Shake It Off (canção de Taylor Swift)

"Shake It Off"
Single de Taylor Swift
do álbum 1989
Lançamento18 de agosto de 2014 (2014-08-18)
Formato(s)
Gravação2014
Estúdio(s)MXM Studios
(Estocolmo)
Conway Recording Studios
(Los Angeles, Califórnia)
Gênero(s)Dance-pop
Gravadora(s)Big Machine
Composição
Produção
  • Max Martin
  • Shellback
Cronologia de singles de Taylor Swift
"The Last Time"
(2013)
"Blank Space"
(2014)
Lista de faixas de 1989
"All You Had to Do Was Stay"
(5)
"I Wish You Would"
(7)

"Shake It Off" é uma canção da cantora americana Taylor Swift, contida em seu quinto álbum de estúdio, 1989 (2014). Foi composta por ela em conjunto com Max Martin e Shellback, que encarregaram-se de sua produção, e gravada nos MXM Studios em Estocolmo, Suécia, e Conway Recording Studios em Los Angeles, Califórnia. Marcando oficialmente a transição de Swift para a música pop, a faixa foi lançada em 18 de agosto de 2014 como o single inicial de 1989, disponibilizada digitalmente logo em seguida, juntamente com a pré-venda do disco, e mais tarde comercializada em formato físico.

Para a concepção da faixa, Swift se inspirou no escrutínio da mídia sobre a sua imagem pública, criando-a ao aprender a superar seu medo de não ser aceita e de "orgulhar-se do fato de saber quem você é". "Shake It Off" é uma canção de estilo dance-pop e foi notada por seu afastamento sonoro da discografia da cantora até então, majoritariamente advinda do country. O seu arranjo inclui o uso de baterias, percussão, teclados, baixo elétrico, violão, trombone, trompete e saxofone. O número é liricamente dedicado aos detratores de Swift e a apresenta abordando seus críticos em particular; a ponte, precedida por uma parte falada, é interpretada em forma de rap.

"Shake It Off" foi avaliada de forma mista pela crítica musical, com alguns resenhistas elogiando o novo som de Swift e seu apelo às massas, e outros apontando as letras como fracas e a produção como genérica. A canção recebeu três indicações no Grammy Awards, sendo indicada e vitoriosa numa série de outras premiações, e foi também centro de controvérsias. Comercialmente, liderou as paradas na Austrália, Canadá, Eslováquia, Hungria, Nova Zelândia e Polônia, e listou-se nas dez melhores na maioria dos territórios onde entrou. Nos Estados Unidos, estreou diretamente no topo da Billboard Hot 100 e recebeu uma certificação de diamante da Recording Industry Association of America (RIAA) pelas mais de 10 milhões de unidades vendidas na região.

O videoclipe correspondente foi dirigido por Mark Romanek e Lançado juntamente com a canção. O trabalho retrata Swift dançando acompanhada de diferentes equipes de dança, dos mais variados estilos, sem seguir a coreografia dos outros integrantes, até que no final todos se juntam e também dançam sem seguir os demais. O produto recebeu análises mistas de críticos musicais e foi acusado de apropriação cultural pelas cenas de twerk. A intérprete apresentou "Shake It Off" ao vivo pela primeira vez nos MTV Video Music Awards de 2014, cantando-a em diversos programas na divulgação de 1989 e incluindo-a no repertório de todas as suas turnês desde então. A faixa foi regravada por diversos artistas, como Charli XCX, Labrinth e Ryan Adams, este último como parte de sua regravação do álbum de Swift, além de ser usada e parodiada em diversas produções na mídia.

Antecedentes e desenvolvimento

"Shake It Off" foi co-composta e produzida por Max Martin (esquerda) e Shellback (direita), ambos os quais haviam trabalhado com Swift em seu disco anterior.

Em outubro de 2013, Swift revelou para a Associated Press que as sessões de composição para seu quinto álbum de estúdio já estavam durando seis meses e, no mês seguinte, durante os bastidores dos American Music Awards, ela declarou à Billboard: "Já temos muito [material]. Há provavelmente sete ou oito [músicas] que eu sei que vou querer no álbum. Estou muito à frente do meu cronograma. Estou eufórica porque já evoluiu pra uma nova sonoridade, e era tudo o que eu queria. Eu teria levado dois anos pra que isso acontecesse, mas simplesmente aconteceu naturalmente, então isso era tudo o que eu podia almejar".[1][2] Em fevereiro de 2014, a artista confirmou que estava novamente trabalhando com os produtores suecos Max Martin e Shellback, com os quais colaborou anteriormente na elaboração de três faixas de Red (2012).[3] Para a produção desse disco, ela inspirou-se bastante no cenário musical dos anos 1980, principalmente "no quão ousadas essas músicas eram e como aquele período era um período de infinitas possibilidades".[4]

A principal inspiração para a composição de "Shake It Off" ocorreu após Swift ler os vários rumores que circulavam sobre ela na imprensa.[5][6] Como os boatos circulavam e rapidamente tornaram-se manchetes internacionais, a cantora acabava tendo uma imagem retratada que não lhe correspondia, explicando ao Good Morning America que a canção surgiu de suas próprias experiências com a "cultura de detração",[5] posteriormente comentando para o jornal The Guardian que "você pode ficar maluco e permitir isso lhe deixar com raiva e não confiar nas pessoas (...) ou pode simplesmente deixar para lá e perceber que contanto que você esteja se divertindo mais do que os outros, o que importa o que os outros irão achar?".[6] Ao The Breakfast Show, da BBC Radio 1, Swift explicou também que uma das origens para a escrita da faixa deu-se após ela aprender a superar seu medo de não ser aceita: "Acho que [a canção] meio que trata sobre não se importar com o que as pessoas acham sobre você — um passo a mais de aceitar o fato de que as pessoas não lhe entendem. Meio que orgulhar-se do fato do você é, e sinceramente não importa se outra pessoa não quer lhe entender. Nós passamos por esses cenários em muitas fases diferentes das nossas vidas, não importa o que seja".[7] Para a rede de televisão Fusion, ela reforçou:

"Shake It Off" foi gravada em fevereiro de 2014 na MXM Studios em Estocolmo, e Conway Recording Studios em Los Angeles, Califórnia.[9] O processo de gravação foi coordenado por Michael Ilbert no primeiro estúdio e por Sam Holland no segundo, com assistência de Cory Bice. A mixagem ficou a cargo de Serban Ghenea e foi realizada na MixStar Studios em Virginia Beach, Virgínia, com sua engenharia sendo feita por John Hanes.[9] Tom Coyne masterizou a obra no Sterling Sound em Nova Iorque, juntamente com o resto do disco. Max Martin e Shellback, além de co-comporem a canção com Swift e servirem como produtores, forneceram as programações.[9]

Lançamento

Swift começou a dar prévias de um anúncio que faria em agosto de 2014. Primeiramente, no dia 4 daquele mês, ela postou um vídeo no Instagram em que apertava repetidamente o número 18 de um elevador.[10] No dia 6, postou no Twitter uma imagem com o horário das 05:00 e, no dia seguinte, uma captura de tela da página inicial do portal Yahoo!.[11] Finalmente, no dia 13, durante sua participação no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, a cantora revelou que faria um bate-papo ao vivo no Yahoo! às 17h do dia 18 de agosto de 2014; no mesmo dia, começaram a circular diversas informações sobre a nova faixa da intérprete, como seu título "Shake It Off", alguns versos e o uso de metais em sua produção, além de ser descrita como um "pop rápido e divertido".[12] O radialista Christopher K comentou no Twitter que já tinha ouvido a canção, apagando as mensagens rapidamente.[13]

"Shake It Off" foi oficialmente lançada em 18 de agosto de 2014, durante o bate-papo da cantora no Yahoo! — que foi transmitido simultaneamente em mais de 140 estações da Clear Channel Media and Entertainment —, no qual ela anunciou também a capa e o título de seu novo disco, 1989.[14][15] Em seguida, iniciou-se as vendas da canção na iTunes Store através de download digital, juntamente com a pré-venda do álbum, e também em plataformas como Google Play e Amazon.[16][17] A faixa foi enviada para as rádios mainstream americanas no dia seguinte,[18] e para estações britânicas do mesmo tipo no dia 25 do mesmo mês.[19] Em seus dois primeiros dias de lançamento, a canção contou com reproduções no início de cada hora de diversas rádios da Clear Channel,[20] e foi adicionada ao catálogo de um total de 277 estações americanas — sendo 176 mainstream e 101 adult contemporary —, batendo um recorde histórico de maior quantidade de introduções nessas estações.[21] Dois CD single foram lançados, um de forma limitada na loja virtual de Swift apresentando somente a canção, em 11 de setembro, e outro na Alemanha contendo também o videoclipe, no dia 10 de outubro.[22][23]

Composição

Com duração de três minutos e trinta e nove segundos (3:39), "Shake It Off" é uma faixa de andamento acelerado derivada do dance-pop, produzida por Max Martin e Shellback.[24][25] É um notável afastamento das canções lançadas anteriormente por Swift, que eram predominantemente country pop.[26] Seu arranjo musical apresenta o uso de baterias, percussão, violão e baixo tocados por Shellback e teclados tocados por ele e Martin, além de palmas e gritos fornecidos pela dupla e Swift.[9] Metais também estão presentes na obra, nomeadamente trompete por Jonas Lindeborg, trombone por Magnus Wiklund e uma linha central de saxofone por Jonas Thander,[9] que transcorrem ao longo do número.[26] Thander baseou sua parte num trecho de metais pré-gravado por Martin no MIDI, e demorou mais de dez horas para editar a parte do saxofone, completadas ao longo do dia seguinte à gravação.[27] Jason Lipshutz, da Billboard, comparou a melodia com a de "Thrift Shop", de Macklemore & Ryan Lewis, enquanto Carolyn Menyes, do portal Music Times, comparou a música com "Happy", de Pharrell Williams.[28][29] Shirley Halperin, do The Hollywood Reporter, rotulou-a como "uma versão de ritmo acelerado" de "Let It Go", cantada por Idina Menzel para o filme Frozen, enquanto as batidas foram comparadas por Jim Farber, do New York Daily News, com "Hey Mickey", de Toni Basil.[24]

De acordo com a partitura publicada no Musicnotes.com pela Sony/ATV Music Publishing, "Shake It Off" foi composta no tom de Sol maior e definida na assinatura de tempo comum, possuindo um ritmo acelerado de 160 batidas por minuto. Os vocais de Swift abrangem-se em duas oitavas, entre as notas Sol3 e Sol5.[30] Liricamente, a faixa é dedicada aos detratores da artista e a apresenta abordando seus críticos em particular.[31] Inicia-se com a intérprete dizendo o que falam a seu respeito, como "Fico na rua até tarde", "Saio com garotos / Mas não os faço ficar", vindo a declarar no pré-refrão: "Mas continuo arrasando / Não posso parar, e nem vou parar de me mexer / É como se eu tivesse essa música / Na minha mente dizendo que vai ficar tudo bem".[n 1][26] No refrão, ela canta: "Porque os jogadores vão jogar, jogar, jogar / E os odiosos vão odiar, odiar, odiar / Baby, eu só vou deixar, deixar, deixar / Eu deixo para lá, eu deixo para lá".[n 2][32] Depois do segundo refrão, Swift profere de forma falada: "Apenas pense que, enquanto você estava curtindo os mentirosos e as traições do mundo, você poderia estar curtindo essa batida irada" e, na ponte, ela canta em forma de rap versos como: "Meu ex trouxe a nova namorada dele / Ela é tipo 'Oh, Meu Deus', mas eu deixo para lá".[n 3][33][34]

Sobre o conteúdo lírico da faixa, a cantora explicou: "Eu aprendi uma lição muito difícil que as pessoas podem dizer o que quiserem sobre nós a qualquer momento, e nós não podemos controlar isso. A única coisa que podemos controlar é a nossa reação a isso".[35] Para a Rolling Stone, Swift aprofundou: "Eu tive cada parte da minha vida dissecada — minhas decisões, minhas ações, minhas palavras, meu corpo, meu estilo, minha música. Quando você vive sua vida sob esse tipo de escrutínio, você pode deixar isso quebrar você ou pode ficar realmente bom em desviar desses ataques. E quando um te atinge, você sabe[rá] como lidar com ele. E acho que a maneira que eu lido com isso é deixando pra lá".[36] Em outra entrevista, desta vez para a NPR, a artista falou sobre a mensagem lírica da obra em relação aos seus trabalhos anteriores e um desejo de recuperar a narrativa:

Recepção

Crítica profissional

Evan Sawdey, da PopMatters, considerou a música um "hino", acrescentando que "é uma composição pop impressionante e impenitente, é difícil para qualquer pessoa negar seu poder".[33] Escrevendo para o portal Digital Jounal, Lindsey Weber achou a melodia da obra "cativante, otimista e divertida", complementando que era "uma partida refrescante de seu trabalho anterior na cena da música country-pop. Esta é uma música que pode levantar seu ânimo, sempre que alguém estiver se sentindo mal".[38] Jason Lipshutz, da revista Billboard, elogiou a nova sonoridade pop explorada por Swift em "Shake It Off" e viu positivamente sua produção e letras, argumentando que "poucos artistas ousariam reinventar seu som especialmente com expectativas tão altas" e concluindo que a cantora "prova por que ela está entre as abelhas rainhas do pop: a música soa como um sucesso infalível".[39] Para o The Hollywood Reporter, Ashley Lee elogiou a melodia e o "refrão intocável" da canção.[24] Alice Vincent, do jornal The Daily Telegraph, acrescentou que era "uma faixa cativante e alegre".[40]

Molly Fitzpatrick, do britânico The Guardian, também constatou que a canção era cativante, mas não apresentava o talento de Swift como compositora: "Ela é uma compositora talentosa, mas 'Shake It Off' não mostra [bem o] seu talento. Liricamente, expressa sentimentos preguiçosos como 'odiosos irão odiar'. Frases como 'Você poderia estar curtindo essa batida irada' e 'E para o cara ali com o cabelo legal' soam chocantes vindos de Taylor Swift".[n 4][32] Randall Roberts, do Los Angeles Times, chamou a gravação de "uma confecção pop perfeita", mas notou que "apresenta uma artista buscando transgressões astutas, mas em vez disso aterrissa em uma regressão adolescente auto-absorta e surda, com uma música para combinar com o momento".[41] Sam Corey, do The Huffington Post, analisou-a positivamente, argumentando que "é o mantra de qualquer pessoa que superou as críticas e continuou a se valorizar como uma pessoa de valor".[42] Jim Farber, crítico do New York Daily News, sentiu que a música remonta à época de nascimento da artista "com uma batida brilhante dos anos [19]80 que poderia ter ricocheteado em 'Hey Mickey' de Toni Basil e [acrescenta] um estilo totalmente novo, pelo menos para Swift", concluindo que a intenção da cantora com a música claramente visa o tipo de girl-pop doce que tanto obceca a música adolescente moderna".[43] O produto foi considerado "incrivelmente cativante" por Chris Molanphy, da revista Slate, que notou que Swift "lançou talvez sua melodia pop mais irresistível".[44]

Stephen Thomas Erlewine, do banco de dados AllMusic, foi negativo em sua análise, descreveu-o como "um efervescente retrocesso do dance-pop".[45] Kevin Fallon do site The Daily Beast, achou que "este novo rumo de sua carreira é terrivelmente deprimente". Por outro lado, admitiu que era "uma grande canção pop", mas também que esta é "a canção musicalmente menos interessante que Swift já fez" e "não é pessoal, pelo menos não da maneira que esperamos de uma canção dela" e lamentou a transição da cantora para o pop no qual ele sentiu que ela "abandonou seu som" durante o processo.[46] Kyle Anderson, da revista Entertainment Weekly, a considerou "bastante repulsiva por uma série de razões", principalmente devido ao "inexplicável complexo de perseguição [de Swift]. Claro, sua vida pessoal é comentada nos tabloides — e ela teve que aturar sua cota de paparazzi — mas ela não é afetada mais do que qualquer outra pessoa famosa e transformou o interesse lascivo em seus amantes em uma temporada de ouro no rádio, outra vez. Todo o refrão "odiosos irão odiar" soa tão inacreditavelmente falso para mim".[47] Guilherme Tintel, do site brasileiro It Pop, avaliou que embora a música "se perca um pouco em meio aos sintetizadores de todo o disco, ainda soa bem dentro do contexto ao mostrar um pouco do que Taylor estava prestes a arriscar, sem entregar seu jogo por completo".[48]

Reconhecimento

"Shake It Off" constou em diversas listas de melhores canção do ano de 2014. Foi eleita a terceira melhor pela Time Out,[49] quarta pela PopMatters,[50] oitava pela Consequence,[51] 14.ª pela Drowned in Sound,[52] 16.ª pela norueguesa Dagsavisen,[53] e 27.ª pela NME.[54] Na lista Pazz & Jop, compilada anualmente pelo The Village Voice, finalizou como a quarta favorita dentre os críticos.[55] Ambas NME e Consequence consideraram-na uma das melhores canções da década de 2010, nas posições de número 19 e 38,[56][57] enquanto para o USA Today foi uma das dez canções que definiram o período, com o colunista Patrick Ryan destacando-a como a responsável por introduzir um período de enorme sucesso comercial para a artista.[58]

Em 2015, a Nashville Songwriters Association International homenageou "Shake It Off" e entregou a Swift o troféu de Songwriter of the Year.[59][60] Nos BMI Awards do ano seguinte, onde a intérprete foi condecorada com o mesmo prêmio, a faixa também recebeu um prêmio.[61] Na 57ª edição dos Grammy Awards, o tema foi nomeado em três categorias: Record of the Year, Song of the Year e Best Pop Solo Performance.[62] No entanto, perdeu os dois primeiros para a faixa "Stay With Me (Darkchild Version)", de Sam Smith, e o terceiro para "Happy", de Pharrell Williams.[62]

"Shake It Off" recebeu três indicações nos Billboard Music Awards de 2015, vencendo a de Top Streaming Song (Video).[63] Venceu também Song of the Year nos iHeartRadio Music Awards de 2015,[64] Favorite Song nos People's Choice Awards de 2015,[65] Favorite International Video no Myx Music Awards de 2015 (Filipinas),[66] e Best Song to Dance to nos Radio Disney Music Awards do mesmo período, perdendo o de Song of the Year neste.[67] A faixa recebeu outras indicações sem vitórias nas premiações Nickelodeon Kids' Choice Awards,[68] Teen Choice Awards,[69] Rockbjörnen (Suécia)[70] e Los Premios 40 Principales (Espanha).[71]

Controvérsias

Exclusão da Triple J Hottest 100

Após a publicação de um artigo no BuzzFeed, em 13 de janeiro de 2015, intitulado "Por que ninguém está votando em 'Shake It Off' na Hottest 100?",[n 5] surgiu nas redes sociais uma campanha viabilizada pela hashtag #Tay4Hottest100, em meio ao período de votação da Triple J Hottest 100 — uma enquete selecionando as cem canções de maior proeminência no ano, promovida pela rádio australiana Triple J. As postagens nas redes sociais com a hashtag se sobressaíram àquelas mencionando os concorrentes oficiais.[72] A campanha resultou num grande debate midiático sobre os méritos da inclusão de Swift na enquete: um critério de elegibilidade foi o de ser reproduzida pelo menos uma vez na rádio em 2014 — "Shake It Off" não foi tocada, mas em vez disso, uma regravação do grupo folk Mikly Chance.[73][74] Os adversos à campanha argumentaram que a Hottest 100 era uma plataforma para artistas em ascensão e fora da grande mídia,[75] enquanto defensores criticaram a rádio por promover elitismo e sexismo cultural, citando que a plataforma priorizava artistas "masculinos roqueiros" e "alternativos" em sua seleção.[73] Elle Hunt, da versão australiana do The Guardian, escreveu: "[A] resposta virulenta à #Tay4Hottest100 revelou a persistência de uma dicotomia que eu pensei que tínhamos superado há muito tempo: o da alta arte contra a baixa [arte]".[76]

Em de 20 de janeiro, o referido jornal enviou um pedido de acesso à informação para a Australian Broadcasting Company (ABC), requerendo resposta da rádio à campanha e a elegibilidade da canção na enquete.[77] Chris Scaddan, gerente da Triple J, disse para a página Tone Deaf: "Não comentamos sobre campanhas de votação enquanto a votação da Hottest 100 está aberta. Isso atrai atenção [às canções] e podem influenciar no resultado da enquete".[78] "Shake It Off" foi eventualmente desqualificada da votação em 26 de janeiro de 2015;[79] no comunicado, a rádio reconheceu a música e a carreira de Swift porém destacou que a faixa — que não havia sido tocada — não refletiria seus valores.[73]

Acusações de plágio

Em novembro de 2015, Jessie Braham, um cantor de R&B conhecido pelo nome artístico de Jesse Graham, declarou que Swift plagiou sua canção de 2013 "Haters Gonna Hate", citando as letras: "Haters gone hate, playas gone play. Watch out for them fakers, they'll fake you everyday".[n 6][80][81] No processo, ele alegou que 92% das letras de Swift originaram-se de sua música, afirmando que "o gancho de Swift é igual ao meu" e que não haveria "Shake It Off" se ela "não tivesse escrito 'Haters Gonna Hate'", e pediu US$ 42 milhões em danos de Swift e da editora Sony/ATV Music Publishing.[82][83][84] No dia 12 daquele mês, o processo foi arquivado por Gail Standish, juiz do Tribunal Distrital dos Estados Unidos, que determinou que Braham não apresentou evidências factuais, mas poderia entrar com um novo pedido "se as deficiências do processo forem corrigidas".[84] Na declaração formal, Standish usou letras de várias músicas de de Swift, "We Are Never Ever Getting Back Together", "Bad Blood", "Blank Space", e a própria "Shake It Off":

Em setembro de 2017, os compositores Sean "Sep" Hall e Nate Butler processaram Swift por violação de direitos autorais. A dupla alegou que as letras de "Shake It Off" eram plágio de "Playas Gon' Play", uma canção interpretada pelo grupo feminino 3LW e escrita por eles.[86] Em fevereiro de 2018, Michael W. Fitzgerald, juiz do Tribunal Distrital dos Estados Unidos, rejeitou o caso, afirmando que a letra em questão era muito "banal" para alegar direitos autorais.[87] Em outubro de 2019, no entanto, os juízes John B. Owens, Andrew D. Hurwitz, e Kenneth K. Lee, do Tribunal de Apelações do Nono Circuito dos Estados Unidos reverteram a decisão, sustentando que o tribunal distrital "se constituiu como o juiz final do valor de uma obra expressiva" e enviou o caso de volta à corte distrital.[88]

Em julho de 2020, o jurídico de Swift apresentou novos documentos requerendo o indeferimento do processo e, no ano seguinte, pediu uma tutela antecipada, argumento que a fase de descoberta do processo revelou evidências a favor dela. Em 9 de dezembro de 2021, Fitzgerald recusou o pedido de Swift para uma tutela antecipada.[89][90] No dia 23 do mesmo mês, a equipe da cantora entrou com uma segunda moção para indeferir o processo, declarando que a decisão de Fitzgerald era "sem precedentes e engana o domínio público" o fato de os demandantes poderem processar todos que usassem as frases em qualquer composição ou canto, ou dizerem-nas publicamente.[91] Em 14 de janeiro de 2022, o jurídico de Hall e Butler divulgaram uma resposta afirmando: "As regras simplesmente não fornecem aos réus veículos para refazer argumentos antigos e não se destinam a dar a um litigante infeliz uma chance adicional de influenciar o juiz".[92] Em 12 de dezembro do mesmo ano, o processo foi arquivado sem veredito final.[93]

Videoclipe

Desenvolvimento

Mark Romanek foi escolhido para dirigir o vídeo após Swift ver vídeos que gostava, a maioria dos quais foram dirigidos por ele.

O videoclipe de "Shake It Off" foi dirigido por Mark Romanek, que dirigiu vídeos como "Closer" e "Scream", de Michael e Janet Jackson, e filmado por três dias em junho de 2014 num estúdio em Van Nuys, Los Angeles, Califórnia.[36][94] Swift escolheu trabalhar com Romanek para o vídeo após pesquisar diversos vídeos que gostava, a maioria dos quais eram minimalistas porém chocantes, e notou que a maioria deles foram dirigidos por ele.[95] Uma vez que o diretor estava afastado da direção de vídeos, tendo trabalhado principalmente em filmes e comerciais, a cantora enviou-lhe através de sua equipe um iPod com a canção pronta, antes de outras pessoas ouvirem, que o agradou e o convenceu a dirigir a gravação. Swift então sugeriu o conceito do vídeo, o de ser diferente dos outros e fazer disso uma coisa boa, e repassou-o para Romanek, que aprovou a ideia e trabalhou nela mais profundamente.[96] Ele descreveu a colaboração como "divertida e fácil" e disse que a cantora "queria ter certeza de que a mensagem do vídeo fosse transmitida claramente".[95]

As diferentes personalidades de Swift no vídeo foram selecionadas através de fotos usadas por Romanek como referência; eles discutiram os diversos estilos, passos e detalhes dos gêneros e chegaram aos escolhidos para o produto final.[95] Uma roda punk também chegou a ser considerada para o trabalho, mas não funcionou dentro do conceito.[95] Cem fãs da cantora, que escreveram cartas no Instagram e no Twitter, foram escolhidos para as filmagens através de pesquisas feitas por Swift e sua equipe nas redes sociais e tiveram os celulares confiscados, assinando também acordos em que prometiam não revelar os detalhes da gravação.[97] O estúdio onde ocorreram as filmagens, além de ser localizado remotamente, foi rodeado por grandes caixas de som tocando música heavy metal, para que a canção não pudesse ser ouvida.[95]

Os dançarinos foram coreografados por Tyce Diorio e vêm de diversos estilos, como hip hop, balé, jazz, dança moderna, lírica e líderes de torcida.[29] Samantha Abrams, Ashley Hoffman, Marisa Hood, Natasha Kalimada, Vivian Thuy Nguyen, Taylor Swantek e Kathewrine Wray foram algumas das dançarinas presentes no vídeo. Outros profissionais que participaram da gravação incluem Paul Martinez na edição, com assistência de Carmen Hu, Jeff Higinbotham no design de produção e John Emmons no departamento médico.[98] Para o diretor, escolher e coreografar todos os dançarinos naquele curto período foi desafiador, enquanto a cantora descreveu a dança como uma "metáfora para a maneira que você vive", vindo a comentar para a Rolling Stone sobre o processo de gravação:

Lançamento e sinopse

O vídeo foi lançado juntamente com a canção durante o bate-papo de Swift no Yahoo!, em 18 de agosto de 2014, sendo postado na conta da cantora na Vevo logo em seguida e mais tarde incluído no CD single alemão da faixa.[32][23] Sete cenas dos bastidores das gravações foram lançadas pela artista na Vevo,[99] e posteriormente incluídas juntamente com o vídeo no DVD da edição deluxe japonesa de 1989.[100]

Com duração de quatro minutos, a trama inicia-se com Swift em um estúdio de balé alongando-se sobre uma barra, juntamente com outras dançarinas, interpretando a primeira estrofe da faixa.[101] Logo em sequência, ela é vista como uma breakdancer acompanhada por um grupo de hip hop, segurando um reprodutor de música portátil boombox, e novamente aparece acompanhada das bailarinas, desta vez com outro figurino. No refrão, a cantora está com os dançarinos de dança moderna e intercalam-se estas cenas com as das bailarinas, o grupo de hip hop e com a intérprete caracterizada como uma ginasta rítmica.[95] Notavelmente, em todas as sequências, ela pratica passos diferentes dos demais.[102]

O conceito de diferença em relação aos outros segue-se na segunda estrofe, com Swift fazendo danças robóticas, truques com os dedos e twerk.[103] No segundo refrão, ela é vista interpretando a faixa com uma banda, intercalando cenas de todos os outros cenários vistos anteriormente. No trecho falado, ela está novamente com a banda e, na ponte, a cantora está caracterizada como uma líder de torcida; ao final deste último trecho, ela é arremessada a metros do chão, diferentemente das outras. Nos últimos refrões, todos praticam seus passos de forma diferente um dos outros, e Swift é vista dançando ao som da música com os fãs selecionados em algumas tomadas.[104] Na última cena, as bailarinas se reverenciam e ficam de pé, e a cantora cai no chão.[102]

Recepção e análises

O collant preto e jeans que Swift traja em "Shake It Off" (esquerda) atraiu comparações com a roupa de Audrey Hepburn no filme Funny Face (1957, pôster à direita).[105][106]

Hugh McIntyre, da Forbes, descreveu o vídeo como "divertido e animado" e "essencialmente de Swift: peculiar e difícil de não gostar".[104] Markos Papadatos, do Digital Journal, adjetivou o vídeo como "artístico e criativo".[38] Guilherme Tintel, do portal It Pop, prezou o humor e os diversos estilos de dança presentes na gravação, mas opinou que embora a cantora tente encontrar seu espaço no cenário pop ao longo do trabalho, ela "não se sente realmente confortável em lugar algum".[107] Brian Seibert, do The New York Times, escreveu que "este é era de dança no atual sentido popular — um vídeo que trata a dança menos do que uma arte em si do que como uma significância cultural" e elogiou os diferentes gêneros de coreografias presentes no trabalho, definindo-o como "uma sátira de convenções de vídeos pop". Ele também comparou a cantora com Lucille Ball e Carol Burnett — "uma heroína triunfando através da teimosia".[103]

Embora Molly Fitzpatrick, do The Guardian, tenha achado divertido a "mistura incongruente" das sequências de dança, concluiu que o "conceito cai por terra".[32] Peter Vincent, do The Sydney Morning Herald, chamou o vídeo de "não original", citando as várias referências à cultura popular, e duvidou do sucesso de Swift em transformar sua imagem à música pop.[108] Mary Wilkinson, professora de Cinema, viu o produto como uma representação da personalidade "excêntrica" de Swift na era 1989.[n 7] Ela constatou que, como a artista foi sempre associada à uma personalidade esforçada e autêntica em suas eras country, sua entrada no mundo pop "artificial e manufaturado" exigiu modos intricados para manter sua autenticidade.[110] Como observado pela acadêmica, após falhar em todas as coreografias no vídeo, Swift ri de si mesma implicando que nunca "se encaixará em nenhuma imagem comercialmente viável, preferindo, em vez disso, abraçar seu estado naturalmente excêntrico".[111] Ao recorrer a isso, Swift lembrou ao público da sua autenticidade por dentro da "manufatura artificial das performances pop".[111]

Uma série de críticos notaram referências a outros artistas e peças da cultura pop. Boa parte deles observaram alusões a Lady Gaga na cena em que Swift está com uma roupa metálica, com Vincent e Mikael Wood, do Los Angeles Times, notando também referência ao DJ Skrillex nos óculos usados pela cantora na mesma sequência.[26][36][108] McIntyre também viu as mesmas referências a Gaga e Skrillex, além de Fergie e Gwen Stefani.[104] Analisando o produto mais detalhadamente, Diane Chao, do VH1, encontrou diversas alusões à cultura pop no trabalho, selecionando oito sequências. Na primeira cena, viu inspirações em Funny Face, mais precisamente na paródia do comediante Jim Carrey sobre o filme no Saturday Night Live; na segunda, em que Swift está com um grupo de hip hop, fez alusões ao filme Step Up 2: The Streets; na terceira, em que ela está com um grupo de dança moderna, comparou com o vídeo de "Mine", colaboração de Beyoncé e Drake; na quarta, onde ela está com o figurino metálico, viu referências a Gaga e à dupla eletrônica Daft Punk; na quinta, quando a cantora está fazendo twerk com outras mulheres, notou alusões a Miley Cyrus, que praticava esta dança; na sexta, em que ela interpreta a faixa com a banda, comparou com o filme Funny Face (1957), no qual Audrey Hepburn usa um collant preto; na sétima, quando Swift está com as líderes de torcida, comparou com o vídeo de "Mickey", de Toni Basil; e na oitava e última, perto do final, notou referências a Sister Act 2.[105]

O vídeo de "Shake It Off" foi acusado de racismo e apropriação cultural por perpetuar estereótipos afro-americanos, como o twerk e o breakdance. O seu lançamento, coincidente com debates dos tumultos em Ferguson, também foi alvo de críticas.[101][112] Analisando a suposta "vigilância racial" do vídeo num contexto pós-racial, a professora de Comunicação Rachel Dubrofsky notou a diferença de Swift ao retratar passos de dança convencionalmente brancos — como balé e líderes de torcida — e negros — o breakdance e o twerk.[n 8] A acadêmica argumentou que, enquanto os figurinos e o comportamento de Swift lhe são "natural" no corpo de balé ou líder de torcida, ela "não incorpora facilmente o breakdance e tampouco o estilo das vestimentas [no twerk] lhe caem perfeitamente".[114] Ela resumiu o vídeo como a afirmação de Swift de sua autenticidade branca: "Eu sou tão branca, sabe, eu sei disso, o que torna tudo tão engraçado quando eu tento dançar como uma pessoa de cor".[115] O The Washington Post notou que o retrato dos passos de dança no vídeo à pessoas de cor, como twerk, era outro caso de um debate contínuo sobre a incorporação da cultura negra por cantoras pop brancas.[116] Romanek defendeu seu trabalho: "Nós simplesmente escolhemos estilos de dança que pensamos serem populares e divertidos (...) Se você ver [o vídeo] cuidadosamente, é uma peça massivamente inclusiva. E (...) é uma peça satírica. Ele brinca com uma grande variedade de trupes, clichês e estereótipos de videoclipes".[95][117]

Apresentações ao vivo

Swift apresentando "Shake It Off" na The 1989 World Tour (2015).

A primeira apresentação ao vivo de "Shake It Off" ocorreu nos MTV Video Music Awards de 2014, realizados em 24 de agosto. Introduzida pela cantora neozelandesa Lorde, a performance foi tematizada nos anos 1920 e contou com dançarinos de smoking acompanhando a artista por todo o cenário, vestida com um top e uma saia de cor cinza com detalhes franzidos. A performance foi interrompida quando Swift pularia de uma grande placa com os dizeres "1989", apoiada pelos dançarinos, até que ela volta ao palco e retoma o número.[118] Daniel Kreps, da Rolling Stone, notou referências à antiga Hollywood, como os trabalhos de Busby Berkeley e "Diamonds Are a Girl's Best Friend", de Marilyn Monroe, com outros editores fazendo alusões a trabalhos de Madonna, Nancy Sinatra e Robert Palmer; um colunista opinou que "esse estilo de 'tentar de tudo' era exatamente o que o vídeo significava em 1989, o ano que Taylor está homenageando através do título de seu novo álbum".[119] Em setembro, no dia 4, Swift cantou "Shake It Off" nos German Radio Awards,[120] e no dia 19 no iHeartRadio Music Festival, juntamente com outras de seu catálogo.[121]

Em parada promocional na Europa e Oceania, no decorrer de outubro, a cantora interpretou-a em diversos programas. Nos dias 6 e 7, cantou "Shake It Off" nos franceses Le Grande Journal e C à Vous, respectivamente.[122][123] No dia 9, no Reino Unido, ela apresentou "Shake It Off", "Love Story" e uma regravação de "Riptide", do australiano Vance Joy, durante o Live Lounge da rádio BBC.[124] No dia 12, apresentou-a no The X Factor, com um cenário similar ao dos MTV Video Music Awards;[125] e, por último, numa edição do Alan Carr: Chatty Man, transmitida no dia 24.[126] Na Austrália, Swift interpretou a faixa na final do The X Factor em 20 de outubro, acompanhada por vários musicistas e vocalistas de apoio.[127]

De volta aos Estados Unidos, a cantora apresentou "Shake It Off" e debutou "Out of the Woods" no Jimmy Kimmel Live!, em 23 de outubro, apresentando-se para um público de 15 mil pessoas na Hollywood Boulevard.[128] No dia seguinte, ela participou do concerto beneficente anual da CBS, We Can Survive, interpretando as duas faixas e outras três de sua discografia.[129] Em 27 de outubro, dia do lançamento de 1989, a cantora apresentou "Shake It Off" em duas ocasiões: a primeira, no The Ellen DeGeneres Show, junto de "Out of the Woods";[130] e a segunda, para 89 fãs na última "sessão secreta" do álbum, cantando estas e outras três do produto — "Style", "Blank Space" e "Welcome to New York".[131] No dia 30, repetiu-se o repertório numa performance na Times Square para o Good Morning America.[132] Na semana seguinte, Swift viajou ao Japão e cantou a faixa nos programas Mezamashi e Sukkiri, nos dias 5 e 6 de novembro, respectivamente.[133] Em dezembro, a intérprete participou dos festivais Jingle Ball em Los Angeles e Jingle Bell Ball em Londres, colocando a canção no repertório destes.[134][135] Finalizando o ano, no dia 31, ela cantou "Shake It Off" e "Welcome to New York" no Dick Clark's New Year's Rockin' Eve.[136]

Swift interpretando "Shake It Off" na The Eras Tour (2023).

"Shake It Off" foi a música final do repertório da The 1989 World Tour (2015). Acompanhada por dançarinos vestidos com roupas roxas, Swift interpretou a faixa numa grande passarela que se elevava a metros do chão e girava, com fogos de artifício e confete sendo jorrados.[137] Escrevendo para o The Sydney Morning Herald, Bernard Zuel considerou que a música "sequer precisava daquela plataforma incrível de Swift e os dançarinos acima do público, não há como resistir a ela".[138] A apresentação realizada em 28 de novembro de 2015 no ANZ Stadium em Sydney, Austrália, foi gravada e incluída no álbum de vídeo homônimo da turnê.[139] Além da digressão, em 2015 Swift interpretou a canção outras vezes: no festival Big Weekend, da BBC Radio 1, realizado em Norwich;[140] na edição especial dos 40 anos do Saturday Night Live, com Paul McCartney, Jimmy Fallon e Dan Aykroyd;[141] no museu do Grammy em Los Angeles;[142] e num show privado realizado na Hamilton Island em Queensland, Austrália.[143]

Em 2016, a intérprete a incluiu como a última canção em um concerto após o Grande Prêmio dos Estados Unidos da Fórmula 1, realizado no Circuito das Américas em Austin, Texas.[144] Em fevereiro de 2017, Swift realizou uma apresentação pré-Super Bowl, denominada Super Saturday Night, para cerca de 9 mil pessoas no Club Nomadic em Houston, na qual "Shake It Off" serviu como a última música.[145] No final do mesmo ano, divulgando seu sexto álbum Reputation, ela participou de festivais de rádios realizados em cidades dos Estados Unidos e em Londres, incluindo "Shake It Off" no repertório de todos.[146][147][148] No ano seguinte, cantou a faixa num concerto realizado no Bluebird Café em Nashville — local onde foi descoberta — e no festival Biggest Weekend, em Swansea.[149]

A canção foi incluída como o nono número da Reputation Stadium Tour (2018), interpretada juntamente com Charli XCX e Camila Cabello, que serviram como atos de abertura. A performance ocorria num dos palcos secundários situados no meio dos estádios, com Swift usando um vestido colorido franzido e grandes cobras surgindo dos palcos, além de dançarinos em ambos.[150] Na etapa da Oceania, Cabello foi substituída por Georgia Nott, da dupla Broods, que abriu as apresentações desta leva.[151] A performance foi registrada no filme homônimo da turnê, gravado nos dois últimos espetáculos norte-americanos, realizados em 5 e 6 de outubro de 2018 no AT&T Stadium, em Arlington, Texas, e lançado pela Netflix em 31 de dezembro.[152] Na The Eras Tour (2023—24), recapitulando as eras de Swift, a faixa foi executada no bloco 1989 como uma grande festa dançante, na qual Swift, usando um top e saia, era acompanhada por uma série de dançarinos.[153] A interpretação foi incluída na gravação homônima da digressão, gravada ao longo de seis shows no SoFi Stadium em Inglewood, Califórnia, lançada nos cinemas em 2023 e nos streamings em 2024.[154][155]

Regravações e uso na mídia

"Shake It Off" foi reinterpretada nas vozes das atrizes Reese Witherspoon (esquerda) e Lupita Nyong'o (direita).

O cantor britânico Labrinth realizou uma regravação da música na BBC Radio 1 em 20 de setembro de 2014.[156] A cantora Meghan Trainor apresentou sua própria versão de "Shake It Off" em duas ocasiões: a primeira, em 9 de agosto, no programa The Dan & Maz Show, da rádio australiana 2Day FM,[157] e a segunda, de forma acústica, na rádio Hot FM, em 6 de outubro.[158] Em fevereiro de 2015, a cantora inglesa Charli XCX cantou "Shake It Off" numa roupagem punk rock, durante uma apresentação no Live Lounge, da BBC.[159] Sua versão foi indicada a Best Cover Song nos MTV U Woodie Awards daquele ano.[160] O cantor Ryan Adams cantou "Shake It Off" para o álbum em que regrava faixa por faixa de 1989, lançado em setembro. A releitura incorpora instrumentos acústicos e uma forte linha de bateria, comparada por críticos à canção "I'm on Fire" (1985), de Bruce Springsteen.[161][162][163]

"Shake It Off" também foi alvo de paródias e adaptações em outras mídias. Em um episódio de abril de 2015 do Lip Sync Battle, o ator Dwayne Johnson fez uma dublagem de "Shake It Off" e "Stayin' Alive", dos Bee Gees, em uma batalha contra Jimmy Fallon, e venceu.[164] O episódio de Family Guy, "Chris Has Got a Date, Date, Date, Date, Date", exibido em 6 de novembro de 2016, contém um personagem fictício de Swift, e seu título é um trocadilho com a letra de "Shake It Off".[165] A atriz Reese Witherspoon e o comediante Nick Kroll reinterpretaram "Shake It Off" em uma versão eletrônica para a trilha sonora do filme de animação musical Sing (2016).[166] A obra também foi cantada pela atriz Lupita Nyong'o em um ukulele para o filme Little Monsters (2019).[167] O elenco da série Zoey's Extraordinary Playlist realizou uma regravação da música no episódio final da segunda temporada.[168] O comediante "Weird Al" Yankovic incluiu uma paródia de "Shake It Off" no final da versão de 2024 de seu medley "Polkamania!".[169]

Faixas e formatos

  1. Shake It Off (3:39)
  • CD single alemão[22]
  1. Shake It Off (3:39)
  2. Shake It Off (vídeo) (4:02)

Créditos

Todo o processo de elaboração de "Shake It Off" atribui os seguintes créditos:[9]

Gravação e publicação
  • Gravada em fevereiro de 2014 nos MXM Studios (Estocolmo) e Conway Studios (Los Angeles, Califórnia)
  • Mixada nos MixStar Studios (Virginia Beach, Virgínia)
  • Masterizada no Sterling Sound (Nova Iorque)
  • Publicada pelas empresas Sony/ATV Tree Publishing/Taylor Swift Music (BMI), MXM — administrada pela Kobalt Songs Music Publishing
Equipe

Desempenho comercial

Um dia após sua estreia nas estações de rádio dos Estados Unidos, "Shake It Off" já acumulava uma audiência superior a nove milhões de ouvintes,[20] estreando no 45.° posto da Radio Songs com um total de 29 milhões de ouvintes em todos os formatos.[170] Mais tarde, converteu-se no segundo tema de Swift a culminar nessa tabela, após "I Knew You Were Trouble" (2013).[18] Na genérica Pop Songs, debutou na posição de número 12, igualando o recorde histórico de maior estreia junto com "Dreamlover" (1993), de Mariah Carey.[171] Com a ascensão ao topo dessa parada, tornou-se a terceira liderança da intérprete, após "Love Story" (2008) e "I Knew You Were Trouble" (2013).[172] Estreou também na nona colocação da Adult Pop Songs, batendo o recorde de maior estreia na parada; ao alcançar o topo, na sexta semana, marcando o segundo número de Swift nela – o primeiro foi "I Knew You Were Trouble" –, igualou-se à "Because You Loved Me" (1996), de Celine Dion, como a mais rápida ascensão ao cume.[173] O tema constatou também no número 58 na Country Airplay,embora apenas duas estações desse segmento a tenha tocado mais de quatro vezes.[171] No total, esteve presente no gráfico por apenas uma edição.[174] A Billboard observou que a presença da artista nesse tipo de tabela havia se tornado incomum devido a sua sonoridade e à reconhecida transição dela do country para a música pop.[171]

A lacuna de oito semanas de "Shake It Off" foi o terceiro maior período para uma canção voltar à liderança da Billboard Hot 100, atrás apenas dos dois anos de "The Twist", de Chubby Checker (esquerda), e das nove semanas de "Wrecking Ball", de Miley Cyrus (direita).

"Shake It Off" estreou no topo da Billboard Hot 100, sendo a 22ª música na história a conquistar tal feito e a segunda liderança de Swift na parada, após "We Are Never Ever Getting Back Together" (2012)".[175] Nos primeiros sete dias, a canção acumulou 18 milhões de streams e 71 milhões em audiência nas rádios, e 540 mil cópias vendidas.[175][172] Manteve-se no topo na semana seguinte, registrando outras 355 mil unidades digitais vendidas.[176] Caiu para o segundo lugar na terceira semana, sendo superada durante oito semanas consecutivas por "All About That Bass", de Meghan Trainor; passado este período, "Shake It Off" voltou ao cume em 15 de novembro, em simultâneo à estreia de 1989 no topo da Billboard 200.[177][178] Essa lacuna de oito semanas da canção para voltar ao topo foi a terceira maior na história da parada, depois de "The Twist", de Chubby Checker, com cerca de dois anos, e "Wrecking Ball", de Miley Cyrus, com nove semanas.[178][179] A faixa deu lugar no topo a "Blank Space", segundo single de 1989, o que fez de Swift a primeira artista feminina na história da tabela a substituir a si mesma no primeiro lugar.[180] Finalizou 2014 como a oitava música mais vendida do ano nos Estados Unidos, acumulando 3 milhões e 43 mil unidades.[181] Em junho de 2019, a Nielsen reportou cerca de 4 milhões de vendas da canção no país.[182] A canção foi certificada como diamante pela Recording Industry Association of America (RIAA), pelas mais de 10 milhões de unidades equivalentes em território americano – além de se tornar o primeiro single de Swift com tal certificação, fez dela a primeira artista feminina na história a ter uma música e um álbum (Fearless) neste patamar no território.[183][184]

No Canadá, "Shake It Off" estreou no topo da Canadian Hot 100, vendendo mais de 48 mil cópias em sua semana de estreia; como a terceira estreia de Swift no ápice, ela igualou-se a Eminem e Katy Perry como os artistas com mais debutes no cume da listagem.[185] Ao final do ano, acumulou um total de 341 mil réplicas distribuídas no território, vindo a receber uma certificação de seis discos de platina da Music Canada (MC) pelas mais de 480 mil unidades equivalentes vendidas.[186] A obra obteve desempenho exitoso no México, onde conquistou a primeira colocação no Mexico Airplay.[187] A Asociación Mexicana de Productores de Fonogramas y Videogramas (AMPROFON) classificou-a como platina, pelas cerca de 60 mil cópias comercializadas na nação.[188]

"Shake It Off" tornou-se o sexto top 10 de Swift no Reino Unido, estreando na quarta posição do UK Singles Chart,[189] conquistando a vice-liderança nove semanas depois, igualando "Love Story" e "I Knew You Were Trouble" como o single de maior sucesso da intérprete no país até então – e sendo, também, o lançamento mais bem sucedido da era 1989 na região.[190][191] Terminou 2014 como a 11.ª canção mais vendida do ano, registrando um total de 570 mil exemplares até 20 de novembro.[192][193] A British Phonographic Industry (BPI) certificou-a com cinco discos de platina, excedendo vendas de mais de 3 milhão de cópias no país.[194]

Na Irlanda, a música saltou para o terceiro posto da tabela compilada pela Irish Recorded Music Association em sua segunda semana, depois de estrear no número catorze, tornando-se o quinto top dez de Swift na nação.[195] Em 29 de agosto de 2014, debutou na 48.ª colocação da parada alemã e moveu-se para o pico de número cinco em 24 de outubro. A faixa deixou o gráfico em 8 de maio de 2015, no 90º posto.[196] Mais tarde, foi certificada como três vezes ouro pela Bundesverband Musikindustrie (BVMI), por ter sido comercializada mais de 900 mil vezes no território.[197] Na França obteve a sexta colocação como melhor, convertendo-se no single de maior sucesso de sua intérprete no país até o momento, bem como seu primeiro top 10.[198] "Shake It Off" ainda atingiu o primeiro lugar na Eslováquia, Polônia e República Checa[199][200][201] e listou-se nos cinco primeiros lugares na Croácia,[202] Dinamarca,[200] Escócia,[203] Hungria,[204] Portugal e Suécia.[205][206] Foi ainda certificada com platina na Dinamarca,[207] Itália,[208] Suécia e Suíça.[209][210] Com este desempenho positivo nos países europeus supracitados, em 25 de outubro de 2014, a obra atingiu a segunda colocação da Euro Digital Songs.[211]

Na Oceania houve resultados gloriosos. Na Austrália, "Shake It Off" estreou na quinta posição da parada de singles dos ARIA Charts, vindo a segurar o topo por três semanas, sendo o segundo tema de Swift a liderar, após "Love Story" (2009).[212][213] Foi eventualmente certificado com 18 platinas pela Australian Recording Industry Association (ARIA) por mais de 1.260 milhões de cópias, uma das músicas mais vendidas da história da Austrália.[214] Na Nova Zelândia debutou na vice-liderança e na semana seguinte conquistou o topo, sendo a segunda liderança da cantora no país, depois de "We Are Never Ever Getting Back Together".[215] A Recorded Music NZ (RIANZ) condecorou-a com seis discos de platina em reconhecimento às 45 mil vendas.[216] Alcançou também a quinta colocação no Japão, onde foi classificado como platina tripla, em razão dos mais de 700 mil exemplares adquiridos no território.[217][218] No restante do continente asiático, conquistou a 19.ª posição na Coreia do Sul,[219] o quarto em Israel[216] e o 15.° no Líbano.[220]

Histórico de lançamento

Região Data Formato Gravadora(s)
Vários[16] 19 de agosto de 2014 Download digital Big Machine
Estados Unidos[18] Rádios mainstream
Reino Unido[19] 25 de agosto de 2014 Universal
Itália[279] 29 de agosto de 2014
Vários[22] 11 de setembro de 2014 CD single Big Machine
Alemanha[23] 10 de outubro de 2014 Universal

Ver também

  • Singles número um na Billboard 100 em 2014

Referências

Bibliografia
  • Rachel Dubrofsky (2016). «A Vernacular of Surveillance: Taylor Swift and Miley Cyrus Perform White Authenticity». Surveillance & Society (em inglês). 14 (2): 184–196. doi:10.24908/ss.v14i2.6022 
  • Mary Wilkinson (2017). «Taylor Swift: the hardest working, zaniest girl in show business». Celebrity Studies (em inglês). 10 (3): 441–444. doi:10.1080/19392397.2019.1630160 

Notas

  1. No original: "I stay out too late", "I go on too many dates, But I can't make them stay" e "But I keep cruising / Can't stop, won't stop grooving / It's like I got this music / In my mind, saying it's gonna be alright".
  2. No original: "Cause the players gonna play, play, play / And the haters gonna hate, hate, hate / Baby I'm just gonna shake, shake, shake / Shake it off, Shake it off".
  3. No original: "Just think while you been getting down / And out about the liars / And the dirty dirty cheats of the world / You could have been getting down to this sick beat" e "My ex man brought his new girlfriend / She's like oh my god / But I'm just gonna shake".
  4. No original: "haters gonna hate, hate, hate", "You could have been getting down to this sick beat", "the fella over there with the hella good hair".
  5. No original: "Why Isn't Everyone Voting For 'Shake It Off' In The Hottest 100?".
  6. Em tradução livre, "Os odiadores vão odiar, os jogadores vão jogar. Cuidado com os falsos, eles vão te enganar todo dia".
  7. O termo, do original "zany", foi utilizado pela acadêmica para descrever Swift como "uma figura que enfatiza a 'performance' pop como algo de grande esforço, pois ela expôs sua construção como algo que não surge 'naturalmente'".[109]
  8. Citando Simone Browne, Dubrofsky descreveu o coneito de "vigilância racial" como uma "tecnologia de cootrole social cujas práticas, políticas e performances vigilantes dizem respeito à produção de normas relativas à raça e exercem o poder definir o quê e quem está fora do lugar".[113]

Referências

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