A praga romana de 590 foi uma epidemia de peste bubônica começou devastando o território bizantino do leste e o oeste do território franco. Expandiu-se pela península e atingiu a cidade de Roma no ano de 590. Os cidadãos da época acreditavam que a epidemia era um castigo divino por conta da corrupção praticada pelo governo na época. Sua primeira e mais famosa vítima foi o papa Pelágio II, morto em 5 de fevereiro de 590 e enterrado em São Pietro. Após a morte de Pelágio II, o clero e o senado romano elegeram um novo papa, Gregório Magno, em 3 de outubro de 590; ele enfrentou a peste e, após sua morte, foi canonizado santo.[1]
Referências
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| Locais | | Idade antiga | Peste de Atenas (429–426 AEC) • Peste antonina (165–180 DEC) • Peste de Cipriano (250–266) |
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| Idade pós-clássica | |
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| Globais | Pandemia de gripe (1510) • Pandemia de gripe (1557) • Segunda pandemia de peste (1348–século XIX) • Primeira pandemia de cólera (1816–1826) • Segunda pandemia de cólera (1829–1851) • Terceira pandemia de cólera (1852–1860) • Terceira pandemia de peste (1855–1960) • Quarta pandemia de cólera (1863–1879) • Quinta pandemia de cólera (1881–1896) • Gripe russa (1889–1890) • Sexta pandemia de cólera (1899–1923) • Gripe espanhola (1918–1920) • Gripe asiática (1957–1958) • Sétima pandemia de cólera (1961–1975) • Gripe de Hong Kong (1968–1970) • HIV/AIDS (1981–presente) • SARS (2002–2004) • Gripe aviária (2003–2005) • Surtos de caxumba no século XXI (2009) • Surtos de peste em Madagascar no século XXI (2008–2017) • Gripe suína (2009–2010) • MERS (2012–2015) • Chicungunha (2013–2014) • Zica (2015–2016) • COVID-19 (2019–presente) • Varíola dos macacos (2022–presente) |
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| Atuais | |
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