Debian

Debian
Versão do sistema operativo GNU/Linux
Logótipo
Debian

Debian 13 com ambiente desktop GNOME 48
Produção Projeto Debian
Modelo software livre
Lançamento agosto de 1993 (32 anos)
Versão estável 13 Trixie / 9 de agosto de 2025[1]
Versão em teste Forky[2]
Mercado-alvo universal
Idioma(s) 78 idiomas
Arquitetura(s) amd64, arm64, armel, armhf, ppc64el, riscv64, s390x
Gestão de pacotes APT (front-end), dpkg (back-end)
Núcleo Linux
Interface GNOME, KDE Plasma, LXDE, LXQt, Xfce e outros.
Página oficial www.debian.org
Estado de desenvolvimento
Ativo

Debian (pronúncia em inglês: [ˈde.bi.ən]) é um sistema operacional livre, desenvolvido e mantido pelo Projeto Debian, uma associação global[3] de indivíduos fundada por Ian Murdock em agosto de 1993.[4][5][6] É a segunda mais antiga distribuição Linux em desenvolvimento contínuo, superada apenas por Slackware.[7] Por sua confiabilidade e compromisso com o movimento de software livre, Debian é amplamente utilizado em servidores, desktops e sistemas embarcados, e serve de base para várias outras distribuições, entre elas Linux Mint,[8] Ubuntu e Tails.[9]

O Debian é reconhecido por sua estabilidade, resultado do processo de testes que classifica os pacotes em três ramos: stable, recomendada para ambientes de produção;[10] testing, com versões mais recentes em processo de validação;[2] e unstable (apelidada de Sid), voltada ao desenvolvimento ativo.[11][12] Os codinomes das versões do Debian são baseados em personagens da animação Toy Story, escolha feita por Bruce Perens, então líder do projeto e funcionário da Pixar, estúdio responsável pela franquia.[13] O gerenciamento de pacotes é feito pelo Advanced Package Tool (APT), que permite instalar, atualizar e remover softwares de forma simples e automatizada, resolvendo dependências sem intervenção manual.[14][15]

O projeto é desenvolvido de forma descentralizada sob a liderança do Líder do Projeto Debian, eleito anualmente pelos desenvolvedores da comunidade,[16] e orientado por três documentos fundamentais: a Constituição do Debian, que define a estrutura organizacional do projeto, o Contrato Social Debian e as Diretrizes de Software Livre do Debian (DFSG), que estabelecem o compromisso do projeto com o software livre.[17]

Atualmente, o projeto conta com 1039 desenvolvedores,[18] 230 maintainers[19] e 1421 contribuidores[20] que juntos mantêm os 69.830 pacotes disponíveis na versão estável, o Debian 13 Trixie, lançado em agosto de 2025,[1] mais recente de um longo histórico de versões.[2]

História

Fundação (1993-1997)

O Debian foi anunciado em 16 de agosto de 1993 por Ian Murdock, que inicialmente chamou o sistema de "Debian Linux Release", com o propósito de oferecer uma alternativa ao Softlanding Linux System (SLS), uma distribuição Linux popular da época conhecida por sua instabilidade e dificuldade de manutenção.[21] O nome "Debian" é uma aglutinação do nome de sua então namorada, Debra Lynn, e de seu próprio nome Ian.[5]

Em janeiro de 1994, Murdock publicou o Manifesto Debian, documento que articulava os objetivos do projeto: desenvolver o sistema de forma aberta e comunitária, capaz de competir no mercado comercial mantendo-se como software não-comercial.[22] Os princípios presentes no Manifesto atraíram o interesse da Free Software Foundation (FSF), fundada por Richard Stallman, que patrocinou o projeto de novembro de 1994 a novembro de 1995.[23] O patrocínio foi encerrado após o Debian decidir seguir uma direção técnica independente da FSF.[24]

Com o fim do patrocínio, o Debian passou a operar de forma inteiramente independente. Ian Murdock saiu da liderança do projeto para se dedicar aos estudos, ao trabalho e à família, e Bruce Perens assumiu em seu lugar. Em junho de 1996, já sob estrutura própria, o projeto lançou a versão 1.1 Buzz, primeira versão estável oficialmente numerada.[25] Para dar suporte jurídico e financeiro ao projeto, membros da comunidade fundaram em 1997 a organização sem fins lucrativos Software in the Public Interest (SPI), que passou a receber doações e gerir as marcas registradas do Debian.[26][27] Ainda naquele ano, Perens redigiu as primeiras edições do DFSG e do Contrato Social Debian, documentos que definem os critérios do projeto para o que constitui software livre e estabelecem seu compromisso público com a comunidade.[28]

Consolidação (1998-2005)

Em fevereiro de 1998, as DFSG serviram de base para a criação da Open Source Initiative (OSI) e a publicação da Open Source Definition, que se tornaria o padrão de referência para o movimento de código aberto.[29] No mesmo ano, em 2 de dezembro, a primeira Constituição do Debian foi ratificada, formalizando a estrutura de governança do projeto e estabelecendo a eleição anual do líder do projeto, realizada pela primeira vez em 1999.

Em março de 1999, o projeto lançou o Debian 2.1 Slink, que introduziu o APT como gerenciador de pacotes. O APT automatizava a resolução de dependências entre pacotes, eliminando um dos maiores obstáculos práticos ao uso do Linux na época. Ainda naquele ano, surgiram as primeiras distribuições derivadas do Debian: Libranet,[30] Corel Linux e Storm Linux, evidenciando o potencial do projeto como base para sistemas voltados a públicos e propósitos específicos.

Em julho de 2000, a comunidade realizou em Bordeaux, na França, a primeira DebConf, conferência anual que reuniu desenvolvedores do projeto para debates técnicos e organizacionais, e que se tornaria um evento regular do projeto. No final do mesmo ano, o projeto passou por uma reestruturação em seu ciclo de desenvolvimento, com a introdução do ramo testing, que passou a funcionar como estágio intermediário entre o desenvolvimento ativo (unstable) e a versão estável. O objetivo era reduzir o tempo de congelamento do ciclo de lançamento e permitir ao projeto preparar uma nova versão estável a qualquer momento.

O projeto enfrentou também adversidades em sua infraestrutura: em novembro de 2002, um incêndio destruiu um servidor Debian na Universidade de Twente, nos Países Baixos,[31] e em novembro de 2003 vários servidores do projeto foram comprometidos por invasores, forçando uma interrupção temporária dos serviços e levando o projeto a revisar e reforçar suas práticas de segurança.[32]

Em 2004, Mark Shuttleworth e desenvolvedores do Debian fundaram a Canonical e estabeleceram o propósito de criar o Ubuntu, distribuição baseada no Debian que priorizava a facilidade de uso para o usuário final.[33] O Ubuntu rapidamente ganhou grande popularidade, ampliando indiretamente o alcance do Debian e consolidando sua posição como base para distribuições voltadas ao público geral.

Em junho de 2005, foi lançado o Debian 3.1 Sarge, que incluiu mais de 9.000 novos pacotes, entre eles a suíte de escritório OpenOffice, o navegador Firefox e o cliente de e-mail Thunderbird. A versão também estreou o debian-installer, novo sistema de instalação que simplificou significativamente o processo de configuração do sistema.

Maturidade e controvérsias (2006-2015)

Logo do Iceweasel

Em 2006, após um debate iniciado em 2004, os softwares da Mozilla foram renomeados no Debian por dois motivos: o logotipo do Firefox possuía uma licença proprietária incompatível com as DFSG, e a Mozilla Corporation declarou que programas com modificações não aprovadas não poderiam ser distribuídos sob suas marcas registradas. Como o Debian aplicava correções de segurança sem aprovação prévia da Mozilla, prática alinhada à sua política de manutenção de pacotes, o projeto passou a distribuir o navegador como Iceweasel, o cliente de e-mail Thunderbird como Icedove e o SeaMonkey como Iceape. As renomeações foram implementadas no ramo unstable em 2006[34] e chegaram à versão estável com o lançamento do Debian 4.0 Etch em 2007.[35][36][37]

Em maio de 2008, um desenvolvedor Debian descobriu que o pacote OpenSSL distribuído para o Debian e seus derivados, como o Ubuntu, havia gerado um amplo conjunto de chaves de segurança vulneráveis devido a falhas no gerador de números pseudoaleatórios.[38] A vulnerabilidade havia sido introduzida em 2006 por outro desenvolvedor Debian ao modificar o código para suprimir avisos emitidos por ferramentas de depuração de memória.[39] O processo de mitigação mostrou-se particularmente complexo, uma vez que a simples correção da falha não era suficiente: todas as chaves e certificados afetados precisaram ser revogados e gerados novamente.[40]

Em fevereiro de 2011, foi lançado o Debian 6 Squeeze, que representou um marco no compromisso do projeto com o software livre: pela primeira vez, o kernel Linux foi distribuído completamente sem firmware proprietário, com os componentes não-livres movidos para um repositório separado, permitindo que usuários os instalassem caso necessário.[41]

Entre 2013 e 2014, o Comitê Técnico do Debian deliberou sobre a escolha do sistema init padrão para o Debian 8, avaliando opções como systemd, Upstart e OpenRC. A decisão, tomada em fevereiro de 2014 em favor do systemd, gerou debates prolongados na comunidade e resultou no afastamento de alguns desenvolvedores veteranos do projeto.[42][43]O Debian 8 Jessie, lançado em abril de 2015, foi a primeira versão a adotar o systemd.[44]

Em dezembro de 2015, Ian Murdock faleceu em São Francisco, aos 42 anos. Nos dias anteriores, havia publicado uma série de mensagens nas redes sociais relatando um conflito com a polícia local. Sua morte foi classificada como suicídio pelas autoridades locais.[45]

História recente (2016–)

Em 2016, o navegador Iceweasel foi renomeado de volta para Firefox, após a Mozilla Corporation flexibilizar sua política de marcas registradas, permitindo que distribuições de terceiros utilizassem o nome e a identidade visual originais do navegador.[46]

O Debian 10 Buster, lançado em julho de 2019, introduziu avanços significativos nas áreas de segurança e infraestrutura gráfica. Entre as principais mudanças, destacam-se a adição de suporte a UEFI Secure Boot, a habilitação do AppArmor por padrão e a adoção do Wayland como servidor de exibição padrão para a sessão GNOME.[47] Nessa versão, o projeto também publicou uma resolução geral que consolidou o systemd como sistema de inicialização padrão, encerrando um prolongado debate interno sobre o tema e reafirmando o compromisso de manter suporte a sistemas de inicialização alternativos.[48]

O Debian 12 Bookworm, lançado em junho de 2023, foi a primeira versão a incluir firmware não livre nas imagens de instalação oficiais, disponibilizado quando necessário para o suporte ao hardware.[49] A mudança foi acompanhada de uma revisão do Contrato Social do projeto, que passou a reconhecer explicitamente que determinados componentes de hardware dependem de firmware não livre para operar corretamente.[50]

Ciclo de vida dos pacotes

A introdução de um novo pacote no Debian segue um processo formal que tem início antes mesmo do envio do pacote ao arquivo. O desenvolvedor interessado deve primeiro consultar a lista de pacotes que precisam de mantenedor ou que estão em fase de proposta (Work-Needing and Prospective Packages, WNPP),[51] a fim de verificar se outra pessoa já está trabalhando no mesmo software. Confirmada a disponibilidade, o desenvolvedor registra um relatório de intenção de empacotamento (Intent to Package, ITP) no sistema de rastreamento de erros do Debian, descrevendo o pacote, sua licença e a origem dos fontes. Esse procedimento tem por objetivo evitar duplicação de esforços e permitir que a comunidade revise antecipadamente o nome e a descrição do pacote. Os pacotes são normalmente enviados primeiro para o ramo unstable. O envio consiste em um arquivo .changes assinado criptograficamente, acompanhado dos arquivos de código-fonte e dos pacotes binários correspondentes. O primeiro envio de um novo pacote-fonte deve obrigatoriamente incluir os pacotes binários, de modo que os administradores do arquivo possam revisá-los antes de sua admissão, etapa conhecida como fila NEW. Nos envios subsequentes, é preferível realizar envios somente de fontes (source-only uploads), cabendo aos servidores de compilação automática do projeto gerar os binários para cada arquitetura suportada em um ambiente controlado.

A escolha do ramo de destino é registrada na primeira linha do arquivo debian/changelog e determina o caminho que o pacote percorrerá no arquivo. Envios destinados ao ramo stable são encaminhados a uma fila de revisão supervisionada pelos gerentes de lançamento estável e, se aprovados, incorporados ao ramo na próxima atualização pontual. Em casos urgentes que não envolvam segurança, os gerentes de lançamento podem disponibilizar a atualização por meio do repositório stable-updates, tornando-a acessível aos usuários antes do lançamento pontual programado.[52]

Distribuição

Os pacotes do Debian são distribuído pela internet através de seus repositórios oficiais, acessíveis pelo APT. As imagens de instalação estão disponibilizadas no site oficial do projeto em diferentes formatos: imagens reduzidas que baixam os pacotes durante a instalação (netinst) e imagens completas em DVD. O projeto disponibiliza imagens para diversas arquiteturas de hardware, incluindo x86-64, ARM, RISC-V e outras.

O projeto é distribuído em três ramos principais, stable, testing e unstable, além do ramo oldstable, que mantém a versão estável anterior durante um período de transição. Para usuários que necessitam de hardware mais recente, o repositório backports disponibiliza versões mais atualizadas de pacotes selecionados para a versão estável. O Debian mantém repositórios separados para software não-livre (non-free) e para pacotes que dependem de firmware não-livre (non-free-firmware).[53]

Identidade visual

Logo do Debian

A logomarca oficial do Debian é uma espiral vermelha criada por Raul Silva em 1999, vencedora de um concurso aberto à comunidade. Embora o projeto nunca tenha feito uma declaração oficial sobre seu significado, na época da eleição sugeriu-se que a forma representasse a "fumaça mágica", expressão usada para descrever a fumaça cáustica liberada pela queima de componentes eletrônicos. Uma teoria alternativa relaciona a espiral ao redemoinho no queixo de Buzz Lightyear, personagem que deu nome ao Debian 1.1 (Buzz), primeiro lançamento estável do projeto. A logomarca é distribuída pela SPI em duas variantes, com e sem o nome "Debian", sob a GNU Lesser General Public License versão 3 ou posterior, ou alternativamente sob a Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 Unported.[54]

Variantes

Debian GNU/Hurd

Debian GNU/Hurd com ambiente desktop Xfce

O Debian GNU/Hurd é uma variante do Debian baseada no sistema operacional GNU Hurd, um conjunto de servidores executados sobre o micronúcleo GNU Mach que, em conjunto, constituem a base do sistema operacional GNU. Enquanto o Debian é oficialmente distribuído apenas para o núcleo Linux, o Debian GNU/Hurd representa a iniciativa do projeto de oferecer a plataforma GNU/Hurd como ambiente de desenvolvimento, servidor e desktop. O GNU/Hurd encontra-se em desenvolvimento ativo, mas ainda não oferece o desempenho e a estabilidade esperados de um sistema em produção; além disso, aproximadamente três quartos dos pacotes do Debian foram portados para a plataforma. Por essas razões, o Debian GNU/Hurd não constitui um lançamento oficial do projeto.[55]

Debian GNU/kFreeBSD

Logo do Debian GNU/kFreeBSD

O Debian GNU/kFreeBSD foi um porte do sistema Debian que combinava o núcleo do FreeBSD com o espaço de usuário GNU, sendo o prefixo "k" do nome uma abreviação de kernel, em referência ao núcleo adotado. Lançado em 2002, foi incluído no Debian 6 Squeeze como prévia tecnológica e promovido a porte oficial no Debian 7 Wheezy. A maior parte de seus pacotes compartilhava as mesmas fontes do Debian convencional, à exceção dos pacotes de núcleo, provenientes do FreeBSD. A partir do Debian 8 Jessie, o Debian GNU/kFreeBSD deixou de ser reconhecido como plataforma oficialmente suportada. Contudo, o projeto passou a enfrentar progressivo declínio de contribuições. [56] A partir de julho de 2019, sua manutenção passou a ocorrer de forma não oficial, até que o desenvolvimento foi definitivamente encerrado em julho de 2023, por falta de interesse dos mantenedores. [57]

Ligações externas

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  2. 1 2 3 «Debian "forky" Release Information» (em inglês). Debian. Consultado em 1 de abril de 2026
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  4. «People: Who we are and what we do» (em inglês). Debian. Consultado em 1 de abril de 2026
  5. 1 2 «About Debian» (em inglês). Debian. Consultado em 5 de abril de 2026
  6. «Chapter 4. A Detailed History» (em inglês). Debian. Consultado em 1 de abril de 2026
  7. «These Are the 7 Oldest Linux Distros Still Being Developed» (em inglês). How-To Geek. Consultado em 1 de abril de 2026
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  19. «Debian New Member - Status Debian Maintainer» (em inglês). Debian. Consultado em 1 de abril de 2026
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  21. «New release under development; suggestions requested» (em inglês). Consultado em 5 de abril de 2026
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