Laerte OMC |
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_(cropped).jpg) Laerte em 2019 |
| Nome completo | Laerte Coutinho |
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| Nascimento |
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| Nacionalidade | brasileira |
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| Filho(a)(s) | 3, incluindo Rafael Coutinho |
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| Ocupação | |
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| Principais trabalhos | Piratas do Tietê, Overman, Manual do Minotauro, Muchacha, Los Três Amigos, Strip Tiras |
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Laerte Coutinho OMC (São Paulo, 10 de junho de 1951) é uma cartunista e chargista brasileira, considerada uma das artistas mais importantes da área no país.
Biografia
Estudou comunicações e música na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, porém sem concluir.[1] Laerte participou de diversas publicações como a Balão e O Pasquim. Também colaborou com as revistas Veja e IstoÉ e os jornais Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo. Criou diversos personagens, como os Piratas do Tietê e Overman. Em conjunto com Angeli e Glauco (e mais tarde Adão Iturrusgarai) desenhou as tiras de Los Três Amigos.
Em 2005, perdeu um de seus três filhos, Diogo, então com 22 anos, num acidente de carro.[2]
Em entrevista à Folha de S.Paulo, em 2010, revelou por que abandonou alguns de seus personagens, começou a praticar crossdressing e a se identificar como transgênero.[3] Nessa nova fase, participando de vários programas e matérias na mídia impressa e eletrônica. Já em 2012, tornou-se cofundadora de uma instituição voltada às pessoas com essa nuance de gênero, a ABRAT – Associação Brasileira de Transgêneros.[4][5]
Em 2012, teve a residência roubada,[6] e muitas de suas obras que estavam digitalizadas também foram levadas.[7][8]
Rafael Coutinho, seu filho, é também cartunista.[9]
Laerte teve sua História de Vida registrada pelo Museu da Pessoa em 2012, com o título "Ser homem é uma prisão".[10]
Controvérsias
Em dezembro de 2016, Laerte moveu uma ação contra a Editora Abril, a emissora de rádio Jovem Pan e o jornalista Reinaldo Azevedo, obtendo o direito a uma indenização por danos morais no valor de R$ 100 mil, em razão de críticas que não se restringiram somente à charge contrária à postura dos manifestantes pró-impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.[11][12] Em 2021, o tribunal decidiu a favor de Laerte, que comunicou a intenção de doar o valor à Associação Mães Pela Diversidade.[13]
Carreira
Em 1968, Laerte concluiu o Curso Livre de Desenho da Fundação Armando Álvares Penteado. Em 1969, começou a cursar jornalismo na Universidade de São Paulo, mas não chegou a concluir o curso. Começou profissionalmente desenhando o personagem Leão para a revista Sibila em 1970. Durante a década de 1970, fundou, com Luiz Gê, a revista Balão enquanto ainda estudava na ECA, e trabalhou nas revistas Banas e Placar. Em 1974, fez seu primeiro trabalho para um jornal, a Gazeta Mercantil. No mesmo ano, começou a produzir material de campanha para o antigo Movimento Democrático Brasileiro (MDB) durante as eleições. No ano seguinte, trabalhou na produção de cartões de solidariedade no movimento de auxílio aos presos políticos.
Em 1974, ganhou o primeiro prêmio no 1.º Salão Internacional de Humor de Piracicaba, com a charge "O Rei Estava Vestido". Em 1978, desenhou histórias do personagem João Ferrador para a publicação do sindicato dos metalúrgicos de São Bernardo do Campo. Mais tarde fundaria a Oboré, agência especializada em produzir material de comunicação para os sindicatos. A editora publicou seu livro Ilustração sindical (1986), com mil ilustrações, quadrinhos e caricaturas liberados para utilização por sindicatos e outras entidades.[14]
Laerte fez cobertura jornalística de três Copas: a de 1978 (para o jornal O Estado de S. Paulo), a de 1982 (para a Folha de S.Paulo) e a de 1986 (para O Estado de S. Paulo). No fim da década de 1980, publicou tiras e histórias em quadrinhos nas revistas Chiclete com Banana (editada por Angeli), Geraldão (editada por Glauco) e Circo, todas da Circo Editorial, que mais tarde lançaria sua própria revista (Piratas do Tietê). Em 1985 lançou seu primeiro livro, O Tamanho da Coisa, uma coletânea de suas charges.[1]
Em 1991, a Folha de S.Paulo começou a publicar as tiras de Piratas do Tietê.[15] Regularmente, a artista lança álbuns com coletâneas de suas tiras, principalmente pela Devir Livraria[16] e L&PM Pocket.[17]
Em 2009, convidada para participar do álbum MSP 50 em homenagem aos 50 anos de carreira de Mauricio de Sousa, Laerte criou uma história protagonizada por Franjinha e seu cachorro Bidu.[18] Em 2014, Laerte passou a publicar charges para a Folha de S.Paulo.
Televisão
Laerte também atuou como roteirista, tendo colaborado em diversos programas da Rede Globo. Escreveu scripts para os programas humorísticos TV Pirata e para as primeiras temporadas de Sai de Baixo. Ainda na área de humor escreveu para o quadro Vida ao Vivo que ia ao ar durante o Fantástico, em 1997.
Laerte também escreveu o programa infantil TV Colosso e o script de cinema para Super-Colosso: A Gincana da TV Colosso. Em 2010, participou do roteiro e storyboard do curta de animação Los tres amigos dirigido por Daniel Messias e ganhador do Troféu HQ Mix.
Cinema
Em 2012, Laerte foi protagonista do curta-metragem Vestido de Laerte, dirigido por Cláudia Priscilla e Pedro Marques. O filme foi vencedor nas categorias melhor curta e melhor direção do Festival de Cinema de Brasília 2012.[19]
No ano de 2015, Laerte contribuiu com o documentário da cineasta Miriam Chnaiderman, De Gravata e Unha Vermelha, filme que relata a realidade de transexuais, travestis e transgêneros, adeptos do crossdressing e entusiastas debatendo sobre a construção individual do próprio corpo.[20]
Em 2017, foi lançado o documentário Laerte-se, codirigido por Eliane Brum e Lygia Barbosa, que fala sobre o cotidiano e a transformação na arte e na vida pessoal da artista.[21]
Personagens
Estes são alguns personagens conhecidos de Laerte, sobretudo por suas tiras publicadas em jornais:
- Overman - um super-herói que talvez tenha a força do Super-Homem, mas com certeza não possui a capacidade de dedução de Batman. Por vezes mostra ter moral e hábitos retrógrados. Seu maior inimigo é o próprio ego. Seu visual lembra Space Ghost, que já apareceu como convidado em algumas tiras.
- Deus - na representação de Laerte, com certeza não é onipotente. Tudo o que para nós é metafísico não passa de mera rotina para Ele. O que não quer dizer, no entanto, que tudo corra as mil maravilhas. Agora que o mundo e a humanidade já estão criados, Ele gasta a maioria do tempo em afazeres menores, como discutir com o arcanjo Gabriel e jogar cartas com Buda.
- Piratas do Tietê - esses piratas trocaram o mar pelo não menos perigoso rio que corta a cidade de São Paulo. Hoje em dia a cidade é o alvo de seus saques e matanças.
- Hugo Baracchini - a visão cômica de Laerte do homem dos tempos modernos. Nele a autora criou uma eterna vítima dos problemas contemporâneos: Hugo já teve problemas em operar seu computador, teve de fugir de paparazzi, ficou complexado com o tamanho de seu pênis e chegou a sentir saudades do Regime Militar.
- Suriá - personagem de Laerte voltada para o público infantil. Suriá é uma menina de 9 anos, que mora com a família em um circo (onde trabalha como trapezista). É uma das raras personagens negras de histórias em quadrinhos.
- Muriel/Hugo - personagem crossdresser que brinca com os padrões de gênero, alternando entre masculino e feminino (respectivamente, alternando entre Hugo e Muriel, porém ainda se autoafirmando como homem). O enredo das tirinhas em que aparece narram o dia a dia da população trans no Brasil, criticando a transfobia, a forma binária em que a cultura brasileira moderna trata a questão de gênero e sexualidade e, por vezes, retratando também a vida sexual das pessoas trans, sempre de forma humorística.
- Lola, a Andorinha - Um passarinho muito peralta. Assim como Suriá foi feita para o público infantil.
- Fagundes, o puxa-saco - Funcionário cujos momentos de sua existência são dedicados a enaltecer seu chefinho – para o desespero desse último.
Obras publicadas
- Overman
- Histórias Repentinas
- Classificados Vol.1
- Classificados Vol.2
- Suriá - A Garota do Circo
- Suriá - Contra o Dono do Circo
- Classificados Vol.3
- Gatos - Bigodes ao Léu
- Deus
- Deus 2 - A graça continua
- Deus 3 - A Missão
- Hugo para Principiantes
- Seis Mãos Bobas (em conjunto com Angeli e Glauco)
- Muchacha (2010, com colaboração de seu filho, Rafael Coutinho)
- Fagundes - Um puxa-saco de mão cheia
Referências
Ligações externas
Prêmio Angelo Agostini de Mestre do Quadrinho Nacional (1985 – 2024) |
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| 1985 – 1989 |
1985: Eugenio Colonnese • Jayme Cortez • Messias de Mello • Rodolfo Zalla •
1986: Gedeone Malagola • Julio Shimamoto • Nico Rosso •
1987: Flavio Colin • Henfil • Sérgio Lima •
1988: Cláudio Seto • João Batista Queiroz • Luiz Sá •
1989: Álvaro de Moya • Jaguar • Rubens Francisco Lucchetti
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| 1990 – 1999 |
1990: Miguel Penteado • Walmir Amaral • Ziraldo •
1991: Aylton Thomaz • Primaggio Mantovi • Reinaldo de Oliveira •
1992: André LeBlanc • Ismael dos Santos • Izomar Camargo Guilherme •
1993: Carlos Zéfiro • Mauricio de Sousa • Waldir Igayara •
1994: Ely Barbosa • Getulio Delphim • Lyrio Aragão •
1995: Ivan Saidenberg • Paulo Fukue • Roberto Fukue •
1996: Antonio Duarte • Helena Fonseca • Paulo Hamasaki •
1997: Fernando Ikoma • Maria Aparecida Godoy • Oscar Kern •
1998: Carlos Arthur Thiré • Manoel Victor Filho • Zezo •
1999: Deodato Borges • Luiz Antônio Sampaio • Péricles
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| 2000 – 2009 |
2000: Adolfo Aizen • Moacy Cirne • Renato Silva •
2001: Edson Rontani • Ivan Wasth Rodrigues • Renato Canini •
2002: Antônio Cedraz • Claudio de Souza • Edmundo Rodrigues • Ignácio Justo • Ionaldo Cavalcanti • José Delbo • Luis Sátiro • Luiz Saidenberg • Luscar • Nani • Osvaldo Talo • Rubens Cordeiro • Zaé Júnior •
2003: Antônio Eusébio • Laerte Coutinho • Moacir Rodrigues Soares • Otacilio D'Assunção • Tony Fernandes •
2004: Angeli • Angelo Agostini • Carlos Estêvão • Chico Caruso • Rivaldo •
2005: Luiz Gê • Minami Keizi • Paulo Caruso •
2006: Jorge Barkinwel • Lor • Sônia Luyten •
2007: Gutemberg Monteiro • Luiz Teixeira da Silva (Tule) • Xalberto •
2008: Aníbal Barros Cassal • Antônio Luiz Cagnin • Diamantino da Silva • Fernando Dias da Silva • Ofeliano de Almeida • Salatiel de Holanda •
2009: Deodato Filho • Emir Ribeiro • Mozart Couto • Sebastião Seabra • Sergio Morettini • Watson Portela
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| 2010 – 2019 |
2010: Franco de Rosa • Henrique Magalhães • Rodval Mathias •
2011: Dag Lemos • Eduardo Vetillo • E.C. Nickel • Elmano Silva • Novaes •
2012: Bira Dantas • Fernando Gonsales • Lourenço Mutarelli • Moacir Torres •
2013: Jô Fevereiro • Júlio Emílio Braz • Marcos Maldonado
2014: Byrata • Lourenço Mutarelli • Paulo Paiva Lima •
2015: Carlos Edgard Herrero • Gustavo Machado • Murilo Marques Moutinho •
2016: Carlos Patati • Christie Queiroz • Marcatti •
2017: Arthur Garcia • João Gualberto Costa • Sérgio Graciano • Sidney L. Salustre •
2018: Jal • José Menezes • Floreal • Marcelo Cassaro •
2019: Ciça Pinto • Marcelo Campos • Octavio Cariello
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| 2020 – presente |
2020: Aparecido Norberto • Crau da Ilha • Maria da Graça Maldonado • Ykenga •
2021: Anita Costa Prado • Edgar Franco • Edgar Vasques • Aroeira •
2022: José Márcio Nicolosi • Lilian Mitsunaga • Santiago • Sergio Macedo •
2023: Adriana Melo • Érica Awano • Laudo Ferreira • Nilson Azevedo •
2024: Ana Luiza Koehler • André Diniz • Lúcia Nóbrega • Rogério de Campos
2025: Gian Danton • Márcia D'Haese • Zélio Alves Pinto
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Prêmio Angelo Agostini de melhor desenhista (1986 – 2024) |
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| 1986 – 1989 |
1986: Watson Portela •
1987: Mozart Couto •
1988: Spacca •
1989: Laerte Coutinho
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| 1990 – 1999 |
1990: Gustavo Machado •
1991: Hector Gomez •
1992: Gustavo Machado • Lourenço Mutarelli •
1993–1994: Marcelo Campos •
1995: Fernando Gonsales •
1996: Arthur Garcia •
1997: Sebastião Seabra •
1998: Marcelo Campos •
1999: Laerte Coutinho
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|---|
| 2000 – 2009 |
2000: Marcelo Campos •
2001–2002: Flavio Colin •
2003: Julio Shimamoto •
2004: Mozart Couto •
2005: Wanderley Felipe •
2006–2007: Fábio Moon e Gabriel Bá •
2008–2009: Laudo Ferreira
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| 2010 – 2019 |
2010: Adauto Silva •
2011: Hélcio Rogério •
2012: Maurílio DNA •
2013: Danilo Beyruth •
2014: Shiko •
2015: Mario Cau •
2016: Di Amorim •
2017: Mary Cagnin •
2018: Mario Cau •
2019: Mauro Fodra
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| 2020 – presente |
2020: Shiko •
2021: Laura Athayde •
2022: Bianca Mól •
2023: Helô D'Angelo •
2024: Germana Viana
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Prêmio Angelo Agostini de melhor roteirista (1986 – 2024) |
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| 1986 – 1989 |
1986: Júlio Emílio Braz •
1987: Gilberto Camargo •
1988: Fernando Gonsales •
1989: Luiz Antonio Aguiar
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| 1990 – 1999 |
1990: Novaes •
1991–1993: Laerte Coutinho •
1994: Marcelo Campos •
1995: Arthur Garcia •
1996: Lúcia Nóbrega •
1997: Laerte Coutinho •
1998–1999: Marcelo Cassaro
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| 2000 – 2009 |
2000: Gian Danton •
2001: André Diniz •
2002–2003: Wellington Srbek •
2004: Marcelo Cassaro •
2005: Fábio Moon e Gabriel Bá •
2006: Marcatti •
2007-2008: Anita Costa Prado •
2009: Daniel Esteves
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| 2010 – 2019 |
2010: Laudo Ferreira •
2011: Marcos Franco •
2012: Daniel Esteves •
2013: Petra Leão •
2014: Gustavo Duarte •
2015: Felipe Cagno •
2016–2017: Alex Mir •
2018: Marcelo Marchi •
2019: Rafael Calça
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| 2020 – presente |
2020: Fefê Torquato •
2021: Mary Cagnin •
2022: Leandro Assis e Triscila Oliveira •
2023: Helô D'Angelo •
2024: Alex Mir
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Prêmio Angelo Agostini de melhor quadrinho (1986 – 2024) |
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| 1986 – 1989 |
1986: Chiclete com Banana (Angeli) • Medo (vários autores) •
1987: Bundha (vários autores) •
1988: Radar (vários autores) •
1989: Seleções do Quadrix: Garra Cinzenta (Francisco Armond e Renato Silva)
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|---|
| 1990 – 1999 |
1990: O Menino Maluquinho (Ziraldo) •
1991: Piratas do Tietê (Laerte Coutinho) •
1992: Graphic Trapa (vários autores) •
1993: Pau-Brasil (vários autores) •
1994: SemiDeuses (Alessandro A. Librandi e Walter Jr.) •
1995: Mulher-Diaba no Rastro de Lampião (Ataíde Braz e Flavio Colin) •
1996: Coleção Assombração (vários autores) •
1997: Gibizão da Turma da Mônica (vários autores) •
1998: Metal Pesado (vários autores) •
1999: Cybercomix (vários autores)
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| 2000 – 2009 |
2000: O Dobro de Cinco (Lourenço Mutarelli) •
2001: Fawcett (André Diniz e Flavio Colin) •
2002: Fábrica de Quadrinhos 2001 (vários autores) •
2003: Madame Satã (Luiz Antonio Aguiar e Julio Shimamoto) •
2004: Roko-Loko e Adrina-Lina (Marcio Baraldi) •
2005: Roko-Loko e Adrina-Lina Atacam Novamente (Marcio Baraldi) •
2006: Tattoo Zinho (Marcio Baraldi) •
2007: Katita: Tiras Sem Preconceito (Anita Costa Prado e Ronaldo Mendes) •
2008: Menino Caranguejo (Chicolam e Paulo Kielwagen) •
2009: Menina Infinito (Fábio Lyra)
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| 2010 – 2019 |
2010: Roko-Loko: Hey Ho, Let's Go! (Marcio Baraldi) •
2011: Bando de Dois (Danilo Beyruth) •
2012: Ação Magazine (vários autores) •
2013: Astronauta: Magnetar (Danilo Beyruth) •
2014: Meninos & Dragões (Lucio Luiz e Flavio Soares) •
2015: Yeshuah: Onde Tudo Está (Laudo Ferreira) •
2016: Valkíria: A Fonte da Juventude (Alex Mir e Alex Genaro) •
2017: Spectrus: Paralisia do Sono (Thiago Spyked) •
2018: Labirinto (Thiago Souto) •
2019: Gibi de Menininha (Germana Viana, Renata C B Lzz, Roberta Cirne, Camila Suzuki, Mari Santtos, Clarice França, Katia Schittine, Fabiana Signorini, Milena Azevedo, Carol Pimentel, Ana Recalde, Talessa K e Camila Torrano)
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| 2020 – presente |
2020: Contos dos Orixás (Hugo Canuto) •
2021: Apagão: Fruto Proibido (Raphael Fernandes, Abel e Fabi Marques) •
2022: Confinada (Leandro Assis e Triscila Oliveira) •
2023: Nos Olhos de Quem Vê (Helô D'Angelo) •
2024: Contos dos Orixás: O Rei do Fogo (Hugo Canuto)
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Prêmio Angelo Agostini de melhor desenhista de humor gráfico (2003 – 2024) |
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| 2003 – 2009 |
2003: Cláudio • Spacca • Marcio Baraldi • Lupin • Bira Dantas •
2004: Bira Dantas • Marcio Baraldi •
2005: Marcio Baraldi •
2006: Bira Dantas •
2007–2009: Marcio Baraldi
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| 2010 – 2019 |
2010: Sivanildo Sill •
2011: Marcio Baraldi •
2012: Gustavo Duarte •
2013: Jean Galvão •
2014: Angeli •
2015: DaCosta •
2016: Brum •
2017: Guabiras •
2018: Guilherme Bandeira •
2019: Carol Andrade
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| 2020 – presente | |
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Troféu HQ Mix de mehor desenhista nacional (1989 - 2023) |
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| 1989 – 1999 |
1989: Alain Voss •
1990: Luiz Gustavo •
1991: Laerte •
1992: Luiz Gê •
1993: Octavio Cariello •
1994: Lourenço Mutarelli •
1995: Flavio Colin •
1996: Angeli •
1997: Mike Deodato •
1998: Lelis •
1999: Edgar Vasques
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|---|
| 2000 – 2009 |
2000-2002: Lourenço Mutarelli •
2003: Laerte •
2004: Samuel Casal •
2005: Fábio Moon e Gabriel Bá •
2006: Spacca •
2007: Fábio Moon e Gabriel Bá •
2008: Spacca •
2009: Rafael Grampá
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|---|
| 2010 – 2019 |
2010: Marcello Quintanilha •
2011: Danilo Beyruth •
2012: Marcelo Lélis •
2013: Danilo Beyruth •
2014: Shiko •
2015: Laudo Ferreira •
2016: Rogério Coelho •
2017: Guilherme Petreca •
2018: Marcelo D'Salete •
2019: Marcelo Lélis
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|---|
| 2020 – presente |
2020: Jefferson Costa •
2021: Ana Luiza Koehler • Shiko •
2022: Lelis •
2023: Marcelo D'Salete
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Troféu HQ Mix de melhor desenhista de humor gráfico (1997 - 2015) |
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Até 2012, a categoria era dividida entre "Caricaturista", "Cartunista" e "Chargista". |
| 1997 – 1999 | | Caricaturista |
1997: Chico Caruso •
1998: Osvaldo •
1999: Cau Gomez
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|---|
| Cartunista |
1997: Lage •
1998-1999: Santiago
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|---|
| Chargista | |
|---|
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|---|
| 2000 – 2009 | | Caricaturista |
2000: Dalcio •
2001: Loredano •
2002: Baptistão •
2003: Loredano •
2004: Quinho •
2005-2008: Baptistão •
2009: Dalcio
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|---|
| Cartunista |
2000: Santiago •
2001: Spacca •
2002: Laerte •
2003: Gilmar •
2004-2005: Laerte •
2006: Spacca •
2007: Laerte •
2008: Allan Sieber •
2009: Duke
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| Chargista | |
|---|
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|---|
| 2010 – 2015 | | Caricaturista |
2010: Fernandes •
2011-2012: Gustavo Duarte
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| Cartunista |
2010: Airon •
2011: Allan Sieber •
2012: Dalcio Machado
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| Chargista | |
|---|
2013: Angeli •
2014: Alpino •
2015: Dalcio Machado
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|---|
Troféu HQ Mix de melhor edição especial nacional (2004 - 2023) |
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| 2004 – 2009 |
2004: A Moça que Namorou com o Bode (Klévisson Viana) •
2005: 10 Pãezinhos: Crítica (Fábio Moon e Gabriel Bá) •
2006: Santô e os Pais da Aviação (Spacca) •
2007: 10 Pãezinhos: Mesa para Dois (Fábio Moon e Gabriel Bá) •
2008: Laertevisão: Coisas que Não Esqueci (Laerte) •
2009: Mesmo Delivery (Rafael Grampá)
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| 2010 – 2019 |
2010: MSP 50: Mauricio de Sousa por 50 Artistas (vários autores) •
2011: Bando de Dois (Danilo Beyruth) •
2012: Morro da Favela (André Diniz) •
2013: Astronauta: Magnetar (Danilo Beyruth) •
2014: Turma da Mônica: Laços (Vitor Cafaggi e Lu Cafaggi) •
2015: A Vida de Jonas (Magno Costa) •
2016: La Dansarina (Lillo Parra e Jefferson Costa) •
2017: Yeshuah: Absoluto (Laudo Ferreira) •
2018: Angola Janga (Marcelo D'Salete) •
2019: Jeremias: Pele (Rafael Calça e Jefferson Costa)
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| 2020 – presente |
2020: Roseira, Medalha e Engenho (Jefferson Costa) •
2021: Beco do Rosário (Ana Luiza Koehler) •
2022: Brega Story (Gidalti Jr.) •
2023: Em Busca do Tintin Perdido (Ricardo Leite)
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Troféu HQ Mix de grande mestre (1990–2023) |
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| 1990–1999 |
1990: Rodolfo Zalla •
1991: Flavio Colin •
1992: Carlos Zéfiro •
1993: Ziraldo •
1994: Eugênio Colonnese •
1995: Julio Shimamoto •
1996: Cláudio Seto •
1997: Walmir Amaral •
1998: Miguel Penteado •
1999: Mauricio de Sousa
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| 2000–2009 |
2000: Getulio Delphim •
2001: Edmundo Rodrigues •
2002: Gedeone Malagola •
2003: Renato Canini •
2004: Jô Oliveira •
2005: Luiz Gê •
2006: Ignácio Justo •
2007: Sergio Macedo •
2008: Ypê Nakashima • Fernando Ikoma • Paulo Fukue • Roberto Fukue • Minami Keizi •
2009: Ciça • Zélio
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| 2010–2019 |
2010: Laerte •
2011: Paulo Caruso •
2012: Marcatti •
2013: Rubens Luchetti •
2014: Angeli •
2015: Watson Portela •
2016: Eva Furnari •
2017: Luiz Saidenberg •
2018: Daniel Azulay •
2019: Carlos Edgard Herrero
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|---|
| 2020–presente |
2020: Miguel Paiva •
2021: Maria Aparecida Godoy •
2022: Marcelo Campos •
2023: Michele Iacocca
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Troféu HQ Mix de Publicação de tira (2004 - 2023) |
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| 2004 – 2009 |
2004: Níquel Náusea - nem tudo que balança cai (Fernando Gonsales) •
2005: Níquel Náusea - vá pentear macacos (Fernando Gonsales) •
2006: Níquel Náusea - a perereca da vizinha (Fernando Gonsales) •
2007: Níquel Náusea - tédio no chiqueiro (Fernando Gonsales) •
2008: O mundo é mágico - Calvin e Haroldo (Bill Watterson) •
2009: Níquel Náusea - em boca fechada não entra mosca (Fernando Gonsales)
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| 2010 – 2019 |
2010: Níquel Náusea - um tigre, dois tigres, três tigres (Fernando Gonsales) •
2011: Níquel Náusea - a vaca foi pro brejo (Fernando Gonsales) •
2012: Macanudo 4 (Liniers) •
2013: Valente para todas (Vitor Cafaggi) •
2014: Valente por opção (Vitor Cafaggi) •
2015: A Vida com Logan - para ler no sofá (Flavio Soares) •
2016: Will Tirando (Will Leite) •
2017: Quadrinhos dos Anos 10 (André Dahmer) •
2018: Linha do Trem - The Best Of (Raphael Salimena) •
2019: Will Tirando nº 2 (Will Leite)
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| 2020 – presente | |
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Troféu HQ Mix de melhor roteirista nacional (1989 - 2023) |
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| 1989 – 1999 |
1989-1991: Laerte •
1992: Guilherme de Almeida Prado •
1993: André Toral •
1994: Patati •
1995: Ota •
1996: Newton Foot •
1997: Laerte •
1998: Paulo Garfunkel •
1999: Lourenço Mutarelli
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| 2000 – 2009 |
2000-2001: André Toral •
2002: Wellington Srbek •
2003: Lourenço Mutarelli •
2004: André Diniz •
2005: Lourenço Mutarelli •
2006: Spacca •
2007: Lourenço Mutarelli •
2008: Wander Antunes •
2009: Adriana Brunstein e Samuel Casal
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| 2010 – 2019 |
2010: André Diniz •
2011: Danilo Beyruth •
2012: André Diniz •
2013: Gustavo Duarte •
2014: Vitor Cafaggi e Lu Cafaggi •
2015: Marcello Quintanilha •
2016: Lillo Parra •
2017: Laudo Ferreira •
2018: Marcelo D'Salete •
2019: Laudo Ferreira
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| 2020 – presente |
2020: Daniel Esteves • Fefê Torquato •
2021: Rafael Calça •
2022: Marcello Quintanilha •
2023: Vitor Cafaggi
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Troféu HQ Mix de melhor tira nacional (1989 - 2015) |
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| 1989 – 1999 |
1989: Geraldão (Glauco) •
1990-1992: Níquel Náusea (Fernando Gonsales) •
1993: Los Três Amigos (Angeli, Glauco e Laerte) •
1994-1995: Níquel Náusea (Fernando Gonsales) •
1996: Família Brasil (Luis Fernando Verissimo) •
1997: Níquel Náusea (Fernando Gonsales) •
1998: Striptiras (Laerte) •
1999: Piratas do Tietê (Laerte)
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| 2000 – 2009 |
2000-2001: Aline (Adão Iturrusgarai) •
2002: Níquel Náusea (Fernando Gonsales) •
2003: Piratas do Tietê (Laerte) •
2004: Níquel Náusea (Fernando Gonsales) •
2005: Piratas do Tietê e Striptiras (Laerte) •
2006-2007: Piratas do Tietê (Laerte) •
2008-2009: Níquel Náusea (Fernando Gonsales) •
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| 2010 – 2015 |
2010: Malvados (André Dahmer) •
2011: Piratas do Tietê (Laerte) •
2012: Manual do Minotauro (Laerte) •
2013: Níquel Náusea (Fernando Gonsales) •
2014: Manual do Minotauro (Laerte) •
2015: Malvados (André Dahmer)
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