Oxandrolona
Oxandrolona
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| Nomes | |||||||||||||
| Nome IUPAC | 17β-hydroxy-17α-methyl-2-oxa-5α-androstan-3-one | ||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||
Oxandrolona é um fármaco criado por Raphael Pappo enquanto trabalhava para os Laboratórios Searle (hoje Pfizer) sob a marca registrada Anavar. Foi introduzida nos EUA em 1964. É administrado oralmente e seus efeitos são devidos à ligação ao receptor de testosterona. O receptor de testosterona induz ações em nível celular de diversas maneiras, com ações anabolizantes, androgênicas e outras.
Dosagens usuais
A oxandrolona é prescrita por meio de receituário de controle especial no Brasil, indicada primariamente para síndromes catabólicos (ver catabolismo), pacientes acamados por várias semanas e queimaduras, restaurando assim os tecidos musculares. Também é utilizada em musculação sem a devida indicação médica.
A dosagem é entre 2,5 mg e 30 mg divididas em 2 a 4 tomadas ao dia por um período aproximado de até 4 semanas para adultos.[2]
Possíveis efeitos colaterais
- Diminuição do HDL (colesterol bom)
- Aumento do LDL (colesterol ruim)
- Crescimento de pelos e engrossamento da voz (Mais propenso em mulheres)
- Ereções frequentes e prolongadas ao longo do dia em dose altas
Referências
- ↑ a b (en) « Oxandrolona » em ChemIDplus.
- ↑ «Drugs.com - Oxandrolone» (em inglês)
