Turma da Mônica em: O Bicho-Papão
Turma da Mônica em O Bicho-Papão e Outras Histórias
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1987 • cor • 60 min | ||||
| Género | animação | |||
| Direção | Maurício de Sousa | |||
| Roteiro | Mário Mattoso Neto Arnaldo M. Galvão | |||
| Baseado em | Turma da Mônica, por Maurício de Sousa | |||
| Elenco | Marli Bortoletto Angelica Santos Elza Gonçalves Paulo Camargo | |||
| Direção de arte | Airon Barreto de Lacerda | |||
| Companhia produtora | Mauricio de Sousa Produções | |||
| Distribuição | Trans Video (VHS)
Paramount Pictures (DVD) | |||
| Lançamento | 16 de julho de 1987 | |||
| Idioma | português | |||
| Cronologia | ||||
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Turma da Mônica em O Bicho-Papão e Outras Histórias é o filme de animação brasileira de 1987, produzido pelos Estúdios Maurício de Sousa e distribuído pela Trans Vídeo. É o quinto filme de animação baseado na série de histórias em quadrinhos de mesmo nome de autoria de Mauricio de Sousa.
Enredo
O pai de um bicho-papão criança conta que fora da floresta há muitos perigos, mas o bicho-papão que queria explorar o que havia fora da floresta sai realmente de perto de seu pai e foge da floresta, e ir para um lugar bem longe dali. Ele foge, e quando Cebolinha, e Cascão saem da casa do Cebolinha, eles vão para uma floresta, já devastada, ou um parque, lá encontram o filho do bicho-papão, e Cascão se assusta (pois foi ele quem descobriu), em uma parte ele derruba um coco na cabeça de Cascão e Cebolinha também vê-lo. Mais tarde Cebolinha também descobre e joga uma corda para prendê-lo, mas ele vê que fora da floresta há muitos perigos, desamarra da armadilha e vai embora, de volta para a floresta, e tudo acaba bem.
Antecedentes e lançamento
Os dois primeiros longas-metragens baseados em Turma da Mônica, de Mauricio de Sousa (As Aventuras da Turma da Mônica (1982) e A Princesa e o Robô (1984)) tiveram relativo sucesso. O primeiro era dividido em histórias, e o segundo continha uma história só. Mauricio acabou preferindo o formato do filme dividido em histórias, já que elas poderiam, aos poucos, serem exibidas na televisão. Ele então seguiu este modelo para As Novas Aventuras da Turma da Mônica (1986) e Mônica e a Sereia do Rio (1986).[1]
Recepção
O Diário do Pará avaliou como "razoável".[2]
Referências
- ↑ «Na tela, Mônica e a sereia Espíndola». Correio Braziliense. 6 de fevereiro de 1987. p. 17. Consultado em 8 de fevereiro de 2022
- ↑ http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=644781&pesq=%22bicho%20pap%C3%A3o%22%20turma%20da%20monica&hf=memoria.bn.br&pagfis=27398


