A Universidade de CoimbraGCSE (UC) é uma universidade pública localizada na cidade de Coimbra, em Portugal. É uma das universidades mais antigas do mundo ainda em operação, sendo a mais antiga e uma das maiores do país.[3] Composta por 3 polos, 8 faculdades e 18 museus, a instituição conta ainda com o Jardim Botânico e o Estádio Universitário de Coimbra em uma cidade com 30 308 alunos em 2025.[4]
A sua história remonta ao século seguinte ao da fundação da nação portuguesa, dado que foi criada a 1 de Março de 1290, quando o rei D. Dinis I assinou na cidade de Leiria o documento Scientiae thesaurus mirabilis, criando a universidade, o qual foi intermediado e confirmado pelo Papa. Fixada definitivamente na cidade de Coimbra em 1537, sete anos depois, todas as suas faculdades se instalam no antigo Paço Real da Alcáçova (denominado Paço das Escolas, após a sua aquisição pela Universidade de Coimbra em 1597).[5]
Organizada em oito faculdades, de acordo com uma variedade de campos de conhecimento, a universidade oferece todos os graus académicos em arquitetura, educação, engenharia, humanidades, direito, matemática, medicina, ciências naturais, psicologia, ciências sociais e desporto.
A Universidade de Coimbra possui aproximadamente 25 mil estudantes, abrangendo uma das maiores comunidades de estudantes internacionais em Portugal, sendo a sua universidade mais cosmopolita.[6] Além disso, é o membro-criador do chamado Grupo Coimbra, uma rede de universidades europeias cujo objetivo é a colaboração académica entre os elementos do grupo. Em 22 de junho de 2013 foi declarada Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).[7]
A nível mundial, a Universidade de Coimbra destaca-se ainda pelo seu alinhamento com os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas, tendo alcançado a 21.º posição no ranking publicado pela Times Higher Education (THE)] o qual inclui mais de 1 000 universidades e politécnicos de todo o mundo.
História
O edifício monumental foi construído por Almançor sendo no século VIII a maior fortaleza da Península Ibérica. Foi conquistada no século XII por Dom Afonso Henriques, que fez dela Paço Real.[carece de fontes?]
A bula do Papa Nicolau IV, datada de 9 de agosto de 1290, reconheceu posteriormente no mesmo lugar o Estudo Geral, com as faculdades de Artes, Direito Canônico, Direito Civil e Medicina, reservando-se a Teologia aos conventos Dominicanos e Franciscanos.
A universidade, inicialmente instalada na zona do atual Largo do Carmo, em Lisboa, foi transferida para Coimbra, para o Paço Real da Alcáçova, em 1308. Voltou em 1338 para Lisboa, onde permaneceu até 1354, ano em que regressou para Coimbra. Ficou nesta cidade até 1377 e voltou de novo para Lisboa neste ano.
Permaneceu em Lisboa até 1537, data em que foi transferida definitivamente para Coimbra, por ordem de D. João III. Sete anos mais tarde todas as suas Faculdades se instalam no histórico Paço Real da Alcáçova. Data de 1597 a aquisição (a Dom Filipe I), pela Universidade de Coimbra, do Paço da Alcáçova, que a partir daí passou a designar-se Paço das Escolas (o centro histórico da Universidade).[5]
A universidade recebeu os seus primeiros estatutos em 1309, com o nome Charta magna privilegiorum. Os segundos estatutos foram outorgados no ano de 1431, durante o reinado de D. João I, com disposições sobre a frequência, exames, graus, propinas e ainda sobre o traje académico. Já no reinado de D. Manuel I, em 1503, a Universidade recebeu os seus terceiros estatutos, desta vez com considerações sobre o reitor, disciplinas, salários dos mestres, provas académicas e cerimónia do ato solene de doutoramento.
Desde o reinado de D. Manuel I, todos os Reis de Portugal passaram a ter o título de «Protetores» da Universidade, podendo nomear os professores e emitir estatutos.
O poder real, bastante mais centralizado a partir de D. João II, criava uma dependência da universidade em relação ao Estado e à política, pelo que a preponderância dos estudos jurídicos se estabeleceu em Portugal.
Portal da Capela de S. Miguel, no Paço das Escolas[8]
A 27 de Dezembro de 1559, no reinado de D. Sebastião, Baltazar de Faria fez a entrega dos Quartos Estatutos, nos quais se determinou que o reitor fosse eleito pelo Claustro, disposição essa nem sempre foi cumprida pelo poder régio. Nesse mesmo ano, a 1 de Novembro, tinha sido solenemente aberta a Universidade de Évora, entregue aos jesuítas.
Em 1591, de Madrid, vieram os Sextos Estatutos (os quintos foram deixados de lado, nunca tendo entrado em vigor) e foram apresentados em Claustro no ano seguinte. Determinava-se que a Universidade indicasse três nomes para o cargo reitoral, escolhendo o rei um deles.
Estátua de D. Dinis em frente à Faculdade de Medicina
No reinado de D. João V, João Frederico Ludovice terá feito o risco para a Torre da Universidade de Coimbra e portal da Biblioteca. Xavier da Costa ao citar os monumentos da era joanina, falando da Biblioteca (1716–1725), e da Torre (1728–1733), diz que não será injustificado atribuírem-se os seus projetos a Ludovice. Aludindo o parentesco que encontramos entre o Pórtico da mesma Biblioteca e o Portal da Capela Octogonal do Senhor das Barrocas em Aveiro. As mísulas laterais em que se apoiam os arcos, as colunas jónicas, os frisos têm um ar de parentesco nos dois pórticos, muito diferentes, porém no coroamento, pois o de Aveiro, com os seus frontões, um entrecortado outro partido, reúne uma decoração escultórica que prova grande influência dos artistas entalhadores e dos lavrantes da pedra e ourivesaria. Não será despropositado lembrar também o nome ou a influência de Ludovice, ao citar a porta do Antigo colégio de São Jerónimo, em Coimbra, de frontão muito ondulado e partido, apoiado sobre “ gaines” — uma espécie de scabellum ou de pedestais esguios que substituem as colunas — esteios que Borromini já empregara e que o arquiteto de Mafra também aplicou na janela central do segundo andar do seu palácio de Lisboa em S. Pedro de Alcântara, concluído em 1747.[9]
A Torre da Universidade de Coimbra, tem 33,5 m de altura, constitui o emblema tradicional de Coimbra. Começou a construir-se em 1728 e foi terminada em 1733. No topo sobre o relógio, abre-se um miradouro do qual se desfruta uma panorâmica esplendorosa da cidade e do vale do Mondego. Nesta Torre está, entre outros sinos, a célebre «Cabra», que marcava as horas do despertar e do recolher dos estudantes.
Reforma pombalina
No reinado de D. José I, a Universidade sofreu uma profunda alteração. Em 28 de Junho de 1772 o rei ratifica os novos estatutos (Estatutos Pombalinos), que marcam o início da Reforma. Esta manifestava, sobretudo, um grande interesse pelas ciências da natureza e pelas ciências do rigor, que tão afastadas se encontravam do ensino universitário.
É igualmente passado um alvará, a 28 de agosto, extinguindo a Mesa da Fazenda da Universidade de Coimbra criando, em sua substituição uma Junta de Administração e Arrecadação com cofre, tesoureiro, contadoria e executória.[10]
Reforma liberal
Em 1836 dá-se a fusão da Faculdade de Cânones e de Leis[11] na Faculdade de Direito, e que veio a contribuir fortemente para a construção do novo aparelho legal liberalista.
Na edição de 2017 do Ranking de Xangai, a instituição ficou classificada no intervalo [401–500], sendo a quarta universidade portuguesa mais bem colocada naquela classificação, após a Universidade de Lisboa, a Universidade do Porto e a Universidade de Aveiro.[13]
Reputação
A reputação da Universidade de Coimbra no ensino e na investigação é testemunhada por rankings e relatórios externos independentes. De acordo com o The Times Higher Education Supplement (2007 QS World University Rankings, da QS – Quacquarelli Symonds), a Universidade de Coimbra ocupa a 3ª posição entre as universidades dos países de língua portuguesa (atrás da Universidade de São Paulo e da Universidade de Campinas), e ficou em 318º lugar no ranking mundial geral. Foi classificada como número um entre as universidades dos países de língua portuguesa em 2006.[14]
Faculdades
Torre da Universidade de Coimbra, da autoria de Antonio Canevari
Hoje, a Universidade de Coimbra conta com oito Faculdades (Letras, Direito, Medicina, Ciências e Tecnologia, Farmácia, Economia, Psicologia e Ciências da Educação, Ciências do Desporto e Educação Física) e cerca de 25 mil alunos.
A Faculdade de Economia, situada num palacete da Avenida Dias da Silva, está afastada dos outros 3 polos, e foi criada em 1972.
Estudantes e professores notáveis
Ver também
Lista de reitores da Universidade de Coimbra
Associação Académica de Coimbra
Biblioteca Joanina
Centro de Documentação 25 de Abril
Coro Misto da Universidade de Coimbra
Greve Académica de 1907
Jardim Botânico
Museu da Ciência
Orfeon Académico de Coimbra
Paço das Escolas
Quantunna - Tuna Mista da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra
↑eusal.es Pelos Estatutos de 1772, os três primeiros anos já eram anteriormente comuns a ambas faculdades. - História da Universidade de Coimbra. - Estado da questão, por Fernando Taveira da Fonseca
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Institutos Universitários
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Outras instituições universitárias
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Institutos politécnicos não integrados em universidades
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Unidades orgânicas politécnicas não integradas em universidades
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Unidades orgânicas politécnicas integradas em universidades
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Armada
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1991: UNHCR (Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados)
1992: Frederik W. de Klerk e Nelson Mandela
1993: Capacetes azuis das Nações Unidas na ex-Iugoslávia
1994: Yitzhak Rabin e Yasser Arafat
1995: Mário Soares
1996: Helmut Kohl
1997: Governo da Guatemala e Unidade Revolucionária Nacional Guatemalteca
1998: Emma Bonino, Olayinka Koso-Thomas, Graça Machel, Fatiha Boudiaf, Rigoberta Menchú, Fatana Ishaq Gailani e Somaly Mam
1999: Pedro Duque, John Glenn, Chiaki Mukai e Valeri Polyakov
Década de 2000
2000: Fernando Henrique Cardoso
2001: Estação Espacial Internacional
2002: Comitê Científico sobre Pesquisa Antártica
2003: Luiz Inácio Lula da Silva
2004: Programa Erasmus da União Europeia
2005: Simone Veil
2006: Fundação Bill e Melinda Gates
2007: Al Gore
2008: Centro de Investigação em Saúde de Manhiça (Moçambique), Ifakara Health Institute (Tanzânia), Malaria Research and Training Centre (Mali) e Centro de Pesquisa em Saúde de Kintampo (Gana)
2009: Organização Mundial da Saúde
Década de 2010
2010: The Transplantation Society e a Organização Nacional de Transplantes (Espanha)
2011: Bill Drayton
2012: Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho
2013: Sociedade Max Planck para o Avanço da Ciência
2014: Programa Fulbright
Prêmio Princesa das Astúrias de Cooperação Internacional
Década de 2010
2015: Wikipédia
2016: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima e o Acordo de Paris
2017: The Hispanic Society of America
2018: Amref Health Africa
2019: Salman Khan e a Khan Academy
Década de 2020
2020: Gavi, a Aliança das Vacinas
2021: Camfed, Campanha para a Educação Feminina
2022: Ellen MacArthur
2023: Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas