Labirintite
| Labirintite | |
|---|---|
![]() | |
| A labirintite causa alterações na noção de equilíbrio e percepção da posição do corpo | |
| Especialidade | otorrinolaringologia |
| Classificação e recursos externos | |
| CID-11 | AB30.1 |
| CID-10 | H83.0 |
| CID-9 | 386.3 |
| DiseasesDB | 29290 |
| MedlinePlus | 001054 |
| eMedicine | 856215 |
| MeSH | D007762 |
A labirintite é um distúrbio inflamatório ou infeccioso no labirinto membranoso do ouvido, que afeta tanto os órgãos vestibulares como os órgãos cocleares,[1] alterando assim as noção de equilíbrio, percepção de posição do corpo e a função auditiva. Deve-se salientar que o termo "labirintite" é utilizado de forma equivocada para designar todas as doenças do labirinto, já que existem outras patologias que podem afetá-lo.[2] Assim, o termo que melhor define essas alterações é vestibulopatia, que se refere ao sistema vestibular.[3] [carece de fontes]
A causa mais comum de labirintite são as infecções do ouvido interno, que geralmente são virais ou bacterianas[4]. Outras causas menos comuns incluem processo inflamatório do ouvido interno, trauma do osso temporal, hemorragia e tumores.[5]
Na maioria dos casos, a labirintite é causada por uma infecção viral. Geralmente ocorre após doenças comuns, como resfriado ou gripe. Outros vírus comuns conhecidos incluem herpes, sarampo, caxumba e rubéola. As infecções bacterianas do ouvido médio, bastante comuns em crianças, podem se espalhar para o ouvido interno e causar labirintite. As infecções podem atingir a orelha interna através do fluxo sanguíneo (hematogênica), da orelha média (timpanogênica) ou através das meninges (meningogênica).[5]
Os sintomas mais comuns da labirintite são a tontura e a vertigem. Outros sintomas também costumam aparecer como náusea (enjoo), êmese (vômito), zumbido no ouvido, perda auditiva (parcial ou total) no ouvido afetado e sensação de desmaio.[6]
O indivíduo afetado pela labirintite pode ter um constante zumbido no ouvido, que eventualmente leva a uma perda auditiva temporária até que a infecção seja totalmente tratada.[7]
Se tratada corretamente e adequadamente com remédios, fisioterapia e alimentação saudável, e se atacado o verdadeiro mal que causa a doença, a labirintite tem cura na maioria dos casos.[8][9]
Etiologia

O labirinto membranoso possui estruturas que são importantes tanto na percepção do estímulo sonoro como dos movimentos de cabeça e verticalidade. Quando acometido por um processo inflamatório ou infeccioso, o sistema afetado deixa de enviar a informação correta ao cérebro, gerando sintomas de vertigem, que é a sensação de estar parado e o ambiente estar girando ao seu redor, muito parecida com a causada por aqueles brinquedos que giram nos parques de diversão. Dependendo do local afetado, pode haver também um comprometimento na função auditiva.[10]
Labirintite de causas infecciosas
1) Labirintite Viral: quando o agente etiológico é um vírus.
A Rubéola e o Citomegalovírus são agentes potencialmente causadores de uma labirintite congênita, ou seja, casos em que a criança já nasce com a doença: quando no período pré-natal, a gestante é infectada por um determinado vírus que é transmitido ao feto e podem ser nocivos para a saúde do bebê. Já a Caxumba e Sarampo apresentam-se como causas possíveis do desenvolvimento de uma Labirintite pós-natal: quando a infecção ocorre após o nascimento. Há um tipo de labirintite infecciosa causada pela reativação de vírus bem específico, o varicella-zoster (vírus que provoca a Varicela) e o paciente passa a manifestar a chamada Síndrome de Ramsay Hunt.[11] Além de vertigem e desequilíbrio, os indivíduos com esta síndrome podem apresentar outros sinais e sintomas como otalgia (dor de ouvido), paralisia facial, vesículas (pequenas bolhas cheias de líquido) no pavilhão auricular e no canal auditivo externo.[10]
Outros vírus também podem desencadear a labirintite, como o Influenza, Parainfluenza, Virus Sincicial Respiratório, Adenovirus, Herpes simplex tipo 1, Vírus Coxsackie.[11]
2) Labirintite Bacteriana: quando o agente etiológico é uma bactéria.
A otite média, que é uma infecção no ouvido, em sua forma aguda ou crônica pode ter como consequência o desenvolvimento de uma labirintite. Na infecção crônica do ouvido médio, a bactéria pode entrar no ouvido interno através das janelas ovais ou redondas, através do osso ou como resultado de uma lesão na cabeça ou no ouvido. A lesão labiríntica como sequela de infecção e/ou trauma na fina camada de osso que reveste o labirinto pode resultar também em perda auditiva. Dependendo da origem e do tipo de mecanismo que a provocam, a labirintite infecciosa pode ser dividida em dois tipos[12]:
- Labirintite serosa: quando no curso de uma infecção, toxinas e/ou substâncias chamadas mediadores inflamatórios causam danos à orelha interna, mas sem uma invasão bacteriana direta. Nesses casos, o indivíduo pode apresentar hipofunção vestibular, que quer dizer que o labirinto está funcionando de forma inferior ao normal e perda auditiva sensorioneural de menores intensidades e reversíveis.[12]
- Labirintite supurativa: quando o que causa a infecção é uma bactéria e há invasão bacteriana direta do labirinto. Há a presença de secreção purulenta, células inflamatória e de microrganismos na orelha interna. Nesse caso, ocorre um dano mais severo, as sequelas são mais intensas e podem ser irreversíveis, podendo ocorrer um crescimento excessivo de tecido, que se acumula, resultando em uma área endurecida (fibrose) local.[12]
Entre as bactérias que podem causar labirintite, estão: Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae, Moraxella catarrhalis, Neisseria meningitidis, Staphylococcus, Proteus, Escherichia coli, Mycobacterium tuberculosis, entre outros.[11]
Labirintite de causas inflamatórias
1) Labirintite pós traumática ou pós-cirúrgica: ocorre quando por consequência de uma cirurgia ou traumatismo craniano, a orelha interna é lesada, fazendo que o indivíduo desenvolva labirintite.[10]
2) Labirintite auto-imune: É um tipo raro e frequentemente associada a outros distúrbios autoimunes, como: lúpus eritematoso sistêmico, doença inflamatória intestinal ou artrite reumatóide, entre outros.[10]
Sintomas

Os sintomas mais comuns são a perda da audição e a vertigem.[12] A vertigem pode ser ou não associada a náuseas, vômitos; suor excessivo, alterações gastrointestinais e zumbido.[13] Outros sintomas também costumam aparecer, como dor de ouvido, dor de cabeça, febre, mal estar, otorreia e paralisia facial.[11] A vertigem, um dos principais sintomas, ocorre devido aos sinais de equilíbrio distorcidos que o cérebro recebe do sistema vestibular.[carece de fontes]
A Labirintite normalmente inicia com uma fase aguda, cujos sintomas que frequentemente aparecem são a perda auditiva e a vertigem súbitas. Em seguida, ocorre um período de recuperação, que pode durar semanas, e depois inicia-se a fase crônica.[11]
Se tratada corretamente e adequadamente com remédios, terapia e alimentação saudável e eliminando o verdadeiro agente etiológico causador da doença, a labirintite tem cura na maioria dos casos.[9][8] Apesar de que, relativo à intensidade dos sintomas, a labirintite pode ser grave ao ponto de levar à perda auditiva e desequilíbrios incapacitantes.[11]
Complicações
Sintomas de possíveis complicações (raros)[14]:
- Convulsões;
- Visão dupla;
- Desmaio;
- Vomitar por semanas;
- Fala arrastada;
- Febre de mais de 39°C;
- Fraqueza ou paralisia;
- Perda de audição no ouvido afetado;
- Meningite.
Labirintite e ansiedade
Ansiedade crônica é um efeito colateral comum da labirintite, o qual pode produzir tremores, palpitações do coração, ataques de pânico e depressão. Geralmente o ataque de pânico é um dos primeiros sintomas. Como em todo e qualquer momento de dificuldade, é importante ser paciente e tentar encontrar ajuda.[15]
Diagnóstico

Apenas examinar o ouvido externo não é suficiente, é necessário o exame otorrinolaringológico e neurológico completo. Não existe um exame específico para diagnosticar a labirintite.[10][12] O diagnóstico é realizado pelo médico otorrinolaringologista por meio de uma avaliação clínica (sinais e sintomas) e exames complementares, que podem auxiliar na confirmação diagnóstica.
Dentre as principais alterações encontradas no exame físico, pode-se citar:[12]
- Otoscopia: com sinais de otite média aguda (OMA) ou otite média crônica nos quadros de origem otogênica.
- HINTS (Head-Impulse Nystagmus Test-of-Skew): com resultados sugestivos de hipofunção vestibular periférica (uni ou bilateral) do(s) lado(s) afetado(s).;
- Presença de nistagmo espontâneo: com características periféricas nos quadros unilaterais.
- Teste do impulso cefálico: positivo ao girar a cabeça para o(s) lado(s) acometidos.
- Testes de Romberg e Unterberger-Fukuda: com desvio para o lado afetado nos quadros unilaterais.
Exames complementares que podem ser feito são:[12]
- Audiometria: observa-se rebaixamento auditivo sensorioneural, geralmente com maior acometimento das frequências agudas).
- Exames de função vestibular (prova calórica, video Head Impulse Test e Vestibular evoked myogenic potential): evidenciam hipofunção no(s) lado(s) acometidos.
- Tomografia computadorizada (TC) da cabeça: útil na fase aguda para descartar outras complicações como, por exemplo, abscesso cerebral.
- Ressonância nuclear magnética com contraste: útil para a confirmação diagnóstica, na avaliação da extensão da doença e no estadiamento do quadro.
Diagnóstico diferencial
Alguns casos de labirintite podem ser confundidos com outras doenças de sintomas parecidos, como cinetose, VPPB, neuronite vestibular, hanseníase com o acometimento do nervo auricular e vestibular.[carece de fontes]
Prevalência
A Labirintite é uma doença rara que acomete cerca de 0,5% de todos os pacientes que têm tontura ou vertigem.[16] É muito comum, porém, as pessoas empregarem o termo para designar diferentes doenças e disfunções que atingem a região do ouvido interno, como por exemplo a Vertigem posicional paroxística benigna, alteração muito confundida ou nomeada erroneamente como "labirintite". A Labirintite ocorre apenas em casos em que há a infecção do labirinto. Os sintomas podem ser bem parecidos com os que ocorrem quando há outros distúrbios: a pessoa vai sofrer com vertigens, que pode ser acompanhada de náusea, vômito, pressão ou zumbido no ouvido. Entretanto, o termo mais adequado para designar os demais problemas e disfunções nessa região é labirintopatias ou vestibulopatias.[17]
Tratamento

A Labirintite é uma doença que possui uma boa estimativa de recuperação se tratada de forma adequada e no tempo adequado. Porém, dependendo do caso, o paciente pode apresentar sequelas auditivas e no equilíbrio que variam desde sintomas leves e moderados a sequelas graves e incapacitantes.[11]
É importante destacar que a vacinação adequada e tratamento correto das otites médias são medidas de prevenção primária importantes para evitar tanto o surgimento quanto o agravamento do caso.[12]
A recuperação de labirintite aguda geralmente leva de 1 a 6 semanas, porém não é incomum que sintomas residuais (desequilíbrio, perda de direção e/ou tontura) permaneçam por até 2 anos,[18][19][20][21] mas há casos em que o problema se torna crônico e dura a vida toda.[carece de fontes]
Dependendo do caso, medicação voltada para lidar com os sintomas (como anti-histamínicos e antieméticos) podem ajudar.[14] Entretanto, o problema pode ter uma causa que requeira a utilização de uma medicação antibiótica.[22] Neste caso, deve-se atentar para manutenção da flora intestinal por meio de uma dieta rica em probióticos.
É importante tratar qualquer transtorno de ansiedade e/ou depressão tão logo possível para permitir ao cérebro compensar qualquer dano vestibular. Ansiedade aguda pode ser tratada a curto prazo com benzodiazepinos, como diazepam, porém o uso a longo prazo não é recomendado por causa da característica desses medicamentos de criar dependência.[carece de fontes]
Evidências sugere que Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) podem ser mais eficientes no tratamento de labirintite que outros antidepressivos. Eles agem aliviando os sintomas de ansiedade e podem estimular novos crescimentos neurais dentro do ouvido interno.[carece de fontes]
Nos casos de existência de hipofunção vestibular unilateral ou bilateral, a terapia para a reabilitação vestibular é recomendada.[12]
Terapia de reabilitação vestibular
Uma forma para a reabilitação dos sintomas e possíveis sequelas deixadas pela Labirintite é a Terapia de reabilitação vestibular ou fisioterapia labiríntica.[23] Os tratamentos típicos incluem movimentos da cabeça e dos olhos, exercícios de estabilidade do olhar, exercícios de habituação, reciclagem funcional, alterações posturais e exercícios de caminhada, podendo ser combinados com medicamentos e ajuste na alimentação.[24]
Os exercícios funcionam desafiando o sistema vestibular e a principal função por trás da repetição de uma combinação de movimentos da cabeça e dos olhos, exercícios posturais e caminhada é que, através dessa repetição alterações compensatórias podem ser promovidas no sistema vestibular central (tronco cerebral e cerebelo).[9]
A Reabilitação Vestibular é um tratamento com base científica eficaz para pacientes com persistência da vertigem por disfunção vestibular, que buscam eliminar os sintomas causados por essas disfunções, recuperar e aprimorar o equilíbrio corporal, utilizando para isso de exercícios posturais.[25] Tanto o diagnóstico quanto a terapia de disfunções vestibulares são áreas de competência do fonoaudiólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, entre outros.[26]
Quando realizada adequadamente e com acompanhamento fisioterapeuta e/ou fonoaudiólogo especializado, é uma maneira altamente eficaz de reduzir ou eliminar substancialmente a tontura residual da labirintite. A RV funciona fazendo com que o cérebro use mecanismos neurais já existentes para adaptação, neuroplasticidade e compensação.[27]
Durante o episódio de vertigem
É recomendado[14]:
- Ficar quieto e descansar enquanto estiver com os sintomas;
- Não abaixar e nem levantar peso por cerca de 15 dias;
- Ampliar as horas dormindo;
- Acompanhe algum medicamento por 15 dias;
- Evite se estressar ou passar nervoso;
- Evite movimentos bruscos ou mudanças bruscas de postura;
- Lentamente retome suas atividades;
- Peça ajuda para se manter em pé quando você perder o equilíbrio sem local de apoio;
- Evite luzes brilhantes, TV e leitura durante os episódios sintomáticos. Descanse durante os episódios mais graves e aumente lentamente a sua atividade diária;
- Evite atividades como dirigir, operar máquinas pesadas e subir escadas até uma semana após os sintomas desaparecerem. A vertigem súbita durante estas atividades pode ser muito perigosa.
Ver também
- Equilíbrio postural
- Audiologia
- Dia Mundial da Audição
- Escuta segura
- Perda auditiva em idosos
- Som
- Perda auditiva induzida por ruído
- Zumbido
- Diplacusia
- Hiperacusia
- Vertigem
Referências
- ↑ Rasteiro, Pedro Alexandre da Cruz (2018). «Distúrbios vestibulares periféricos, seus principais sintomas e características semiológicas e o papel da fisioterapia na reabilitação». Consultado em 22 de outubro de 2023
- ↑ Saúde, ABC da (24 de abril de 2003). «Tontura - Vertigem - Labirintite». ABC da Saúde. Consultado em 1 de novembro de 2019
- ↑ Maranhão, André Souza de Albuquerque; Godofredo, Valeria Romero; Penido, Norma de Oliveira (janeiro de 2016). «Suppurative labyrinthitis associated with otitis media: 26 years' experience». Brazilian Journal of Otorhinolaryngology (em inglês) (1): 82–87. PMC 9444629
. PMID 26718959. doi:10.1016/j.bjorl.2014.12.012. Consultado em 20 de setembro de 2025
- ↑ Strauss, Melvin (setembro de 1990). «Human cytomegalovirus labyrinthitis». American Journal of Otolaryngology (em inglês) (5): 292–298. doi:10.1016/0196-0709(90)90057-3. Consultado em 20 de setembro de 2025
- ↑ a b Taxak, Pritee; Ram, Chithra (31 de maio de 2020). «Labyrinthitis and Labyrinthitis Ossificans - A case report and review of the literature». Journal of Radiology Case Reports (em inglês) (5): 1–6. ISSN 1943-0922. PMC 7536013
. PMID 33082921. doi:10.3941/jrcr.v14i5.3706. Consultado em 22 de outubro de 2023
- ↑ «Labirintite, dor de cabeça, zumbido, enjoo, que não melhora. Causa.Prof». www.atm-cjb.com.br. Consultado em 1 de novembro de 2019
- ↑ «Establishing a secure connection ...». www.scielo.br. doi:10.1590/s1516-80342008000300005. Consultado em 20 de setembro de 2025
- ↑ a b «Guia para Eliminaçãoda Hanseníase» (PDF). OMS. 2000. Consultado em 11 de janeiro de 2019
- ↑ a b c Resende, Prof. Dr. Almir. «Fisioterapia Labiríntica 4.0 - Publicações». Consultado em 11 de janeiro de 2019
- ↑ a b c d e «Deixar de tratar a labirintite pode ter consequências sérias para a audição». Dr. Rodrigo. 25 de agosto de 2023. Consultado em 22 de outubro de 2023
- ↑ a b c d e f g «Labirintite - o que é, sintomas, causas, tratamento, tem cura?». www.saudebemestar.pt. Consultado em 22 de outubro de 2023
- ↑ a b c d e f g h i Araújo, Pedro Ivo (2022). «IV Fórum Brasileiro de Otoneurologia: Definições, diagnósticos e tratamentos das doenças em otoneurologia» (PDF). IV Fórum Brasileiro de Otoneurologia: 21. Consultado em 21 de agosto de 2023 line feed character character in
|periódico=at position 20 (ajuda) - ↑ Alves, BIREME / OPAS / OMS-Márcio. «Labirintite | Biblioteca Virtual em Saúde MS». Consultado em 22 de outubro de 2023
- ↑ a b c «Labyrinthitis: MedlinePlus Medical Encyclopedia». medlineplus.gov (em inglês). Consultado em 1 de novembro de 2019
- ↑ «Cópia arquivada». Neuróticos Anonimos Org. Consultado em 5 de agosto de 2015. Arquivado do original em 19 de julho de 2015
- ↑ bbento, Mahmod A. Issa/. «Tontura e vertigem: a importância de identificar e diferenciar os sintomas». Consultado em 22 de outubro de 2023
- ↑ «Saúde Sem Complicações #88: Apesar de ser popularmente conhecida, a labirintite é uma doença rara». Jornal da USP. 10 de março de 2022. Consultado em 22 de outubro de 2023
- ↑ «Cópia arquivada». Medicina Geriátrica. Consultado em 26 de junho de 2010. Arquivado do original em 23 de maio de 2010
- ↑ «Labirintite: previna-se desse mal». MdeMulher. Consultado em 1 de novembro de 2019
- ↑ «Diário de Cuiabá». www.diariodecuiaba.com.br. Consultado em 1 de novembro de 2019
- ↑ «Labirintite - Cura e Tratamento». www.copacabanarunners.net. Consultado em 1 de novembro de 2019
- ↑ «Ear Infections». medlineplus.gov. Consultado em 1 de novembro de 2019
- ↑ «Fisioterapia Labiríntica 4.0 - Método». www.fisioterapialabirintica40.com.br
- ↑ Walker (2009). «Treatment of vestibular neuritis.». Current Treatment Options in Neurology. 11 (1): 41–5. PMID 19094835. doi:10.1007/s11940-009-0006-8
- ↑ MANTELLO; Erika Barionne; BARREIRO; Fátima Cristina A. D (2022). Tratado de Audiologia. São Paulo: Editora Manole Ltda. pp. 662–675. ISBN 9786555765724
- ↑ Internet, Prática (24 de setembro de 2014). «CFFa publica nota sobre atuação da Fonoaudiologia na Reabilitação Vestibular - Crefono 4». Crefono 4 - Conselho Regional de Fonoaudiologia 4ª Região. Consultado em 22 de outubro de 2023
- ↑ «Vestibular Rehabilitation Therapy (VRT)». Vestibular Disorders Association (em inglês). 27 de dezembro de 2011. Consultado em 19 de maio de 2018
