O processo de paz israelo-palestiniano refere-se às discussões intermitentes mantidas por vários partidos e às propostas apresentadas na tentativa de resolver o conflito israelo-palestiniano em curso. Desde a década de 1970, tem havido um esforço paralelo para encontrar termos sobre os quais a paz possa ser acordada tanto no conflito árabe-israelense como no conflito palestino-israelense. Alguns países assinaram tratados de paz, como os tratados Egito-Israel (1979) e Jordânia-Israel (1994), enquanto alguns ainda não encontraram uma base mútua para o fazer.[1][2][3][4]
Principais questões atuais entre os dois lados
Existem inúmeras questões a resolver antes que uma paz duradoura possa ser alcançada, incluindo as seguintes:[1][2][3][4]
Fronteiras e divisão do terreno;
Emoções fortes relacionadas ao conflito em ambos os lados;
Preocupações palestinas com os assentamentos israelenses na Cisjordânia;
Situação de Jerusalém;
Preocupações de segurança sobre terrorismo, fronteiras seguras, incitamentos, violência;
Direito de regresso dos refugiados palestinos que vivem na diáspora palestina.
Diplomacia e tratados de paz árabe-israelenses
Acordos de Armistício de 1949
Plano Allon (1967-80)
Plano Rogers (1969)
Conferência de Genebra (1973)
Acordos de Camp David (1978)
Tratado de paz Egito-Israel (1979)
Conferência de Madri de 1991
Acordos de Oslo (1993)
Tratado de paz Israel-Jordânia (1994)
Reunião de Camp David de 2000
Referências
↑ abSlater, J., 2001, What Went Wrong? The Collapse of the Israeli-Palestinian Peace Process, Political Science
↑ abHalliday, F., 'The Middle East in International Relations', (Cambridge, 2005)
↑ abPearson Education (1 October 2006). The Changing Dynamics of Energy in the Middle East [Two Volumes]. Greenwood Publishing Group. pp. 66–. ISBN 978-0-313-08364-8