Vasco de Matos Sequeira
| Vasco de Matos Sequeira | |
|---|---|
| Nome completo | Vasco Lourenço de Matos Sequeira |
| Nascimento | 16 de julho de 1903 |
| Morte | 16 de julho de 1973 (70 anos) São João de Brito, Lisboa |
| Nacionalidade | português |
| Progenitores | Mãe: Beatriz Carolina Rosado de Oliveira Pai: Gustavo de Matos Sequeira |
| Ocupação | Jornalista, escritor e funcionário público |
Vasco Lourenço de Matos Sequeira (São Mamede, Lisboa, 16 de Julho de 1903 — São João de Brito, Lisboa, 16 de Julho de 1973[1]) foi um escritor teatral e jornalista português.[2]
Biografia
Filho de Gustavo de Matos Sequeira e de sua mulher Beatriz Carolina Rosado de Oliveira.[3]
Dedicando-se ao jornalismo, foi, como seu pai, redactor d'O Mundo e d'O Século, e colaborador de vários jornais e revistas.[2]
Para o Teatro, escreveu, sozinho ou de colaboração:[2] as Revistas:[2]
- B-A-BA[2]
- Sete e Meio,[2] 1927, em que participou seu pai[4]
- Caras e Caretas[2]
- Manda Quem Pode[2]
- Já te Matei[2]
- A Cigarra e a Formiga[2]
- A Rapioca[2]
- Revista Sonora[2]
- Zás, Trás, Pás! Viva o Jazz[2]
- Nau Catrineta[2]
- Sape-Gato[2]
- As Lavadeiras[2]
- Rainha das Sogras[2]
- Revoltados, comédia, traduzida e adaptada por seu pai com Pereira Coelho, representada no Teatro Ginásio, 1930[2]
- Bola de Neve, revista[2]
Além da sua colaboração no "Jornal de Lourenço Marques", de cujas gazetilhas publicou um livro, escreveu as revistas:[2]
Em 1927, publicou um livro de versos, Cantigas que a Gente Canta.[2]
A 7 de dezembro de 1929, casou civilmente em Lisboa com Hortência Monteiro Cardoso (Quêssua, Malanje, África Ocidental Portuguesa, c. 1910), doméstica, filha do comerciante Guilherme Augusto da Silva Cardoso e de Maria da Luz Laborde Monteiro Cardoso, doméstica, ambos naturais de Lisboa (das freguesias de Santos-o-Velho e das Mercês, respetivamente).[5]
Tendo seguido para a África como Funcionário da Companhia de Moçambique, passou, depois, para o Funcionalismo Público, tendo sido Administrador do Posto de Dombe.[2]
Morreu vítima de enfarte do miocárdio a 16 de julho de 1973, dia do seu 70.º aniversário, na freguesia de São João de Brito, em Lisboa, onde residia na Avenida do Brasil, n.º 196, 5.º andar esquerdo. Foi sepultado no Cemitério dos Prazeres.[6]
Referências
- ↑ da Guerra Andrade, Adriano (1999). Dicionário de pseudónimos e iniciais de escritores portugueses. [S.l.]: Biblioteca Nacional Portugal. pp. 271 e 440
- ↑ a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z aa Vários. Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira. [S.l.]: Editorial Enciclopédia, L.da. pp. Volume 16. 612
- ↑ «Livro de registo de batismos da paróquia de São Mamede - Lisboa (1901-1905)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. 54 e 54v, assento 98 (de 1903)
- ↑ Vários. Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira. [S.l.]: Editorial Enciclopédia, L.da. pp. Volume 16. 611
- ↑ «Livro de registo de casamentos da 7.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa (1929-10-13 - 1930-03-29)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. fls. 64 e 64v, assento 64
- ↑ «Livro de registo de óbitos da 9.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa (1973-06-18 - 1973-10-02)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. fls. 342, assento 683
Aviso: A chave de ordenação padrão "Vasco Matos Sequeira" sobrepõe-se à anterior "Vasco de Matos Sequeira".