Assembleias de Deus no Brasil

Assembleia de Deus no Brasil
Logotipo usado pelas igrejas filiadas a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil
Classificação Cristã evangélica
Teologia Pentecostal histórica
Política Congregacional
Associações Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (1930)
Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (1958)
Convenção da Assembleia de Deus no Brasil (2017)
Vários ministérios independentes.
Área geográfica Brasil
Fundador Daniel Berg e Gunnar Vingren
Origem
18 de junho de 1911 (114 anos)

Belém, Pará

Separado de Convenção Batista Brasileira: (1911)
Ramo de(o/a) Assembleias de Deus
Unida a(o) Igreja Batista Livre[1]
Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (Congregacões de Maranhense, MA e Portas Abertas, CE)[2]
Membros 22 milhões (2021)
À esquerda, antiga fachada da sede da Assembleia de Deus em Belo Horizonte. Ao lado direito, um prédio que pertence à igreja, com salas para Escola Dominical, cursos e eventos, e onde fica a CPAD da capital mineira.

As Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus, ou simplesmente Assembleia de Deus, constituem um conjunto de igrejas autônomas que, em comunhão doutrinária e histórica, formam uma única denominação cristã de origem protestante e de orientação pentecostal no Brasil. Trata-se do ramo mais antigo entre as Assembleias de Deus em âmbito mundial, anterior, inclusive, à organização institucional de sua denominação coirmã nos Estados Unidos. No contexto do pentecostalismo brasileiro, a Assembleia de Deus é considerada a segunda igreja de linha pentecostal estabelecida no país, sucedendo a Congregação Cristã no Brasil, fundada em 1910 pelo missionário ítalo-americano Louis Francescon. Como curiosidade histórica, nos primeiros anos de implantação dessas duas denominações no Brasil, houve relações próximas e intercâmbio fraterno entre seus líderes e membros, especialmente em virtude das afinidades doutrinárias iniciais e do ambiente comum do avivamento pentecostal, antes de suas trajetórias institucionais se consolidarem de forma distinta.

História

A Assembleia de Deus no Brasil teve sua origem no início do século XX, no contexto do movimento pentecostal internacional, por intermédio dos missionários sueco-americanos Gunnar Vingren e Daniel Berg. Ambos chegaram ao Brasil em 19 de novembro de 1910, aportando na cidade de Belém, capital do estado do Pará, provenientes dos Estados Unidos, onde haviam sido influenciados pelo avivamento pentecostal então em curso.

Antes de sua vinda ao Brasil, Vingren e Berg mantiveram contato com o movimento de renovação espiritual associado ao Avivamento da Rua Azusa, ocorrido em Los Angeles, em 1906, sob a liderança do pastor afro-americano William Joseph Seymour, evento amplamente reconhecido como marco do pentecostalismo moderno. Também foram influenciados por ensinamentos difundidos por líderes como Charles Fox Parham, que enfatizavam a atualidade do batismo no Espírito Santo, acompanhado pela evidência do falar em línguas (glossolalia), bem como a continuidade dos dons espirituais descritos no Novo Testamento.

Ao chegarem a Belém, os missionários passaram inicialmente a congregar na Igreja Batista local, denominação à qual pertenciam. No entanto, a introdução da doutrina pentecostal, especialmente a ênfase na glossolalia, gerou tensões doutrinárias e institucionais no interior da comunidade batista. O movimento ganhou maior visibilidade a partir de 2 de junho de 1911, quando Celina de Albuquerque, membro da Igreja Batista de Belém, tornou-se a primeira pessoa no Brasil a relatar publicamente a experiência do batismo no Espírito Santo com evidência de falar em línguas.

As divergências culminaram no desligamento de um grupo de fiéis simpatizantes do pentecostalismo, conforme registrado em atas e deliberações eclesiásticas. Em 18 de junho de 1911, treze membros, juntamente com os missionários, organizaram formalmente uma nova comunidade religiosa, inicialmente denominada Missão da Fé Apostólica. As primeiras reuniões ocorreram em residências particulares, especialmente na casa de Celina de Albuquerque, que se tornou um importante centro inicial do movimento.

Em 18 de janeiro de 1918, por sugestão de Gunnar Vingren, a denominação passou a adotar oficialmente o nome Assembleia de Deus, designação que permanece até os dias atuais. A partir de Belém, o movimento expandiu-se progressivamente para outras regiões do país, alcançando cidades estratégicas do Norte, Nordeste e, posteriormente, os grandes centros urbanos do Sul e Sudeste, como Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, onde se estabeleceu em 1922, no bairro de São Cristóvão, recebendo impulso significativo com a transferência de Vingren para a então capital federal, em 1924.

História da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB)

A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) surgiu no contexto do expressivo crescimento das Assembleias de Deus no país nas primeiras décadas do século XX. Após aproximadamente trinta anos da implantação do movimento pentecostal no Brasil

, iniciado em 1911 pelos missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren, os pastores nacionais compreenderam a necessidade de criar um organismo de caráter nacional que possibilitasse a coordenação, o diálogo doutrinário, a organização administrativa e a representação institucional da denominação. A idealização da CGADB partiu fundamentalmente da liderança pastoral brasileira, em um momento de transição no qual as Assembleias de Deus ainda se encontravam sob forte influência administrativa dos missionários suecos. Os primeiros passos concretos ocorreram em uma reunião preliminar realizada na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, nos dias 17 e 18 de fevereiro de 1929, quando se discutiu a viabilidade e os objetivos de uma convenção geral.

A Primeira Assembleia Geral Convencional da CGADB foi realizada entre os dias 5 e 10 de setembro de 1930, reunindo a maioria dos pastores nacionais e os missionários que atuavam no Brasil. Esse encontro é considerado um marco histórico decisivo, pois nele os missionários suecos transferiram oficialmente a liderança das Assembleias de Deus no Brasil para os pastores brasileiros, consolidando a autonomia nacional da denominação. Nessa mesma assembleia, decidiu-se pela criação de um veículo de comunicação que divulgasse o Evangelho e as atividades das igrejas em todo o território nacional, iniciativa que deu origem ao jornal Mensageiro da Paz, posteriormente reconhecido como órgão oficial das Assembleias de Deus no Brasil, inicialmente sob a direção de Gunnar Vingren.

Entre os anos de 1930 e 1938, as Assembleias Gerais da CGADB passaram a emitir suas primeiras resoluções oficiais, fruto de intensos debates sobre a identidade da igreja, seus princípios doutrinários e aspectos comportamentais, tradicionalmente conhecidos como “usos e costumes”. Essas resoluções também abordaram normas relativas à conduta dos obreiros, com o objetivo de preservar a unidade doutrinária e o testemunho público da denominação, num período em que as Assembleias de Deus experimentavam rápida expansão, alcançando regiões cada vez mais distantes do país.

O período compreendido entre 1939 e 1945 foi marcado por significativas dificuldades de locomoção e comunicação, em razão do contexto da Segunda Guerra Mundial, o que impossibilitou a realização de Assembleias Convencionais nesse intervalo. Somente em 1946, durante Assembleia Geral Ordinária realizada na cidade de Recife (PE), a CGADB deu um passo decisivo ao ser formalmente constituída como pessoa jurídica, assumindo oficialmente a responsabilidade de representar as Assembleias de Deus perante as autoridades governamentais e a sociedade em geral.

O primeiro Estatuto da CGADB estabeleceu como objetivos centrais: promover a união e o progresso moral e espiritual das Assembleias de Deus, incentivar o desenvolvimento da Casa Publicadora das Assembleias de Deus e assegurar a interligação das igrejas assembleianas em todo o território nacional, vedando o isolamento institucional das igrejas locais e reforçando sua responsabilidade diante da Convenção Geral.

Nas décadas seguintes, as Assembleias Gerais da CGADB foram marcadas por debates doutrinários fundamentais e por projetos voltados ao fortalecimento e à expansão da obra pentecostal no Brasil. Um dos episódios mais relevantes ocorreu em 1989, durante Assembleia Geral Extraordinária realizada em Salvador (BA), quando, com base em dispositivo estatutário que vedava a vinculação simultânea a mais de uma convenção nacional, foi deliberado o desligamento dos pastores ligados ao Ministério de Madureira. Esses ministros optaram por manter a recém-criada Convenção Nacional das Assembleias de Deus Ministério de Madureira (CONAMAD), resultando em uma dissidência institucional no seio da denominação.

A partir da década de 1990, a CGADB passou a desempenhar papel ainda mais relevante no crescimento das Assembleias de Deus no Brasil. Sob a liderança do pastor José Wellington Bezerra da Costa, foi implantado o projeto Década da Colheita, um amplo esforço evangelístico de alcance nacional que mobilizou grande parte das igrejas assembleianas. Os resultados desse período foram evidenciados nos dados do Censo do IBGE de 2000, que apontaram expressivo crescimento da denominação em relação ao censo anterior, de 1991.

Segundo dados divulgados pela própria denominação, em 2021 as Assembleias de Deus afirmavam contar com aproximadamente 22 milhões de membros no Brasil, refletindo a consolidação da CGADB como uma das maiores entidades representativas do pentecostalismo mundial.

Ao longo de sua história, a presidência da CGADB foi exercida por diversos líderes nacionais e missionários, refletindo diferentes fases da denominação, desde a liderança sueca inicial até a consolidação da direção brasileira. A partir do final do século XX e início do século XXI, a presidência esteve majoritariamente sob responsabilidade de José Wellington Bezerra da Costa e, posteriormente, de José Wellington Costa Junior, período marcado por estabilidade administrativa, fortalecimento institucional e ampliação da atuação nacional e internacional da Convenção.

Culto na Assembleia de Deus de Imperatriz (MA).

Divisões

As Assembleias de Deus estão dividida em três denominações principais, as duas primeiras, formadas a partir das missões de Daniel Berg e Gunnar Vingren, são a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) e a Convenção da Assembleia de Deus no Brasil (CADB), estes sendo os "guarda-chuvas" das denominações no país, consideradas herdeiras da missão sueca. A terceira denominação é a Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil Ministério Madureira (CONAMAD), fundada por brasileiros, em específico pelo Pr. Paulo Leivas Macalão, na década de 50. As igrejas filiadas à CGADB e à CADB são popularmente chamadas de Assembleia de Deus "Missão", quando as filiadas à CONAMAD são popularmente conhecidas como Assembleia de Deus "Madureira".[3]

Existem ainda diversos outros grupos assembleianos que se desfiliaram ou nunca foram filiados à qualquer das três grandes convenções. Exemplos são a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Assembleia de Deus Ipiranga, Assembleia de Deus Ministério de Perus e Assembleia de Deus dos Últimos Dias. Logo, há diversas denominações que usam o nome "Assembleia de Deus" no Brasil.[4]

O atual presidente da CGADB é o Pr. José Wellington Costa Junior, eleito e reeleito para o quadriênio 2021- 2025, conduzindo cerca de 6 milhões de membros pelo país.[5][6]

O líder da CONAMAD é o Bispo Primaz Manoel Ferreira, que é presidente do corpo vitalício e do episcopado. O Presidente Executivo da Convenção é o Bispo Samuel Ferreira, Presidente da ADBrás. Esta, rege 4 milhões de fiéis, segundo o IBGE.[6]

De acordo com um censo da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil em 2013, ela disse ter 12 milhões membros.[7]

Doutrina

As diversas denominações assembleianas variam em seus documentos confessionais, sendo alguns extremamente simples, enquanto outros extensos.

O credo da Assembleia de Deus (aprovado pelo Concílio Geral das Assembleias de Deus nos EUA) é semelhante aos credos da maioria das denominações protestantes.[8] É uma denominação de origem proto-pentecostal, ou seja pentecostal clássica.[9]

A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil publicou, em 2016, uma Declaração de Fé, documento que afirma as doutrinas da inerrância bíblica, o canon protestante, Trindade, Diofisismo, morte expiatória de Cristo, pecado original, arminianismo, credobatismo , batismo por imersão, a visão da Ceia como memorial da morte de Cristo, domingo como o dia de culto e o batismo com o Espírito Santo como distinto da salvação.[10]

Algumas igrejas tem se alinhado com o Neopentecostalismo, como a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, do televangelista Silas Malafaia, aderindo à Teologia da Prosperidade, sistema de gestão empresarial e uso intenso de mídias como a televisão e o rádio além de uma visão liberal a respeito dos usos e costumes e um intenso engajamento político.[11][12]

Outras igrejas, como a Assembleia de Deus dos Últimos Dias, do pastor Marcos Pereira, adotam uma postura totalmente diferente focando basicamente em proibições quanto aos usos e costumes a nível de doutrina oficial.[13] Esta igreja determina a proibição do uso das cores preta e vermelha,[13] da criação de animais domésticos e plantas,[13] do uso de anticoncepcionais,[13] do uso de cosméticos,[13] perfumes e jóias,[13] de comer carne, sangue e gordura animal,[13] de ler revistas e jornais,[13] de ver televisão e usar computador,[13] de beber refrigerantes sabor cola e bebidas alcoólicas,[13] dentre outras proibições, além de um rígido código de conduta a respeito das vestimentas femininas e masculinas.[13]

Diferenças teológicas entre as convenções das Assembleias de Deus

Tópico CGADB CONAMAD CADB
Membros (ano) 3.500.000 (2003)[14] 2.000.000 (2003)[14]
Divórcio é permitido em caso de adultério, tráfico e consumo de drogas, prática de terrorismo, homicídio doloso. Nessas hipóteses admite-se novo casamento.[15] é permitido em caso de violência, abuso físico e/ou psicológico, adultério, abandono emocional e espiritual, incluindo pastores e líderes. Nessas hipóteses admite-se novo casamento.[16][17]
Ordenação Não admite a ordenação de mulheres como pastoras[18] Ordena mulheres em todas as funções[18] Ordena mulheres em todas as funções[19]
Governo Convenção de pastores, cujo Presidente é eleito por Assembleia Geral em maioria absoluta, para mandato de 2(dois) anos.[20] Os ministérios que integram a convenção são independeres entre si. Governo episcopal, exercido pelo Bispo Primaz vitalício. Além do Bispo Primaz, a igreja possui um colégio de bispos.[21]

Costumes

Assembleia de Deus do Gama Oeste (Brasília), um exemplo de uma AD 'renovada'.

Inicialmente caracterizada por um rigorismo de conduta, fruto do que o sociólogo Paul Freston chama de "ethos sueco-nordestino", mesclando o pietismo nórdico com o patriarcalismo nordestino, hoje muitas igrejas Assembleias de Deus vêm experimentando, recentemente, grandes mudanças comportamentais concernente a usos e costumes.[22]

Atualmente, a Assembleia de Deus passa por uma relativação dos usos e costumes, em quanto muitos pastores e ministérios e regiões do país se renovam, outros preferem manter as tradições assembleianas do passado. Contudo, a CGADB ratificou seu estatuto em 2011, e na seção de usos e costumes removeu diversos itens, dando mais liberdade às mulheres. Já a Convenção Nacional nem sequer cita em sua resolução (na atualidade) usos e costumes em seu estatuto, deixando clara a liberdade.[18]

Ver também

  • Chi Alpha
  • Televangelismo

Referências

  1. Conde, Emilio. Historia das Assembleias de Deus no Brasil. p95
  2. Conde, Emilio. Historia das Assembleias de Deus no Brasil. p94, 114
  3. «Quem Somos – CGADB». cgadb.org.br. Consultado em 13 de outubro de 2022 
  4. Gospel+, Redação (21 de maio de 2010). «Silas Malafaia quebra silêncio e fala sobre sua saída da Convenção das Assembléias de Deus». Notícias Gospel. Consultado em 18 de fevereiro de 2024 
  5. «Quais são as principais diferenças entre igrejas evangélicas americanas e brasileiras ?». Quora. Consultado em 13 de outubro de 2022 
  6. a b «Diretoria – CGADB». cgadb.org.br. Consultado em 13 de outubro de 2022 
  7. G1, José Wellington é reeleito presidente da Assembleia de Deus, g1.globo.com, Brasil, 11 de abril de 2013
  8. A Declaração de Verdades Fundamentais da Assembleia de Deus (em inglês)
  9. «O Pentecostalismo Clássico (1910 a 1950): adaptações e transformações sócio religiosas». Recanto das Letras. Consultado em 12 de outubro de 2022 
  10. «Declaração de Fé das Assembleias de Deus» (PDF). 2016. Consultado em 12 de março de 2024 
  11. «Malafaia: A quem ele representa?». Cristianismo Hoje. 5 de julho de 2013. Consultado em 17 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2017 
  12. Betto, Frei (6 de dezembro de 2016). «Por que fizemos opção pelos pobres (e eles pelo neopentecostalismo...)?». Le Monde Diplomatique Brasil. Consultado em 17 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2017 
  13. a b c d e f g h i j k Nossa Doutrina. Rio de Janeiro: Assembleia de Deus dos Últimos Dias. 2014. Consultado em 21 de fevereiro de 2017 
  14. a b JACOB, C.R.; HEES, D.R.; WANIEZ, P.; BRUSTLEIN, V. (2003). Atlas da Filiação Religiosa e Indicadores Sociais no Brasil (PDF). São Paulo: PUC-Rio - Edições Loyola. ISBN 85-15-02719-4 
  15. «Divórcio na Convenção Geral das Assembleias de Deus». 22 de setembro de 2015. Consultado em 17 de janeiro de 2024 
  16. «Consciência Cristã:Assembleia de Deus Ministério Madureira: Divórcio e Novo Casamento». 14 de setembro de 2015. Consultado em 16 de dezembro de 2017. Arquivado do original em 16 de dezembro de 2017 
  17. «Centro Apologética Cristão de Pesquisa: Divórcio na Assembleia de Deus Ministério Madureira». 10 de setembro de 2015. Consultado em 16 de dezembro de 2017 
  18. a b «Ordenação feminina nas Assembleias de Deus». 9 de novembro de 2011. Consultado em 16 de dezembro de 2017. Arquivado do original em 13 de dezembro de 2011 
  19. «Ordenação feminina na Convenção da Assembleia de Deus no Brasil». Consultado em 16 de dezembro de 2017. Cópia arquivada em 29 de novembro de 2023 
  20. «Estatuto da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil» (PDF). 25 de janeiro de 2016. Consultado em 16 de dezembro de 2017. Arquivado do original (PDF) em 6 de dezembro de 2017 
  21. «Bispo Primaz da Assembleia de Deus Ministério Madureira». 25 de janeiro de 2016. Consultado em 16 de dezembro de 2017 
  22. Mariano, Ricardo. Neopentecostais: sociologia do novo pentecostalismo no Brasil. p32
Fontes
  • Almeida, Abraão de. História das Assembleias de Deus no Brasil. Rio de Janeiro: CPAD, 1982.
  • Berg, David. Enviado por Deus - Memórias de Daniel Berg Rio de Janeiro: CPAD,
  • Conde, Emílio. História das Assembleias de Deus no Brasil. Rio de Janeiro: CPAD, 2000.
  • Freston, Paul. "Breve História do pentecostalismo brasileiro". Antoniazzi, A. (org.). Nem anjos nem demônios interpretações sociológicas do pentecostalismo. Petrópolis: Vozes, 1994.
  • Vingren, Ivar. O Diário do Pioneiro.Rio de Janeiro: CPAD,
  • Vingren, Ivar, Nyberg Gunilla, Alvarsson Jan-Åke, Johannesson Jan-Endy. Det började i Pará: svensk pingstmission i Brasilien. Estocolmo: Missionsinstitutet-PMU, 1994.
  • BRASIL. Assembleia de Deus completa 110 anos. Portal Planalto: Acompanhe o Planalto, 18 jun. 2021. Disponível em: https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2021/06/assembleia-de-deus-completa-110-anos. Acesso em: 27 dez. 2025.
  • ALENCAR, Gedeon Freire. Pentecostalismos no Brasil. Religião e Poder, 18 mai. 2022. Disponível em: <https://religiaoepoder.org.br/artigo/pentecostalismos-no-brasil\>. Acesso em: 28 dez. 2025.
  • ALBUQUERQUE, Celina Martins. O batismo com o Espírito Santo. Campanha A Promessa, 5 fev. (data da publicação conforme o site). Disponível em: <https://www.campanhaapromessa.com.br/o-batismo-com-o-espirito-santo-de-celina-martins-albuquerque/\>. Acesso em: 28 dez. 2025.
  • CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL – CGADB. Quem somos. CGADB. Disponível em: <https://cgadb.org.br/quem-somos/\>. Acesso em: 28 dez. 2025.
  • CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL – CGADB. Memória. CGADB. Disponível em: <https://cgadb.org.br/memoria/\>. Acesso em: 28 dez. 2025.
  • WIKIPÉDIA. Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil. In: Wikiwand. Disponível em: <https://www.wikiwand.com/pt/articles/Conven%C3%A7%C3%A3o_Geral_das_Assembleias_de_Deus_no_Brasil\>. Acesso em: 28 dez. 2025.

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