Vivir para contarla
| Vivir para contarla | ||||
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| Viver para Contá-la [PT] Viver para contar [BR] | ||||
| Autor(es) | Gabriel García Márquez | |||
| Idioma | castelhano | |||
| País | Colômbia | |||
| Gênero | romance biográfico | |||
| Lançamento | 2002 | |||
| Páginas | 576 | |||
| ISBN | 968-13-3608-9 | |||
| Edição portuguesa | ||||
| Editora | Dom Quixote | |||
| Lançamento | 2017 | |||
| Páginas | 590 | |||
| ISBN | 9789722063685 | |||
| Edição brasileira | ||||
| Tradução | Eric Nepomuceno | |||
| Lançamento | 2003 | |||
| Páginas | 476 | |||
| ISBN | 850106713X | |||
| Cronologia | ||||
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Vivir para contarla (bra: Viver para contar;[1] prt: Viver para Contá-la)[2]

é o primeiro de três volumes de relatos autobiográficos de Gabriel García Márquez, escritor colombiano laureado com o Prémio Nobel de Literatura em 1982. [3]
Publicado originalmente em 2002, conta a história da infância e juventude de García Márquez, entre 1927 e 1950, finalizando com a proposta de casamento a sua esposa. Está centrado especialmente em sua família, sua escola e seus primeiros anos como jornalista e escritor de contos. Também inclui referências a diversos acontecimentos de sua vida, que acabaram se refletindo de algum modo em sua obra, como o Massacre das Bananeiras que aparece em Cem anos de solidão. Também se refere àqueles amigos cuja vida e morte serviram de modelos para Crônica de uma Morte Anunciada, e a seus próprios pais, que serviram de inspiração para Amor nos Tempos do Cólera.[4]
Ver também
Referências
- ↑ «Livro: Viver para contar». www.LivrariaCultura.com.br. Consultado em 13 de maio de 2024
- ↑ «Viver para Contá-la de Gabriel García Márquez». www.Wook.pt. Consultado em 13 de maio de 2024
- ↑ Marco, J. (10 de outubro de 2012). «Vivir para contarla». Elcultural.es. Consultado em 21 de março de 2013 [ligação inativa]
- ↑ Fajardo, R. (6 de novembro de 2002). «Vivir para contarla, obra de la Literatura Universal». Espéculo. Consultado em 13 de abril de 2020

