Zuzu Angel (filme)

Zuzu Angel
Zuzu Angel (filme)
Pôster oficial do filme.
 Brasil
2006 •  cor •  105 min 
Género drama biográfico
Direção Sérgio Rezende
Produção Joaquim Vaz de Carvalho
Coprodução José Carvalho Olivera
Produção executiva Heloísa Rezende
Roteiro Sérgio Rezende
Marcos Bernstein
Elenco Patrícia Pillar
Daniel de Oliveira
Leandra Leal
Alexandre Borges
Flávio Bauraqui
Regiane Alves
Fernanda de Freitas
Luana Piovani
Música Cristovão Bastos
Cinematografia Pedro Farkas
Direção de arte Marcos Flaksman
Figurino Kika Lopes
Edição Marcelo Moraes
Companhias produtoras Globo Filmes
Lereby Produções
Toscana Audiovisual
Distribuição Warner Bros.
Lançamento 4 de agosto de 2006[1]
Idioma português
Receita R$ 5.789.238,00

Zuzu Angel é um filme do drama biográfico brasileiro de 2006, dirigido por Sérgio Rezende e estrelado por Patrícia Pillar interpretando Zuzu Angel, conhecida estilista que teve seu filho torturado e assassinado pela ditadura militar brasileira.[2] Com roteiro criado por Rezende e Marcos Bernstein, o filme acompanha a busca da protagonista por respostas frente ao desaparecimento de seu filho até o seu último dia de vida. O elenco conta ainda com as atuações de Daniel de Oliveira, Leandra Leal, Regiane Alves, Fernanda de Freitas, Alexandre Borges, Flávio Bauraqui e Luana Piovani nos demais papéis centrais da trama.[3]

Sua estreia nos cinemas do Brasil ocorreu em 4 de agosto de 2006 pela Warner Bros, tendo sido elogiado pela atuação de Patrícia Pillar numa personagem de intensa carga dramática.[4] Posteriormente, foi selecionado para uma série de festivais de cinema internacionais.[5] O filme foi recebido pela crítica cinematográfica com avaliações mistas. A atuação do elenco — especialmente de Pillar — foi diversas vezes citadas como destaque da produção,[6] bem como o seu processo criativo de direção de arte.[7] No entanto, ressalvas foram realizadas pelo tom engessado do roteiro, considerado "ultratrabalhado" e "sem espaços para improvisos".[8]

Zuzu Angel obteve uma grande repercussão entre o público, tornando-se um dos títulos brasileiros mais vistos no cinema no ano de 2006. O filme registrou uma público de quase 800 mil espectadores e arrecadou mais de R$ 5,7 milhões em bilheteria.[9] Nos Prêmios da Academia Brasileira de Cinema de 2008, recebeu seis indicações, com destaque para a categoria de Melhor Atriz para Patrícia Pillar. A atriz ainda recebeu nomeações aos Prêmios Guarani e Contigo! de Cinema, ambos na categoria Melhor Atriz, além de ter sido eleita a Melhor Atriz de Cinema pelo Prêmio Qualidade Brasil.[10]

Um livro foi publicado com o roteiro do longa, que integra a coleção "Aplausos Cinema Brasil", e foi publicado pela editora Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, em 2006.[11]

Sinopse

Em 1971, Zuzu Angel (Patrícia Pillar) está no auge de sua carreira. No entanto, ela está preocupada porque não tem notícias de seu filho Stuart (Daniel de Oliveira), membro do movimento de resistência, há seis meses. Uma ligação anônima informa que "Paulo" foi morto. Ao perceber que Paulo é um pseudônimo de seu filho, ela tenta descobrir seu paradeiro através dos militares e de seu advogado, Fraga (Alexandre Borges). Os militares negam ter Stuart sob custódia, e o Capitão da Força Aérea Mota (Flávio Bauraqui) tenta persuadir Zuzu a incriminar Stuart.

Pouco tempo depois, Zuzu recebe uma carta de um amigo de seu filho informando-a de que Stuart foi torturado em cativeiro e morreu em decorrência da tortura. A tentativa de Zuzu de tornar público o destino de seu filho é frustrada pela censura à imprensa do país . Em um julgamento, Stuart é declarado inocente por falta de provas, embora os presentes soubessem de sua morte.

Na sequência, Zuzu intensifica seus esforços para publicar a história de Stuart, usando sua influência como figura pública e escrevendo para celebridades. Posteriormente, ela recebe uma advertência dos militares. Anos mais tarde, seu advogado organiza um encontro com um ex-tenente do regime militar que deseja fornecer informações a Zuzu sobre seu filho. Zuzu consegue entregar um envelope contendo documentos sobre a história de Stuart a Henry Kissinger durante sua visita ao Rio de Janeiro.

Zuzu é convidada para uma viagem por sua amiga Lúcia, convite que Zuzu cancela devido a um encontro com o tenente. Pouco depois, quando Lúcia morre em um acidente de carro, Zuzu percebe que o acidente foi um atentado contra ela. Ela deixa uma carta para o caso de sua morte, afirmando que foi assassinada pelas mesmas pessoas que mataram seu filho. Ela deixa a carta com seu amigo Chico Buarque.

Após receber a confissão do tenente, Zuzu marca um encontro com um representante da Anistia Internacional , que irá publicar as informações coletadas em um dossiê . Ela então se esconde em sua cidade natal, onde lê a confissão do tenente. Descobre que ele trabalhava para a Força Aérea, esteve envolvido na prisão e tortura de seu filho e que o corpo dele foi jogado no mar. Alguns dias depois, Zuzu retorna ao Rio de Janeiro. Naquela mesma noite, o tenente tenta se esconder, mas é confrontado pelo Capitão Mota ao sair de seu apartamento. Pouco tempo depois, Zuzu está dirigindo com o dossiê em seu carro. Ela é perseguida, atingida por outro veículo e forçada a sair da estrada, onde morre. O Capitão Mota se aproxima do carro destruído, pega o envelope com as provas e deixa o local. Finalmente, a polícia chega ao local, enquanto Mota e um colega observam os acontecimentos à distância.[11]

Elenco e personagens

Participações especiais

  • Antônio Pitanga ... policial
  • Elke Maravilha .... cantora do cabaré
  • Ivan Cândido .... capelão
  • Rhana Abreu .... aeromoça
  • Sérgio Abreu .... repórter
  • Alexandre Ackerman .... agente aeroporto
  • Ricardo Alegre .... coveiro
  • Camila Almeida .... cliente loja
  • Ana Luisa Alves .... funcionária loja
  • Marcos Bavuso .... soldado
  • Camilo Bevilácqua .... policial agressivo
  • Márcio Cândido .... almirante
  • Marco Antônio Cicinello .... sargento
  • Chico Expedito .... General Bosco
  • Rodrigo Fagundes .... funcionário Sheraton
  • Márcia Falabella .... empregada
  • Marcelo Gaio .... capitão
  • Sarita Hauck .... revolucionária
  • David Herman .... Ray Bunker
  • Samir Huauji .... policial
  • Ricardo Kosovski .... jornalista
  • Jaime Leibovitch .... Senador Church
  • Matheus Malone .... amigo 2
  • Márcia Nunes .... moça no Copa
  • Rafael Ponzi .... banqueiro
  • Tião D'Ávila .... juiz militar
  • Joana Seibel .... modelo
  • Tobias Volkmann .... agente Sheraton
  • Otto Zarro .... amigo 1
  • Hudson Cumani ... Pessoa no Tribunal

Produção

Túnel Zuzu Angel, local onde a estilista morreu.

Baseado no livro "Eu, Zuzu Angel, procuro meu filho", de 1986, escrito por Virgínia Valli - irmã de Zuzu Angel, o filme é a quinta adaptação cinematográfica de uma história real na filmografia de Sérgio Rezende, depois de O Homem da Capa Preta (1986), Lamarca (1994), Guerra de Canudos (1997) e Mauá - O Imperador e o Rei (1999).[11] Para a escrita do roteiro, Rezende teve a colaboração do roteirista Marcos Bernstein. A dupla realizou uma intensa pesquisa com familiares, amigos e funcionários de Zuzu Angel para a construção do filme. O processo de pesquisa para elaboração do roteiro deu-se ao longo de seis meses. Os criadores decidiram não realizar uma cinebiografia e concentrar a trama do filme ao longo de cinco anos, entre o desaparecimento de Stuart Angel, em maio de 1971, até abril de 1976, quando morre Zuzu em um acidente de carro em um túnel que hoje leva seu nome.[11]

As filmagens do longa ocorreram em 2005 com locações no Rio de Janeiro e em Juiz de Fora, tendo durando cerca de cinco semanas nesta última. Na cidade mineira, o filme foi gravado em diversos pontos, como: no prédio da antiga Faculdade de Odontologia, na Rua Espírito Santo, na parte baixa da Rua Halfeld e na Avenida Getúlio Vargas.[12] A produção é de Joaquim Vaz de Carvalho, a produção executiva de Heloísa Rezende, a trilha sonora de Cristóvão Bastos, a direção de fotografia de Pedro Farkas, a direção de produção de Laís Chamma e Mílton Pimenta, a direção de arte de Marcos Flaksman, o figurino de Kika Lopes e a edição de Marcelo Moraes.[3]

Diferenças entre a realidade e a ficção

Zuzu Angel em 1972.

A carta que Zuzu Angel envia a Chico Buarque no filme realmente existiu; no entanto, ela enviou cartas não apenas para Buarque, mas também para várias pessoas, incluindo o escritor Zuenir Ventura e o então presidente do Brasil, Ernesto Geisel. No filme, ela morre três dias depois de escrever a carta; na realidade, passou-se cerca de um ano entre a escrita das cartas e sua morte. Depois de sua morte, Zuzu foi homenageada em livros, música e filme. O mesmo Chico Buarque compôs, sobre melodia de Miltinho, a música Angélica, em 1977, em homenagem à estilista.[13]

A morte de Angel não foi causada pelo fato de o depoimento do tenente a tornar um perigo para os militares. O tenente e o dossiê são elementos fictícios do filme. Na realidade, ela não recebeu nenhuma informação de fontes militares. Portanto, o acidente de carro em que ela morreu não foi arbitrário; ocorreu depois que ela comemorou sua nova coleção na casa de um amigo e estava voltando para casa.[11]

No prefácio do roteiro do filme publicado, Marcos Bernstein admite ter ficado preocupado porque se dava demasiada ênfase ao dossiê fictício. Sérgio Rezende, por outro lado, enfatizou que era mais importante fazer um bom filme do que um documentário . No entanto, segundo Bernstein, mais tarde souberam por uma fonte que Zuzu Angel estava realmente prestes a submeter um dossiê importante pouco antes de sua morte.[11]

A irmã de Angel, Virgínia Valli, autora do livro que inspirou o filme, não aparece na produção, apesar de ter ajudado Angel a procurar o filho. Isso fica evidente na homenagem às filhas de Angel ao final dos créditos.[11]

“Hildegard e Ana Cristina prestam homenagem à sua tia Virgínia Valli, que se juntou ao lado de Zuzu Angel para localizar Stuart, e, na pessoa de Virgínia, a todos os familiares de desaparecidos políticos da época da repressão no Brasil.”[11]

Lançamento

O filme foi selecionado para o 30° Festival Internacional de Cinema do Cairo, no Egito, em 28 de novembro de 2006.[14] Internacionalmente, a obra ainda passou por diversos festivais de cinema como Festival Internacional de Cinema de Lisboa, em Portugal; Festival Internacional de Cinema de Vinã del Mar, no Chile; Festival de Cinema Brasileiro de Paris, na França; e, Festival Internacional de Cinema de Barcelona, na Espanha.[5]

Foram realizadas sessões de pré-estreia do filme em 30 de julho de 2006, em quatro cidades brasileiras: Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Juiz de Fora.[15] A estreia do filme nos cinemas do Brasil ocorreu 4 de agosto de 2006.[16]

Recepção

A performance de Patrícia Pillar foi elogiada e nomeada ao Prêmio Grande Otelo de Melhor Atriz.

Bilheteria

De acordo com dados da Ancine, Zuzu Angel foi exibido em mais de 170 salas de cinema ao redor do Brasil. O filme foi assistido por 774.318 pessoas[5] e registrou uma bilheteria de R$ 5.789.238,00.[9]

Resposta da crítica

Em seu lançamento, o filme obteve uma repercussão morna entre os críticos especializados, com avaliações mistas e positivas. Ao website Omelete, o crítico Marcelo Hessel avaliou o filme com 3 pontos de 5, elogiando a entrega sublime de Patrícia Pillar ao papel e a direção de arte cuidadosa, mas fazendo ressalvas ao roteiro, o qual considerou "ultratrabalhado" e "sem espaços para improvisos".[8] Em seu texto, Hessel escreveu que Zuzu Angel se "esbarra em uma chaga que assola quase toda a nossa cinematografia: a dramaturgia. Roteiros ultratrabalhados, diálogos afinados a ponto de não permitir improviso, tudo passa por meticuloso tratamento antes da câmera começar a rodar. E o que falta é justamente a invenção do momento, saber se emancipar, visualmente falando, daquilo que está escrito no script. Falta, antes disso, saber traduzir texto em imagem. Zuzu Angel é - com exceções como a mencionada acima, ou a cena curiosa em que Elke Maravilha se encontra com sua intérprete no filme, Luana Piovani - um longa-metragem de diálogos filmados".[8]

Aurora Leão, no entanto, ao website Cinema com Rapadura, exaltou a produção classificando-a com a nota 9 de 10 e descreveu o filme como "um dos mais importantes filmes da Cinematografia Brasileira". A performance de Pillar também citada como ponto forte do filme nas palavras da crítica, citando que a atriz "aproveita com maestria a oportunidade de exprimir-se em toda a sua amplitude interpretativa: comove, assusta e promove a adesão total do espectador à causa tão nobre perpetrada por Zuzu, símbolo máximo da dor vivenciada num tempo página infeliz da nossa história".[6] Ao contrário de Hessel, a crítica elogiou o roteiro descrevendo-o como "muito bem armado".[6]

Leonardo Campos, escrevendo para o Plano Crítico, mencionou detalhes técnicos do filme: "A direção de fotografia de Pedro Farkas não é irregular, apenas didática demais, subserviente ao estilo televisivo brasileiro de narrar. A direção de arte, por sua vez, é mais expressiva. Assinada por Daniel Flaksman, com apoio dos figurinos de Kika Lopes, o setor desenvolve elementos visuais que dão o tom de época e ajudam na reconstituição ficcional da trajetória de uma mulher que se expressava justamente pela imagem.  O uso do verde para os momentos de busca pelo filho e a presença do vermelho nas cenas de embate com o regime ditatorial são usos bem expressivos das cores como elementos condutores de significados no cinema. A condução musical de Cristovão Bastos cumpre os requisitos, sem atrapalhar ou ser excessivamente melodramática".[7]

À revista CartaCapital, Ana Paula Sousa fez críticas ao modelo de filme norte-americano que Zuzu Angel, em suas palavras, tenta transmitir: "Cinemão para emocionar – Se nos anos 60 diretores como Ruy Guerra e Glauber Rocha apostaram no cinema como lugar de reflexão e crítica, nestes anos 2000 o que predomina é a tentativa de fazer filmes moldados ao mercado e bem-aceitos pelo público que vive à frente da tevê e adora Hollywood. Zuzu Angel, que estreia na sexta-feira 4, é mais um projeto saído do forno que tenta criar blockbusters brasileiros. Co-produzido pela Warner e apoiado pela Globo Filmes, o título, dirigido por Sérgio Rezende, é forte candidato a sucesso de bilheteria. Seus trunfos: Patrícia Pillar, muito bem como a estilista Zuzu, a forte história da mãe que passa a lutar contra a ditadura depois de ter o filho assassinado por militares, nos anos 70, e a bem cuidada reconstituição de época. Seus problemas: um roteiro esquemático (qualquer referência ao passado é ilustrada por flashback e a narrativa apóia-se numa cômoda narração em off) e uma estrutura melodramática que sempre sobrepõe a relação mãe e filho às questões políticas".[17]

Prêmios e indicações

A recepção positiva do filme também mostrou-se nas premiações da obra, que recebeu inúmeras indicações aos prêmios mais importantes do cinema brasileiro. Logo após seu lançamento, a favorável recepção crítica com relação ao desempenho de Pillar fez com que ela apresenta-se como umas principais atrizes a garantir uma vaga na categoria de Melhor Atriz em diversas cerimônias do cinema. Aos Prêmios Qualidade Brasil, o filme recebeu quatro indicações: Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante para Othon Bastos, Melhor Atriz Coadjuvante para Luana Piovani e Melhor Atriz para Patrícia Pillar, as quais estas duas últimas venceu.[18][10] Na 12ª edição do Prêmio Guarani, o filme angariou 11 indicações, incluindo: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz para Patrícia Pillar e Melhor Ator Coadjuvante para Daniel de Oliveira. No entanto, saiu-se vencedor apenas na categoria de Melhor Figurino para Kika Lopes.[19]

Zuzu Angel foi reconhecido no 7° Prêmio Grande Otelo, da Academia Brasileira de Cinema, nas seguintes categorias:[20]

  • Melhor Atriz, para Patrícia Pillar, indicada
  • Melhor Ator Coadjuvante, para Daniel de Oliveira, indicado
  • Melhor Direção de Arte, para Marcos Flaksman, indicado
  • Melhor Figurino, para Kika Lopes, venceu[21]
  • Melhor Maquiagem, para Martín Macías Trujillo, indicado
  • Melhor Som, para Márcio Câmara, Miriam Biderman e Rodrigo de Noronha, indicados.

Ver também

Bibliografia

  • Sérgio Rezende:  . Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, São Paulo 2006, ISBN 85-7060-483-1.

Referências

  1. «Zuzu Angel: lançamento». Acessa. 31 de julho de 2006. Consultado em 27 de abril de 2015 
  2. AdoroCinema, Zuzu Angel, consultado em 13 de novembro de 2024 
  3. a b AdoroCinema, Todo o elenco do filme Zuzu Angel, consultado em 6 de janeiro de 2026 
  4. «Folha Online - Ilustrada - "Zuzu Angel" desfila thriller político e seus clichês - 04/08/2006». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  5. a b c Redação (9 de dezembro de 2006). «Zuzu Angel é exibido em festivais internacionais». OFuxico. Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  6. a b c Leão, Aurora Miranda (14 de agosto de 2006). «Zuzu Angel, filme de Sérgio Rezende em cartaz em todo o país, inscreve-se já não só como um dos melhores filmes do ano mas como um dos mais importantes filmes da Cinematografia Brasileira.». Cinema com Rapadura. Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  7. a b Campos, Leonardo (8 de maio de 2018). «Crítica | Zuzu Angel». Plano Crítico. Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  8. a b c Hessel, Marcelo (3 de agosto de 2006). «Zuzu Angel | Crítica». Omelete. Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  9. a b Ancine. «Listagem de filmes brasileiros lançados de 1995 a 2020» (PDF). Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  10. a b Redação (1 de novembro de 2006). «William Bonner e Fátima Bernardes são premiados, no Rio». OFuxico. Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  11. a b c d e f g h Rezende, Sérgio (2006). Zuzu Angel: Roteiro. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. ISBN 85-7060-483-1 
  12. «Memória TV Integração: Há quase 20 anos, gravações do filme Zuzu Angel paravam Juiz de Fora e recebiam Patrícia Pillar, Daniel de Oliveira, Paulo Betti e Leandra Leal». G1. 7 de dezembro de 2024. Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  13. Jornal O Globo: Comissão da Verdade diz que foto comprova envolvimento de militares na morte de Zuzu Angel - Jornal O Globo, acesso: 13/11/2024
  14. «Festival de cinema do Cairo terá exibição de Zuzu Angel». Estadão. Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  15. «Juiz de Fora é a sensação na avant-première de "Zuzu Angel"». Prefeitura de Juiz de Fora. 31 de julho de 2006. Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  16. «Na semana». Gazeta do Povo. 30 de julho de 2006. Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  17. «Zuzu Angel, o filme, 15 anos depois». Vermelho. Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  18. Redação (21 de outubro de 2006). «Luana Piovani ganha vários prêmios por sua atuação no teatro e no cinema. Confira!». OFuxico. Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  19. «12º Prêmio Guarani :: Premiados de 2006 - Papo de Cinema». Consultado em 6 de janeiro de 2026 
  20. «Confira os indicados ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro». G1. 12 de março de 2008. Consultado em 15 de fevereiro de 2025 
  21. «Vencedores - GP Vivo do Cinema Brasileiro 2007/2008». Academia Brasileira de Cinema. Consultado em 17 de fevereiro de 2025 

Ligações externas