Trioleína
Trioleína
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| Nomes | |||||||||||||||
| Nome IUPAC | 2,3-Bis[[(Z)-octadec-9-enoyl]oxy]propyl (Z)-octadec-9-enoate | ||||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||||
Trioleína é o triacilglicerol formado a partir do ácido oleico, sendo, portanto, uma gordura insaturada ômega 9.
A trioleína é usada em membranas semipermeáveis para coletar compostos orgânicos como uma forma de amostragem passiva, para análise da água.[1]
A trioleína é produzida a partir do óleo de oliva.[2]
A mistura, na proporção 4:1, de trioleína e trierucina, o triacilglicerol derivado do ácido erúcico, forma o óleo de Lorenzo.[2]
Referências
- ↑ [1] F. Stuer-Lauridsen, Review of passive accumulation devices for monitoring organic micropollutants in the aquatic environment; Env. Poll. 136 (2005) 503-524
- ↑ a b Shankar Vedantam. «A Real-Life Sequel to 'Lorenzo's Oil' - washingtonpost.com». Washington Post
2007-01-28. pp. A01. Consultado em 10 de dezembro de 2007 line feed character character in
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