Pólis

A pólis (πόλις) — plural: poleis (πόλεις) — era o modelo das antigas cidades gregas, desde o final do período homérico, período arcaico até o período clássico, vindo a perder importância a partir do domínio romano. Devido às suas características, o termo pode ser usado como sinônimo de cidade-Estado. As poleis, definindo um modo de vida urbano que seria a base da civilização ocidental, mostraram-se um elemento fundamental na constituição da cultura grega, a ponto de se dizer que o homem é um "animal político". Essa comunidade organizada, é formada pelos cidadãos (no grego “πολίτικοι”, "polítikoi"), isto é, pelos homens nascidos no solo da Cidade, livres e iguais e também tinham seu próprio governo.[1] Existiam formas pacíficas de contacto entre as poleis, como o comércio, a diplomacia e a cultura, bem como alianças militares – a simáquia – a união de exércitos e frotas para operações conjuntas. As mais famosas na história grega foram a Liga de Delos (liderada por Atenas) e a Liga do Peloponeso (liderada por Esparta). Dependendo do seu sistema, as poleis da Grécia Antiga podiam ser democráticas (Atenas) ou oligárquicas (Esparta), agrárias (Esparta) ou comerciais e artesanais (Atenas e Corinto).
Esta unidade política e social era o centro da vida económica no processo de sinoecismo — a convivência com o objetivo de união contra vizinhos hostis.[2] Segundo as conceções da época, todos os cidadãos de uma pólis descendiam de um mesmo antepassado comum e consideravam-se ligados entre si por laços de sangue.[3] A crença na ascendência comum era o liame ideológico do genos, funcionando como um mito de autoctonia ou de linhagem que transformava a solidariedade política em obrigação religiosa.[4] Cada pólis possuía a sua própria divindade padroeira, embora os deuses fossem comuns a todos e tivessem santuários em diversos locais. Através da religião partilhada, da língua e da escrita comuns, começou a formar-se gradualmente uma consciência helénica unificada. Durante a época helenística, são realizadas numerosas fundações na Ásia, estendendo-se até à Ásia Central. A época romana assiste igualmente à fundação de novas cidades gregas. O modelo cívico revelou-se, de facto, muito dinâmico até à Antiguidade tardia. A transição da aristocracia para regimes mais amplos foi frequentemente precipitada pela estagnação económica e pelo descontentamento social. O aparecimento da tirania no século VII a.C. serviu como uma fase de transição necessária; os tiranos, ao quebrarem o domínio hereditário das famílias nobres (os Eupatridai), abriram caminho para reformas constitucionais.[5]
A cidade é, portanto, um elemento cardinal da civilização grega antiga e ocupa um lugar central nas mentalidades e reflexões. Segundo a fórmula de Aristóteles na sua obra Política, a cidade é uma comunidade (κοινωνία, koinônía) de "animais políticos" reunidos pela escolha (grego antigo: προαίρεσις, proaírésis}}) não apenas de viverem juntos, mas de "viverem bem", (em grego antigo: εὖ ζῆν eû zēn), com vista a uma vida perfeita e autárquica[6]. Esta vida comum e perfeita é assegurada, antes de mais e sobretudo, pela "virtude da justiça, virtude política por excelência"[7], (grego antigo: ἥ δικαιοσύνη πολιτικόν, hế dikaiosúnê politikón), e consolidada pela referência a um mesmo passado mítico, a heróis comuns, a ritos e a leis integradas e partilhadas. Na maioria das pólis (especialmente em Atenas), as mulheres, embora com papéis importantes nos cultos, não possuíam direitos políticos e estavam sob a tutela de um kyrios (curador), especialmente em Atenas, onde não podiam herdar terras.[8] Os gregos fundavam a maioria das suas cidades junto à costa marítima, onde se construíam portos para os navios. Perto do porto viviam habitualmente os mercadores e os marinheiros, sendo aí que se realizava o comércio de mercadorias estrangeiras. A população urbana possuía a sua própria fortaleza — a acrópole — destinada à defesa da cidade. Consoante o crescimento da cidade, surgia em redor da fortaleza um novo aglomerado, designado "cidade baixa", enquanto o núcleo original era a "cidade alta". As pólis variavam em tamanho: Corinto, por exemplo, controlava apenas 880 km², enquanto Argos, com 1400 km², representava um território considerável. As mais significativas eram Atenas (2500 km²) e Esparta (8400 km², incluindo a Messénia).[9] Na época arcaica (homérica), à frente da pólis estava o basileu,[10] que era simultaneamente chefe militar, juiz supremo e sumo sacerdote. O sinal da sua dignidade era o cetro, motivo pelo qual era chamado "portador do cetro" skeptouchos (skêptron = cetro + echo = ter/segurar). O basileu recebia a maior e melhor parte dos despojos de guerra e a maior parcela das terras comunais. Para as questões mais importantes, os basileus aconselhavam-se com os anciãos das famílias ilustres, que formavam um conselho (bulé). Para ratificar ordens ou discutir assuntos de Estado, convocava-se a eclésia — uma assembleia popular (eclésia) composta por todos os homens adultos.[11] As opiniões eram frequentemente expressas por aclamação (gritos de "sim" ou "não", o "método mais pueril", segundo Aristóteles). Os anciãos eram também juízes que decidiam segundo o direito consuetudinário (costumes). Já o governante denominado tirano obtinha o poder de forma ilegal — nem por herança nem por eleição.
As pólis eram governadas por pequenos conselhos hereditários na era arcaica. Estas famílias formaram uma casta aristocrática (como os Arcontes) que monopolizou o poder entre 750 e 630 a.C. Mesmo após este período, até cerca de 450 a.C., a política e a cultura gregas permaneceram essencialmente aristocráticas. Os nobres preferiam governar, criar cavalos, participar em banquetes (simpósios) ou competir em jogos atléticos, deixando o trabalho árduo para escravos e mercenários.[12].
A noção de pólis pode assim abranger três realidades sobreponíveis e pode aparecer como:
- uma dada social (fr. donnèe sociale), em que essência da pólis é a sua estrutura humana, compreendida como uma comunidade de detentores de direitos, livres e autónomos, fortemente estruturada: o corpo de cidadãos. A pólis é então entendida como uma entidade política e até como o quadro de emergência do político;
- uma dada espacial (donnée spatiale) a pólis como realidade física, geográfica e territorial, um sítio que liga de forma inseparável uma cidade ao seu território e a um ecossistema. A pólis é então entendida como uma entidade física;
- um estado soberano, dotado de poderes régios, que desempenha um papel na cena internacional[13] · [14].
Existem pelo menos 750 cidades situadas na margem norte do mar Mediterrâneo e do mar Negro, divididas entre as antigas cidades concentradas no Peloponeso e na Ásia Menor; e as colónias fundadas a partir do século VIII por mercadores e marinheiros gregos.
Terminologia
A palavra grega pólis, tem que ver com o habitat dos indo-europeus, que viviam em aldeias fortificadas constituídas por casas de madeira, por vezes instaladas em posições elevadas, originalmente "fortaleza central de aglomerado, acrópole", que pode cortejar-se com as palavras, com o mesmo sentido, sânsc. pūr पुर e báltico (lit.) pilìs. Esta fortaleza tinha uma muralha a rodeá-la, cujo nome subsiste exactamente, tanto na forma como no sentido, no grego teῖkhos: isto é, *dheigh-o-s, da raiz *dheigh- "revestir, dique, aterro". Significando a raiz "revestir" e "amontoar terra", a muralha destas fortalezas neolíticas podia ser de facto um aterro - pelo menos na origem, porquanto, se se considerar, por um lado, a importância do trabalho de madeira e do papel dos carpinteiro, e, por outro lado, a substituição em data anterior, da palavra indo-europeia original, em latim, por um termo com o mesmo sentido, mūrus, saído verosimilmente da raiz *mey-, "enterrar, fixar", poder-se-á pensar que a muralha das *póleis indo-europeias era feita de estacas de madeira, ou de troncos, talvez revestidos de barro.[15]
Pré-história

Com base na definição, a ideia de cidade depende da chamada revolução produtiva, que tem início no Próximo Oriente cerca de 9.000 a.C. e se expande para o egeu por volta de 6.000 a.C. Muito pouco se pode afirmar sobre o Paleolítico Inferior, dado que os escassos achados (Petralona na Calcídica) não constituem informações suficientes para extrair conclusões sobre o tipo de habitat. Segundo os dados publicados, a ocupação no Paleolítico identifica-se em grutas e abrigos sob rocha. As escavações em Maroulas, em Cítnos, revelaram os primeiros vestígios de habitações mesolíticas, sugerindo a instalação prolongada de uma comunidade de caçadores-recoletores.
A Época Neolítica (6800–3200 a.C.) caracteriza-se pela estabilização climática, favorecendo povoamentos permanentes com economia baseada na agricultura e pecuária.[16] Nestas comunidades, a unidade básica era o clã ou a família alargada. No Neolítico Médio (5800–5300 a.C.), surge a construção de casas com alicerces de pedra e paredes de tijolo cru. No Neolítico Recente, a arquitetura diferencia-se e surgem os primeiros espaços de uso comum e fossos de delimitação.
Na transição para a Idade do Bronze, desempenha um papel fundamental Poliochni, em Lemnos, um povoamento populoso com características proto urbanas.[17] Nos seus vestígios reconhece-se aquela que é possivelmente a cidade mais antiga da Europa, com estruturas democráticas (o bouleuterion) e atividades comerciais. Nas suas fases de desenvolvimento, reconhecem-se os primeiros exemplos do sistema urbanístico "linear", com edifícios alinhados ao longo de ruas principais que concentravam o celeiro e o conselho de anciãos ou chefes de famílias.
A partir de 3000 a.C., os povoamentos na Grécia continental adquirem três esquemas urbanísticos: o irregular ou aditivo (Askitario), o linear (Lithares) e o pericêntrico (Egina V). A existência de planeamento urbano é um dos critérios fundamentais para classificar um povoamento como centro protourbano.
Durante a Idade do Bronze Médio, a Grécia continental atravessa um período de carência económica, mas esta imagem altera-se na transição para a época micénica. Contudo, tal não se aplica à Creta minoica, onde a fundação dos palácios representa uma forma avançada de assentamento urbano com administração centralizada e hierarquizada.[18]
No Bronze Recente, a Civilização micénica domina com estruturas palacianas fortificadas (Tirinto, Micenas).[19] Em resumo, o período da Idade do Bronze assiste à evolução de povoamentos para centros urbanos complexos, com classes especializadas (artesãos, mercadores) e hierarquias administrativas e religiosas evidenciadas pelos textos em Linear B.[20]
Economia
Tanto as grandes como as pequenas pólis gregas cunhavam a sua própria moeda[21].
Por vezes, a pólis é considerada como um dos tipos de "cidade-estado". Na sua base, a pólis representa uma comunidade agrícola; por isso, uma das características mais importantes da pólis é a propriedade suprema da comunidade sobre as parcelas de terra dos cidadãos. A pólis não é apenas uma organização política e económica, mas também uma organização religiosa, na qual os poderes espiritual e secular coincidiam, e o sacerdócio da pólis fazia parte do sistema de magistraturas da pólis. As cidades-estado da Grécia Micénica não eram pólis clássicas. A estrutura da pólis na Grécia formou-se durante o Período Arcaico[22]. O crescimento intensivo das pólis, denominado revolução urbana, começou em meados do século VIII a.C.. O professor Arseny Chanyshev escreve:
| “ | «Com base na separação do ofício da agricultura, floresce a pólis antiga — a cidade-estado, na qual as áreas rurais que compõem a pólis estão económica e politicamente subordinadas à cidade» | ” |
— Curso de palestras sobre filosofia antiga. Arseny Chanyshev, 2020 [23]. | ||
Uma etapa importante na história da formação de muitas pólis da Grécia Antiga foi o sinoicismo — a unificação de várias comunidades primárias — demoi (o análogo romano da fema é a tribo) num centro urbano comum. O sinoicismo contribuiu para a formação do governo da pólis.
Período Romano
| “ | Na vida real, nunca existiu tal conceito como "a cidade-estado". No singular, tratava-se de uma abstração imaginária. Na realidade, sempre existiram cidades-estado no plural, até ao capítulo "Inst" (instituição?) da história helénica, quando Roma se tornou a cidade-estado da metade ocidental de um mundo helénico alargado, apagando algumas das suas pólis "irmãs" do mapa e reduzindo as restantes ao estatuto de municípios. | ” |
A história de uma série de Estados da Grécia Antiga e a história de Roma num determinado estágio do seu desenvolvimento é a história de pólis individuais[25]. Durante o período do domínio romano, as pólis espalharam-se por todo o território do império, sendo utilizadas como uma forma conveniente de autogoverno local. Em certas regiões (por exemplo, no Egito Romano), as pólis eram apenas uma forma de administração territorial, e os seus cidadãos não possuíam a cidadania romana. Nos próprios territórios romanos, existia um sistema análogo à pólis, o dos municípios. Refira-se que, enquanto "comunidade cívica", polis e civitas são conceitos perfeitamente idênticos[26].
Segundo S. L. Utchenko, a comunidade romana perdeu a sua qualidade de pólis logo no século I a.C.[27]
Importância histórica
Nas pólis surgiu pela primeira vez a ideia de igualdade dos cidadãos perante a lei. Os gregos abandonaram a veneração do poder real como valor central da organização social, algo característico da maioria das civilizações daquela época. Nas cidades-estado, as decisões mais importantes eram tomadas com a participação de todos os cidadãos do sexo masculino, que adquiriam esse direito em troca da participação em ações militares[a]. Ao mesmo tempo, o princípio da igualdade de direitos estendia-se apenas aos cidadãos da cidade (que também eram membros da falange durante as guerras), não abrangendo mulheres e escravos[28][b].
Richard Alston observou a idealização da pólis grega, "que em muitas visões políticas modernas continua a ser considerada a forma ideal de organização política"[29]. Hans Beck aponta que os pesquisadores contemporâneos chegaram à conclusão sobre a inevitabilidade de um "beco sem saída evolutivo" para as pólis como resultado de seu desenvolvimento histórico[30]:6.
Formação
É comum considerar que a pólis teria nascido entre os Gregos em resultado de um determinismo geográfico, ou seja, o relevo montanhoso da Grécia, que dificultava as comunicações e isolava as comunidades humanas, teria levado a este tipo de organização política. Porém, esta teoria é rejeitada com base em vários fatos. Em primeiro lugar, em outras regiões igualmente montanhosas não se desenvolveram poleis ou só tardiamente se desenvolveram. Para além disso, a pólis desenvolveu-se em regiões onde as comunicações eram fáceis, como a Ásia Menor e a península do Peloponeso. Pólis era a principal marca do mundo helênico.
Somadas aos fatos geográficos, teriam sido as circunstâncias históricas, principalmente, que determinaram o nascimento da pólis. Com o fim da civilização micénica verificam-se movimentações de populações que procuram os melhores locais para habitar. Perante a perspectiva de ataques exteriores, os habitantes de pequenas comunidades agrupam-se, através do processo denominado por sinecismo. Assim, as pequenas localidades identificam-se com um centro; na Ática esse centro foi a cidade de Atenas
A pólis grega era formada, basicamente, por uma Acrópole, uma Ágora, uma Khora e uma Ástey. A acrópole corresponde à parte mais elevada, alta da pólis, onde existiam templos dedicados aos deuses. Ficava acima da Ágora, que era a parte mais pública da comunidade. Lá existia o mercado e as assembleias do povo. A Ágora era a praça principal na constituição da pólis, a cidade grega da Antiguidade clássica. Normalmente era um espaço livre de edificações, configurada pela presença de mercados e feiras livres nos seus limites, assim como por edifícios de carácter público. A khora corresponde à parte agrícola, onde moravam os camponeses e onde eram cultivados alimentos que supriam a ástey, que era a "cidade" da pólis, a parte urbana (termos anacrônicos, que representam aproximadamente o que era a ástey).
As cidades gregas (pólis ou cidades-estados) compunham-se de duas partes, uma rural (khora) e outra urbana, separadas por uma muralha destinada à proteção contra ataques de outras cidades.
Esfera política ateniense
A vida na pólis dividia-se em duas esferas: a privada, que dizia respeito a seu patrimônio, ao casamento, à sua família e expressa pela sua casa e a esfera pública, expressa pelo espaço público urbano (ou político, pois era o espaço da pólis) e suas instituições. Estas, dado que deliberavam e executavam diretrizes e regras para a cidade, constituíam-se efetivamente como instituições políticas. De uma forma geral, ambas as esferas eram soberanas em si mesmas: assuntos privados não diziam respeito às discussões públicas, e vice-versa.
Uma curiosidade interessante sobre a visão que os homens tinham sobre sua "cidadania": uma pessoa nascida em Atenas nunca diria "sou nascido em Atenas", ao invés disso ela diria "sou ateniense". Isso mostra que a relação pessoal com a pólis não era apenas com o território, mas era mais fortemente com a comunidade.
Instituições políticas gerais
Apesar das peculiaridades de cada pólis, é possível identificar três instituições políticas comuns: a assembleia popular, o conselho aristocrático e os magistrados.
Estes órgãos poderiam assumir nomes diferentes conforme a pólis. Assim, em Atenas, a Assembleia popular recebia o nome de Eclésia, enquanto que em Esparta chamava-se Ápela; o Conselho em Atenas era denominado Areópago (nomeado de acordo com o local em que se reunia - a "colina de Ares") e em Esparta, de Gerúsia. Quanto aos magistrados, eram designados respectivamente nestas duas póleis como Arcontes e Éforos, mas para isso temos que nos conscientizar de todos os feitos políticos da região.
Referências
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|isbn=(ajuda) - ↑ Fustel de Coulanges, Numa Denis (2009). «Livro Segundo: A Família». A Cidade Antiga. [S.l.]: Editora das Letras
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- ↑ [T]here never was any such thing as ‘the city-state’ in real life. In the singular, it was an imaginary abstraction. In reality there were always city-states in the plural until the Inst chapter of Hellenic history, when Rome made herself the city-state of the western half of an enlarged Hellenic World by wiping some of her sisters off the map and reducing the rest of them to the status of unicipalities. https://www.mdpi.com/2409-9252/3/4/21
- ↑ Erro de citação: Etiqueta
<ref>inválida; não foi fornecido texto para as "refs" nomeadasautogenerated1 - ↑ «Fonte». Consultado em 21 de março de 2023. Cópia arquivada em 21 de março de 2023
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- ↑ «(PDF) John Buckler and Hans Beck, Central Greece and the Politics of Power in the Fourth Century BC (2008) | Hans Beck — Academia.edu». Consultado em 28 de junho de 2024. Cópia arquivada em 28 de junho de 2024
Bibliografia
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- Vermeule, Emily (1972). Greece in the Bronze Age. Chicago: University of Chicago Press
Ver também
- Ágora
- Ágora de Atenas
- História do Urbanismo
Ligações externas
- "A «Pólis grega e a constituição da democracia"». , por Cornelius Castoriadis, in As Encruzilhadas do Labirinto II, trad. de José Oscar de Almeida Marques, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987.
- ↑ A mudança radical no sistema político esteve ligada ao surgimento de uma nova formação militar — a falange, cujos membros tinham deveres iguais durante a batalha.
- ↑ A proporção entre cidadãos livres e escravos nas cidades-estado variava de 1:5 a 1:10 em diferentes pólis. A maior proporção de escravos foi observada em Esparta.
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