Assassin's Creed

Assassin's Creed
Gênero(s)
  • Ação-aventura
  • RPG
  • Furtivo
Desenvolvedora(s)
  • Ubisoft Montreal
  • Ubisoft Sofia
  • Ubisoft Blue Byte
  • Ubisoft Quebec
  • Ubisoft Bordeaux
  • Gameloft
  • Griptonite Games
  • Red Storm Entertainment
Publicadora(s)Ubisoft
Criador(es)
  • Patrice Désilets
  • Jade Raymond
  • Corey May
Primeiro títuloAssassin's Creed
13 de novembro de 2007
Último títuloAssassin's Creed Shadows
20 de março de 2025

Assassin's Creed é uma série de jogos eletrônicos de ação e aventura histórica e uma franquia de mídia publicada pela Ubisoft e desenvolvida principalmente por seu estúdio, a Ubisoft Montreal, utilizando o motor de jogo Anvil e seus derivados mais avançados. Criada por Patrice Désilets, Jade Raymond e Corey May, a série de jogos eletrônicos Assassin's Creed retrata uma luta milenar fictícia entre a Ordem dos Assassinos, que luta pela paz e pelo livre-arbítrio, e os Cavaleiros Templários, que desejam a paz por meio da ordem e do controle. A série apresenta ficção histórica, ficção científica e personagens fictícios entrelaçados com eventos e figuras históricas do mundo real. Na maioria dos jogos, os jogadores controlam um Assassino histórico enquanto também jogam como um Iniciado Assassino ou alguém envolvido no conflito entre Assassinos e Templários nos dias atuais, o que serve como uma narrativa de enquadramento. Considerada uma sucessora espiritual da série Prince of Persia, Assassin's Creed inspirou-se no romance Alamut, do escritor esloveno Vladimir Bartol, baseado na seita histórica dos Hashashin no Irã (Pérsia) medieval.

O primeiro jogo, Assassin's Creed, foi lançado em 2007, e a série já contou com quatorze títulos principais no total, sendo o mais recente Assassin's Creed Shadows, em 2025. Os jogos principais da franquia são ambientados em um mundo aberto e jogados em uma perspectiva de terceira pessoa. A jogabilidade gira em torno de combate, furtividade e exploração, incluindo o uso de parkour para navegar pelo ambiente. Os jogos apresentam missões principais e secundárias, e alguns títulos também incluem modos de jogo multijogador competitivos e cooperativos.

Uma nova história e, ocasionalmente, novos períodos históricos são introduzidos em cada título, com os elementos de jogabilidade também evoluindo. Existem três arcos de história principais na série. Os primeiros cinco jogos principais acompanham Desmond Miles, um descendente de vários Assassinos importantes ao longo da história, que usa uma máquina chamada Animus para reviver as memórias de seus ancestrais e encontrar artefatos poderosos chamados de "Pedaços do Éden" (Pieces of Eden), em uma tentativa de evitar um evento catastrófico, fazendo referência ao Fenômeno 2012. De Assassin's Creed IV: Black Flag a Assassin's Creed Syndicate, iniciados Assassinos e funcionários da Abstergo Industries (uma empresa usada como fachada pelos Templários modernos) registram memórias genéticas usando o software Helix, ajudando os Templários e os Assassinos a encontrar novos Pedaços do Éden no mundo moderno. Os três jogos seguintes, Assassin's Creed Origins, Odyssey e Valhalla, acompanham a ex-funcionária da Abstergo, Layla Hassan, em sua própria jornada para salvar a humanidade de um novo desastre.

Os jogos principais da franquia Assassin's Creed receberam críticas geralmente positivas por sua ambição em recursos visuais, design de jogo e narrativas. No entanto, enfrentaram críticas pelo ciclo de lançamentos anuais e falhas (bugs) frequentes, bem como pela priorização de mecânicas de RPG nos títulos mais recentes. A série recebeu diversos prêmios e indicações, incluindo múltiplos prêmios de Jogo do Ano. O sucesso comercial é notável, ultrapassando a marca de 200 milhões de cópias vendidas até setembro de 2022, tornando-se a franquia mais vendida da Ubisoft e uma das franquias de videogame mais vendidas de todos os tempos. Embora os títulos principais sejam produzidos para os principais consoles e computadores de mesa, vários jogos derivados (spin-offs) foram lançados para consoles, dispositivos móveis e plataformas portáteis. Uma série de livros de arte, enciclopédias, histórias em quadrinhos e romances também foi publicada. Uma adaptação cinematográfica em live-action da série foi lançada em 2016.

História de desenvolvimento

Embora os jogos da série tenham tido vários arcos narrativos, a Ubisoft considera que a franquia possui atualmente três períodos de desenvolvimento e filosofia de design. Até Assassin's Creed Syndicate, de 2015, a franquia era estruturada em torno de conteúdo para um jogador (single-player) e, embora focada em espaços de mundo aberto e incorporando diversos elementos de RPG, os jogos eram mais voltados para ação e aventura e furtividade. O segundo período, que abrange de Assassin's Creed Origins a Assassin's Creed Mirage, trouxe mais elementos de RPG e recursos de live-service para aumentar o engajamento dos jogadores. O terceiro período começou com Assassin's Creed Shadows, utilizando lições do segundo período de desenvolvimento para criar jogos imersivos para um jogador, semelhantes aos títulos originais, mas com recursos que permitem aos jogadores compartilhar conquistas e conteúdos com outros por meio de um novo sistema chamado Animus Hub.[1][2]

Primeiro período

O primeiro jogo, Assassin's Creed, surgiu a partir de ideias para uma sequência do jogo da Ubisoft Prince of Persia: The Sands of Time, com foco na sétima geração de consoles de jogos eletrônicos. A equipe da Ubisoft Montreal decidiu levar a jogabilidade de The Sands of Time para uma abordagem de mundo aberto, aproveitando o poder de processamento aprimorado para renderizar espaços maiores e multidões. Narrativamente, a equipe queria se afastar da ideia de o Príncipe ser alguém natural na linha de sucessão ao trono e, em vez disso, fazê-lo lutar por ele. Em conjunto com pesquisas sobre sociedades secretas, eles decidiram focar na Ordem dos Assassinos, com base na seita histórica dos Hashashin, de origem ismaelita, que eram seguidores do islamismo xiita. Ao desenvolver a narrativa, a equipe inspirou-se fortemente no romance de 1938, Alamut, que se concentra nos Assassinos sob a liderança de Hassan-i Sabbah durante as Cruzadas.[3][4] Inicialmente, desenvolveram uma história na qual o jogador controlaria um Assassino escoltando um Príncipe não jogável, o que os levou a chamar o jogo de Prince of Persia: Assassin,[5] ou Prince of Persia: Assassins.[6] A Ubisoft ficou apreensiva com um jogo da série Prince of Persia sem o Príncipe como personagem jogável, mas isso levou a divisão de marketing a sugerir o nome Assassin's Creed, brincando com o credo dos Assassinos em Alamut: "nada é verdade; tudo é permitido". A Ubisoft Montreal seguiu com essa ideia ao criar uma nova propriedade intelectual, eliminando o Príncipe e baseando a história na rivalidade entre os Assassinos e os Cavaleiros Templários na Terra Santa durante o século XII. Além disso, ao postular quais outros assassinatos poderiam explorar ao longo da história, eles chegaram à ideia da memória genética e criaram o dispositivo Animus, juntamente com os elementos do enredo nos dias modernos. Isso também permitiu explicar certas facetas da jogabilidade, como justificar o momento em que o personagem do jogador morre, de maneira semelhante a The Sands of Time.[6]

Após o lançamento de Assassin's Creed em 2007, a equipe da Ubisoft Montreal sentiu que precisava "reformular a estrutura global" ao desenvolver a sequência, Assassin's Creed II. Eles acreditavam que o parkour havia sido subutilizado no primeiro jogo e projetaram o mundo da sequência com rotas de corrida livre (freerunning) para facilitar a execução dos movimentos; por exemplo, o uso de telhados para escapar de perseguições.[7] A mudança de ambientação significou que o jogo apresentaria um novo elenco de personagens, incluindo um novo protagonista, Ezio Auditore da Firenze. Assassin's Creed II também trouxe um uso maior de multidões para se esconder à vista de todos, mecânica que os desenvolvedores viram em Hitman: Blood Money, ampliando o conceito de furtividade social como uma opção de jogabilidade.[7] Por fim, a Ubisoft Montreal reformulou completamente a estrutura repetitiva de missões do primeiro jogo, adicionando inúmeras atividades secundárias, itens colecionáveis e segredos. Essas adições se tornaram uma parte central da série a partir de então, bem como de outros jogos da Ubisoft, como Watch Dogs, Far Cry e Tom Clancy's Ghost Recon.[7] Assassin's Creed II foi seguido por duas sequências diretas, Assassin's Creed: Brotherhood e Assassin's Creed: Revelations, que também contaram com Ezio como protagonista principal e introduziram a capacidade de os jogadores recrutarem NPCs como Assassinos e gerenciá-los em missões.[7]

Assassin's Creed III originou-se tanto do desejo da Ubisoft Montreal de avançar a narrativa da série no tempo quanto de um projeto independente que havia sido desenvolvido na Ubisoft Singapore, focado em combate naval. Como a equipe principal havia decidido ambientar o jogo durante o período da Revolução Americana, eles perceberam que o sistema de combate entre navios se encaixava na história e redesenharam a ambientação para incorporá-lo ainda mais. Outra grande mudança em Assassin's Creed III foi a adaptação dos sistemas de parkour e corrida livre para funcionarem nas florestas naturais de Massachusetts e do estado de Nova Iorque do século XVIII. Isso permitiu a adição de árvores e outras vegetações dentro das próprias áreas urbanas, não apenas como parte dos sistemas de parkour, mas para adicionar ambientes mais variados, o que continuaria sendo parte do design contínuo da franquia.[7]

Para a sequência de Assassin's Creed III, Assassin's Creed IV: Black Flag, a equipe construiu sobre a base do antecessor, particularmente no que diz respeito à jogabilidade naval, mesclando-a de forma orgânica com a jogabilidade terrestre.[7] A equipe também usou o jogo como uma oportunidade para abordar aspectos do enredo da série que ainda não haviam sido explorados. Optando por focar na perspectiva de um forasteiro em relação ao conflito entre Assassinos e Templários, eles ambientaram o título durante a Era de Ouro da Pirataria, com o protagonista, Edward Kenway, começando como um pirata que inicialmente se envolve na guerra sob a perspectiva de obter riqueza. Da mesma forma, após a conclusão do arco de Desmond Miles em Assassin's Creed III, os segmentos nos dias modernos colocaram os jogadores no papel de um indivíduo anônimo controlado em uma perspectiva de primeira pessoa. A equipe escolheu essa abordagem por acreditar que ela permitiria aos jogadores se identificarem mais facilmente com seu personagem.[7] Essa tendência continuou na série até Assassin's Creed Syndicate.[7]

O desenvolvimento de Assassin's Creed Unity começou pouco após a conclusão de Brotherhood em 2010,[8] com a equipe principal se dividindo durante os estágios iniciais de criação de Assassin's Creed III.[9] Como o primeiro jogo da série a ser lançado exclusivamente para a oitava geração de consoles, Unity apresentou uma reformulação gráfica e de jogabilidade. A ambientação escolhida foi a cidade de Paris durante os primeiros anos da Revolução Francesa, com os jogadores assumindo o controle de um novo Assassino chamado Arno Dorian.[8][9] Após o Unity, a Ubisoft lançou Assassin's Creed Syndicate em 2015.[7]

Segundo período

Após o lançamento de Syndicate, a Ubisoft decidiu que a série precisava de uma grande reinvenção, tanto na jogabilidade quanto na narrativa. Foi decidido que o jogo seguinte, Assassin's Creed Origins, se aproximaria mais de um RPG eletrônico do que de um jogo de ação furtiva, o que também resultaria em um título com muito mais horas de duração que os anteriores. Para esse propósito, alguns recursos tradicionais foram eliminados, como a mecânica de furtividade social. Isso alterou a forma como as missões eram apresentadas — em vez de serem direcionadas de forma linear pelo Animus, o jogador poderia encontrar vários distribuidores de tarefas (quest givers) pelo mapa para receber seus objetivos.[7] Do lado narrativo, a Ubisoft situou o jogo antes da formação da Irmandade dos Assassinos, no Antigo Egito, e fez com que o personagem principal, Bayek de Siwa, fosse um medjai altamente respeitado por seu povo.[7] O enredo dos dias modernos também voltou a se concentrar em uma única personagem, Layla Hassan. Os desenvolvedores limitaram o número de sequências jogáveis para ela em comparação com os títulos mais antigos, mas deram-lhes mais significado, permitindo que o jogador explorasse o laptop de Layla em busca de informações sobre o universo da franquia.[7]

Origins foi seguido em 2018 por Assassin's Creed Odyssey, que mudou a ambientação para a Grécia Clássica e adotou uma abordagem semelhante à do seu antecessor, porém com maior ênfase nos elementos de RPG.[7] O jogo de 2020, Assassin's Creed Valhalla, ambientado na Inglaterra medieval e na Noruega durante a Era Viking, manteve o mesmo estilo. Com base na resposta dos jogadores aos dois jogos anteriores, a equipe trouxe de volta os elementos de furtividade social, bem como o conceito de uma base de operações personalizável (mecânica introduzida pela primeira vez em Assassin's Creed II).[7] Em 2023, a empresa lançou Assassin's Creed Mirage, um título de menor escala que buscou homenagear os primórdios da franquia, priorizando a furtividade e os assassinatos em vez do amplo sistema de RPG de seus predecessores. O jogo começou a ser desenvolvido como um pacote de expansão para Valhalla antes de se tornar um lançamento independente, e foi ambientado na Bagdá do século IX, durante a Era de Ouro Islâmica, ocorrendo uma década antes dos eventos de Valhalla e servindo como uma prequela (prequel).[10][11]

Terceiro período

Em 2022, a Ubisoft anunciou diversos jogos adicionais para a série, incluindo Assassin's Creed Shadows, ambientado no Japão durante o Período Sengoku,[10][12] e Assassin's Creed: Codename Hexe, com rumores de ser ambientado na Europa Central durante o século XVI.[13]

Junto com o lançamento de Assassin's Creed Shadows, a Ubisoft introduziu o Animus Hub, projetado para servir como um espaço centralizado para os jogos da franquia a partir de Shadows. Originalmente anunciado sob o título provisório de Assassin's Creed Infinity, o Animus Hub foi descrito por seu produtor executivo, Marc-Alexis Côté, como uma "nova filosofia de design" para a série, bem como um centralizador para os lançamentos futuros.[14] De acordo com Côté em 2024, a narrativa dos dias modernos da série havia se tornado desorganizada após a morte de Desmond Miles em Assassin's Creed III até a introdução de Layla Hassan em Assassin's Creed Origins, devido à falta de um personagem principal fixo e ao número de estúdios envolvidos, o que levou o projeto Infinity a ter o objetivo de restabelecer esse segmento contemporâneo da história.[15] O Animus Hub não atua como um inicializador (launcher) autônomo, mas sim como um recurso integrado ao Shadows, aos títulos futuros e a jogos selecionados do segundo período, incorporando neles o enredo moderno.[2]

Como reflexo dos problemas financeiros da Ubisoft no início da década de 2020, a empresa e a Tencent criaram uma subsidiária separada, a Vantage Studios, em 2025, focada em lidar com o futuro de Assassin's Creed e de outras grandes franquias da companhia, como Far Cry e Rainbow Six. Como parte dessa reestruturação, Côté deixou a Ubisoft em outubro de 2025, alegando que sua saída ocorreu devido à transferência da liderança da série para um novo cargo dentro da Vantage Studios.[16]

Jogabilidade

Uma demonstração de Assassin's Creed III mostrando a jogabilidade de parkour

Os jogos da série Assassin's Creed centram-se em um ou mais membros fictícios da Ordem dos Assassinos. Suas memórias são vivenciadas por um personagem nos dias modernos por meio de um dispositivo chamado Animus e suas derivações. O Animus permite ao usuário explorar essas memórias transmitidas geneticamente. Dentro do contexto do jogo, isso fornece uma interface diegética para o jogador no mundo real, mostrando-lhe elementos como barras de vida, um minimapa e objetivos de missão como se fossem apresentados pelo próprio dispositivo. Além disso, caso o jogador faça com que o personagem histórico morra ou falhe em uma missão, isso é retificado como uma "dessincronização" da memória genética, permitindo que o jogador tente a missão novamente. Através da interface do Animus, o jogador pode repetir qualquer missão passada já concluída; por exemplo, em Assassin's Creed: Brotherhood, o jogador alcança melhores resultados de sincronização ao realizar a tarefa de uma maneira específica, como matando apenas o alvo principal. O Animus também concede habilidades especiais ao personagem contemporâneo, ajudando-o a ver seu alvo no meio de uma multidão ou identificar outros pontos de interesse únicos.[17][18]

Ao jogar com os personagens Assassinos, os jogos são geralmente apresentados em uma perspectiva de terceira pessoa em um ambiente de mundo aberto, com foco em furtividade e parkour. Os títulos usam uma estrutura de missões para seguir a história principal, encarregando o jogador de concluir o assassinato de figuras públicas ou realizar uma missão secreta. Alternativamente, várias missões secundárias estão disponíveis, como mapear as cidades expansivas a partir de um ponto alto seguido pela execução de um "Salto de Fé" (Leap of Faith) em um monte de feno abaixo, coletar tesouros escondidos, explorar ruínas em busca de relíquias, construir uma Irmandade de Assassinos para realizar outras tarefas ou financiar a reconstrução de uma cidade por meio da compra e melhoria de lojas e de outros estabelecimentos. Em alguns momentos, o jogador assume o controle direto do personagem dos dias modernos que, devido ao uso do Animus, aprendeu técnicas de Assassino através do Efeito Sangria (Bleeding Effect), bem como a habilidade genética da Visão de Águia (Eagle Vision), que separa amigos, inimigos e alvos de assassinato ao iluminar as pessoas em cores diferentes.[19]

A jogabilidade utiliza o conceito de movimentos ativos versus passivos. Movimentos ativos, como correr, escalar as laterais de edifícios ou pular entre telhados, têm maior probabilidade de chamar a atenção dos guardas próximos. Quando os guardas ficam em estado de alerta, o jogador deve lutar contra eles ou quebrar seu campo de visão e localizar um esconderijo, como um monte de feno ou um poço, aguardando até que o alerta dos inimigos diminua. O sistema de combate permite o uso de uma série de armas, armaduras e movimentos únicos, incluindo o uso da icônica lâmina oculta (hidden blade), fixada em um bracelete preso ao pulso do Assassino e ejetada por um mecanismo de mola, que pode ser usada para realizar assassinatos furtivos.[20]

Enredo

O logotipo da fictícia Abstergo Industries, cujo slogan é "Nós mudamos o mundo. Todos os dias, de cem maneiras diferentes."

Premissa

Os jogos da franquia Assassin's Creed giram principalmente em torno da rivalidade e do conflito entre duas sociedades secretas antigas: a Ordem dos Assassinos, que representa a liberdade, e os Cavaleiros Templários, que representam a ordem. Versões dessas sociedades existem há séculos, com os Assassinos buscando impedir que os Templários obtenham o controle dos Pedaços do Éden (Pieces of Eden), artefatos capazes de anular o livre-arbítrio para controlar a mente das pessoas.[21]

Esses artefatos são vestígios de uma espécie antiga que antecedeu a humanidade, chamada de Isu (ou Precursores), que criou os humanos para viverem em paz ao seu lado. Os Isu garantiram que os humanos não pudessem se rebelar contra eles ao criarem os Pedaços do Éden para controlá-los. Quando os primeiros seres híbridos entre Isu e humanos surgiram, nomeados Adão e Eva, eles mostraram-se imunes aos efeitos dos Pedaços do Éden. Eles roubararam os artefatos, o que desencadeou uma grande guerra que terminou apenas quando uma enorme erupção solar devastou a superfície da Terra. Os Isu sobreviventes acabaram sendo extintos, enquanto a humanidade prosperou. Tudo o que restou dos Isu foram traços de suas memórias nas mitologias e religiões do mundo, enquanto os Pedaços do Éden se perderam no tempo, muitos deles escondidos em cofres subterrâneos conhecidos como Templos.[21]

Antes de sua ruína, três Isu — Minerva, Juno e Júpiter — tentaram preparar a humanidade para outra erupção solar que sabiam que ocorreria milênios depois. Usando um dispositivo chamado "O Olho" (The Eye), que lhes permitia ver futuros possíveis, Minerva e Júpiter deixaram mensagens para guiar a humanidade ao Grande Templo, que abrigava o dispositivo global de aurora boreal capaz de ativar um escudo protetor ao redor da Terra. No entanto, Juno via a humanidade como uma ameaça e tentou sabotar o plano de Minerva e Júpiter. Eles foram forçados a destruir Juno e prenderam sua consciência dentro do Grande Templo, sem saber que ela havia modificado o dispositivo global para libertar sua consciência assim que ele fosse ativado.[21]

A série em si se passa na era moderna, na qual os Templários estabeleceram a megacorporação Abstergo Industries. A Abstergo desenvolveu um dispositivo chamado Animus, cujos usuários podem reviver as memórias de seus ancestrais por meio de seu material genético. A corporação passou a sequestrar pessoas que são descendentes de Assassinos do passado para localizar Pedaços do Éden escondidos através do uso do Animus.[21]

Um usuário do Animus pode se mover em memórias simuladas como se fosse o seu ancestral, mas realizar ações fora dos limites do que o ancestral fez historicamente pode levar à dessincronização da memória.[17][18] O uso prolongado do Animus cria um "Efeito Sangria" (Bleeding Effect) que concede aos usuários algumas das habilidades e capacidades que vivenciaram com seu ancestral, mas também afeta seu bem-estar mental, à medida que o indivíduo começa a confundir as memórias do passado com as suas próprias.[22]

Arcos de história

Cronologia narrativa dos jogos Assassin's Creed[21]
Jogo Personagem histórico
Período/era
Personagem do presente
Assassin's Creed Altaïr Ibn-LaʼAhad
Terceira Cruzada
Desmond Miles
Assassin's Creed II Ezio Auditore da Firenze
Renascimento italiano
Assassin's Creed: Brotherhood
Assassin's Creed Revelations Ezio Auditore da Firenze
Guerra Civil Otomana
Altaïr Ibn-LaʼAhad
Invasão mongol do Levante
Assassin's Creed III Haytham Kenway
Guerra Franco-Indígena
Ratonhnhaké:ton / Connor
Revolução Americana
Assassin's Creed IV: Black Flag Edward Kenway
Era de Ouro da Pirataria
"Novato" / Pesquisador da Abstergo
Assassin's Creed Rogue Shay Patrick Cormac
Guerra Franco-Indígena
"Cabeça-oca" / Pesquisador do Helix
Assassin's Creed Unity Arno Dorian
Revolução Francesa
"O Iniciado" / Jogador do Helix
Assassin's Creed Syndicate Jacob e Evie Frye
Inglaterra Vitoriana
Lydia Frye
Primeira Guerra Mundial
Assassin's Creed Origins Bayek e Aya
Egito Ptolomaico
Layla Hassan
Assassin's Creed Odyssey Alexios / Kassandra
Guerra do Peloponeso
Assassin's Creed Valhalla Eivor Varinsdottir
Invasão viking da Inglaterra
Odin / Havi
Era Isu
Layla Hassan
Basim Ibn Ishaq
Assassin's Creed Mirage Basim Ibn Ishaq
Era de Ouro Islâmica
Assassin's Creed Shadows Fujibayashi Naoe e Yasuke
Período Sengoku

Os cinco primeiros jogos principais da série focam em Desmond Miles, um barman e ex-Assassino que descobre ser descendente de vários Assassinos importantes ao longo da história, incluindo Altaïr Ibn-LaʼAhad do Oriente Médio durante a Terceira Cruzada; Ezio Auditore da Firenze do Renascimento italiano; e Ratonhnhaké:ton (comumente conhecido como Connor), um Assassino meio-mohawk e meio-britânico atuante durante a Revolução Americana. Desmond é usado pela Abstergo para encontrar os Pedaços do Éden, mas é resgatado por Lucy Stillman, uma agente disfarçada dos Assassinos. Com a ajuda de dois outros Assassinos, Shaun Hastings e Rebecca Crane, e posteriormente de William Miles, pai de Desmond e líder dos Assassinos modernos, o grupo continua a explorar as memórias genéticas de Desmond na esperança de localizar os artefatos antes da corporação. No processo, eles descobrem sobre os Isu e entram em contato com Juno, que força Desmond a matar Lucy, revelada como uma agente dupla dos Templários. O grupo acaba encontrando o Grande Templo, e Desmond ativa o dispositivo global de aurora boreal a tempo de bloquear a erupção solar, custando sua própria vida.[21]

A partir de Assassin's Creed IV: Black Flag, a Abstergo refinou a tecnologia do Animus para permitir que qualquer pessoa pudesse vivenciar as memórias do material genético de outro indivíduo, permitindo aos Templários continuarem sua busca sob o pretexto de criar produtos de entretenimento. Em Black Flag, os jogadores assumem o papel de um funcionário anônimo da Abstergo encarregado de pesquisar as memórias de Edward Kenway, um pirata que se tornou Assassino e avô de Connor. Durante o trabalho, o jogador é chantageado por um colega, John Standish, para adquirir e entregar informações confidenciais sobre as atividades da empresa aos Assassinos. Mais tarde, revela-se que John é um Sábio (Sage), uma reencarnação humana do marido de Juno, Aita, que está tentando ressuscitá-la, embora ele seja morto pela Abstergo antes de obter sucesso.[21]

Na época de Assassin's Creed Unity, a Abstergo começou a distribuir a tecnologia do Animus por meio de um console de videogame chamado Helix, aproveitando uma extensa e desavisada base de jogadores para ajudá-los a localizar os restos mortais de vários Sábios como parte do Projeto Fênix, uma tentativa de recriar a estrutura genética dos Isu. O personagem do jogador é recrutado pelos Assassinos e encarregado de explorar as memórias de Arno Dorian, um Assassino durante a Revolução Francesa, para que os Assassinos contemporâneos possam recuperar o corpo de um Sábio e escondê-lo da corporação.[21] Apesar dos esforços da Irmandade, no início de Assassin's Creed Syndicate, a Abstergo já coletou amostras de DNA suficientes de outros Sábios para avançar com o Projeto Fênix. O personagem do jogador é novamente contatado pelos Assassinos e revive as memórias de Jacob e Evie Frye, Assassinos gêmeos da Inglaterra Vitoriana, para encontrar um Pedaço do Éden que a Abstergo necessita para a próxima fase de seu plano. Embora os Assassinos cheguem ao local antes, os Templários conseguem roubar o artefato e escapar, momento em que é revelado que Juno está manipulando vários funcionários da empresa para promover seus planos de ressurreição.[21][23]

Um novo enredo é introduzido em Assassin's Creed Origins, concentrando-se na pesquisadora da Abstergo, Layla Hassan. Durante uma missão para recuperar um artefato no Egito, Layla se depara com os restos mortais do medjai Bayek e de sua esposa Aya, co-fundadores dos Ocultos (Hidden Ones), os precursores dos Assassinos. Desobedecendo às ordens da Abstergo, Layla usa seu Animus pessoal para reviver as memórias do casal, fazendo com que os Templários a marquem para a morte. Ela é resgatada por William Miles, que a convida para se juntar aos Assassinos.[21] Em Assassin's Creed Odyssey, Layla recupera a Lança de Leônidas, um artefato Isu do qual ela extrai o DNA dos netos do rei espartano, Alexios e Kassandra. Através de suas memórias, Layla localiza o Cajado de Hermes Trismegisto, outro Pedaço do Éden, que é guardado por um dos irmãos (canonicamente Kassandra), ainda vivo por ser sustentado pelo artefato. Kassandra entrega o Cajado a Layla — a quem foi profetizado o destino de restaurar o equilíbrio do mundo — e logo depois falece.[21]

Em Assassin's Creed Valhalla, a Terra enfrenta mais um desastre, pois seu campo magnético tem se fortalecido continuamente desde a ativação do dispositivo de aurora boreal por Desmond oito anos antes. Layla exuma os restos mortais de Eivor Varinsdottir, uma viking do século IX, e de suas memórias ela descobre um templo Isu na Noruega. Ela viaja até lá e entra no "Cinza" (the Grey), um mundo virtual criado pelos Isu, onde encontra tanto o "Leitor" (que se insinua ser a consciência preservada de Desmond) quanto Basim Ibn Ishaq, um Oculto e reencarnação do Isu Loki, que havia sido aprisionado no Cinza por Eivor. Basim ajuda Layla a deter o desastre, mas a abandona na simulação e escapa de volta para o mundo real, onde se junta aos Assassinos modernos.[24] Em Assassin's Creed Mirage, a Irmandade usa uma amostra do DNA de Basim para reviver suas memórias de seu tempo como um Oculto durante a Era de Ouro Islâmica, a fim de aprender mais sobre sua natureza como um Isu renascido.

Histórico de lançamentos

A tabela a seguir lista os jogos principais e derivados (spin-offs) da franquia, juntamente com seus anos de lançamento e as respectivas plataformas em que foram disponibilizados:

Série principal
Título Lançamento Plataforma
Assassin's Creed 2007 Microsoft Windows, Xbox 360, PlayStation 3
Assassin's Creed II 2009 Windows, Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3, PlayStation 4, OS X, Nintendo Switch
Assassin's Creed: Brotherhood 2010 Windows, Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3, PlayStation 4, OS X, Nintendo Switch
Assassin's Creed Revelations 2011 Windows, Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3, PlayStation 4, Nintendo Switch
Assassin's Creed III 2012 Windows, Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3, PlayStation 4, Wii U, Nintendo Switch, Stadia
Assassin's Creed IV: Black Flag 2013 Windows, Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3, PlayStation 4, Wii U, Nintendo Switch, Stadia
Assassin's Creed Rogue 2014 Windows, Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3, PlayStation 4, Nintendo Switch, Stadia
Assassin's Creed Unity Windows, Xbox One, PlayStation 4, Stadia
Assassin's Creed Syndicate 2015 Windows, Xbox One, PlayStation 4, Stadia
Assassin's Creed Origins 2017 Windows, Xbox One, PlayStation 4, Stadia
Assassin's Creed Odyssey 2018 Windows, Xbox One, PlayStation 4, Stadia
Assassin's Creed Valhalla 2020 Windows, Xbox One, Xbox Series X/S, PlayStation 4, PlayStation 5, Stadia
Assassin's Creed Mirage 2023 Windows, Xbox One, Xbox Series X/S, PlayStation 4, PlayStation 5, iOS
Assassin's Creed Shadows 2025 Windows, Xbox Series X/S, PlayStation 5, macOS, Nintendo Switch 2
Derivados (Spin-offs)
Título Lançamento Plataforma
Assassin's Creed: Altaïr's Chronicles 2008 Android, Symbian, iOS, webOS, Windows Phone, Nintendo DS
Assassin's Creed: Bloodlines 2009 PlayStation Portable
Assassin's Creed II: Discovery iOS, Nintendo DS
Assassin's Creed: Project Legacy 2010 Navegador
Assassin's Creed: Multiplayer Rearmed 2011 iPad, iPhone, iPod Touch
Assassin's Creed: Recollection iPad, iPhone, iPod Touch
Assassin's Creed III: Liberation↑a 2012 Windows, Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3, PlayStation 4, PlayStation Vita, Nintendo Switch, Stadia
Assassin's Creed: Pirates 2013 Android, iOS
Assassin's Creed Freedom Cry↑b 2014 Windows, Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3, PlayStation 4, Nintendo Switch
Assassin's Creed: Memories iOS
Assassin's Creed Chronicles: China↑c 2015 Windows, Xbox One, PlayStation 4, PlayStation Vita↑d
Assassin's Creed Chronicles: India 2016 Windows, Xbox One, PlayStation 4, PlayStation Vita↑d
Assassin's Creed Chronicles: Russia Windows, Xbox One, PlayStation 4, PlayStation Vita↑d
Assassin's Creed Identity Android, iOS
Assassin's Creed Unity: Arno's Chronicles 2017 Android↑e
Assassin's Creed Rebellion 2018 Android, iOS
Assassin's Creed Nexus VR 2023 Meta Quest 2, Meta Quest 3, Meta Quest Pro[25]

↑a Lançado sob o título Assassin's Creed: Liberation HD para Windows, PlayStation 3 e Xbox 360 em 2014.
↑b Lançado originalmente como um DLC para todas as versões de Assassin's Creed IV: Black Flag em 2013.
↑c Anunciado originalmente como parte do passe de temporada (season pass) de Assassin's Creed Unity.
↑d Lançado como uma compilação intitulada Assassin's Creed Chronicles Trilogy Pack.
↑e Lançado exclusivamente para o smartphone Honor 9.[26]

Série principal

Assassin's Creed

Logotipo de Assassin's Creed

O primeiro jogo da série foi lançado em novembro de 2007 para PlayStation 3 e Xbox 360, e em abril de 2008 para Microsoft Windows. Ele apresenta uma recriação histórica da Terra Santa (principalmente as cidades de Masyaf, Jerusalém, Acre e Damasco) no final do século XII, e sua narrativa inclui figuras e eventos históricos reais do período. O enredo é dividido em duas partes: uma ambientada nos dias modernos, que acompanha Desmond Miles; e outra ambientada em 1191, que acompanha o ancestral de Desmond, Altaïr Ibn-LaʼAhad, membro da Ordem dos Assassinos durante a Terceira Cruzada. A história de Desmond começa com seu sequestro pela Abstergo Industries, cujo cientista-chefe, Dr. Warren Vidic, o força a explorar as memórias de Altaïr através de uma máquina chamada Animus, que lhe permite conectar-se ao DNA de seus ancestrais. Com isso, a Abstergo espera encontrar artefatos poderosos chamados de Pedaços do Éden, pelos quais os Assassinos e seus rivais, os Cavaleiros Templários, lutam há séculos. A história de Altaïr começa com seu rebaixamento após fracassar em uma tentativa dos Assassinos de recuperar um Pedaço do Éden, a Maçã do Éden, dos Templários. Para se redimir, Altaïr recebe a missão de assassinar nove alvos Templários espalhados pela Terra Santa.

Assassin's Creed introduziu elementos centrais que permaneceram no resto da série. Os jogadores podem explorar livremente o mundo aberto do jogo, fazendo uso das habilidades de parkour e escalada de Altaïr para navegar pelos ambientes. O título também apresenta um combate refinado de hack and slash, permitindo aos jogadores bloquear e contra-atacar, além de mecânicas de furtividade, como esconder-se em multidões, o que permite evitar a detecção por inimigos ou despistar perseguidores. Embora os jogadores possam escolher a ordem na qual matam seus alvos principais, o design das missões foi considerado linear e repetitivo porque era necessário concluir várias tarefas secundárias antes de cada assassinato. O pré-requisito de missões secundárias foi um dos aspectos mais criticados do jogo, e, por isso, foi abandonado nas edições futuras.

Assassin's Creed II

Logotipo de Assassin's Creed II

Assassin's Creed II é uma sequência direta do primeiro jogo, lançada em novembro de 2009 para PlayStation 3 e Xbox 360, em março de 2010 para Windows e em outubro de 2010 para OS X. A narrativa moderna acompanha novamente Desmond, que escapa da Abstergo (revelada no final do jogo anterior como uma fachada para os Templários modernos) com a ajuda da espiã Assassina Lucy Stillman e é levado ao esconderijo de sua equipe. Com a esperança de treinar Desmond como um Assassino, eles o colocam no Animus 2.0, onde ele começa a experimentar o Efeito Sangria; isso permite que Desmond adquira as habilidades de seus ancestrais, à custa do declínio de sua saúde mental, já que as memórias de seus antepassados começam a sobrepor-se lentamente às suas. A narrativa principal ocorre no auge do Renascimento italiano, no final do século XV, e acompanha o ancestral de Desmond, Ezio Auditore da Firenze, um jovem nobre de Florença forçado a se tornar um Assassino após seu pai e irmãos serem mortos por Templários. Durante sua jornada para vingar as mortes de sua família, Ezio faz aliados como Leonardo da Vinci e Caterina Sforza e combate inimigos como a família Pazzi e Rodrigo Bórgia. Ezio também entra em contato com a tecnologia deixada pela Primeira Civilização, uma raça que criou a humanidade e os Pedaços do Éden e foi dizimada por um evento catastrófico.

Semelhante ao primeiro jogo, Assassin's Creed II incorpora eventos históricos em sua narrativa e apresenta recriações de várias cidades do período em que é ambientado (neste caso, Florença, Veneza, Forlì, San Gimignano e Monteriggioni). As missões são divididas entre missões principais da história — organizadas em sequências de memória que refletem pontos na vida de Ezio — e missões secundárias que podem ser realizadas a qualquer momento; essa abordagem de estrutura de missões manteve-se consistente ao longo da série. A Villa Auditore em Monteriggioni, que serve como base de Ezio durante a maior parte do jogo, fornece diversas funções que podem ser expandidas pagando por melhorias em edifícios ao redor, ou comprando obras de arte, armas e armaduras para a villa; em troca, a propriedade gera renda para o jogador a uma taxa influenciada pelas melhorias e aquisições desses itens.

Assassin's Creed: Brotherhood

Logotipo de Assassin's Creed: Brotherhood

Assassin's Creed: Brotherhood é a sequência de Assassin's Creed II, lançada em novembro de 2010 para PlayStation 3 e Xbox 360, em março de 2011 para Windows e em maio de 2011 para OS X. O jogo começa imediatamente após os eventos de seu antecessor, no qual Desmond foi avisado por Minerva, um membro da Primeira Civilização, sobre uma erupção solar que atingiria a Terra e dizimaria a humanidade em alguns meses. Desmond e sua equipe viajam para Monteriggioni, onde estabelecem um novo esconderijo e usam o Animus para continuar explorando as memórias de Ezio em busca da sua Maçã do Éden, que eles acreditam ser a chave para impedir a erupção solar. A narrativa principal continua os eventos de Assassin's Creed II, com Ezio viajando para Roma, o centro do poder Templário na Itália, para restabelecer a Irmandade dos Assassinos e derrotar os Bórgia, que atacaram Monteriggioni e roubaram a Maçã do Éden.

Brotherhood compartilha muitos dos mesmos recursos do jogo anterior, embora ocorra principalmente em uma única cidade: Roma. Assim como na Villa Auditore, os jogadores podem comprar e melhorar lojas e outras instalações pela cidade para aumentar sua receita geral. No entanto, para ter acesso a essas instalações, primeiro é necessário destruir as torres dos Bórgia que controlam várias seções de Roma. A Irmandade dos Assassinos é introduzida, permitindo a Ezio resgatar civis de certos eventos, recrutá-los para a Irmandade e treiná-los como Assassinos; esses aprendizes podem então ser enviados em missões pela Europa para ganhar experiência ou serem chamados para ajudar o jogador diretamente durante o combate. Pela primeira vez na série, o jogo apresenta um modo multijogador online, no qual os jogadores assumem o papel de funcionários da Abstergo revivendo as memórias genéticas dos Templários renascentistas em vários modos de jogo.[27] Brotherhood foi o último título a contar com o criador de Assassin's Creed, Patrice Désilets, como diretor criativo da série.[28][29]

Assassin's Creed Revelations

Logotipo de Assassin's Creed Revelations

Assassin's Creed Revelations é a parte final da Trilogia de Ezio, lançada em novembro de 2011 para PlayStation 3, Xbox 360 e Windows. Seguindo os eventos de Brotherhood, no qual foi forçado por Juno a matar Lucy (que, sem o conhecimento dele, era uma agente dupla dos Templários), Desmond entrou em coma e foi colocado de volta no Animus para salvar sua mente. Dentro do núcleo computadorizado do dispositivo, Desmond encontra a consciência preservada da cobaia anterior da Abstergo, Clay Kaczmarek, que explica que a mente de Desmond deve atingir a sincronização total com Altaïr e Ezio, ou então ele cairá em um estado de demência. Desmond continua explorando as memórias de Ezio, que, alguns anos após os eventos de Brotherhood, viaja para Constantinopla em busca de cinco chaves necessárias para abrir uma biblioteca construída por Altaïr, a qual se diz conter o poder para encerrar o conflito entre Assassinos e Templários. Em Constantinopla, Ezio se vê envolvido em uma guerra de sucessão entre os filhos do sultão Bajazeto II, Selim e Ahmet, e deve confrontar uma conspiração arquitetada pelos Templários bizantinos, que estão aproveitando o caos para tentar retomar a cidade.

Originalmente, Revelations foi anunciado como Assassin's Creed: Lost Legacy, conceitualizado como um título para Nintendo 3DS focado na viagem de Ezio a Masyaf para explorar o legado de Altaïr e descobrir as origens da Irmandade dos Assassinos.[30] Em 15 de julho de 2011, foi anunciado que Lost Legacy havia sido cancelado, após a Ubisoft decidir expandir ainda mais a ideia, interromper o desenvolvimento para 3DS e transferir todas as funções de produção para o PlayStation 3, Xbox 360 e PC, lançando o jogo como uma edição principal completa. A premissa original permaneceu e evoluiu para o enredo visto no jogo final.[31] Foram incluídos muitos novos sistemas e armas adicionais, como a fabricação de bombas e um sistema expandido de recrutamento de Assassinos. O modo multijogador retornou em Revelations, com mais personagens, modos e mapas; os jogadores mais uma vez assumem o papel de Templários em treinamento e, à medida que sobem de nível e avançam nas fileiras, descobrem mais sobre a história da Abstergo.

Assassin's Creed III

Logotipo de Assassin's Creed III

Assassin's Creed III foi lançado em outubro de 2012 para PlayStation 3 e Xbox 360 e em novembro de 2012 para Wii U e Windows. Uma versão remasterizada do jogo com melhorias visuais foi lançada para Windows, PlayStation 4 e Xbox One em março de 2019, e para o Nintendo Switch em maio de 2019. Este é o último jogo da série a acompanhar Desmond, que viaja para o Grande Templo da Primeira Civilização em Nova Iorque em busca da tecnologia necessária para evitar a erupção solar que atingirá a Terra em breve. Descobrindo que precisa de uma chave para acessar as câmaras internas do Templo, Desmond usa o Animus para reviver as memórias de dois de seus ancestrais que possuíram a chave em vários momentos do tempo: Haytham Kenway, um Templário britânico do século XVIII que viaja para as colônias americanas para encontrar o Grande Templo; e Ratonhnhaké:ton (mais tarde conhecido como Connor), filho meio-mohawk de Haytham, que se torna um Assassino para se vingar dos Templários, os quais ele culpa pela destruição de sua vila e morte de sua mãe. Para esse fim, Connor acaba se envolvendo na Revolução Americana, ajudando a causa dos Patriotas enquanto entra em confronto com a facção de Templários de Haytham, que espera usar a Revolução para promover seus próprios objetivos.

Assassin's Creed III é estruturado de forma semelhante aos jogos anteriores, com missões ocorrendo em um mapa de mundo aberto baseado na Boston Colonial e na cidade de Nova Iorque. O jogo oferece uma grande área selvagem, a Fronteira (Frontier), e a Propriedade Davenport (Davenport Homestead), onde o jogador pode caçar animais por materiais, que posteriormente podem ser usados para fabricar produtos para comércio e venda pelas colônias. As batalhas navais também estreiam na série, nas quais o jogador deve conduzir um navio de guerra chamado Aquila em águas perigosas e realizar combates navais com canhões e armas montadas. O modo multijogador dos dois jogos anteriores retorna com novos modos de jogo, personagens e mapas inspirados na América Colonial, mas desta vez sem incluir elementos narrativos importantes.

Assassin's Creed IV: Black Flag

Logotipo de Assassin's Creed IV: Black Flag

Assassin's Creed IV: Black Flag foi lançado em outubro de 2013 para PlayStation 3, Xbox 360 e Wii U, e em novembro de 2013 para PlayStation 4, Xbox One e Windows. Após os eventos de Assassin's Creed III, cujo final revela que Desmond se sacrificou para salvar a Terra, a Abstergo recuperou amostras de seu corpo para continuar explorando as memórias de seus ancestrais. O personagem do jogador é um funcionário anônimo da Abstergo encarregado de analisar as memórias de Edward Kenway, um pirata do século XVIII e avô de Connor, ostensivamente para reunir material para um filme interativo alimentado pelo Animus; na realidade, a corporação está procurando pelo Observatório, uma estrutura da Primeira Civilização que permite ao usuário ver através dos olhos de um alvo para encontrá-lo em qualquer lugar do planeta. Como Edward, o jogador deve desvendar uma conspiração entre Templários de alto escalão para manipular os impérios britânico e espanhol a localizar o Sábio — mais tarde identificado como Bartholomew Roberts —, o único homem capaz de conduzi-los ao Observatório.

Black Flag mantém muitas mecânicas de jogabilidade de Assassin's Creed III, incluindo a exploração e o combate em navios. Pela primeira vez na série, a exploração naval é uma grande parte do jogo; os jogadores podem capitanear o navio de Edward, o Gralha (Jackdaw), e batalhar contra navios rivais ou caçar animais marinhos. O título inclui um grande mundo aberto que abrange as Índias Ocidentais, com jogadores podendo explorar as cidades de Havana, Nassau e Kingston, bem como inúmeras ilhas, fortes e navios naufragados. Um modo multijogador foi incluído mais uma vez, embora seja inteiramente baseado em terra.

Assassin's Creed Rogue

Logotipo de Assassin's Creed Rogue

Assassin's Creed Rogue é o último jogo da série a ser desenvolvido para a sétima geração de consoles, sendo lançado para PlayStation 3 e Xbox 360 em novembro de 2014,[32] e para Windows em março de 2015.[33] Uma versão remasterizada foi lançada para PlayStation 4 e Xbox One em março de 2018. Nos dias modernos, os jogadores assumem novamente o papel de um funcionário anônimo da Abstergo encarregado de pesquisar as memórias de Shay Patrick Cormac, um Assassino do século XVIII que desertou para os Templários por razões até então desconhecidas. Durante a investigação, o jogador tropeça acidentalmente em um arquivo de memória oculto que infecta os servidores do Animus. Eles devem concluir as memórias de Shay para limpar os servidores enquanto a Abstergo é colocada sob isolamento. A narrativa principal ocorre durante a Guerra dos Sete Anos,[32] e acompanha Shay, que começa como um talentoso, mas insubordinado, aprendiz de Assassino. Depois de testemunhar a hipocrisia da Irmandade e sua disposição de sacrificar civis em sua busca cega por Pedaços do Éden, Shay os trai e se junta aos Templários, ajudando seus novos aliados a caçar os membros de sua antiga Ordem para impedi-los de colocar mais vidas inocentes em perigo. A história de Shay se passa entre os eventos de Assassin's Creed IV: Black Flag e Assassin's Creed III, servindo para preencher as lacunas entre suas respectivas narrativas, além de apresentar "uma ligação crucial com a saga Kenway", segundo a Ubisoft, e também com Assassin's Creed Unity.[34] Vários personagens principais de Assassin's Creed III e Black Flag fazem aparições no jogo, como Haytham Kenway, Achilles Davenport e Adéwalé.[35]

Em março de 2014, revelou-se que um novo título com o codinome Comet estava em desenvolvimento para PS3 e Xbox 360, programado para ser lançado no final do ano ao lado de Unity.[36] No final do mesmo mês, relatórios adicionais indicaram que Comet seria ambientado na Nova Iorque de 1758 e apresentaria navegação no Oceano Atlântico. O jogo seria uma sequência direta de Black Flag e o primeiro a trazer um Templário como protagonista principal. Em maio de 2014, o CEO Yves Guillemot afirmou que, "no futuro próximo", os jogos da série continuariam a ser lançados na antiga geração do PS3 e Xbox 360, apesar da transição da franquia para a atual geração do PS4 e Xbox One com o título Unity.[37] Em 5 de agosto, a Ubisoft o anunciou oficialmente como Assassin's Creed Rogue. Embora reutilize muitos recursos de Black Flag, uma série de novos sistemas e armas foram incluídos, como um rifle de ar e combates navais refinados, e o aspecto multijogador foi removido.

Assassin's Creed Unity

Logotipo de Assassin's Creed Unity

Assassin's Creed Unity foi lançado simultaneamente a Rogue em novembro de 2014 para PlayStation 4, Xbox One e Windows,[38] e em dezembro de 2020 para Google Stadia. Nos dias modernos, o personagem do jogador é um usuário do Helix, um dispositivo de jogos alimentado pelo Animus produzido pela Abstergo, que espera usar sua base de jogadores desavisados para localizar mais Pedaços do Éden. Durante a jogatina, o usuário é contatado pelos Assassinos da era moderna e convidado a se juntar a eles como um "Iniciado" e ajudá-los a localizar o corpo de um Sábio do século XVIII. A história principal se passa em Paris durante a Revolução Francesa e acompanha o Assassino Arno Dorian em sua busca por redenção após a morte de seu pai adotivo, o que o leva a descobrir um conflito interno entre os Templários originado pela Revolução.[39]

Em 19 de março de 2014, vazaram imagens para o próximo título, com o codinome de Unity, mostrando um novo Assassino em Paris.[36] Em 21 de março, a Ubisoft confirmou a existência do jogo, que estava em desenvolvimento por mais de três anos, divulgando imagens pré-alfa.[40] O jogo apresenta recursos visuais aprimorados em relação aos seus antecessores e várias novas mecânicas de jogabilidade, incluindo um modo cooperativo para quatro jogadores, uma novidade na franquia.[41]


Assassin's Creed Syndicate

Logotipo de Assassin's Creed Syndicate

Assassin's Creed Syndicate foi lançado em outubro de 2015 para PlayStation 4 e Xbox One, em novembro de 2015 para Windows,[42] e em dezembro de 2020 para o Stadia. Nos dias modernos, os jogadores controlam o mesmo Iniciado de Assassin's Creed Unity, que desta vez deve ajudar os Assassinos a encontrar o Sudário do Éden escondido em Londres. A história principal se passa na Londres da Era Vitoriana e acompanha os irmãos Assassinos gêmeos Jacob e Evie Frye enquanto eles navegam pelos corredores do crime organizado para retomar a cidade do controle dos Templários e impedi-los de encontrar o Sudário. A narrativa também inclui segmentos ambientados na Londres devastada pela Primeira Guerra Mundial, que acompanham a neta de Jacob, Lydia Frye, enquanto ela batalha contra soldados alemães e espiões Templários e busca por um Sábio.

Em dezembro de 2014, vazaram imagens e informações de um novo jogo com o codinome Victory, que foi posteriormente confirmado pela Ubisoft.[43] Em maio de 2015, o portal Kotaku vazou que Victory havia sido renomeado para Syndicate.[44] Em 12 de maio de 2015, o jogo foi anunciado oficialmente.[45] O título mantém a maioria dos elementos de jogabilidade do seu antecessor, introduzindo novos sistemas de viagem, como as carruagens e o arpéu (grappling hook), além de mecânicas de combate refinadas. É o primeiro jogo da franquia a apresentar múltiplos protagonistas jogáveis, permitindo que o usuário alterne entre eles durante e fora das missões.

Assassin's Creed Origins

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Assassin's Creed Origins atua como um reinício (soft reboot) suave da franquia e foi lançado em outubro de 2017 para PlayStation 4, Xbox One e Windows,[46] e em dezembro de 2020 para Stadia. O jogo introduz uma nova protagonista nos dias modernos, Layla Hassan, e explora as origens da Irmandade e o início de seu conflito contra a Ordem dos Templários. A história se passa no Antigo Egito, próximo ao fim da dinastia ptolomaica, e acompanha um medjai chamado Bayek e sua esposa Aya, cuja luta para proteger seu povo da Ordem dos Anciões — precursores dos Templários — os leva a criar os Ocultos — precursores dos Assassinos. Ao contrário das edições anteriores, estruturadas como jogos de ação e aventura, Origins se define como um RPG de ação e traz muitos novos recursos, incluindo um sistema de combate refeito baseado em áreas de impacto (hitbox).

Em fevereiro de 2016, a Ubisoft havia anunciado que não lançaria um jogo naquele ano para dar "um passo atrás e [reexaminar] a franquia Assassin's Creed... [aproveitando o] ano para evoluir as mecânicas de jogo e garantir que entregaríamos a promessa de oferecer experiências de jogabilidade únicas e memoráveis".[47] Sobre essa decisão, Guillemot afirmou que "a Ubisoft começou a questionar a franquia anualizada com o lançamento de Assassin's Creed Unity" e pelo fato de Syndicate ter tido "um lançamento mais lento do que o esperado". Ele acrescentou que o tempo a mais daria às equipes a oportunidade de aproveitar novos motores gráficos e tecnologias.[48] O diretor de Black Flag, Ashraf Ismail, comentou em uma entrevista que a equipe estaria interessada em um jogo ambientado no Antigo Egito e reiterou que uma protagonista feminina não seria impossível para a série.[49] Em maio de 2017, o desenvolvimento foi confirmado; um mês depois, a ambientação ptolomaica foi oficialmente revelada.

Assassin's Creed Odyssey

Logotipo de Assassin's Creed Odyssey

Assassin's Creed Odyssey foi lançado em outubro de 2018 para PlayStation 4, Xbox One, Windows e Nintendo Switch,[50][51] e em novembro de 2019 para Stadia. A narrativa moderna continua os eventos de Origins, com Layla, após ser recrutada, procurando por Atlântida, que supostamente abriga um poderoso artefato: o Cajado de Hermes Trismegisto. A história principal se passa durante a Guerra do Peloponeso entre Atenas e Esparta, no auge da Grécia Clássica. Os jogadores escolhem entre dois protagonistas, os irmãos espartanos Alexios e Kassandra, e embarcam em uma jornada para descobrir mistérios envolvendo sua família e minar as forças de uma organização proto-Templária, o Culto do Kosmos, responsável por orquestrar a guerra.

Odyssey foi vazado em maio de 2018 através de uma imagem postada pelo site francês Jeuxvideo, e anunciado oficialmente na E3 2018. Semelhante a Origins, o jogo foca fortemente nos elementos de RPG e introduz opções de diálogo e missões ramificadas, o que pode resultar em finais diferentes. Odyssey também é o primeiro título desde Rogue a colocar um foco significativo na exploração e no combate naval, com o protagonista comandando um trirreme chamado Adrasteia.

Assassin's Creed Valhalla

Logotipo de Assassin's Creed Valhalla

Assassin's Creed Valhalla foi lançado em novembro de 2020 para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X/S, Windows e Stadia. O jogo conclui o arco de Layla, que deve encontrar um templo Isu na Noruega para restaurar a força do campo magnético da Terra, uma vez que o sacrifício de Desmond no passado apenas atrasou o apocalipse. A narrativa principal ocorre no final do século IX, durante as expansões vikings nas Ilhas Britânicas. O jogador controla um guerreiro personalizável chamado Eivor Varinsdottir, que acaba envolvido no conflito entre os Ocultos e a Ordem dos Anciões enquanto tenta estabelecer um novo clã na Inglaterra.

Valhalla foi anunciado oficialmente em abril de 2020. A Ubisoft Montreal liderou o desenvolvimento juntamente com catorze outros estúdios.[52] O título havia sido vazado anteriormente em abril de 2019 sob o codinome Kingdom.[53][54][55] Como seus antecessores, é um RPG focado no combate e exploração, trazendo de volta elementos ausentes em Origins e Odyssey, como a furtividade social e o assentamento personalizável.

Assassin's Creed Mirage

Logotipo de Assassin's Creed Mirage

Assassin's Creed Mirage foi lançado em outubro de 2023 para Windows, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S. Ambientado em Bagdá durante a Era de Ouro Islâmica — mais especificamente durante a chamada Anarquia em Samarra —, ele segue Basim Ibn Ishaq, um personagem de Valhalla, mostrando sua transição de ladrão de rua para um Oculto uma década antes dos eventos com Eivor. A filosofia de design consistiu em promover um retorno às raízes da franquia, valorizando o stealth, o parkour e os assassinatos em detrimento do estilo amplo de RPG dos jogos mais recentes.

No início de 2022, relatos apontavam que o projeto, de codinome Rift, estava em desenvolvimento como uma expansão para Valhalla.[56][57] O jogo foi confirmado em setembro de 2022[58] e totalmente anunciado no evento online Ubisoft Forward dias depois.[11] O lançamento inicialmente revelado foi ajustado posteriormente para 5 de outubro.[59]

Assassin's Creed Shadows

Logotipo de Assassin's Creed Shadows

Assassin's Creed Shadows foi lançado em março de 2025 para PlayStation 5, Windows, Xbox Series X/S e macOS. Situado no Japão no final do Período Sengoku, o jogo foca em dois protagonistas: Fujibayashi Naoe, uma kunoichi, e Yasuke, um samurai africano baseado na figura histórica de mesmo nome. Desenvolvido pela Ubisoft Quebec,[10] o título é um RPG de ação semelhante a Odyssey, com uma ênfase particular nas habilidades exclusivas de cada personagem.[60] É também o primeiro da série a integrar o chamado Animus Hub, anteriormente conhecido como projeto Infinity.[10][2]

O projeto foi originalmente revelado na Ubisoft Forward sob o nome provisório Codename Red,[12][61][62] com a promessa de permitir aos jogadores viverem uma intensa fantasia shinobi no Japão feudal.[10] O primeiro trailer cinematográfico lançou luz sobre o título oficial em 15 de maio de 2024.[12][61][62] Apesar de a data de lançamento inicial estar marcada para novembro de 2024, após alguns atrasos, ele chegou finalmente aos consoles em 20 de março de 2025.[63]

Derivados (Spin-offs)

Assassin's Creed III: Liberation

Logotipo de Assassin's Creed: Liberation

Assassin's Creed III: Liberation é um jogo derivado lançado para PlayStation Vita em outubro de 2012. A história corre paralelamente aos eventos de Assassin's Creed III e acompanha Aveline de Grandpré, uma crioula da Luisiana filha de um mercador francês com uma mãe africana.[64] Recrutada pela Irmandade, Aveline luta contra a escravidão em Nova Orleães e enfrenta os Templários que tramam o controle da Luisiana após o fim da Guerra dos Sete Anos. O título é inteiramente apresentado de forma metalinguística como um produto comercial desenvolvido no universo do jogo pela Abstergo Entertainment, contendo versões censuradas que mais tarde são reveladas ao jogador pelo grupo de hackers "Erudito".

Um título remasterizado chamado Assassin's Creed: Liberation HD foi lançado digitalmente em 2014.[65] Em março de 2019, foi incluído no pacote Assassin's Creed III Remastered e acabou por ter as vendas individuais retiradas das lojas digitais.

Assassin's Creed: Freedom Cry

Logotipo de Assassin's Creed: Freedom Cry

Originalmente, Assassin's Creed Freedom Cry foi comercializado como conteúdo extra (DLC) para Black Flag em 2013, e em 2014 recebeu versões independentes.[66] A história ocorre treze anos após o final de Black Flag e acompanha o Assassino (e antigo contramestre pirata) Adéwalé naufragando na colônia de São Domingos (atual Haiti). Adéwalé suspende temporariamente sua guerra contra os Templários para ajudar em uma rebelião de escravos fugitivos (maroons / quilombolas). O título permite ao jogador resgatar as vítimas de práticas escravocratas brutais para formar forças a favor da rebelião ou tripular seu navio.

Assassin's Creed Chronicles

Logotipo de Assassin's Creed Chronicles

Assassin's Creed Chronicles é uma sub-série de três jogos de ação e furtividade com perspetiva 2.5D lançada entre 2015 e 2016. A trilogia apresenta três Assassinos lutando por causas de reconstrução, busca ou fuga contra seus adversários históricos.[67]

  • A primeira parte, Assassin's Creed Chronicles: China, acompanha Shao Jun entre 1526 e 1532, à medida que combate os Oito Tigres, grupo de Templários da China Imperial, para reconstruir a Irmandade.
  • O segundo, Assassin's Creed Chronicles: India, ocorre na Índia britânica em 1841 e foca em Arbaaz Mir, pego em uma teia política entre o Império Sique e a Companhia das Índias Orientais enquanto tenta recuperar o Koh-i-Noor.[68]
  • O encerramento, Assassin's Creed Chronicles: Russia, ambienta-se logo após a Revolução de Outubro em 1918, na Rússia Soviética, unindo as publicações da franquia através da jornada do veterano Nikolai Orelov que busca salvar a Grã-Duquesa Anastácia e artefatos de controle Precursor.[69]

Assassin's Creed Nexus VR

Logotipo de Assassin's Creed Nexus VR

Assassin's Creed Nexus VR é um jogo em realidade virtual lançado pela Red Storm Entertainment para o Meta Quest 2 em 16 de novembro de 2023. Atuando como um hacker se infiltrando na Abstergo, o jogador vivencia as memórias de três célebres protagonistas da franquia — Ezio, Kassandra e Connor — para sabotar um projeto dos Templários chamado Nexus Eye.[70]

Jogos para portáteis e dispositivos móveis

Assassin's Creed: Altaïr's Chronicles

Lançado inicialmente em 2008, o derivado mobile atua como uma prequela do primeiro título de 2007, desenrolando-se no ano de 1190. Altaïr é encarregado de buscar o Cálice que traria paz à sua nação devastada por batalhas.

Assassin's Creed: Bloodlines

Bloodlines atua como um epílogo para o clássico original, seguindo o Assassino Altaïr enquanto ele liberta a nação de Chipre do último resquício templário. Foi lançado ao lado de AC II em 2009.

Assassin's Creed II: Discovery

Jogo derivado focado em estilo 2.5D side-scrolling (movimento lateral) ocorrendo paralelamente ao arco da busca do Éden por Ezio, desta vez na Espanha, durante os eventos envolvendo a poderosa Inquisição espanhola.

Assassin's Creed Unity: Arno's Chronicles

Uma adaptação da história de Arno lançada com o mesmo esquema de plataforma e estilo que a série Chronicles. Foi liberada comercialmente nos dispositivos móveis Huawei Honor 9.

Assassin's Creed Rebellion

Sendo um formato free-to-play tático e de gestão para plataformas iOS e Android lançado em 2018, Rebellion une dezenas de personagens através de um estilo artístico focado no visual chibi, todos batalhando contra forças Templárias na Inquisição espanhola sob o comando original de Aguilar de Nerha.

Jogos cancelados e extintos

Assassin's Creed: Project Legacy

Uma aplicação para a rede social Facebook com foco narrativo através de texto para suportar o aprofundamento do universo em prol de Brotherhood. Retirada do ar pela plataforma em meados de 2013.

Assassin's Creed: Multiplayer Rearmed

Lançamento para o antigo iOS voltado ao multijogador em que o usuário procurava assassinar um alvo real enquanto sobrevivia a um caçador, mantendo dinâmicas micro-monetárias e de rede como conexões via Bluetooth.

Assassin's Creed: Recollection

Tratou-se de um lançamento em formato de tabuleiro político e gestão para os primeiros dispositivos iPad e iPhone, possuindo mais de 280 lembranças ilustradas batalhadas frente a frente.

Assassin's Creed: Utopia

Delineado originalmente como um prelúdio e promotor ao mundo colonial de Assassin's Creed III, ele colocaria o jogador como arquiteto da época construindo cidades. A proposta não sobreviveu ao desenvolvimento inicial em conjunto da GREE e foi cancelada.

Assassin's Creed: Initiates

Uma tentativa da empresa de unificar o progresso comunitário e criar fóruns de discussão sobre teorias da história de fundo da franquia, contendo dossiês e dados codificados que foram mantidos vivos de 2012 a 2015.[71]

Assassin's Creed: Pirates

Jogo para celulares com total e único direcionamento para batalhas de navios contra navios em mares caribenhos. Apresentava belos efeitos meteorológicos renderizados que modificavam táticas do comandante Alonso Batilla.[72] Ele não se encontra mais nas lojas virtuais desde 2017.

Assassin's Creed: Memories

Jogo tático focado na compilação de cartas com cenários multijogador que encerrou seus servidores sete meses após seu lançamento oficial em agosto de 2014.

Assassin's Creed Identity

Logotipo de Assassin's Creed Identity

Assassin's Creed Identity foi um jogo com foco no combate de RPG em terceira pessoa para as lojas da Apple e do Google em 2016. Um feito relevante na mídia, que trazia áreas completamente geradas em terceira dimensão para missões de assassinato personalizadas pelo usuário em plena Itália Renascentista.[73] A vida útil do jogo durou até outubro de 2021, quando se tornou inoperável.

Project Scarlet

Um jogo sem título, conhecido apenas pelo codinome Project Scarlet, iniciou seu desenvolvimento por volta de 2024. Seria ambientado durante a Guerra Civil Americana e estrelado por um escravo negro foragido, recrutado pelos Assassinos, que confrontaria grupos racistas como a Ku Klux Klan. A Ubisoft cancelou o título diante das reações contrárias e polêmicas que o jogo Assassin's Creed Shadows e Yasuke geraram e do tenso clima político nos EUA ao longo de 2024.[74][75]

Coleções e compilações de relançamento

  • Assassin's Creed: Ezio Trilogy: Compilação de Assassin's Creed II, Brotherhood e Revelations lançada na época original para PS3 e Xbox 360.[76]
  • Assassin's Creed: Heritage Collection: Pacote contendo os primeiros cinco jogos principais: AC1, AC2, Brotherhood, Revelations e AC3. Lançada na Europa em novembro de 2013.[77]
  • Assassin's Creed: The Americas Collection (Título americano) / Assassin's Creed: Birth of a New World – The American Saga (Título europeu): Foca nas sagas transatlânticas incluindo Assassin's Creed III, Liberation HD e Black Flag. Lançado em outubro de 2014.
  • Assassin's Creed: The Ezio Collection: Uma remasterização completa conduzida pela Virtuos dos jogos protagonizados por Ezio para o PS4 e Xbox One. O pacote aprimorou a iluminação e inseriu todos os complementos com os curtas Embers e Lineage. Mais tarde foi portado para o Switch.
  • Assassin's Creed: The Rebel Collection: Reunião de Assassin's Creed IV: Black Flag e Assassin's Creed Rogue (remasterizado) com todos os DLCs, lançado para o Nintendo Switch em 2019.

Jogos futuros

Questionado sobre o futuro da série em 2009, Sébastien Puel, da Ubisoft, afirmou: "poderíamos fazer 35 desses [jogos Assassin's Creed]",[78] enquanto Laurent Detoc disse mais tarde que "esperamos alcançar o Assassin's Creed 10."[79]

Em novembro de 2011, uma pesquisa da Ubisoft foi enviada aos participantes, perguntando quais locais e épocas eles gostariam de ver nos "próximos jogos de Assassin's Creed". Essas ambientações eram a China Medieval, a Inglaterra Vitoriana, o Antigo Egito, a colonização portuguesa e espanhola das Américas, a Revolução Americana, a Revolução Russa, o Japão Feudal e a Roma Antiga.[80] Alex Hutchinson, na época diretor criativo de Assassin's Creed III, chegou a afirmar que as sugestões mais solicitadas na ocasião (Segunda Guerra Mundial, Japão Feudal e Antigo Egito) eram "as três piores ambientações para um jogo de Assassin's Creed".[81] O tempo passou e muitos destes períodos (Inglaterra Vitoriana, Revolução Americana, China, Rússia, Egito e, por fim, Japão Feudal) foram devidamente utilizados em títulos oficiais.

Em 28 de junho de 2024, Yves Guillemot confirmou o desenvolvimento futuro de relançamentos/remakes de vários títulos mais antigos de Assassin's Creed, visando "revisitar e modernizar alguns dos jogos que criamos no passado."[82]

Assassin's Creed Jade

Assassin's Creed Jade é um título em desenvolvimento para Android e iOS. Situado na China Antiga durante a dinastia Qin no século III a.C., o jogo permitirá que os usuários criem seu próprio personagem personalizado e apresentará um estilo de jogabilidade semelhante aos lançamentos principais dos consoles e PC.[83] Originalmente chamado sob o codinome de Project Jade, foi testado em modo beta ao longo de 2023.

Assassin's Creed: Codename Hexe

Assassin's Creed: Codename Hexe foi anunciado como o próximo grande título após Shadows, e o desenvolvimento é liderado por Clint Hocking na Ubisoft Montreal.[13] De acordo com a Bloomberg News, o título terá a Europa Central do século XVI como pano de fundo — no auge do Sacro Império Romano-Germânico — e se aprofundará no período de medos paranormais e focado na caça às bruxas.[84]

Animus Hub

O Animus Hub é um recurso que fez sua estreia em Assassin's Creed Shadows, com o objetivo de conectar múltiplos títulos da franquia Assassin's Creed. Inicialmente anunciado como um inicializador (launcher) autônomo sob o nome de Assassin's Creed Infinity,[85] a Ubisoft revelou mais detalhes sobre o Animus Hub em janeiro de 2025, antes do lançamento de Shadows, incluindo o fato de que seria um componente presente em todos os próximos jogos de Assassin's Creed, destinado a ajudar a imergir os jogadores no universo fictício da série. A partir do Animus Hub, os jogadores podem iniciar todos os jogos da franquia instalados em seus sistemas, concluir "Projetos" (Projects) para ganhar recompensas dentro do jogo e acessar um extenso banco de dados chamado "O Cofre" (the Vault), que também contém elementos relacionados à narrativa abrangente dos dias modernos. No lançamento, os únicos jogos a serem incluídos no Animus Hub foram Origins, Odyssey, Valhalla, Mirage e Shadows, com mais títulos previstos para serem adicionados com o tempo.[2]

O Animus Hub foi anunciado pela primeira vez como um novo título de jogo live-service sob o codinome Assassin's Creed Infinity em abril de 2021. Após mais uma rodada de alegações de má conduta sexual e investigações internas em toda a Ubisoft entre 2020 e 2021, que resultaram na saída de muitos executivos de alto escalão e na redução de pessoal em seus estúdios, a empresa optou por fundir as operações de Montreal e Quebec sob um único corpo administrativo, com a divisão de Quebec assumindo a liderança da série Assassin's Creed. Isso levou a uma colaboração para desenvolver o "jogo mais ambicioso" da franquia até então: Assassin's Creed Infinity.[85] O projeto Infinity foi inicialmente concebido para ser semelhante a Fortnite e Grand Theft Auto Online, atuando mais como um serviço do que como um jogo tradicional, com a intenção de ser um ponto de entrada para futuros títulos de Assassin's Creed para os jogadores, além de simplificar o desenvolvimento desses jogos entre os estúdios da Ubisoft.[86][85][87]

Marc-Alexis Côté, da Ubisoft Quebec, foi anunciado como o produtor executivo de Infinity.[88] De acordo com Côté, o projeto seria usado para apresentar a ambientação dos dias modernos dos jogos Assassin's Creed envolvendo o Animus, enquanto cada título se concentraria em sua respectiva ambientação histórica.[89] Clint Hocking e Jonathan Dumont atuam como diretores criativos, liderando as divisões de Montreal e Quebec, respectivamente.[88] Étienne Allonier e Julien Laferrière, ambos de Montreal, ocupam os cargos de diretor de marca e produtor sênior, respectivamente.[88] Em setembro de 2022, mais detalhes sobre Assassin's Creed Infinity foram revelados, incluindo o fato de que os dois primeiros jogos a serem integrados no projeto seriam o então futuro Assassin's Creed: Codename Red (posteriormente renomeado para Assassin's Creed Shadows)[10] e Assassin's Creed: Codename Hexe.[13] Em janeiro de 2025, a Ubisoft anunciou oficialmente a mudança de nome de Infinity para Animus Hub, confirmando que ele não seria mais um título independente, mas sim um recurso presente em todos os próximos lançamentos da série.[2]

Outras mídias

Televisão

Em novembro de 2016, foi anunciado que a Ubisoft e a Netflix haviam iniciado negociações sobre o desenvolvimento de uma série de Assassin's Creed.[90] Em julho de 2017, Adi Shankar revelou que criaria a série, que seria no formato de anime.[91] A animação, que contará com uma história original de Shankar, compartilhará o mesmo universo que as outras mídias da franquia.[92] Em outubro de 2020, a Netflix e a Ubisoft anunciaram que firmaram um acordo para desenvolver uma série em live-action, bem como séries animadas e em estilo anime.[93][94]

A primeira série em live-action seria produzida pela Ubisoft Film & Television para o serviço de streaming, com Jason Altman e Danielle Kreinik como produtores executivos[93][94] e Jeb Stuart como roteirista.[94] Em janeiro de 2023, o portal Collider relatou que Stuart não estava mais envolvido no projeto.[95] Até julho de 2025, a Netflix e a Ubisoft anunciaram que Roberto Patino e David Wiener produziriam a série.[96] Entre novembro e dezembro de 2025, Toby Wallace, Lola Petticrew, Zachary Hart e Laura Marcus foram escalados para o elenco regular. Johan Renck foi contratado para dirigir os episódios.[97] Em janeiro de 2026, Tanzyn Crawford juntou-se à produção.[98] A expectativa é que as gravações da série comecem em 2026 na Itália, local que, segundo o portal Deadline, servirá de cenário para a trama.[99][100][101][102]

Elementos de Assassin's Creed aparecem como parte da série animada de 2023, Captain Laserhawk: A Blood Dragon Remix, produzida pela Ubisoft Film & Television para a Netflix. Um dos protagonistas, o sapo antropomórfico Bullfrog, é retratado como um membro da Ordem dos Assassinos, enquanto a megacorporação antagonista Eden é dita ser descendente da Ordem dos Templários.[103]

Filmes

Lançamento nos cinemas

Um filme em live-action, intitulado Assassin's Creed, ambientado no mesmo universo que os jogos eletrônicos e outras mídias,[104] foi lançado em 21 de dezembro de 2016.[105] O desenvolvimento do longa começou em outubro de 2011, quando a Sony Pictures entrou em negociações finais com a Ubisoft Motion Pictures para produzi-lo.[106] Em julho de 2012, foi anunciado que Michael Fassbender estrelaria e co-produziria o filme.[107] Seu papel foi revelado em agosto de 2015 como Callum Lynch, cujo ancestral, Aguilar, é um Assassino na Espanha do século XV.[108] Em outubro de 2012, a Ubisoft revelou que o projeto não seria mais produzido pela Sony Pictures, sendo co-produzido pela New Regency e distribuído pela 20th Century Fox.[109] Em janeiro de 2013, Michael Lesslie foi contratado para roteirizar o filme,[110] com Scott Frank, Adam Cooper e Bill Collage encarregados de reescrever algumas partes do texto.[111][112] No final de abril de 2014, Justin Kurzel estava em negociações para a direção.[113] A fotografia principal começou em 31 de agosto de 2015,[108][114][115] e terminou em 15 de janeiro de 2016.[116] A obra foi mal recebida pelos críticos e teve um péssimo desempenho nos cinemas, perdendo cerca de US$ 75 a 100 milhões e tornando-se um dos maiores fracassos de bilheteria de 2016.[117][118][119]

Curta-metragem em live-action

Assassin's Creed: Lineage é um filme de 36 minutos criado para promover Assassin's Creed II.[120] A produção, lançada em três partes no YouTube ao longo de 2009, representou o primeiro passo da Ubisoft na indústria cinematográfica.[121] Lineage serve como uma prequela para Assassin's Creed II, explorando a vida do pai de Ezio, Giovanni Auditore, e sua carreira como Assassino na Itália do século XV. Após o misterioso assassinato do Duque de Milão, Galeácio Maria Sforza, em 1476, Giovanni parte em busca dos responsáveis, o que o leva a descobrir uma conspiração muito maior orquestrada pelos Templários e seu Grão-Mestre, Rodrigo Bórgia.[122]

Curtas-metragens de animação

Originalmente chamado de Secret Project Number Three (Projeto Secreto Número Três),[123] Assassin's Creed: Ascendance é um curta animado da UbiWorkshop e da Ubisoft Montreal, que preenche a lacuna temporal entre Assassin's Creed II e Assassin's Creed: Brotherhood.[124] A obra gira em torno do passado de César Bórgia e de sua ascensão ao poder na Itália.

Assassin's Creed: Embers é um filme de animação com 21 minutos de duração incluído nas edições *Signature* e *Collector's* de Assassin's Creed Revelations; ele foi posteriormente relançado na PlayStation Store em abril de 2015. A trama atua como um epílogo para a história de Ezio, retratando seus últimos dias de vida após se aposentar da Irmandade e formar uma família. Quando uma misteriosa Assassina chinesa chamada Shao Jun chega em busca de sua ajuda e orientação, Ezio se vê forçado a lutar para proteger seus entes queridos uma última vez.

Publicações impressas

A franquia possui uma extensa coleção de publicações impressas escritas por vários autores, incluindo Christie Golden, Oliver Bowden, Gordon Doherty e Matthew J. Kirby. Ambientadas no mesmo universo fictício dos jogos eletrônicos, o catálogo engloba coleções variadas como romances, histórias em quadrinhos e enciclopédias. A editora britânica Penguin Books foi a principal responsável pela maioria das publicações até 2020.[125][126]

Audiodrama

Assassin's Creed Gold é um audiodrama da Audible criado por Anthony del Col e lançado em 27 de fevereiro de 2020. O drama sonoro de quatro horas de duração acompanha uma jogadora de cartas e vigarista chamada Aliyah Khan (Tamara Lawrence), recrutada por Gavin Banks (John Chancer) para reviver as memórias de seu ancestral Omar Khaled (Riz Ahmed), um Assassino na Inglaterra do século XVII. A produção também conta com as vozes de Anthony Head como o cientista Isaac Newton e Danny Wallace, que reprisa seu papel na série como Shaun Hastings.[127]

Jogos de tabuleiro

Um jogo de tabuleiro, Assassin's Creed: Arena, foi lançado em 26 de fevereiro de 2014.[128] Inspirado em Assassin's Creed Revelations, ele inclui muitos personagens do jogo base, como Shahkulu, Anacletos, Odai Dunqas e Oksana Razin, assim como figuras originais.[129]

Em 17 de setembro de 2018, a Triton Noir anunciou um novo jogo de tabuleiro chamado Assassin's Creed: Brotherhood of Venice.[130] Situado em 1509, entre os eventos de Assassin's Creed: Brotherhood e Revelations, ele integra personagens clássicos como Ezio Auditore da Firenze, Leonardo da Vinci e Lucrécia Bórgia, além de rostos inéditos como Alessandra d'Avanzago.[131] Desenvolvido por Thibaud de la Touanne,[132] o jogo estima render mais de 20 horas de partida.[133] O lançamento original estava previsto para novembro de 2018,[134] mas acabou sendo adiado para agosto de 2021.[135] Em março de 2023, foi anunciada uma expansão intitulada Assassin's Creed: Brotherhood of Venice – Apocalypse, ambientada nas selvas do Império Quemer (atual Camboja) durante o século XVI.[136]

Concertos

Assassin's Creed Symphony foi uma turnê pela América do Norte e Europa focada em arranjos dos compositores que trabalharam nas trilhas sonoras de cada jogo da franquia, como Jesper Kyd, Lorne Balfe, Brian Tyler, Austin Wintory, Sarah Schachner, Winifred Phillips, Elitsa Alexandrova, Chris Tilton, Ryan Amon e The Flight.[137] Programada para começar no verão norte-americano de 2019,[138] esperava-se que a turnê trouxesse personagens holográficos da série aos palcos.[139] A agenda de shows de 2019–2020 acabou cancelada devido à Pandemia de COVID-19.[140][141][142]

Posteriormente, o espetáculo Assassin's Creed Symphonic Adventure, desenvolvido pela produtora *Overlook Events*, foi apresentado em uma estreia mundial na cidade de Paris, em 29 de outubro de 2022, no cinema Le Grand Rex. A noite de estreia serviu para celebrar o 15º aniversário da franquia de jogos. Uma turnê internacional começou de fato em 2023. O concerto consiste em uma apresentação de duas horas com uma orquestra sinfônica completa, apresentando também um coro e a participação de solistas.[143]

Recepção

Pontuações globais
Jogo Metacritic
Assassin's Creed (PC) 79[144]
(PS3) 81[145]
(X360) 81[146]
Assassin's Creed: Altaïr's Chronicles (NDS) 58[147]
Assassin's Creed: Bloodlines (PSP) 63[148]
Assassin's Creed II (PC) 86[149]
(PS3) 91[150]
(X360) 90[151]
Assassin's Creed II: Discovery (NDS) 69[152]
Assassin's Creed: Brotherhood (PC) 88[153]
(PS3) 90[154]
(X360) 89[155]
Assassin's Creed Rearmed (iOS) 60[156]
Assassin's Creed Revelations (PC) 80[157]
(PS3) 80[158]
(X360) 80[159]
Assassin's Creed Recollection (iOS) 75[160]
Assassin's Creed III (PC) 80[161]
(PS3) 85[162]
(WIIU) 85[163]
(X360) 84[164]
Assassin's Creed III: Liberation (PC) 66[165]
(PS3) 64[166]
(Vita) 70[167]
(X360) 62[168]
Assassin's Creed IV: Black Flag (PC) 84[169]
(PS3) 88[170]
(PS4) 83[171]
(WIIU) 86[172]
(X360) 86[173]
Assassin's Creed: Pirates (iOS) 67[174]
Assassin's Creed Memories (iOS) 48[175]
Assassin's Creed Rogue (PC) 74[176]
(PS3) 72[177]
(X360) 72[178]
Assassin's Creed Identity (iOS) 69[179]
Assassin's Creed Unity (PC) 70[180]
(PS4) 70[181]
(XONE) 72[182]
Assassin's Creed Syndicate (PC) 74[183]
(PS4) 76[184]
(XONE) 78[185]
Assassin's Creed Chronicles (Vita) 70[186]
Assassin's Creed Origins (PC) 84[187]
(PS4) 81[188]
(XONE) 85[189]
Assassin's Creed Odyssey (PC) 86[190]
(PS4) 83[191]
(XONE) 87[192]
Assassin's Creed Valhalla (PC) 85[193]
(PS4) 81[194]
(XONE) 82[195]
(XSX) 85[196]
Assassin's Creed Mirage (PC) 77/100[197]
(PS5) 77/100[198]
(XSX) 78/100[199]
Assassin's Creed Shadows (PC) 78/100[200]
(PS5) 81/100[201]
(XSX) 85/100[202]

A série Assassin's Creed recebeu críticas principalmente positivas, com a revista Blast Magazine chamando-a de "a série de destaque na [sétima geração] de consoles".[203] Ela tem sido elogiada por seu design de jogo ambicioso, visuais e narrativas, mas criticada por seus problemas técnicos e pelos lançamentos anuais de quase todos os títulos da franquia;[204][205][206] a mudança de foco da série, que começou em Origins,[207] em direção à priorização de mecânicas de RPG de ação em detrimento da furtividade (stealth) em vários jogos também foi considerada polarizadora entre a crítica e o público.[208][209][210]

Até setembro de 2019, a série já havia vendido mais de 140 milhões de cópias, com mais de 95 milhões de jogadores, tornando-se a franquia mais vendida da Ubisoft e uma das franquias de jogos eletrônicos mais comercializadas de todos os tempos.[211][212][213] Em setembro de 2022, as vendas totais da série atingiram a incrível marca de 200 milhões de cópias.[214] A franquia supostamente gerou cerca de €4 bilhões (euros) apenas na década que antecedeu o ano de 2024.[215]

Impacto cultural

Elementos de Assassin's Creed foram introduzidos como conteúdo em outros jogos da Ubisoft e em títulos de terceiros. As versões para macOS e Microsoft Windows de Team Fortress 2 (2007) apresentam dois itens cosméticos para a classe Spy que foram adicionados para promover Assassin's Creed: Revelations; o primeiro é a icônica Lâmina Oculta (Hidden Blade) da série, enquanto o segundo é um capuz baseado no que Ezio usa no jogo.[216] Sackboy, o personagem jogável de LittleBigPlanet e LittleBigPlanet 2, pode ser equipado com uma skin semelhante ao traje de Ezio.[217] Em Prince of Persia (2008), o traje de Altaïr pode ser desbloqueado com um código obtido na pré-venda do jogo.[218] Em Prince of Persia: The Forgotten Sands (2010), há um traje semelhante às vestes de Ezio em Assassin's Creed II, que pode ser desbloqueado através do Uplay.[219]Final Fantasy XIII-2 (2011) inclui uma roupa baseada no traje de Ezio em Assassin's Creed: Revelations, adicionada como uma opção cosmética via conteúdo para download.[220]

Em Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots (2008), o traje de Altaïr é uma opção cosmética desbloqueável para Solid Snake; originalmente, ele havia sido anunciado como uma piada de Dia da Mentira pelo diretor do jogo, Hideo Kojima.[221] Kojima mais tarde retribuiu o favor permitindo que a Ubisoft incluísse um traje de Raiden em Assassin's Creed: Brotherhood.[222] Em Metal Gear Solid: Peace Walker (2010), o jogador pode pular de um telhado em um fardo de feno — ação que inclui o efeito sonoro de águia usado nos jogos da série Assassin's Creed — e usá-lo para atrair e subjugar inimigos. A Ordem dos Assassinos também é referenciada por um personagem.[223] No jogo de Wii de 2009, Academy of Champions: Soccer, Altaïr aparece como um personagem jogável junto com outras figuras da Ubisoft.[224] No jogo Soulcalibur V de 2012, Ezio aparece como um lutador jogável e ganha destaque na arte da capa.[225] Em julho de 2022, tanto Ezio quanto Eivor foram adicionados como lutadores jogáveis em Brawlhalla (2017).[226]

Assassin's Creed IV: Black Flag (2013) apresenta o personagem Olivier Garneau, o CEO da empresa de jogos eletrônicos Abstergo Entertainment, que ajuda a Ubisoft a desenvolver os títulos de Assassin's Creed dentro do universo fictício da franquia. Durante os eventos do jogo, Garneau viaja para Chicago, o cenário do jogo Watch Dogs (2014), também da Ubisoft. Neste último título, Garneau é alvo de uma missão secundária na qual o protagonista jogável Aiden Pearce o salva de ser sequestrado; fica implícito que a tentativa de sequestro foi obra da Irmandade dos Assassinos. Além disso, dois personagens do jogo são vistos jogando Assassin's Creed II. A Ubisoft descreveu essas aparições como pequenos easter eggs e nunca confirmou nem negou uma continuidade compartilhada entre as duas franquias.[227] No entanto, Assassin's Creed Origins (2017) menciona as notícias sobre o incidente de Garneau em Chicago, acompanhado de uma foto de Aiden Pearce assassinando Garneau.[228]

Em conteúdos para download (DLC), a Ubisoft colaborou com a Square Enix para realizar um evento de crossover temporário com o tema da franquia em Final Fantasy XV (2016) nos consoles, sob o título Assassin's Festival, que ocorreu de 31 de agosto de 2017 a 31 de janeiro de 2018. O DLC apresentou elementos de jogabilidade da série Assassin's Creed, novas missões, minijogos e itens exclusivos temáticos.[229] Em janeiro de 2020, a Nintendo lançou um traje de Mii Fighter baseado em Altaïr como conteúdo adicional no jogo de luta de crossover Super Smash Bros. Ultimate (2018).[230]

Em agosto de 2021, a Ubisoft lançou uma atualização gratuita para o seu jogo de 2020, Watch Dogs: Legion, que contava com um crossover não canônico com a série Assassin's Creed. A atualização introduziu um conteúdo de história opcional, onde a DedSec cruza o caminho e ajuda Darcy Clarkson, uma membra da Irmandade dos Assassinos dos dias modernos e descendente de Jacob e Evie Frye. Darcy também é incluída como uma personagem jogável e possui um estilo de jogo único com o tema de Assassino.[231]

A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Verão de 2024 contou com um portador da tocha mascarado vestindo um traje com capuz e realizando parkour pelos telhados de Paris. Isso gerou muitas comparações com os personagens principais da série Assassin's Creed, especialmente Arno Dorian, o protagonista de Assassin's Creed Unity (2014), que também é ambientado na capital francesa.[232] Essa semelhança foi reconhecida — e sugerida como intencional — pela Ubisoft em uma resposta a um tweet da conta oficial das Olimpíadas no X (antigo Twitter) publicado durante a cerimônia de abertura.[233]

Uma atualização para o jogo Astro Bot (2024) adicionou um robô de cameo baseado em Ezio Auditore e um cenário no formato de uma torre com um fardo de feno na base, referenciando o Salto de Fé (Leap of Faith) realizado pelos Assassinos na franquia.

Ver também

  • Lista de franquias de jogos eletrônicos mais vendidas

Referências

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