Joseph Kabila

Joseph Kabila Kabange
Joseph Kabila Kabange
Presidente da República Democrática do Congo
Período17 de janeiro de 2001
a 24 de janeiro de 2019
Antecessor(a)Eddy Kapend (interino)[1]
Sucessor(a)Félix Tshisekedi
Dados pessoais
Nascimento4 de junho de 1971 (54 anos)
Hewa Bora, Maquis de Fizi (atual República Democrática do Congo)
Primeira-damaOlive Lembe di Sita
PartidoPPRD
ProfissãoPolitólogo, militar e político

Joseph Kabila Kabange, também conhecido como Kabila, o Filho (Hewa Bora, 4 de junho de 1971), é um politólogo, militar e político quinxassa-congolês.

Foi presidente da República Democrática do Congo de 2001 até 2019. Em 2006 Joseph Kabila entrou para a história como o primeiro presidente eleito após 40 anos naquele país (inclusive o primeiro pelo voto direto no multipartidarismo), sendo o primeiro a concluir um mandato presidencial constitucional em 2019.

Biografia

Joseph Kabila Kabange e sua irmã gêmea Jaynet Kabila nasceram em 4 de junho de 1971.[2] Os gêmeos nasceram em Hewa Bora, uma pequena vila do estado secessionista de Maquis de Fizi, na atual província de Quivu do Sul, no leste da República Democrática do Congo.[2] Seu pai era o político Laurent-Désiré Kabila e sua mãe Sifa Mahanya.[3]

Dado a posição de seu pai, como inimigo político de Mobutu Sese Seko, a infância de Joseph Kabila ocorreu em grande isolamento.[2] Frequentou uma escola primária no território Maquis de Fizi, um estado secessionista controlado pela oposição a Mobutu no leste quinxassa-congolês antes de se mudar para a Tanzânia, com sua mãe e seus irmãos Jaynet e Zoé Kabila, onde concluiu o ensino secundário.[2] Joseph Kabila precisou adotar uma identidade tanzaniana em seus anos escolares para evitar a detecção por agentes da Deteção Militar de Atividades Antipátria, o serviço de inteligência zairense.[2]

Juventude, estudos e vida militar

Após a conclusão do ensino secundário, Joseph Kabila seguiu um currículo militar básico na Tanzânia e depois na Universidade Makerere em Uganda.[2] Em outubro de 1996, Laurent-Désiré Kabila lançou a campanha no Zaire para derrubar o regime de Mobutu com a sua coalizão político-militar recém-formada, a Aliança das Forças Democráticas para a Libertação do Congo (AFDL).[2] Joseph Kabila tornou-se o comandante de uma unidade da AFDL que desempenhou um papel fundamental em grandes batalhas para tomadas das vias de acesso à Quinxassa, estando particularmente presente na libertação de Quissangane.[4]

Após a vitória da AFDL e a ascensão de Laurent-Désiré Kabila à presidência, Joseph Kabila passou a receber treinamento adicional na Universidade de Defesa Nacional do Exército de Libertação Popular, em Pequim, China.[5]

Quando regressou da China, Joseph Kabila foi promovido ao posto de major-general e nomeado vice-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da República Democrática do Congo, em 1998. Mais tarde, em 2000, foi nomeado chefe do Estado-Maior das Forças Terrestres, cargo que ocupou até o assassinato de seu pai e presidente Laurent-Désiré Kabila, em 16 de janeiro de 2001.[6] Como chefe do Estado-Maior, foi um dos principais líderes militares responsáveis pelas tropas governamentais durante a Segunda Guerra do Congo (1998-2003).[2]

Presidência

Com o assassinato de Laurent-Désiré Kabila em 16 de janeiro de 2001, o poder nacional passou brevemente às mãos de Eddy Kapend, o auxiliar militar mais próximo de Laurent-Désiré Kabila,[1] sendo auxiliado pelos ministros Jeannot Mwenze Kongolo[1] e Gaëtan Kakudji.[1] Joseph Kabila tornou-se presidente interino no dia seguinte a morte de Laurent-Désiré Kabila, por influência de Eddy Kapend.[1] Alegadamente, as autoridades da República Democrática do Congo estavam cumprindo o "testemunho verbal" do falecido presidente.[1] O então ministro da Justiça, Mwenze Kongolo, e o ajudante de campo de Kabila, Eddy Kapend, relataram que Laurent-Désiré Kabila lhes havia dito que seu filho Joseph, então número dois do exército, deveria assumir o poder, se ele morresse no cargo.[7] Uma semana depois da morte, o corpo de Laurent-Désiré Kabila foi transladado do Zimbábue (para onde havia sido transferido para tratamento dos ferimentos) para a República Democrática do Congo para um funeral de estado.[1]

Joseph Kabila tomou posse como presidente efetivo em 26 de janeiro de 2001.[7] Naquela época, com 29 anos, era considerado muito jovem e inexperiente. Tentou pôr fim à guerra civil que assolava o país e retirar as tropas estrangeiras, com algum êxito. Um acordo de paz foi assinado em Sun City, África do Sul em 2002, pondo fim à Segunda Guerra do Congo.[8]

Em 28 de março de 2004, fracassou uma tentativa de golpe de Estado próximo à capital, Quinxassa, tentativa conduzida por Eric Lenge e por ex-membros da guarda de Mobutu Sese Seko, ditador do país que fora deposto em 1997 por seu pai, Laurent Kabila.[9] Em 11 de junho do mesmo ano, ocorreu outra tentativa de golpe, desta vez liderada pelo major Eric Lenge. Os golpistas chegaram a anunciar na rádio estatal que o governo de transição estava suspenso, mas foram derrotados por tropas leais a Kabila.[10][11]

Em dezembro de 2005 um referendo aprovou uma nova constituição, e em 30 de julho de 2006 ocorreu uma eleição presidencial, que inicialmente estava prevista para o mês de junho mas fora adiada.[12] A nova constituição reduziu a idade mínima para candidatar-se à presidência de 35 para 30 anos. Kabila completara 35 pouco antes da eleição. Em março de 2006 ele registrou-se candidato.[13] De acordo com resultados parciais anunciados a 20 de agosto, Kabila teve 45% dos votos, contra 20% do líder oposicionista Jean-Pierre Bemba. Kabila teve bom desempenho no leste do país, onde a língua suaíli é falada.[14]

Em dezembro de 2011, Kabila foi reeleito para um segundo mandato como presidente. Após os resultados terem sido anunciados em 9 de dezembro, houve distúrbios violentos em Quinxassa e Buchimaie, onde as contagens oficiais mostraram que o candidato da oposição Étienne Tshisekedi havia tido vantagem.[15] Em 20 de dezembro, Kabila foi empossado para um segundo mandato, prometendo investir em infraestrutura e serviços públicos.[16]

Em 17 de janeiro de 2015, a Assembleia Nacional aprovou uma lei eleitoral exigindo um censo antes das próximas eleições.[17][18] Em 19 de janeiro, protestos liderados por estudantes da Universidade de Quinxassa eclodiram.[17] Os protestos começaram após o anúncio de uma proposta de lei que permitiria que Kabila permanecesse no poder até que um censo nacional pudesse ser realizado (as eleições estavam planejadas para 2016). O Senado respondeu aos protestos eliminando a exigência do censo da sua lei.[19][20]

Embora as forças de Kabila tenham obtido uma importante vitória contra um grande grupo rebelde, o Movimento 23 de Março (M23), em 2013, muitos outros grupos armados dividiram-se em movimentos perigosos.[21]

De acordo com a Constituição da República Democrática do Congo, o Presidente Kabila não teria permissão para servir mais de dois mandatos. Em 19 de setembro de 2016, protestos massivos abalaram Quinxassa pedindo que ele renunciasse, conforme legalmente exigido.[22] As eleições para determinar um sucessor de Kabila foram originalmente programadas para 27 de novembro de 2016. Em 29 de setembro de 2016, a autoridade eleitoral do país anunciou que a eleição não seria realizada até o início de 2018. De acordo com o vice-presidente da comissão eleitoral, a comissão "não convocou eleições em 2016 porque o número de eleitores não é conhecido". No entanto, a oposição alegava que Kabila havia intencionalmente atrasado a eleição para permanecer no poder.[23]

Em 23 de dezembro de 2016 foi proposto um acordo entre o principal grupo da oposição e o governo de Kabila, segundo o qual este último concordou em não alterar a constituição e em deixar o cargo após o resultado das eleições.[24] Ao abrigo do acordo, o líder da oposição Étienne Tshisekedi supervisionou a implementação dos termos.[24]

Em 30 de dezembro de 2018, foram realizadas as eleições presidenciais para determinar o sucessor de Kabila. Kabila apoiou Emmanuel Ramazani Shadary, seu antigo ministro do Interior.[25] Em 10 de janeiro de 2019, a comissão eleitoral anunciou o candidato da oposição Félix Tshisekedi como o vencedor da votação.[26]

Pós-presidência

Desde que deixou a presidência, Kabila fez da fazenda Kingakati sua residência principal. A propriedade, localizada 50 km a leste de Quinxassa, foi sua segunda casa enquanto ele ainda estava no poder.[27]

Em abril de 2021, o Presidente Félix Tshisekedi conseguiu expulsar os últimos elementos restantes do seu governo que eram leais ao antigo líder Kabila.[28] Em maio, Tshisekedi apelou a uma revisão dos contratos mineiros assinados com a China por Kabila,[29] especialmente o acordo multimilionário da Sicomines de “minerais por infraestruturas”.[30][31]

Em novembro de 2021, foi aberta em Quinxassa uma investigação judicial contra Kabila e os seus associados, após revelações de um alegado desvio de fundos no valor de 138 milhões de dólares.[32] Uma investigação da Bloomberg News baseada em registos bancários divulgados alegou que os familiares de Kabila receberam dezenas de milhões de dólares em subornos de empresas chinesas envolvidas no negócio da Sicomines.[33]

Em fevereiro de 2025, Kabila criticou o presidente Tshisekedi por lidar mal com a campanha do M23 por meio de má governança e o acusou de tentar se tornar "governante absoluto do país" suprimindo a oposição política.[34] Tshisekedi acusou Kabila de apoiar os rebeldes do M23 na Conferência de Segurança de Munique naquele mesmo mês. No início de março de 2025, um membro do gabinete da administração Tshisekedi, Jean-Pierre Bemba, também acusou Kabila de apoiar o M23 e a Aliança do Rio Congo, bem como a milícia Mobondo nos confrontos no oeste do país. O secretário executivo do partido de Kabila, o PPRD, negou a acusação.[35] Também naquele mês, Kabila teria se encontrado com Moïse Katumbi e outros líderes da oposição para discutir o futuro político do país. Ele também compareceu ao funeral do presidente namibiano Sam Nujoma, onde falou com líderes estrangeiros. Numa entrevista na Namíbia, Kabila comparou a situação à Segunda Guerra do Congo e apelou a um processo de paz inclusivo no conflito do M23 e à retirada das tropas estrangeiras do território quinxassa-congolês.[36][37]

Em abril de 2025, Kabila, que partiu para um exílio autoimposto em 2023, visitou a cidade de Goma , controlada pelo M23, com um assessor dizendo que ele “participaria dos esforços de paz”.[38] Em resposta, o governo quinxassa-congolês suspendeu o Partido Popular pela Reconstrução e Democracia de Kabila, citando seu ativismo "aberto",[39][40] enquanto o Senado votou para levantar sua imunidade parlamentar.[41]

Vida pessoal

Kabila casou-se com Olive Lembe di Sita, em 1 de junho de 2006. As cerimônias de casamento ocorreram em 17 de junho de 2006.[42] Kabila e sua esposa têm uma filha, nascida em 2001, chamada Sifa (em homenagem à sua avó paterna), e um filho nascido em 2008 chamado Laurent-Désiré Jr.[43] Ele possui propriedades fora de Quinxassa, incluindo 71.000 hectares de terras agrícolas,[44] e sua família possui total ou parcialmente 80 empresas em quase todos os setores do Congo-Quinxassa, incluindo mineração.[45]

Kabila, tendo sido criado fora do país, só falava inglês e suaíli fluentemente quando se tornou presidente, e não era fluente nem em francês, a língua oficial e de negócios do país, nem em lingala, a língua franca utilizada na capital Quinxassa.[43][44]

Como Kabila é um protestante anglicano[43] e Lembe di Sita é católica, as cerimônias de casamento foram ecumênicas; foram oficiadas pelo arcebispo católico de Quinxassa, cardeal Frédéric Etsou-Nzabi-Bamungwabi, e Pierre Marini Bodho - bispo presidente da Igreja de Cristo no Congo.[42]

Em julho de 2021, Joseph Kabila concluiu seu mestrado, obtendo a certificação pela Universidade de Joanesburgo, na África do Sul. Ele concluiu o programa de mestrado em Ciência Política e Relações Internacionais por meio de ensino a distância.[46]

Ver também

  • O Wikinotícias possui notícias relacionadas com: Joseph Kabila
O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Joseph Kabila

Referências

  1. a b c d e f g Karl Vick (26 de janeiro de 2001). «Congo's Strangely Smooth Transition». The Washington Post 
  2. a b c d e f g h Henry Louis Gates; Emmanuel Akyeampong; Steven Niven (2012). Dictionary of African Biography, Volume 2. Nova Iorque: Oxford University Press. p. 246–250. ISBN 978-0195382075. Consultado em 4 de abril de 2016. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2023 
  3. Jason Stearns (2011). Dancing in the glory of monsters : the collapse of the Congo and the great war of Africa. Nova Iorque: PublicAffairs. p. 310. ISBN 978-1-61039-107-8 
  4. James McKinley (17 de março de 1997). «A Fallen City, Seeking Peace, Greets Rebels». The New York Times. Consultado em 4 de abril de 2016. Cópia arquivada em 17 de abril de 2016 
  5. «China's cobalt conundrum in Congo». Lowy Institute. 12 de fevereiro de 2018 
  6. «Bref Apercu Biographique du Président de la République». RDCongo – Site Officiel du Président de la République. Cópia arquivada em 10 de fevereiro de 2009 
  7. a b John C. Fredriksen, ed. (2003). Biographical Dictionary of Modern World Leaders. [S.l.: s.n.] p. 239–240 
  8. «Kinshasa moves to implement pact». BBC. 20 de abril de 2002 
  9. «Arrests after DR Congo 'coup bid'» (em inglês). BBC.co.uk. 29 de março de 2004 
  10. «Congo National Troops Thwart Coup Attempt» (em inglês). VOA News. 11 de junho de 2004 
  11. «Coup attempt foiled in Kinshasa» (em inglês). IRIN. 11 de junho de 2004 
  12. «Elections to be held on 30 July, polls body says» (em inglês). IRIN. 1 de maio de 2006 
  13. «DR Congo poll deadline extended» (em inglês). BBC.co.uk. 24 de março de 2006 
  14. «Frontrunners need alliances for 2nd round of presidential polls» (em inglês). IRIN. 22 de agosto de 2006 
  15. «DR Congo election: Questions hang over Kabila's victory». BBC News. 10 de dezembro de 2011. Consultado em 20 de junho de 2018. Cópia arquivada em 4 de janeiro de 2018 
  16. «DR Congo President Joseph Kabila begins second term». BBC News. 20 de dezembro de 2011. Consultado em 20 de junho de 2018. Cópia arquivada em 1 de janeiro de 2018 
  17. a b Aaron Ross (21 de janeiro de 2015). «UPDATE 2-Congo protests enter third day, rights group says 42 dead». Reuters. Consultado em 21 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2015 
  18. Maud Jullien (21 de janeiro de 2015). «DR Congo unrest: Catholic church backs protests». BBC. Consultado em 21 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2015 
  19. «To Con or Go?». The Economist. ISSN 0013-0613. Consultado em 15 de abril de 2016. Cópia arquivada em 3 de dezembro de 2017 
  20. «An old ally of Joseph Kabila leaves the ruling party». The Economist. ISSN 0013-0613. Consultado em 15 de abril de 2016. Cópia arquivada em 3 de dezembro de 2017 
  21. Jeffrey Gettleman (30 de maio de 2016). «In Congo, Wars Are Small and Chaos Is Endless». The New York Times. Consultado em 1 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 1 de outubro de 2022 
  22. «DR Congo election: 17 dead in anti-Kabila protests». BBC. 19 de setembro de 2016. Consultado em 29 de setembro de 2016. Cópia arquivada em 16 de junho de 2018 
  23. Thomas Wilson; Amogelgang Mbatha (29 de setembro de 2016). «Congo Election Body Proposes Two-Year Wait for Presidential Vote». Bloomberg Businessweek. Consultado em 29 de setembro de 2016. Cópia arquivada em 21 de novembro de 2020 
  24. a b Aaron Ross; Tim Cocks (23 de dezembro de 2016). «Congo nears deal under which Kabila to leave power by end 2017» (em inglês). Reuters. Consultado em 1 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 10 de dezembro de 2018 
  25. «Emmanuel Ramazani Shadary: Kabila's choice for DR Congo president». BBC.com. 18 de dezembro de 2018. Consultado em 11 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 12 de janeiro de 2019 
  26. Richard Gonzales; Matthew S. Schwartz (9 de janeiro de 2019). «Surprise Winner Of Congolese Election Is An Opposition Leader». NPR.org. Consultado em 11 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 10 de janeiro de 2019 
  27. Pierre Boisselet (3 de setembro de 2019). «Life after power: Joseph Kabila, the gentleman farmer». The Africa Report. Consultado em 1 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 22 de novembro de 2021 
  28. «Felix Tshisekedi's Newly-Independent Agenda for the DRC: Modernizer or Strongman 2.0? - Charged Affairs». Charged Affairs (em inglês). 26 de maio de 2021. Consultado em 7 de julho de 2025 
  29. Loffman, Reuben. «DRC's Tshisekedi has secured his power base: now it's time to deliver». The Conversation (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2025 
  30. «Congo Reviews $6.2 Billion China Mining Deal as Criticism Grows». Bloomberg.com (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2025 
  31. «China Cash Flowed Through Congo Bank to Former President's Cronies». Bloomberg.com (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2025 
  32. AfricaNews. «DRC: Investigation opens on Joseph Kabila over $138 million embezzlement». Africanews (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2025 
  33. «China Cash Flowed Through Congo Bank to Former President's Cronies». Bloomberg.com (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2025 
  34. AfricaNews (24 de fevereiro de 2025). «DRC: Kabila blames Tshisekedi's leadership for rising tensions in eastern DRC». Africanews (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2025 
  35. «Jean-Pierre Bemba : « C'est Joseph Kabila qui est derrière l'AFC, le M23 et les miliciens Mobondo »». Radio Okapi (em francês). 6 de março de 2025. Consultado em 7 de julho de 2025 
  36. Rolley, Sonia; Kasongo, Ange Adihe (6 de março de 2025). «Congo ex-president holds talks on political outlook amid rebellion, sources say». Reuters (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2025 
  37. Mwiza, Shallon (5 de março de 2025). «DR Congo crisis: Kabila calls for removal of foreign troops». The New Times (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2025 
  38. «Former President Kabila returns to Congo from exile and arrives in rebel-held eastern city of Goma». AP News (em inglês). 18 de abril de 2025. Consultado em 7 de julho de 2025 
  39. AfricaNews (20 de abril de 2025). «Congo suspends Kabila's political party over rebel 'ties'». Africanews (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2025 
  40. Agencies, Al Jazeera and. «DR Congo suspends ex-President Kabila's party over alleged M23 links». Al Jazeera (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2025 
  41. AfricaNews (23 de maio de 2025). «Senators approve Kabila immunity lift». Africanews (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2025 
  42. a b «Solennel mariage religieux du président Joseph Kabila». www.digitalcongo.net. Consultado em 7 de julho de 2025. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2008 
  43. a b c «Joseph Kabila: DR Congo's young, enigmatic leader». Yahoo News (em inglês). 20 de dezembro de 2016. Consultado em 7 de julho de 2025 
  44. a b «When Will Kabila Go? Congolese Leader Long Overstays His Welcome (Published 2017)» (em inglês). 23 de julho de 2017. Consultado em 7 de julho de 2025 
  45. Mohamed, Hamza. «What legacy is DR Congo's Joseph Kabila leaving behind?». Al Jazeera (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2025 
  46. «DR Congo ex-President Joseph Kabila gets Master's degree». The East African (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2025 

Precedido por
Laurent-Désiré Kabila
Presidente da República Democrática do Congo
2001 - 2019
Sucedido por
Félix Tshisekedi