Theodor Storm

Theodor Storm
Nascimento14 de setembro de 1817
Husum
Morte4 de julho de 1888 (70 anos)
Hanerau-Hademarschen
CidadaniaReino da Prússia, Ducado de Eslésvico
Progenitores
  • Johann Casimir Storm
  • Lucie Woldsen
CônjugeConstanze Esmarch, Dorothea Jensen
Filho(a)(s)Hans Storm, Ernst Storm, Karl Storm, Lisbeth Storm, Lucie Storm, Elsabe Storm, Gertrud Storm, Friederike Storm
Irmão(ã)(s)Aemil Storm, Johannes Storm
Alma mater
Ocupaçãopoeta, romancista, advogado, escritor
Distinções
Obras destacadasThe Rider on the White Horse
Movimento estéticorealismo literário
Religiãoateísmo
Causa da mortecancro do estômago
Página oficial
http://www.storm-gesellschaft.de/, https://www.storm-gesellschaft.de/en/

Hans Theodor Woldsen Storm (Husum, 14 de setembro de 1817Hanerau-Hademarschen, 4 de julho de 1888) foi um escritor alemão, que se celebrizou como poeta e também como autor de novelas e contos do realismo alemão. Profissionalmente foi um jurista.

Obra

Storm foi um dos mais importantes escritores do realismo alemão do século XIX. Escreveu uma série de contos, poemas e novelas. Suas obras mais conhecidas são as novelas Immensee (1849) – sobre as recordações de um velho, Reinhardt, de seu amor de infância e adolescência por Elisabeth, que acabou se casando com um amigo em comum deles, Erich – e Der Schimmelreiter (O Cavaleiro no Cavalo Branco), publicada pela primeira vez em abril de 1888 no periódico literário e político Deutsche Rundschau. Outras obras publicadas incluem um volume de seus poemas (1852), a novela Pole Poppenspäler (1874 - Paulo, o Titereiro) e a novela Aquis Submersus (1877).

Sua novela Der Schimmelreiter foi traduzida para o português por Mauricio Mendonça Cardozo sob o título A assombrosa história do homem do cavalo branco, publicada pela Editora UFPR e vendida junto com um segundo volume intitulado O centauro bronco, onde, "por meio de um processo que o tradutor chama de reencenação, transpõe-se a história original do cenário frio e úmido do norte da Alemanha para o quente e seco sertão brasileiro, num movimento de intertextualidade inédito."[1]

Referências