The Power of Good-Bye

"The Power of Good-Bye"
Single de Madonna
do álbum Ray of Light
Lado A"Little Star"
Lado B"Mer Girl"
Lançamento1 de setembro de 1998 (1998-09-01)
Formato(s)CD  · cassete  · vinil
Gravação1997;
Larrabee North Studio
(North Hollywood, Califórnia)
Gênero(s)Electronica  · pop  · electropop
Duração4:10
Gravadora(s)Maverick  · Warner Bros.
ComposiçãoMadonna  · Rick Nowels
ProduçãoMadonna  · William Orbit  · Patrick Leonard
Cronologia de singles de Madonna
Vídeo musical
"The Power of Good-Bye" no YouTube

"The Power of Good-Bye" é uma canção da artista musical estadunidense Madonna, contida em seu sétimo álbum de estúdio, Ray of Light (1998). Foi produzida pela própria juntamente com William Orbit e Patrick Leonard, com auxílio de Rick Nowels na composição. A sua gravação ocorreu em 1997 nos estúdios Larrabee North em Universal City, Califórnia. O seu lançamento como o quarto single do disco ocorreu em 1.º de setembro de 1998, através das gravadoras Maverick e Warner Bros. Records, sendo comercializada em CD single, fita cassete e vinis de sete e doze polegadas. Em termos musicais, "The Power of Good-Bye" é uma balada eletrônica com um andamento moderado de 80 batidas por minuto, que incorpora elementos do pop e do trip hop. Seu arranjo inclui o uso de cordas regidas por Craig Armstrong, violão acústico, sintetizadores e efeitos digitais. Enquanto o conteúdo lírico aborda a superação e a libertação emocional após o fim de um relacionamento.

Em geral, a canção recebeu aclamação generalizada da crítica e de estudiosos da música, que destacaram sua composição e produção, frequentemente apontando-a como um dos pontos altos de Ray of Light. Comercialmente, a obra obteve um desempenho positivo, qualificando-se nas dez primeiras posições em diversos países, como Alemanha, Áustria, Espanha, Finlândia, Hungria, Islândia, Países Baixos, Polônia, Reino Unido, Suécia e Suíça, além de alcançar o segundo lugar no Eurochart Hot 100 Singles. Nos Estados Unidos, estreou na 24.ª colocação da Billboard Hot 100 em 17 de outubro de 1998, tornando-se o 38.º single de Madonna a figurar entre os quarenta mais bem colocados e o seu 16.º lançamento consecutivo a alcançar tal feito.

O videoclipe correspondente foi dirigido por Michael Haussman e filmado em tons azul-esverdeados nas praias de Malibu, na Califórnia. Estreado em 10 de setembro de 1998, minutos antes do início da cerimônia do MTV Video Music Awards, o trabalho descrito como uma homenagem ao filme Humoresque (1946), retrata Madonna e o ator croata Goran Višnjić como um casal em crise. A produção foi amplamente elogiada por seu visual sofisticado e atmosfera melancólica, sendo considerada uma das obras visuais mais belas e subestimadas da carreira da artista. Apesar de nunca ter sido incluída no repertório de suas turnês, Madonna apresentou a faixa ao vivo em diversos programas televisivos como Wetten, dass..?, Sacrée Femmes, Sen kväll med Luuk, Séptimo de Caballería, Top of the Pops, bem como no evento VH1 Fashion Awards. Também foi regravada por artistas como a Spectrum Orchestra, George Sarah, Adam Marano, The Mysterious Girl, entre outros.

Antecedentes

Madonna (esquerda) e Rick Nowels (direita), compositores de "The Power of Good-Bye".

Entre 1996 e 1998, Madonna vivenciou acontecimentos considerados transformadores em sua trajetória pessoal e artística, incluindo o nascimento de sua filha Lourdes "Lola" Leon, a aproximação com a ioga, o misticismo oriental e a cabala, bem como sua atuação como Eva Perón na adaptação cinematográfica do musical Evita, dirigida por Alan Parker. Em 1997, iniciou a elaboração de Ray of Light, seu sétimo álbum de estúdio, para o qual compôs canções em colaboração com William Orbit, Rick Nowels, Patrick Leonard e Babyface, a fim de refletir musicalmente tais mudanças de perspectiva.[1][2] Como apontou Joan Anderman, do The Boston Globe, tratava-se de um "disco dançante profundamente espiritual".[3] A maternidade suavizou a artista emocionalmente, o que acabou sendo refletido em sua obra musical. Nesse contexto, ela começou a tratar de ideias e utilizar palavras associadas a reflexões mais pessoais, distanciando-se das melodias voltadas ao repertório das discotecas.[4] De acordo com Tom Ewing, do Freaky Trigger, a cantora encontrava-se em sua fase "mais espiritual", e o envolvimento crescente com o misticismo e a cabala resultou em composições "menos contextuais e mais gerais".[5] Em entrevista à Q, a maternidade foi apontada como fator que motivou a "busca por respostas a perguntas nunca feitas antes".[1]

"The Power of Good-Bye" foi uma das nove canções do álbum compostas em colaboração entre a intérprete e Nowels. Este último, que já havia trabalhado com artistas como Stevie Nicks, Belinda Carlisle e Anita Baker, sempre desejou colaborar com Madonna, admirando sua voz, suas composições e suas produções junto a Leonard, Stephen Bray e Nile Rodgers. Nowels encontrava-se em Nova Iorque para o Grammy Awards de 1997, para o qual havia sido indicado, e durante um dia de compras na loja Barneys, conheceu Madonna, a quem elogiou pelas habilidades como compositora. Semanas depois, foi convidado para participar de sessões de composição em Los Angeles.[6] Ambos demonstraram boa relação, tanto profissionalmente quanto pessoalmente. O fato de ambos serem pais recentes, à época Nowels tinha um filho de três anos, junto de sua habilidade para compor, favoreceu o desenvolvimento do projeto.[7][8] Três das faixas resultantes da colaboração foram incluídas no disco: "The Power of Good-Bye", "To Have and Not to Hold" e "Little Star".[6]

Gravação

Essa experiência mudou o rumo da minha carreira. Até então, eu só compunha com amigos. Trabalhar com Madonna foi a primeira vez que me vi compondo frente a frente com uma grande artista e compositora. A partir daí, passei a colaborar principalmente de forma direta com outros artistas.

– Rick Nowels sobre sua experiência de trabalhar com Madonna.[6]

No final de abril de 1997, Madonna e Rick Nowels reuniram-se para uma sessão de composição de duas semanas no estúdio do produtor, localizado em Hollywood Hills. O processo criativo da artista seguia uma rotina com horários definidos. O estúdio era frequentado diariamente das três às sete da tarde; Nowels acompanhava ao teclado enquanto Madonna improvisava melodias, elaborava sequências de acordes e registrava ideias.[8][9] Ao final das sessões, a canção estava concluída.[10] À biógrafa e jornalista Lucy O'Brien, Nowels afirmou que, antes de trabalhar com Madonna, "nunca acreditei ser possível compor uma canção em apenas uma hora, mas em meia hora, já tínhamos uma melodia pronta e uma faixa concluída". Nove músicas, incluindo "The Power of Good-Bye", foram concluídas ao longo de dez dias de sessões.[8] As habilidades da cantora como compositora também foram descritas como "profundas, poéticas e inteligentes", comparáveis ao trabalho de Joni Mitchell ou Paul Simon. O conteúdo lírico demonstrava influência de William Shakespeare e de poetas da década de 1960, como Sylvia Plath e Anne Sexton. Apesar do ritmo acelerado de trabalho, a qualidade não foi comprometida, sendo Madonna caracterizada como uma artista completa, capaz de compreender a elaboração de uma cantiga – a estruturação de versos e refrões, a inserção de pontes e o desenvolvimento meticuloso das melodias.[8]

Concluídas as sessões de composição, a gravação do álbum contou com Orbit e Leonard; a contribuição mínima deste último fez com que a produção continuasse apenas com Orbit.[11] A gravação teve início em junho de 1997, no Larrabee North Studio, em Universal City (Califórnia), com Orbit, o engenheiro Pat McCarthy e o técnico de som Matt Silva.[1] Inicialmente, o envolvimento direto da cantora no processo de gravação deixou o produtor desconfortável, mas, com o tempo, foi estabelecida uma forma eficiente de colaboração.[1] Na gravação de demonstração, Nowels utilizou batidas típicas do gênero jungle e sons do tipo PAD, além de acordes criados de forma improvisada. No estúdio, Orbit adaptou o ritmo jungle para o reggae, criando uma sonoridade diferente.[8] A desorganização de Orbit quase o fez ser demitido ao chegar à casa de Madonna para reproduzir "The Power of Good-Bye" e notar que não tinha levado a fita de áudio digital correta. Acostumada a uma abordagem mais profissional, a cantora não se mostrou impressionada, e Orbit teve que permanecer quase uma semana no estúdio até finalizar a faixa.[1][12] Craig Armstrong ficou responsável pelos arranjos de cordas, Susie Katayama conduziu a orquestra, enquanto David Reitzas, Jon Englesby e Mark Endard ficaram a cargo da engenharia. A masterização foi feita por Ted Jensen nos estúdios Sterling Sound, em Nova Iorque.[13]

Composição

"The Power of Good-Bye" é uma balada eletrônica de "ritmo sincopado, com cordas e acordes de violão harmonicamente contrastantes".[14][15] Teri vanHorn, da MTV, destacou que o violão acústico é incorporado a um ritmo de reggae.[16] De acordo com a partitura publicada no Musicnotes.com pela Alfred Music Publishing, a canção é definida no compasso de tempo comum com um andamento "moderado" que se desenvolve em um metrônomo de 80 batidas por minuto. Composta na tonalidade de fá menor, segue uma progressão harmônica básica de Fm–D♭A♭E♭, com o alcance vocal de Madonna abrangendo-se desde Sol3 até 5.[17] Segundo Rikky Rooksby, autor de The Complete Guide to the Music of Madonna (2004), a faixa se inicia com arpejos de estilo clássico em uma sequência de quatro acordes. As melodias cativantes dos versos se somam a um trompete sintetizado ao final do primeiro refrão e a um arranjo de cordas após o segundo. Notas sustenidas também se sobressaem nos trechos instrumentais, como ocorre em outras faixas de Ray of Light. O violão ainda acrescenta uma sensação orgânica ao segundo verso.[18] A música conta ainda com sons digitais e efeitos techno,[19] que Orbit obteve usando um sintetizador analógico Korg MS-20. O mesmo explicou que "há algo nos transientes do MS-20 que é muito acentuado, permitindo ao sintetizador gerar timbres potentes por causa da potência de seus dois filtros".[20]

O conteúdo lírico tem como tema a superação após o fim de um relacionamento,[21] e foi descrita como uma "irmã musical" de "Frozen", já que ambas abordam a temática do distanciamento afetivo.[10] Isso se evidencia nos versos "Seu coração não está aberto, por isso eu devo ir"[n 1] e "A liberdade vem quando você aprende a deixar, a criação chega quando você aprende a dizer não".[n 2][22][23] A cantora encontrou inspiração para explorar a superação emocional em seu interesse pela filosofia budista e pela prática de ioga.[24] Segundo Samuel R. Murrian, da Parade, a faixa aborda o "empoderamento e a liberdade que surgem após o fim de um relacionamento".[25] Sebas E. Alonso destacou que Madonna "reconstrói-se emocionalmente após um término amoroso", expressando "sabedoria e resignação" em versos como "Você foi minha lição, eu tive que aprender",[n 3] e "Não há mais nada a perder, nem coração para machucar, nenhum poder é maior do que o do adeus"[n 4] além de conceitos como "liberdade" e "autonomia" decorrentes dessa separação.[26] De acordo com Francesco Falconi, autor de Loco por Madonna. La Reina del Pop (2017), a canção tem como tema central a água, representado no conteúdo lírico como "símbolo de purificação e renascimento". Sobre isso, Madonna afirmou: "A água é um elemento com grande poder de cura, está presente no parto e no batismo; ao entrar em uma banheira ou no oceano, sente-se que um ciclo se renova".[27] Para Nowels, a faixa é "um belo poema",[8] acrescentando seguidamente que:

"Madonna é uma compositora e letrista maravilhosa, e o conteúdo lírico de "The Power of Good-Bye" evidencia seu talento criativo. Destaca-se tanto como artista quanto como compositora. Crescendo ouvindo Joni Mitchell e [artistas da] Motown Records, Madonna integrou características de ambos os estilos em sua obra musical. Destaca-se também por sua abordagem confessional, não sendo reconhecida por isso".[10]

Lançamento e remixagens

As gravadoras Maverick e Warner Bros. Records lançaram "The Power of Good-Bye" como o quarto single de Ray of Light, após "Frozen", "Ray of Light" e "Drowned World/Substitute for Love".[28] Como este último não foi disponibilizado comercialmente nos Estados Unidos, "The Power of Good-Bye" acabou sendo o terceiro single lançado no país.[29][30] O fotógrafo Mario Testino foi responsável pelas fotos da capa, com o design e a direção de arte a cargo de Kevin Reagan.[13] Segundo a revista Billboard, o material seria originalmente enviado às rádios norte-americanas no final de agosto de 1998,[31] mas seu lançamento foi posteriormente adiado para 1.º de setembro daquele ano.[32] No dia 29 do mesmo mês, foi comercializado em CD, fita cassete e disco de vinil de 7"; em todos os formatos, a faixa "Mer Girl" foi incluída como lado B.[33][34][35] No Reino Unido, foi disponibilizado em conjunto com "Little Star",[36][37] e na Europa, a canção supracitada foi adicionada como lado B na versão em CD.[38]

Para o lançamento, três remixagens feitas por Luke Slater e Dallas Austin foram incluídas no maxi single e no vinil de 12", lançados na Austrália e na Europa em 28 de setembro de 1998, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.[39][40][41] José F. Promis, do AllMusic, afirmou que as remisturas "podem parecer estranhas no início, mas acabam se destacando". Em "Dallas' Low End Mix", Austin adota timbres eletrônicos semelhantes aos usados seguidamente no álbum FanMail (1999), do TLC; "Luke Slater's Super Luper" apresenta a canção em um estilo deep house; já "Fabien's Good God Mix" traz uma sonoridade eletrônica "intensa", mantendo a essência da gravação original.[33] No Canadá e no Japão, as mesmas remixagens foram disponibilizadas tanto no maxi single quanto no vinil de 12".[42][43] Em 8 de dezembro, "The Power of Good-Bye" e o seu lado B, "Mer Girl", foram lançadas em formato de compacto duplo na Austrália e na Europa.[39][40]

Recepção crítica

Esta é a canção que os fãs mais fervorosos esperavam ver lançada como single. Com a colaboração dos coprodutores William Orbit e Patrick Leonard, Madonna mescla o lirismo de uma balada romântica com a textura futurista do pop eletrônico. A cada reprodução, é possível notar diferentes elementos no arranjo. Sua interpretação é confiante e intensa, explorando seu alcance vocal com intensidade emocional.

– Larry Flick, da Billboard.[14]

"The Power of Good-Bye" foi amplamente elogiada por críticos e acadêmicos, que destacaram sua composição e produção, sendo apontada como um dos destaques de Ray of Light. Foi também descrita como "uma das melhores baladas" de Madonna, por veículos como Allmusic e Jenesaispop.[44][45] Teri vanHorn, da MTV, classificou-a como "absolutamente linda",[16] e Francesco Falconi acrescentou tratar-se de "mais um sucesso" de Nowels.[27] Daryl Easlea e Eddi Fiegel, em Madonna: Blonde Ambition (2012), apontaram "The Power of Good-Bye" como uma das faixas mais populares da discografia de Madonna,[9] enquanto Amy Pettifer, do The Quietus, descreveu-a como um dos "melhores momentos" da sua carreira.[46] Para Alex Fork, da Pitchfork, figura entre as canções de amor mais "notáveis" do álbum.[47] Bryan Lark, do The Michigan Daily, apontou "The Power of Good-Bye" e "Frozen" como os pontos altos de Ray of Light, enfatizando que ambas refletem o interesse contínuo de Madonna de "abrir o seu coração".[22] Para Joan Anderman, do Boston Globe, "The Power of Good-Bye", "Frozen" e "To Have and Not to Hold" formam uma "trilogia onírica" na qual Madonna reflete sobre o caminho para a autotransparência.[3] Sarah Davis, da revista Dotmusic, considerou-a uma das faixas mais "bem trabalhadas" do álbum, na qual a cantora retorna "ao tom intimista de suas baladas". A resenhista destacou especialmente o arranjo de cordas de Armstrong e a coprodução de Leonard, comparando-a a "Live to Tell" (1986).[48]

Conforme apontou Elysa Gardner, do Los Angeles Times, a obra evidencia "a habilidade contínua de Madonna em integrar sonoridades contemporâneas e singulares em suas melodias", o que se nota em "The Power of Good-Bye".[49] Ao Chicago Tribune, Greg Kot, referindo-se ao número, registrou: "Madonna triunfou onde todos os seus colegas falharam: não apenas fez uma faixa disco maravilhosa, mas também um pop de qualidade".[50] De acordo com Charlotte Robinson, da PopMatters, a inclusão de "The Power of Good-Bye" e outras faixas de Orbit na coletânea GHV2 é "um exemplo da competência do produtor em criar melodias cativantes".[51] Sal Cinquemani, da Slant Magazine, classificou a música com um "A-", afirmando que, embora seja "estruturada como uma balada contemporânea para adultos", contém "elementos eletrônicos que a tornam atual e original".[52] Em Madonna: An Intimate Biography (2002), J. Randy Taraborrelli destacou o "ritmo cativante europop" da obra,[21] enquanto Lucy O'Brien ressaltou seu "tom reverente, semelhante ao de um hino religioso".[53] Chuck Arnold, da Entertainment Weekly, mencionou o verso "Seu coração não está aberto, por isso eu devo ir"[n 1] como uma referência a "Open Your Heart" (1986), afirmando que "essa bela despedida quase faz a dor valer a pena".[54] Por outro lado, Ann Powers, do jornal The New York Times, avaliou que o álbum se torna "mais fraco" quando Madonna "se torna ostensivamente 'pessoal'". Considerando "The Power of Good-Bye" uma demonstração exagerada de emoção.[55] Já Enio Chola, também da PopMatters, afirmou que teria preferido o lançamento de "Skin" como single em vez de "The Power of Good-Bye" ou "Nothing Really Matters", tidas por ele como as "piores".[56] Dos 68 singles lançados por Madonna entre 1982 e 2014, Matthew Jacobs, do Huffington Post, classificou "The Power of Good-Bye" em 38.º lugar, descrevendo-a como uma "meditação sutil sobre um amor não correspondido" e elogiando a produção "impressionante" e sua voz "serena".[57] Para Michael Cooper, do LA Weekly, foi a nona melhor canção da sua discografia e uma "bela balada com elementos eletrônicos".[58] Por fim, Robbie Daw, do Idolator, classificou a faixa em quarto lugar na lista das "dez melhores canções de Madonna que o rádio esqueceu", destacando que, nesta "balada delicada e envolvente", a cantora "sabe que é melhor estar sozinha pelas razões certas do que ficar com alguém pelas razões erradas".[59]

Videoclipe

Desenvolvimento

O videoclipe de "The Power of Good-Bye" foi dirigido por Matthew Rolston (esquerda) e contou com a participação do ator croata Goran Višnjić (direita).

O videoclipe de "The Power of Good-Bye" foi filmado entre 8 e 10 de agosto de 1998, tendo como locações a Silvertop House, em Los Angeles (Califórnia), e as praias de Malibu, sob a direção do fotógrafo estadunidense Matthew Rolston.[60][27] Compuseram ainda a equipe técnica Nicola Doring, encarregada da produção pela HSI Productions; Pascal Lebègue, responsável pela direção de fotografia; e Dustin Robertson, na edição.[61][62] A maquiagem da cantora ficou a cargo de Kevyn Aucoin.[63] De acordo com o Entertainment Tonight, as filmagens acabaram sendo uma experiência emocional para Madonna devido ao conteúdo lírico da obra, cuja narrativa gira em torno da separação e de uma "história de amor que deu errado". Com o intuito de criar um enredo visual de tom dramático, a cantora optou por trabalhar com Rolston. Mesmo respeitando a visão do cineasta, envolveu-se criativamente no projeto. As cenas em que a mesma aparece caminhando pela praia foram gravadas em estúdio, sobre uma esteira.[64]

Segundo Robertson, a relação entre Rolston e Madonna era conturbada, chegando ao ponto de o diretor chorar durante as filmagens. Acrescentou que a artista exercia pressão sobre ele, que tentava defender suas decisões artísticas. Mesmo assim, disse que Madonna se mostrou muito satisfeita com seu trabalho e chegou a ligar-lhe no dia seguinte para agradecer. Em suas palavras: "O telefonema não era necessário, mas ocorreu... Madonna é extremamente profissional e muito gentil. Foi nessa conversa que eu lhe agradeci por ter salvado minha vida e me inspirado em Hollywood. Sua reação foi de apreço e gentileza".[65] O ator croata Goran Višnjić interpretou o interesse amoroso da musicista, que o escolheu após sua atuação no filme Welcome to Sarajevo (1997). Também o descrevendo como o "homem mais sensual da atualidade", foi considerado de imediato para o vídeo.[66]

Lançamento, sinopse e recepção

A cena em que Goran Višnjić (acima) e Madonna (abaixo) jogam xadrez foi inspirada no filme The Thomas Crown Affair (1968).

O lançamento oficial do videoclipe ocorreu na MTV em 10 de setembro de 1998, minutos antes do início da cerimônia do MTV Video Music Awards.[64] O vídeo também foi ocasionalmente exibido no canal The Warner Bros. Network após o seriado Felicity, sendo a canção utilizada como tema de fundo nos materiais de divulgação da série.[14][67] Posteriormente, foi incluído nas coletâneas The Video Collection 93:99 (1999) e Celebration: The Video Collection (2009).[61][68] Filmado em tons azul-esverdeados, foi descrito como uma homenagem ao filme Humoresque (1946), estrelado por Joan Crawford.[69][70] Na produção, Madonna e Višnjić interpretam um casal em crise jogando xadrez; a ação culmina na destruição do tabuleiro, simbolizando o fim do relacionamento. Tal cena foi inspirada em The Thomas Crown Affair (1968).[71][72][58] Em seguida, a artista aparece caminhando pela praia, com as ondas do mar ao redor, alternadas com cenas em que a canção é interpretada diante de uma cortina.[60] A intérprete aparece ao lado de um homem que passeia com um cachorro na praia e ao final, surge sorrindo enquanto as ondas a tocam, representando um "renascimento".[27]

O videoclipe foi bem recebido pela crítica. Liz Smith, do Sarasota Herald-Tribune, destacou o "drama e o glamour" da narrativa, considerando-o uma "pequena obra de arte" e "mais satisfatória do que muitos filmes que vejo".[73] Segundo Kerry Diamond, em Kevyn Aucoin: A Beautiful Life (2004), a maquiagem de Aucoin era "encantadoramente elegante" e que dialogava com a "letra comovente" da canção.[63] Também foi notado por Francesco Falconi o visual "mais elaborado", assim como os "longos cabelos pretos".[27] Em Madonna Style (2012), Carol Clerk observou que, de modo geral, nenhum dos clipes de Ray of Light não apresentam uma linearidade visual ou conceitual "coerentemente óbvia". A autora considera que, em "The Power of Good-Bye", Madonna valoriza a estética e a obscuridade mais do que a narrativa e a iluminação.[74] Em 2013, Louis Virtel, do portal Logo, incluiu o vídeo em 23.º lugar em sua lista dos 55 melhores da cantora. Acrescentando que a mesma estava "incrivelmente bonita".[72] Três anos depois, Christopher Rosa, da VH1, considerou-o um dos mais subestimados e "mais impressionantes" da carreira da musicista. Os tons azul-esverdeados foram associados ao videoclipe de "Frozen", e o final foi descrito como deliberadamente ambíguo; "Madonna se afoga no mar ou se separa de seu amante?"[71] Samuel R. Murrian, da Parade, descreveu o vídeo como visualmente marcante e de notável apuro estético.[25] Por fim, Sebas E. Alonso, do Jenesaispop, considerou o projeto como um dos mais esteticamente belos da trajetória de Madonna, destacando o "final ambíguo, entre o suicídio e a serenidade".[26]

Apresentações ao vivo e regravações

Madonna recebendo um prêmio durante o VH1 Fashion Awards de 1998, ocasião em que interpretou "The Power of Good-Bye".

A primeira apresentação de "The Power of Good-Bye" ocorreu em 23 de outubro de 1998, durante o VH1 Fashion Awards, em Nova Iorque. Na ocasião, Madonna utilizou um traje confeccionado em látex, descrito por Kristen Aldridge, da revista Shape, como "elegante, mas sensual". O número teve a participação do coro infantil Opus 118, da Harlem School of the Arts, cuja direção musical ficou a cargo de Roberta Guaspari.[75][76] Em seguida, foi distinguida com o título de "artista mais na moda" e com o prêmio honorífico Gianni Versace Tribute.[77] Em 7 de novembro, Madonna apresentou-se no programa alemão Wetten, dass..?, interpretando "The Power of Good-Bye" como parte da divulgação do disco Ray of Light.[78] Quatro dias depois, apresentou a mesma canção junto a "Drowned World/Substitute for Love" no francês Sacree Femmes. Na ocasião, conheceu Jeanne Moreau, a quem se referiu como sua "atriz favorita".[79][80] No dia seguinte, cantou "The Power of Good-Bye" no MTV Europe Music Awards, a cerimônia ocorreu em Milão, Itália. O jornalista John Dingwall, do Daily Record, afirmou que a cantora "desafinou". Apesar disso, foi premiada nas categorias de Melhor Artista Feminina e Melhor Álbum.[81] En 15 de novembro, Madonna executou o tema no talk show sueco Sen kväll med Luuk, apresentado pelo comediante Kristian Luuk.[82][83] Cinco dias depois, participou do programa espanhol Séptimo de Caballería, criado por Miguel Bosé, onde foi entrevistada e interpretou "The Power of Good-Bye" e "Drowned World/Substitute for Love".[84] Por fim, a musicista se apresentou na produção britânica Top of the Pops.[85] Estava escalada para abrir a cerimônia do Billboard Music Awards, em 7 de dezembro, no MGM Grand Hotel, em Las Vegas,[86] mas cancelou sua apresentação por motivos de saúde, sendo substituída por Garth Brooks.[87]

Após o seu lançamento, "The Power of Good-Bye" foi regravada por diversos artistas em álbuns tributo, como a Spectrum Orchestra, para The Music of Madonna (1999), e Swed, que a interpretou em Truly Blue: Tribute to Madonna (2000).[88][89] No mesmo ano, George Sarah gravou uma versão eletrônica da faixa para Getting into the Grooves, e a Evening Star Orchestra incluiu uma versão instrumental em Madonna: The Ultimate Tribute.[90][91] Três anos depois, o compositor estadunidense Adam Marano gravou-a para o disco Tribute to Madonna, lançado pela gravadora Golden Sound.[92] Os grupos tributo The Mysterious Girl e Tune Robbers também gravaram suas versões, cujas interpretações foram incluídas, respectivamente, em Dance Tribute to Madonna (2006) e The Tune Robbers Play the Best of Madonna, Vol. 2 (2010).[93][94]

Alinhamento de faixas e formatos

Créditos

Os créditos seguintes foram adaptados do encarte do álbum Ray of Light (1998).[13]

Gravação
Equipe

Desempenho comercial

Nos Estados Unidos, "The Power of Good-Bye" estreou na 24.ª colocação da tabela Billboard Hot 100 em 17 de outubro de 1998, tornando-se o décimo sexto lançamento consecutivo de Madonna a estabelecer-se entre os quarenta primeiros e o seu 38.º single a figurar entre os quarenta mais bem colocados. Também se tornou a sétima maior estreia de sua carreira.[103] O tema ascendeu gradualmente no ranking ao longo das semanas e, em 28 de novembro,[104] atingiu o 11.º lugar, tornando-se o terceiro single de Ray of Light a estar entre os vinte mais bem-sucedidos.[34] Segundo José F. Promis, do AllMusic, o que impediu a canção de alcançar o top 10 foi o fato de que "[o maxi CD], infelizmente, jamais viu a luz do dia no Novo Mundo".[33] Ao todo, figurou por 19 semanas.[34] Nas subdivisões correspondentes a vendas físicas e de execuções em rádio, ambas componentes da Hot 100, a obra situou-se, respectivamente, nas 13.ª e 26.ª colocações.[105][106] Em outras tabelas da revista, alcançou o 14.º posto na Adult Contemporary, o 18.º na Mainstream Top 40, o 21.º na Top 40 Tracks e o 40.º na Adult Pop Songs.[107][108][109][110] A canção também obteve destaque em listas de outras revistas especializadas do país; atingindo o 11.º lugar na Gavin Top 40 e o 13.º na Adult Contemporary, ambas da Gavin Report.[111] Segundo a Radio & Records, "The Power of Good-Bye" figurou em 17.º na CHR/Pop e 10.º na Adult Contemporary,[112][113] finalizando o ano nas colocações 73 e 72, respectivamente.[114][115] No Canadá, figurou em três tabelas musicais; duas da revista RPM e uma da SoundScan, publicada pela Billboard, onde alcançou a sexta posição em 14 de novembro de 1998.[116] A faixa registrou seu melhor desempenho na lista Top 100 Tracks da RPM, ao alcançar o número 16 em 14 de novembro,[117] enquanto na Adult Contemporary figurou em 13.º lugar em 11 de janeiro de 1999.[118]

"Believe", de Cher (foto), impediu que "The Power of Good-Bye" chegasse ao topo das tabelas European Radio Top 50 e Eurochart Hot 100 Singles da Music & Media.

Em sua semana de estreia na Europa, a canção ganhou destaque nas estações de rádio da Alemanha e da Dinamarca, estreando na 45ª colocação da European Radio Top 50 da revista Music & Media, datada de 7 de novembro de 1998, com 32 emissoras registrando sua execução.[119] Pouco mais de um mês depois, atingiu a segunda colocação, atrás apenas de "Believe", de Cher, com um total de 141 estações registrando sua rotação.[120] No ranking de vendas Eurochart Hot 100 Singles, "The Power of Good-Bye" ingressou em 36.º lugar e, após duas semanas, em 12 de dezembro, avançou para o segundo posto.[121][122] No mesmo mês, a canção figurava como a 66.ª mais executada nas rádios e a 74.ª em termos de vendas físicas.[123][124] "Believe" também impediu que "The Power of Good-Bye" chegasse ao topo na Espanha,[125] tornando-se o primeiro single de Ray of Light a não liderar o cume em tal território,[126] ao passo que na Islândia e na Polônia posicionou-se em segundo lugar, atrás de "Sweetest Thing", de U2, e "Dziewczyna bez zęba na przedzie", de Kult, respectivamente.[127][128] Entre os demais territórios em que obteve destaque entre os dez primeiros colocados, destacam-se: Suécia (3.º), Alemanha, Áustria e Finlândia (4.º), Escócia (5.º), Hungria (6.º) e Suíça (8.º).[129][130][131] A canção também integrou o top 40 da Bélgica, França, Irlanda e Itália.[132][133][134]

Na tabela britânica UK Singles Chart, o lançamento duplo "The Power of Good-Bye"/"Little Star" estreou na sexta posição em 5 de dezembro de 1998, permanecendo por um total de onze semanas.[135] Cabe destacar que, dois meses antes, em 17 de outubro, a versão em CD havia estreado separadamente na 91.ª colocação.[135] Listou-se também, por apenas uma semana, no número 39 da UK Dance Chart.[136] De acordo com a Music Week, o lançamento comercializou 175 095 unidades até agosto de 2008 e, em agosto de 2017, figurava como o 36.º lançamento de maior sucesso da artista no Reino Unido.[137][138] "The Power of Good-Bye" foi agraciado com disco de prata pela British Phonographic Industry (BPI) em maio de 2018, após atingir vendas superiores a 200 mil exemplares.[139] Também foi certificado com ouro pelas organizações Bundesverband Musikindustrie (BVMI), International Federation of the Phonographic Industry (IFPI) e Grammofonleverantörernas förening (GLF).[140][141][142] Por fim, na Oceânia, obteve como pico a 33.ª posição na Austrália durante a semana de 15 de novembro de 1998,[39] e a 25.ª na Nova Zelândia, onde permaneceu por sete semanas.[143]

Posições nas tabelas musicais

Notas

  1. a b No original: "Your heart is not open so I must go".
  2. No original: "Freedom comes when you learn to let go / Creation comes when you learn to say no".
  3. No original: "You were my lesson I had to learn".
  4. No original: "There's nothing left to lose / There's no more heart to bruise / There's no greater power / Than the power of good-bye".

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Bibliografia