Tumi

 Nota: Se procura pelo cardeal camaronês, veja Christian Wiyghan Tumi.
tumi da cultura lambayeque feito de ouro com incrustações de turquesa.
Iconografia moche mostrando uma figura segurando um tumi e uma cabeça humana.
Tumi de Ouro, da cultura lambayeque, antes de ser roubado em 1981.

Os tumis são facas cerimoniais em forma de meia-lua utilizadas em diferentes culturas pré-hispânicas dos Andes Centrais. Há indícios de seu uso entre os Paracas, em contextos médicos, bem como entre os moches, lambayeques e chimús, que os empregaram em rituais e cerimônias. Embora também tenham sido associados aos incas após a conquista dessas culturas, que os utilizavam em diversos tipos de intervenções cirúrgicas; os exemplares mais conhecidos e artisticamente elaborados pertencem ao cultura lambayeque (ou Sicán), no norte do Peru, onde foram confeccionados em ouro com turquesa e apresentam uma iconografia e uma técnica metalúrgica altamente sofisticadas.O exemplar mais famoso foi o chamado "Tumi de ouro" ou "faca de Íllimo", descoberto em 1936 no sítio de Batán Grande, a antiga capital da cultura lambayeque, dentro da Floresta de Pómac.[1] [2]

Referências

  1. Galán-Rodas, Edén; Laberiano Fernández, Caddie; Maguiña Vargas, Ciro (janeiro de 2012). «Historia del Tumi: Símbolo de la Medicina Peruana y del Colegio Médico del Perú». Acta Médica Peruana (em espanhol) (1): 56–58. ISSN 1728-5917. Consultado em 24 de setembro de 2025 
  2. RedacciónRPP (26 de julho de 2017). «El Tumi de Oro y la Máscara Sicán valen un Perú». rpp.pe (em espanhol). Consultado em 24 de setembro de 2025 

Ligações externas