Fluclotizolam
Fluclotizolam
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| Nomes | |||||||||
| Nome IUPAC | 2-chloro-4-(2-fluorophenyl)-9-methyl-4H-thieno[3,2-f] [1,2,4]triazolo[4,3-a] [1,4]diazepine | ||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||
Fluclotizolam é um derivado da tienotriazolodiazepina que foi sintetizado pela primeira vez em 1979,[1] mas nunca foi comercializado. Posteriormente, foi vendido como uma droga sintética, sendo identificado pela primeira vez definitivamente em 2017.[2][3][4]
Ver também
Referências
- ↑ Hellerbach J, et al. Thienotriazolodiazepine derivatives. Patent US 4155913
- ↑ Zawilska JB, Wojcieszak J. An expanding world of New Psychoactive Substances – Designer benzodiazepines. NeuroToxicology 2019 July; 73: 8-16. doi:10.1016/j.neuro.2019.02.015
- ↑ Moosmann B., Auwärter V. (2018) Designer Benzodiazepines: Another Class of New Psychoactive Substances. In: Maurer H., Brandt S. (eds) New Psychoactive Substances. Handbook of Experimental Pharmacology, vol 252. doi:10.1007/164_2018_154
- ↑ Chetraru E, Ameline A, Gheddar L, Raul JS, Kintz P. Les designer benzodiazepines: qu’en sait-on aujourd’hui?. Toxicologie Analytique et Clinique. 2018 Feb 1;30(1):5-18. doi:10.1016/j.toxac.2017.12.001
