Trachycephalus resinifictrix
Trachycephalus resinifictrix[1]
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| Estado de conservação | |||||||||||||||||
![]() Pouco preocupante (IUCN 3.1) [2] | |||||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||||||
| Trachycephalus resinifictrix (Goeldi, 1907) | |||||||||||||||||
Trachycephalus resinifictrix, comummente conhecida como rã-leitosa-da-amazónia[3] ou perereca-de-leite[4], é uma espécie de anfíbio da família dos Hilídeos.
Trata-se de uma espécie predominantemente arborícola e noctívaga.[3] Pode atingir cerca de nove centímetros de comprimento, assumindo uma coloração em tons acastanhados, listrada com manchas azuladas, esverdeadas ou acinzentadas.[3][4] Destaca-se por ter os ossos, músculos e até a parte de dentro da boca de cor azulada.[4]
Sobressai pela capacidade de produzir, como mecanismo de defesa, quando se sente ameaçada, uma substância venenosa, pegajosa, branca e leitosa[3], à guisa de toxina.[4]
Esta toxina, porém, não traz riscos à saúde humana.[4] Com efeito, apenas tem o efeito de conferir um sabor desagradável à rã, causando ainda um tipo de urticaria na região da mucosa do possível predador, que a tente consumir.[4]
Distribuição
Pode ser encontrada no Brasil, Guiana, Suriname, Equador, Colômbia e Guiana Francesa.[4][2] Crê-se que também se possa encontrar na Venezuela.[1]
Referências
- ↑ a b Frost, D.R. (2014). «Trachycephalus resinifictrix». Amphibian Species of the World: an Online Reference. Version 6.0. American Museum of Natural History, New York, USA. Consultado em 6 de dezembro de 2014
- ↑ a b La Marca, E.; Azevedo-Ramos, C.; Reynolds, R.; Coloma, L.A.; Ron, S. (2010). Trachycephalus resinifictrix (em inglês). IUCN 2014. Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN. 2014. Página visitada em 6 de dezembro de 2014..
- ↑ a b c d Infopédia. «rã-leitosa-da-amazónia | Dicionário Infopédia da Língua Portuguesa». Dicionários infopédia da Porto Editora. Consultado em 20 de setembro de 2025
- ↑ a b c d e f g «Perereca amazônica possui interior da boca azul e é vendida como pet no exterior». G1. 15 de agosto de 2022. Consultado em 20 de setembro de 2025

