do Brasil, nas savanas da ilha de Marajó e possivelmente nas planícies costeiras do Delta do Amazonas, estado do Pará.
B. marmoratus Silva & Rodrigues, 2008 Jararaca-pintada Brasil, estado de Goiás
B. mattogrossensis Amaral, 1925 Jararaca-pintada, boca-de-sapo Brasil, nos estados de Mato Grosso do Sul, Amazonas, Rondonia, Goi´ss, Tocantins e São Paulo), Bolívia, Argentina (Salta) e Peru
B. medusa (Sternfeld, 1920) Viejita, veinticuatro (Venezuela) Venezuela, em Aragua, Carabobo e Caracas.
B. monsignifer Timms, Chaparro, Venegas, Salazar-Valenzuela, Scrocchi, Cuevas, Leynaud & Carrasco, 2019 Bolívia, em Santa Cruz e no sul do Peru.
B. moojeni Hoge, 1966 Caissaca, caicara, jararacão, jararaca-do-cerrado, jararaca-de-vereda Centro-oeste e sudeste do Brasil, leste do Paraguai, nordeste da Argentina (Misiones) e Bolívia
B. muriciensis Ferrarezzi & Freire, 2001 Jararaca-de-Alagoas, Jararacuçu Nordeste do Brasil, na Mata de Murici, estado do Alagoas,
B. neuwiedi Wagler, 1824 Jararca-pintada, jararaca-do-rabo-branco,jararaca-cruzeira, cruzeira, malha-de-sapo, rabo-de-osso América do Sul, incluindo Brasil (Rio Grande do Sul, Santa Catarina até o nordeste na Bahia, Ceará, Paraíba), Argentina (Jujuy, Salta, Formosa, Chaco, Tucumán, Santiago del Estero, Catamarca, Córdoba, La Rioja, San Juan, San Luis, La Pampa, Mendoza, Santa Fé, Entre Rios, Corrientes, Misiones)
B. oligobalius Dal Vechio, Prates, Grazziotin, Graboski & Rodrigues, 2021 Sul da Colômbia e Venezuela, Guiana, Suriname, Guiana Francesa e Brasil (Amapá)
B. oligolepis (F. Werner, 1901) Peru (lado oriental dos Andes, Cordilheira Central), Bolívia
B. osbornei Freire-Lascano, 1991 Oeste do Equador, noroeste do Peru
B. otavioi Barbo, Grazziotin, Sazima, Martins & Sawaya, 2012 Jararaca-de-Vitória Ilha Vitória, no arquipélago de Ilhabela, São Paulo, Brasil
B. pauloensis Amaral, 1925 Jararaca-pintada Brasil, Paraguai e Bolívia
B. pictus (Tschudi, 1845) Peru, nos montes da região costeira do Pacífico, até aprox. 1800 m de altitude.
B. pirajai Amaral, 1923 jaracuçu-tapete, jararaca, jararacuçu Brasil, no centro e sul do estado da Bahia e possivelmente, em Minas Gerais
B. pubescens (Cope, 1870) Jararca-pintada, jararaca-do-rabo-branco, jararaca-do-sul, yarará (Uruguai)

Brasil (Rio Grande do Sul) e Uruguai (Artigas, Rivera, Tacuarembó, Cerro Largo, Treinta y Tres, Lavalleja, Maldonado, Canelones, Rocha e San José).

B. pulcher (W. Peters, 1862) Encostas orientais dos Andes no Equador e na Colômbia, em altitude de 1000 a 2000 m.
B. punctatus (García, 1896) Equis orito, equis rabo de chucha, vibora chocoana Sudeste do Panamá, oeste da Colômbia (Valle del Cauca), noroeste do Equador.
B. sanctaecrucis Hoge, 1966 yoperojobobo pintada, yoperojobobo venenosa, jobobo venenosa (Bolívia) Bolívia, nas terras baixas amazônicas dos departamentos de El Beni e Santa Cruz.
B. sazimai Barbo, Gasparini, Almeida, Zaher, Grazziotin, Gusmão, Ferrarini & Sawaya, 2016 Jararaca-dos-franceses Ilha dos Franceses, Espírito Santo, Brasil
B. sonene Carrasco, Grazziotin, Santa Cruz-Farfán, Koch, Ochoa, Scrocchi, Leynaud & Chaparro, 2019 Madre de Dios, Peru
B. taeniatus Wagler, 1824 Comboia, japoboia, jararaca-cinza, jararaca-cinzenta, jararaca-estrela, jararaca-musgo Amplamente distribuída nas florestas equatoriais da América do Sul, ocorrendo no Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname, Guiana Francesa, Brasil, Peru e Bolívia.
B. venezuelensis Sandner-Montilla, 1952 Tigra-mariposa, barriga-morado, terciopelo, rabo-candela (Venezuela) Norte e centro da Venezuela, incluindo a Cordillera de la Costa e os estados de Aragua, Carabobo, Distrito Federal da Venezuela, Miranda, Mérida, Trujillo, Lara, Falcón, Yaracuy e Sucre
T. Espécie-tipo

?Bothrops ayerbei Folleco-Fernández, 2010 e Bothrops rhomboatus García, 1896, são um nome não disponível e um nomen dubium, respectivamente[16]

Ver também

Referências

  1. 1 2 3 4 5 Campbell, Jonathan A.; Lamar, William W. (2004). The venomous reptiles of the Western Hemisphere. Col: Comstock books in herpetology. Ithaca: Comstock Pub. Associates. p. 334. ISBN 978-0-8014-4141-7
  2. 1 2 McDiarmid RW, Campbell JA, Touré T. 1999. Snake Species of the World: A Taxonomic and Geographic Reference, vol. 1. Herpetologists' League. 511 pp. ISBN 1-893777-00-6(series). ISBN 1-893777-01-4(volume).
  3. 1 2 3 «Bothrops» (em inglês). ITIS (www.itis.gov)
  4. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.983
  5. Amaral, Afrânio do (1977). «Questões vernáculas IV: Linguagem indianista: O Tupi-Guarani na nomenclatura das serpentes do Brasil» (PDF). Revista da Academia Paulista de Letras. 87 (87): 21 -195 via Biblioteca Digital Curt Nimuendaju
  6. Amaral, Afrânio do (1973). «Ofionimia Amerindia na Ofiologia Brasiliense. Mem. Inst. Butantan, 37: 1-15, 1973.» (PDF). Memórias do Instituto Butantan. 37 (37): 1-15 via Biblioteca Digital do Butantan
  7. Siqueira, Lucas Henrique Carvalho; Piantoni, Carla; Marques, Otavio Augusto Vuolo (1 de setembro de 2023). «Sexual dimorphism and ontogenetic variation in the head shape of two neighbouring populations of the common lancehead Bothrops jararaca (Serpentes: Viperidae)». Biological Journal of the Linnean Society. 141 (4): 548–558. ISSN 0024-4066. doi:10.1093/biolinnean/blad084
  8. Burger, W.L. (1971). «Genera of the Pitvipers Serpentes: Crotalidae;» (PDF). PhD Dissertation, Kansas University, Lawrence, Kansas.: 121 - 125 via https://herp.mx/
  9. Brattstrom, Bayard H (1964). «Evolution of the pit vipers». Transactions of the San Diego Society of Natural History. 13: 185–268. ISSN 0080-5947. doi:10.5962/bhl.part.9599
  10. Wagler, J. 1824: Serpentum Brasiliensium species novae, ou histoire naturelle des espèces nouvelles de serpens. In: Jean de Spix, Animalia nova sive species novae. Natrix bahiensis: 27, Monaco, Typis Franc. Seraph. Hübschmanni, vii + 75 pp.
  11. CASTOE, T.A.; PARKINSON, C.L. (2006). «Bayesian mixed models and the phylogeny of pitvipers (Viperidae: Serpentes)». Molecular Phylogenetics and Evolution. 39: 91–110
  12. FENWICK, A.M.; GUTBERLET, R.L.; EVANS, J.A.; PARKINSON, C.L. (2009). «Morphological and molecular evidence for phylogeny and classification of South American pitvipers, genera Bothrops, Bothriopsis, and Bothrocophias (Serpentes: Viperidae)». Zoological Journal of the Linnean Society. 156 (3): 617-640
  13. CARRASCO, P.A.; LEYNAUD, G.C.; SCROCCHI, G.J. (2010). «Redescription of the southernmost snake species, Bothrops ammodytoides (Serpentes: Viperidae: Crota-linae)». Amphibia–Reptilia. 31: 323–338
  14. CARRASCO, P.A.; MATTONI, C.I.; LEYNAUD, G.C.; SCROCCHI, G.J. (2012). «Morphology, Phylogeny and taxonomy of South American bothropoid pitvipers (Serpentes, Viperidae)». Zoologica Scripta. 41: 1–15
  15. 1 2 3 «Search results | The Reptile Database». reptile-database.reptarium.cz. Consultado em 12 de fevereiro de 2026
  16. Ramírez-Chaves, Héctor E.; Solari, Sergio (junho de 2014). «Bothrops ayerbei FOLLECO-FERNÁNDEZ, 2010 Y Bothrops rhomboatus GARCÍA, 1896 (SERPENTES: VIPERIDAE) SON UN NOMBRE NO DISPONIBLE Y UN NOMEN DUBIUM, RESPECTIVAMENTE». Boletín Científico. Centro de Museos. Museo de Historia Natural (em espanhol) (1): 138–141. ISSN 0123-3068. Consultado em 12 de fevereiro de 2026. Cópia arquivada em 9 de julho de 2020

Galeria

Bothrops moojeni
Bothrops erythromelas
Bothrops bilineatus
Bothrops oligobalius
Bothrops asper
Bothrops sanctaecrucis
Bothrops pubescens
Bothrops osbornei






Ligações externas