Herman Hollerith
| Herman Hollerith | |
|---|---|
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| Conhecido(a) por | Leitor de cartões perfurados, holerite |
| Nascimento | |
| Morte | 17 de novembro de 1929 (69 anos) |
| Nacionalidade | |
| Prêmios | Medalha Elliott Cresson (1890),[1] National Inventors Hall of Fame (1990) |
| Carreira científica | |
| Campo(s) | Estatística, invenção, empresário |
Herman Hollerith (Buffalo, 29 de fevereiro de 1860 — Washington, D.C., 17 de novembro de 1929) foi um empresário norte-americano e o principal impulsionador do leitor de cartões perfurados, principal forma de entrada de informação nos computadores da época.[2] Foi também um dos fundadores da IBM, precursor do processamento de dados,[3] e construiu o primeiro computador mecânico.[4]
Biografia

Hollerith nasceu em Buffalo, Nova Iorque, em 29 de fevereiro de 1860.[5][6] Era o sétimo filho de Johann Georg Hollerith, imigrante alemão que chegou aos Estados Unidos em 1848.[5][6] Seu pai era um professor de línguas antigas e livre-pensador, que fugiu da Alemanha após a supressão da revolução de 1848.[6][7][8] Sua mãe, Franciska Brunn, também imigrante alemã, sustentou a família fazendo chapéus e administrando propriedades rurais após a morte acidental de Johann em 1869, quando Herman tinha apenas nove anos.[6][7]
Estudos e Formação Acadêmica
Hollerith teve uma relação difícil com a educação formal básica; ele costumava fugir da sala de aula durante as lições de ortografia, chegando a pular de uma janela do segundo andar para escapar de um concurso de soletração na escola pública em que estudava, em Nova Iorque.[5][7][8][9] Como resultado, sua educação primária e secundária foi concluída com o auxílio de um tutor, que era ministro luterano.[5][7]
Aos 14 anos, ingressou no City College de Nova York [en] e, pouco tempo depois, foi admitido na Escola de Minas da Columbia College, atualmente Universidade Columbia,[6] embora seus filhos tenham posteriormente relatado que o pai não tinha interesse em trabalho prático com mineração, mas sim no currículo do curso, que oferecia ampla formação técnica e contato com engenharia elétrica.[5] Formou-se em Engenharia de Minas em setembro de 1879, aos 19 anos de idade.[5][6][7][10][11] Mais tarde, em 1890, Hollerith receberia o título de doutor em filosofia pela Columbia, apresentando como tese seu sistema de tabulação elétrica.[5][12]
Início da carreira
Imediatamente após a graduação, tornou-se assistente do professor William P. Trowbridge [en] no Censo dos Estados Unidos de 1880.[5][6][7] Foi onde deu-se conta, pela primeira vez, de que tanto o crescimento populacional quanto a crescente complexidade dos formulários censitários utilizados tornavam a análise e a divulgação dos dados do censo um processo extremamente lento.[13] Foi em Washington que ele se envolveu em círculos sociais e conheceu o Dr. John Shaw Billings, então Diretor de Estatísticas Vitais.[5][7] Segundo relatos familiares, Billings sugeriu a Hollerith, durante um jantar, que deveria haver uma máquina para realizar o trabalho mecânico de tabular os dados populacionais, possivelmente inspirada no princípio do tear de Jacquard.[5][7][12]
Hollerith trabalhou como instrutor de engenharia mecânica no Instituto de Tecnologia de Massachusetts entre 1882 e 1883, aceitando um convite feito pelo General Francis Walker, que também trabalhava para o Censo e havia se tornado presidente da universidade, à época localizada em Boston.[10] Trabalhou também e como examinador assistente no Escritório de Patentes dos Estados Unidos [en] entre 1883 e 1884, onde adquiriu conhecimentos valiosos sobre o sistema de patentes que seriam cruciais para sua futura carreira como inventor.[5][6][7][14]
Desenvolvimento tecnológico e sucesso empresarial
Inspirado por bilhetes de trem que usavam furos para descrever características físicas dos passageiros, Hollerith desenvolveu o sistema de cartões perfurados e uma tabuladora elétrica.[5][7][15] Fundou seu próprio negócio em 1884 e, após testes bem-sucedidos em Baltimore e Nova Jersey, seu sistema foi selecionado para o Censo de 1890.[6][7] Sua invenção permitiu que o governo economizasse cerca de 600 mil dólares e dois anos de trabalho em comparação aos métodos manuais anteriores.[5]
Em 1896, fundou a Tabulating Machine Company (TMC).[6][7] Hollerith foi pioneiro não apenas na tecnologia, mas também no modelo de negócios, optando por alugar suas máquinas em vez de vendê-las, garantindo assim receita recorrente e controle sobre a manutenção do equipamento.[5][7] Expandiu seus negócios internacionalmente, instalando máquinas na Áustria, Rússia, Noruega e Canadá.[5][6][7]
Em 1911, vendeu sua empresa por aproximadamente 2,3 milhões de dólares para um conglomerado organizado por Charles Flint, que se tornou a Computer-Tabulating-Recording Company (CTR).[6][7] Hollerith atuou como engenheiro consultor da CTR por mais uma década, até 1921.[5][6][7] A CTR foi posteriormente renomeada como International Business Machines (IBM) em 1924, sob a liderança de Thomas J. Watson Sr., com quem Hollerith tinha uma relação tensa.[5][6]
Casamento e filhos
Herman Hollerith casou-se com Lucia Beverly Talcott, filha de seu médico pessoal, em 15 de setembro de 1890, em Washington, D.C..[5][7] O casal teve uma união feliz que durou 39 anos e resultou em seis filhos: três filhos e três filhas, Herman Jr., Lucia, Nannie, Virginia, Richard e Charles.[5][7]
Últimos anos e falecimento

Após a venda da TMC, Hollerith tornou-se milionário e passou a dedicar-se a uma vida de lazer e atividades rurais.[6] Adquiriu uma mansão em Georgetown, Washington D.C., e uma fazenda de 230 acres na região de Tidewater [en], Virgínia, onde se dedicou à criação de gado Guernsey [en] de linhagem pura.[5][6]
Embora rico, enfrentava problemas de saúde, especificamente pressão alta, o que o obrigava a seguir restrições dietéticas rigorosas.[5] Hollerith era um entusiasta de barcos, automóveis e inovações domésticas, instalando aparelhos elétricos modernos em suas propriedades assim que chegavam ao mercado.[5] Mesmo aposentado, manteve interesse em inventar, embora a saúde debilitada tenha impedido a realização de novos projetos comerciais.[7]
Herman Hollerith faleceu em sua casa em Georgetown, em 17 de novembro de 1929, aos 69 anos, vítima de um ataque cardíaco.[5][7] Foi enterrado no cemitério de Oak Hill, em Washington.[6]
Máquina tabuladora


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Como testemunha em primeira mão do tédio e lentidão do processo de registro de milhares de pontos de dados sobre a população dos Estados Unidos, que crescia constantemente,[16] Hollerith buscava desenvolver uma solução mais rápida e precisa para tabular os resultados do censo.[13] Antes da invenção de sua máquina de tabulação elétrica, os resultados do censo eram contados manualmente e levavam anos para serem processados; os resultados do censo de 1880, por exemplo, só tiveram seu processamento totalmente concluído em 1887.[16]
Origens da ideia
Solteiro e com 19 anos de idade ao chegar a Washington para começar em seu novo emprego, Hollerith se tornou ativo nos círculos sociais de Georgetown. Conheceu o Dr. John Shaw Billings [en] na residência da família, depois de ter recebido da filha deste um convite para ceiar, em uma noite de sábado em 1880.[5] Embora não fosse um formalmente treinado, Billings era um especialista reconhecido em estatística, e o Departamento do Censo dos Estados Unidos o havia nomeado Diretor de Estatística Vitais para o censo de 1880.[5]
O primeiro encontro entre os dois se tornou a ocasião para a famosa transferência de ideias de Billings para Hollerith, sobre uma máquina de cartões perfurados para tabular dados do censo dos Estados Unidos. As interpretações da influência de Billings são ambíguas, e variam de "sugerir a necessidade de" a "sugerir o uso de cartões com a descrição do indivíduo mostrada a partir entalhes na borda do cartão."[5]
A descrição do próprio Hollerith sobre o que fez após aquela ceia de domingo foi: "Fui me encontrar com o Sr. Leland, do Escritório do Censo, encarregado do departamento de população, e pedi a ele que me deixasse trabalhar como assistente no processo, para que eu pudesse ver do que consistia a tarefa. Após estudar o problema, voltei a falar com o Dr. Billings e disse que eu poderia trabalhar em uma solução, e perguntei se ele o investigaria comigo. O médico disse que não, que não se interessava em nada além de ver o problema resolvido."[5]
Em 1891, Billings declarou, enquanto se dirigia à Associação Americana para o Avanço da Ciência: "Em 1880 sugeri que os diferentes dados estatísticos poderiam ser armazenados em um único cartão, ou tira de papel, perfurando pequenos buracos nele e que estes cartões poderiam a partir daí ser organizados e tabulados mecanicamente, de acordo com qualquer grupo destas perfurações que fosse selecionado. As máquinas de cálculo elétricas atualmente utilizadas no Departamento do Censo são resultado dessa sugestão."[5]
Em 1894, em discurso perante a Real Sociedade Estatística [en], Hollerith declarou: "Enquanto estava envolvido no trabalho para o décimo censo, aquele de 1880, o Dr. Billings chamou minha atenção para a necessidade de algum tipo de dispositivo mecânico que facilitasse a compilação de estatísticas sobre a população, entre outras. Isso me levou a uma consideração dos problemas envolvidos. Descobri, por exemplo, que apesar de termos coletado dados sobre a situação conjugal de nossos 50 milhões de habitantes, éramos incapazes de compilar tais informações, mesmo da maneira mais simples, de maneira que, até o censo de 1890, nunca soubemos a proporção de nossa população que era solteira, casada ou viúva."[17] Ainda segundo Billings, o dispositivo deveria ser algo que seguisse o princípio do tear de Jacquard, em que furos presentes em um cartão regulam o padrão a ser tecido.[9]
Nos Estados Unidos os bilhetes de trem destinados a múltiplas viagens eram marcados com certas características identificadoras dos passageiros — como sexo, biotipo, altura e cores de olho e cabelo — que tinham de ser perfuradas pelo condutor, para evitar trocas indevidas, diferente da prática na Europa continental, onde tais bilhetes incluíam uma fotografia do portador.[10] Hollerith afirmou que, ao observar um condutor de trem, que perfurava tais bilhetes à mão, registrando as descrições básicas de seus passageiros, se inspirou e acreditou que poderia empregar a mesma técnica para o registro de estatísticas censitárias adequadas para cada indivíduo.[9][18]
Em uma carta escrita por Hollerith para T. J. Wilson, ex-agente de vendas da Tabulating Machine Company, em 7 de agosto de 1919,[10][12][19] ele recordou: "Uma coisa que me ajudou nesta questão foi que, algum tempo antes, eu estava viajando pelo Oeste e tinha uma passagem [de trem] com o que eu acho que era chamado de fotografia perfurada. Quando a passagem foi apresentada pela primeira vez a um condutor, ele perfurou a descrição do indivíduo, como cabelo claro, olhos escuros, nariz grande, etc. Então, veja você, eu apenas fiz uma fotografia perfurada de cada pessoa". A partir dessa percepção, em 23 de setembro de 1884, protocolou o pedido de sua primeira patente, descrevendo uma máquina capaz de tabular estatísticas populacionais.[5][18]
Hollerith testou seu protótipo em 1887, tabulando as estatísticas de mortalidade de Baltimore, no estado de Maryland, e estatísticas semelhantes para Nova Jersey. Em 1889, os registros de mortalidade da cidade de Nova Iorque também foram tabulados com o equipamento. Com a experiência obtida, descobriu que a preparação de cartões perfurados era uma parte importante do procedimento de tabulação.[5]
O formato do cartão perfurado para uso na invenção de Hollerith foi definido para ter as dimensões aproximadas de uma nota de 20 dólares, com altura de 8,26 cm (3,25 polegadas) e largura de 16,8 cm (6,61 polegadas), medidas que permanecem as mesmas até os dias de hoje.[10]
Funcionamento
O sistema criado por Hollerith não era apenas uma máquina isolada, mas um conjunto completo de dispositivos que revolucionou, a "Arte de Compilar Estatísticas".[16] O processo iniciava-se com a transcrição dos dados dos formulários do censo para cartões perfurados. Para isso, utilizava-se um dispositivo de perfuração que permitia que um funcionário registrasse dados variáveis em diversas categorias no mesmo cartão. Além disso, pilhas de cartões podiam ser pré-perfuradas com dados constantes, como o número do distrito do censo.[14]
Funcionamento Técnico e Processamento
A partir dos censos de 1890 e 1900, diversas versões da tecnologia foram empregadas.[13] Os cartões eram alimentados em uma estação de leitura semelhante a uma pequena prensa de impressão.[14] Esta prensa era equipada com pinos metálicos acionados por mola na parte superior e pequenos recipientes de mercúrio — elemento químico que age como condutor elétrico — na parte inferior.[10][20]
Quando a prensa era baixada sobre um cartão, os pinos eletrificados que encontravam um furo atravessavam o papel e mergulhavam no mercúrio, fechando um circuito elétrico.[14] Esse fluxo de corrente criava um campo magnético, que acionava o avanço de um contador eletromagnético, correspondente à posição do furo.[10][14]
Classificação e Resultados
Os mostradores dos contadores podiam ser lidos após o processamento de um lote de cartões, fornecendo totais para cada categoria, como etnia ou ocupação. O sistema também permitia a fiação apropriada para contar condições múltiplas e cruzadas — por exemplo, o número total de cidadãos nascidos no exterior que trabalhavam no comércio de vestuário.[14]
Após a leitura, o cartão era colocado em um compartimento de uma caixa de classificação que se abria eletromagneticamente, preparando-o para arquivamento ou avaliações posteriores.[10][20] Este sistema rendeu a Hollerith diversas patentes nos Estados Unidos (números 395 781, 395 782 e 395 783) e na Alemanha, sob o número 49 593), consolidando o uso de "meios mecânicos" para o processamento de dados em larga escala.[10][14]
Censo americano de 1890
O método de tabulação usando cartões perfurados foi adotado no 11º Censo dos Estados Unidos, realizado em 1890.[10] Antes de ganhar o contrato com o Departamento do Censo dos Estados Unidos, a invenção de Hollerith concorreu com três outros sistemas propostos, todos levando aproximadamente oito vezes mais tempo que o seu para tabular os resultados. Seu sistema também era cerca de duas vezes mais rápido que o de seu concorrente mais próximo em tempo total gasto na transcrição em fichas e na tabulação.[9]
Para o levantamento, foram processados mais de 62 milhões de cartões perfurados, cada um com cerca de 18 a 20 perfurações, utilizando doze máquinas de contagem elétrica, popularmente apelidadas de "pianos estatísticos".[10] Tal aparato permitiu que uma unidade de recenseamento fosse capaz de processar 7 000 registros por dia, valor que era cerca de dez vezes a taxa do censo de 1880 e uma velocidade de processamento inédita para a época.[10][14]
Os primeiros resultados do censo foram disponibilizados apenas seis semanas após o término da coleta, enquanto que a análise completa foi concluída em dois anos. O uso da nova tecnologia gerou uma economia significativa de recursos e proporcionou ao governo norte-americano um vasto conjunto de informações demográficas e socioeconômicas, que podiam ser analisadas segundo diferentes critérios, como regiões geográficas e características específicas da população.[10]
Repercussão
Em 1890, o Columbia College de Nova Iorque, que se tornaria Universidade Columbia a partir de 1912, concedeu um doutorado honorário a Hollerith por sua brilhante ideia.[10]
Um artigo publicado pela revista "Scientific American" em agosto de 1890, destacou que o sucesso e a rapidez do censo realizado naquele ano se deveram ao sistema inventado por Herman Hollerith, que utilizava cartões perfurados e eletricidade para tabular dados, associando mecânica e estatística teórica.[21]
A revista "Electric Engineer" de 1891 elogiou os sucessos da máquina tabuladora, declarando: "Este aparelho funciona infalivelmente como os moinhos de Deus, mas os supera facilmente em termos de velocidade."[10]
Ver também
- Computação
- Holerite
- IBM
Referências
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- ↑ Scientific American 1890-08-30: Vol 63 Iss 9 (em English). Internet Archive. [S.l.]: Nature America, Inc. 30 de agosto de 1890. p. 132. Consultado em 12 de março de 2026
Ligações externas
- Hollerith, H. (abril de 1889). «An Electric Tabulating System». The Quarterly, Columbia University School of Mines. X (16): 238-255
- Página sobre Hollerith
- Página 2 sobre Hollerith
