A Austrásia (Ostar-rīki, Reino do Oriente, em língua francônica; ōstar- e -rīhhi, em alto alemão antigo; *aus-ter- e *rīkja, em proto-germânico) localizada no nordeste da atual França, mas compreendendo também partes da atual Alemanha, Bélgica e Países Baixos era, na Idade Média, a região compreendida entre o Reino de Reims, o país dos Francos ripuários, o vale do río Mosela, a região de atual Champanhe e a Auvérnia.[1]
Era um reino inicialmente sob o domínio da dinastia dos merovíngios. Sigberto I estabelece sua capital em Metz,[2] embora alguns dos seus reis tivessem a corte em Reims. Por isso era também chamado de Reino de Reims ou Reino de Metz.
Apontamentos históricos atestam Sigeberto IV (687), suposto filho de Dagoberto II, sobrevivera ao assassinato do pai, fugiu para a região de Rennes-le-Château, no sul da França, onde dera origem a uma linhagem, cujos descendentes seriam o elo entre Merovíngios e uma antiga linhagem do Cristianismo Primitivo.
Mapa do Reino Franco em 714, onde a Austrásia destaca-se em verde.Sob o domínio da Nêustria - (679-715)
Grimoaldo I - (643-656) Depois de sucedido, coloca seu filho Quildeberto II (661-662) no trono de Austrásia.
Vulfoaldo - (656-658) e Nêustria (673-675) Não Arnulfida
Pepino II - (680-714), sobrinho de Grimoaldo. Foi mordomo do palácio da Austrásia (680-698) de Nêustria e Borgonha (687-700).[3]
Grimoaldo II - (698-714), filho de Pepino de Herstal, mordomo do Palácio da Austrásia (698-714).
Teodoaldo - (714-715), também na Nêustria. Filho ilegítimo de Grimoaldo II, designado herdeiro de seu avô Pepino, opor pela nobreza, que aclamou Carlos Martel.
Carlos Martel - (715-741), filho de Pepino de Herstal, mordomo do palácio Austrásia de Nêustria e Borgonha (719-741), duque de França (737-741). Filho ilegítimo de Pepino de Herstal.[3][5]