Jacinto Carlos da Silva
| Jacinto Carlos da Silva | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Visconde de Agualva | |||||
| 1.º Visconde de Agualva | |||||
| Reinado | 29 de agosto de 1901 — 5 de outubro de 1910 | ||||
| Antecessor(a) | Título criado | ||||
| Sucessor(a) | Monarquia abolida | ||||
| Dados pessoais | |||||
| Nascimento | 16 de setembro de 1872 Reino de Portugal | ||||
| Morte | 28 de janeiro de 1938 (65 anos) Reino de Portugal | ||||
| Cônjuge | D. Margarida Sieuve de Meneses do Rego Botelho de Faria | ||||
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Jacinto Carlos da Silva, 1.º Visconde de Agualva (Angra do Heroísmo, 16 de setembro de 1872 — Angra do Heroísmo, 28 de junho de 1938), foi um comerciante, capitalista, político açoriano. Foi, entre outras funções, Governador-Civil do Distrito de Angra do Heroísmo e Presidente da Câmara Municipal daquela cidade. Era primo direito de Jacinto Cândido da Silva, um político dos anos finais da monarquia constitucional portuguesa.[1][2]
Biografia
Silva nasceu em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores, filho de João Carlos da Silva, cônsul da Alemanha e vice-cônsul do Brasil na ilha Terceira, e de sua mulher e sobrinha, D. Francisca Amélia da Silva.[2]
Foi governador civil substituto do distrito de Angra do Heroísmo e presidente da Câmara Municipal da mesma cidade.[2]
Comerciante de Angra, foi proprietário de um empreendimento com atividades nos setores agrícola, marítimo, incluindo o agenciamento de navios da linha de vapores portugueses para Nova Iorque e New Bedford, e no comércio de importação e exportação. Com o aumento da sua fortuna, adquiriu um imóvel na Rua Direita de Angra, anteriormente pertencente a Aniceto António dos Santos e que acolhera o Conde de Vila Flor durante as Lutas Liberais. Nessa época, encontrava-se integrado na sociedade angrense.[1]
Casou, em 30 de julho de 1903, com D. Margarida Sieuve de Meneses do Rego Botelho Faria, filha do 1.º Conde de Rego Botelho.[2] Teve duas filhas, D. Maria das Mercês, nascida a 18 de junho de 1904, e D. Maria Dagmar, nascida a 13 de setembro de 1907, e um filho, Carlos Baldaia do Rego Botelho da Silva, nascido em Angra do Heroísmo a 3 de dezembro de 1911.[2]
Faleceu a 28 de janeiro de 1938.[2]
Título nobiliárquico
Jacinto Carlos da Silva recebeu o título nobiliárquico,[2] vitalício por uma vida, de Visconde de Agualva[2] por Decreto de 29 de Agosto de 1901 do Rei D. Carlos I.[3] Com a morte do titular o título extinguiu-se.
