1757

SÉCULOS: Século XVIISéculo XVIIISéculo XIX
DÉCADAS: 1700 • 1710 • 1720 • 1730 • 1740 • 1750 • 1760 • 1770 • 1780 • 1790 • 1800
ANOS: 17521753175417551756175717581759176017611762

1757 em outros calendários
Calendário gregoriano 1757
MDCCLVII
Ab urbe condita 2510
Calendário arménio 1206 – 1207
Calendário bahá'í -87 – -86
Calendário budista 2301
Calendário chinês 4453 – 4454
Início a 18 de fevereiro
Calendário copta 1473 – 1474
Calendário etíope 1749 – 1750
Calendários hindus
- Vikram Samvat
- Calendário nacional indiano
- Cáli Iuga

1812 – 1813
1678 – 1679
4857 – 4858
Calendário Holoceno 11757
Calendário islâmico 1170 – 1172
Calendário judaico 5517 – 5518
Calendário persa 1135 – 1136
Calendário rúnico 2007
Calendário solar tailandês 2300

1757 (MDCCLVII, na numeração romana) foi um ano comum do século XVIII do actual Calendário Gregoriano, da Era de Cristo, e a sua letra dominical foi B (52 semanas), teve início a um sábado e terminou também a um sábado.

Eventos

  • 8 de Abril - Inauguração do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, por Feliciano Mendes, em Congonhas, Minas Gerais, com a celebração do primeiro Jubileu do Senhor Bom Jesus
  • 9 de julho, Um grande terramoto atinge a ilha de São Jorge, Açores, registado na história como o Mandado de Deus. Foi um dos mais violentos terramotos de que há registo nos Açores, causou destruição generalizada e deu forma a muitas fajãs, entre elas a da Fajã da Caldeira de Santo Cristo[nt 1].
  • 9 de Julho, O Mandado de Deus causa grandes estragos na Igreja de Santa Bárbara das Manadas, Manadas, Velas, templo classificado como Monumento Nacional.
  • 9 de Julho destruição do Convento de São Diogo, vila da Calheta, pelo “O Mandado de Deus”.
  • 9 de Julho, destruição da Igreja de Santo Antão do concelho da Calheta, pelo Mandado de Deus. Depois de reconstruído foi elevado a paróquia em 1888.[1]
  • 9 de Julho destruição da Igreja de São Tiago Maior, da Ribeira Seca, pelo Mandado de Deus, templo que datava do século XVI.
  • 9 de Julho, o Mandado de Deus destrói a Ermida de São Lázaro, que neste mesmo ano daria lugar à Igreja de São Lázaro, no Norte Pequeno. Sob a iniciativa do padre Nicolau António Silveira, deu-se início a reconstrução, tendo nascido a actual igreja. As obras foram efectuadas por José de Avelar de Melo e terminadas 1761.[1]
  • Inicio da construção da Ermida de Santa Rita de Cássia das Manadas, graças ao testamento do Capitão Antão de Ávila Pereira, feito em 8 de junho de 1757. As obras terminam um ano depois, 1758.[1][2]
  • Inicio da construção do Porto da Calheta, Vila da Calheta, ilha de São Jorge, cuja colocação do primeiro farolim só ocorreria em 1872.

Nascimentos

René-Antoine Ferchault de Réaumur, 1683-1757.

Mortes

Por tema

  • 1757 na ciência
  • 1757 na literatura

Referências

  1. a b c São Jorge, Açores, Guia do Património Cultural. Edição Atlantic View – Actividades Turísticas, Lda. Dep. Legal n.º 197839/03. ISBN 972-96057-2-6, 1ª edição, 2003.
  2. Jornal Açores, 1955.

Notas

  1. Dos grandes deslizamentos resultou um maremoto que atingiu todo o Grupo Central dos Açores, incluindo a ilha Terceira. Pelo menos 1053 pessoas morreram em São Jorge e 11 no Pico. "O terramoto foi tal que a norte desta ilha, distância de 100 braças, pouco mais, se levantaram dezoito ilhotas, umas maiores que outras". Apareceram todas na manhã do dia 10 de Julho. "É navegável o mar entre as ditas, e a ilha". Nas Fajãs dos Vimes, na Fajã de São João e na Fajã dos Cubres, se moveu a terra, voltando-se do centro para cima, de sorte que nelas não há sinal [de] onde houvesse edifício". No Faial o sismo foi sentido sem causar grandes danos