The Mayhem Ball
The Mayhem Ball
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| Turnê mundial de Lady Gaga | ||||
| Álbum associado | Mayhem | |||
| Data de início | 16 de julho de 2025 | |||
| Data de fim | 13 de abril de 2026 | |||
| Partes | 5 | |||
| N.º de apresentações | 52 na América do Norte 24 na Europa 5 na Oceania 6 na Ásia 87 no total | |||
| Receita | US$ 230,681,548 | |||
| Audiência | 1,065,369 | |||
| Cronologia de turnês de Lady Gaga | ||||
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The Mayhem Ball é a oitava turnê da cantora e compositora norte-americana Lady Gaga, em apoio ao seu oitavo[a] álbum de estúdio, Mayhem (2025). A turnê teve início em 16 de julho de 2025, em Paradise, Estados Unidos, sucedendo os 9 shows especiais "The Art of Personal Chaos", marcados antes da estreia oficial da turnê, que está prevista para se encerrar em 13 de abril de 2026, em Nova Iorque, EUA.[1][2][3][4][5]
A turnê recebeu ampla aclamação da crítica especializada, sendo descrita por veículos como The Guardian, The Independent e The Standard como uma das produções mais ambiciosas da música pop contemporânea. As apresentações foram elogiadas por sua estética visual, inovação artística e força performática de Gaga, com diversas publicações atribuindo avaliações máximas ao espetáculo.[6][7]
Antecedentes e anúncio
Em uma entrevista para a revista Vogue em setembro de 2024, Gaga explicou que durante a The Chromatica Ball, foi a primeira vez em muito tempo que conseguiu se apresentar ao vivo sem sentir dor. Ela fazia referência à fratura em seu quadril que sofreu em 2013, durante a The Born This Way Ball, que posteriormente resultou em fibromialgia e a forçou a cancelar o Joanne World Tour no início de 2018.[8]
Mais tarde, em uma entrevista para a Elle em janeiro de 2025, a cantora afirmou que sua forma de encarar as turnês mudou depois da The Chromatica Ball e declarou:
"Agora, sair em turnê tem mais a ver comigo como ser humano. E isso torna a experiência no palco ainda mais poderosa, porque, quando chego lá, tenho feito outras coisas em que posso pensar. Eu me conecto com o público como pessoas reais, porque vivi uma vida real."[9]
Em 20 de novembro de 2024, Gaga anunciou em suas redes sociais dois shows no Coachella, um dos maiores festivais de música do mundo. Os shows, marcados para 11 e 18 de abril de 2025 na Califórnia, EUA, dariam início à promoção do álbum Mayhem antes da turnê The Mayhem Ball.[10] Em fevereiro e março de 2025, Gaga anunciou shows especiais que ocorrerão após o Coachella para continuar a promoção do álbum Mayhem ainda antes da turnê The Mayhem Ball: Mayhem on The Beach (Rio de Janeiro, Brasil), Viva la Mayhem (Cidade do México, México) e Lion City Mayhem (Cingapura).[11][12][13]
Em 26 de março de 2025, Gaga anunciou a The Mayhem Ball propriamente dita, por meio de suas redes sociais, revelando uma primeira etapa com 32 datas em cidades da América do Norte e da Europa, como Las Vegas, Nova Iorque, Miami, Londres, Paris e Berlim.[14][15] Em 08 de abril de 2025, 3 shows em estádios de cidades da Austrália foram anunciados, expandindo a turnê para mais um continente.[16] Uma semana depois, foram anunciados segundos shows em Melbourne e Sydney, respectivamente, devido à alta demanda.[17][18] Em 22 de abril de 2025, foram anunciados três shows em São Francisco e quatro shows em Inglewood.[19] Em 9 de junho de 2025, cinco shows em estádios no Japão foram anunciados para janeiro de 2026.[20] Um mês depois, um show adicional em Tóquio foi anunciado devido à alta demanda.[21] Em 9 de setembro de 2025, foram anunciadas datas adicionais na América do Norte, programadas para ocorrer entre fevereiro e abril de 2026.[22]
Produção
Direção criativa
A turnê foi concebida como uma produção teatral dividida em atos, produzida por Gaga e Michael Polansky, e dirigida pela cantora e por Ben Dalgleish (da companhia Human Person).[23] A direção criativa ficou a cargo de Gaga, Polansky, Human Person e Parris Goebel, que também atuou como coreógrafa.[24][25] O design de produção e a cenografia ficaram a cargo de Jason Ardizzone-West e Es Devlin.[26] Sobre a turnê e sua decisão de optar pela maioria dos shows em arenas em vez de estádios, a cantora declarou:
"Eu não planejava sair em turnê este ano após meus shows em Singapura, mas a resposta incrível ao novo álbum me inspirou a continuar. Escolhemos arenas desta vez para que eu tenha a oportunidade de controlar os detalhes do show de uma forma que simplesmente não é possível em estádios — e, sinceramente, mal posso esperar. Este espetáculo foi concebido para ser uma experiência teatral e eletrizante, trazendo Mayhem à vida exatamente como eu imagino. A Mayhem Ball está oficialmente a caminho. Vejo vocês em breve, monsters."[27]
A peça central do palco é uma estrutura semelhante a um coliseu ou a uma ópera,[28] onde se apresentam Gaga, a banda e vinte e dois bailarinos.[29] A partir dela se estende uma passarela em forma de pêndulo que avança em direção ao público e muda de aparência ao longo do espetáculo conforme a canção.[29] A cantora e Goebel trabalharam em estreita colaboração durante o desenvolvimento, trocando referências visuais e ideias para construir uma narrativa de inspiração operística que fundia dança, teatro e música.[30] Goebel descreveu o processo como "altamente produzido", com ambas as artistas focadas em criar um universo próprio que equilibrasse o espetáculo com a profundidade emocional.[25] Da mesma forma, destacou que sua colaboração com Gaga buscou combinar coreografias novas com sequências reinterpretadas de apresentações anteriores, para alcançar o que definiu como um "equilíbrio entre honrar seu legado e mostrar algo novo".[25] Juntas, conceberam o espetáculo como uma experiência imersiva que retomava elementos do teatro e da ópera, destinada a representar a transformação e o caos característicos do universo de Mayhem.[25][31]
Em uma entrevista à Variety, Goebel contou que a sequência inicial foi concebida como "uma ópera teatral que estabelecesse de imediato a magnitude do espetáculo".[32] Ela explicou que imaginou Gaga com vestidos colossais que acabaram evoluindo para um figurino semelhante a uma jaula com bailarinos em seu interior, o que classificou como um momento "realmente inovador e impactante". Também revelou que reimaginou "Paparazzi" como "uma interpretação lenta e emocional", na qual Gaga emerge de uma caixa de areia que representa uma tumba e utiliza uma capa fluida para simbolizar "sua elevação e o reencontro com suas asas".[32] Sobre a interpretação de "Poker Face", afirmou que:
"Eu ficava pensando em que tipo de elementos visuais poderiam ser familiares e com os quais as pessoas se identificassem. Tentamos a ideia do tabuleiro de xadrez com músicas diferentes, até que eu pensei: 'Espera, é perfeito para 'Poker Face' '. Fez sentido, então começamos a desenvolver a história dessa tensão entre ela e uma versão diferente de si mesma. Todo mundo sabe jogar xadrez, e conectar isso à narrativa emocional dela foi realmente impactante."
Em uma entrevista à Rolling Stone, Gaga descreveu a estrutura conceitual do espetáculo como "um sonho gótico" vinculado a temas com os quais ela havia "lutado toda [sua] vida". Também acrescentou que, durante os últimos ensaios, incorporou uma versão redesenhada de "Shallow" e afirmou que quis levar a canção para sua própria estética porque "ela não tem meu estilo característico".[33] Polansky apontou o desafio logístico que implicava transportá-la até o palco secundário, o que resultou no conceito da góndola utilizado na apresentação. Gaga classificou a ideia de cantar "Shallow" sobre uma embarcação como "tão camp" e "o desafio perfeito".[33]
Design dos figurinos

Os figurinos de The Mayhem Ball ampliaram a estética introduzida durante The Art of Personal Chaos e continuaram a exploração de Gaga sobre a dualidade entre a escuridão e a pureza.[34][35] A cantora trabalhou junto aos estilistas Natali Germanotta, Hunter Clem e ao duo Hardstyle, constituído por Peri Rosenzweig e Nick Royal, para criar uma sequência de trajes góticos e operáticos ao longo dos quatro atos, que combinavam iconografia, silhuetas esculturais e estruturas metálicas.[36][37] Os desenhos foram confeccionados sob medida por Sam Lewis, Athena Lawton, Manuel Albarran, Dilara Findikoglu, Francesco Risso (para Marni) e Matières Fécales, com peças adicionais de Seth Pratt, Gyouree Kim e Louis Verdad, e acessórios de Chrome Hearts e Yaz XL.[34][37][38] O calçado incluiu trabalhos com incrustações de cristais realizados por Disco Daddy Studio, modelos de Stuart Weitzman e botas de Steve Madden com modificações artesanais da designer Lacey Dalimonte.[39]
Vários trajes tomaram inspiração direta da alta costura histórica e de ícones da cultura pop.[37][40] O vestido carmesim de abertura, desenhado por Samuel Lewis, Athena Lawton e William Ramseur, foi estruturado como uma jaula de aço de vários níveis construída por Jet Sets,[40] e incorpora corsetaria elisabetana e tachas metálicas como homenagem ao design Lady Macbeth de Thierry Mugler de 1985, que simboliza a tensão entre o controle e o caos.[37][35] Outro motivo destacado fazia referência ao vestido vermelho de renda da coleção Joan de Alexander McQueen (outono/inverno de 1998), que Gaga usou nos MTV Video Music Awards de 2009, como maneira de reinterpretar sua fama inicial dentro dos temas do sacrifício e do renascimento,[40][36] e que evoca sutilmente a linguagem visual de seus primeiros videoclipes como "Bad Romance" (2009).[37][41]
O figurino também retomou a imagética de "Paparazzi" (2009), com trajes de inspiração em armadura, muletas metálicas e uma capa ondulante que aludia aos motivos visuais do videoclipe original.[37] Elementos das coleções It’s Only a Game (primavera/verão de 2005) e Scanners (outono/inverno de 2003) de McQueen também inspiraram atos posteriores, que combinaram motivos de tabuleiro de xadrez e alfaiataria surrealista com simbolismo psicológico.[37] Outros desenhos evocaram os uniformes do Dangerous World Tour (1992) de Michael Jackson por meio de alfaiataria militar realizada por Louis Verdad, enquanto que uma capa com capuz inspirada em O Fantasma da Ópera (1986) encerrou o espetáculo para unir a moda com a narrativa teatral.[37][42]
Ao longo da turnê, Gaga alternou entre trajes de couro preto, armaduras com espinhos e vestidos brancos com caudas iluminadas e luvas protéticas alongadas,[40][43] ocasionalmente incorporando peças de arquivo, como sua jaqueta original de Born This Way (2011), desenhada por Thomas Knight.[44] Diferentes meios especializados em moda, como Vogue, Variety, Vanity Fair, Cosmopolitan e W Magazine, destacaram a escala teatral e o "glamour gótico" do figurino ao apontar sua combinação de alta costura e arte performática, suas referências recorrentes a designers como McQueen e Mugler,[40][35][45] e como cada conjunto "empurrava ainda mais os limites entre a moda e a atuação".
Enredo dos consertos
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Um show típico de The Mayhem Ball tem duração aproximada de duas horas e meia e inclui 30 canções,[46][47] com o número ao piano e a canção surpresa do encore variando em cada data. O espetáculo renova a narrativa e os elementos temáticos utilizados em The Art of Personal Chaos ao representar uma batalha interna entre a luz e a escuridão através de uma faceta angelical e sua contraparte mais sombria e gótica.[46][48] Em uma entrevista à Rolling Stone, Gaga explicou que "Mayhem é o lado mais egocêntrico de mim", por isso decidiu começar o espetáculo com uma faceta de si mesma que "realmente detesto", enquanto uma versão "mais ingênua e juvenil" fica submersa em um "sonho profundo com o desejo de torturá-la para convertê-la em grandeza" à medida que ela cai em uma "mania gótica", o que gera o conflito central do espetáculo quando o plano de Mayhem "não sai como estava previsto".[33] Antes do início, é projetado um prelúdio intitulado "Voices of Mayhem", com árias de ópera e mensagens enviadas pelos fãs,[49] seguido de um vídeo de Gaga vestida com uma roupa elisabetana enquanto escreve uma carta com uma pena.[29][28]
O concerto inicia com um interlúdio em que aparecem duas versões de Gaga — uma morena com um vestido carmesim, sua contraparte sombria conhecida como Mistress of Mayhem, e outra loira vestida de branco — recitando o "Manifesto of Mayhem".[29] O primeiro ato, Of Velvet and Vice (De veludo e vício), abre com uma versão orquestral de "Bloody Mary", enquanto Gaga aparece sobre um imponente vestido Tudor vermelho de sete metros de altura, inspirado na época elisabetana.[29] A saia se eleva para revelar uma estrutura metálica em forma de gaiola onde se apresentam os dançarinos ao ritmo de "Abracadabra". Em seguida, Gaga se desprende da camada superior da roupa e retorna ao topo da gaiola para interpretar um popurrí de "Judas" e uma remix de "Aura".[50] Após um breve interlúdio de dança, canta "Scheiße" com um véu preto e um body de estilo cabaré, seguida de "Garden of Eden" com guitarra eléctrica enquanto avança pela passarela em direção ao palco secundário.[51] Lá, sobre um tabuleiro de xadrez, interpreta "Poker Face" junto a seu doppelgänger em uma coreografia inspirada na coleção de Alexander McQueen de 2005. A simulação culmina com a vitória da versão caótica de Gaga e o ato data com a remix de Gesaffelstein de "Abracadabra".[52]

No segundo ato, And She Fell into a Gothic Dream (E ela caiu em um sonho gótico), Gaga interpreta "Perfect Celebrity" junto a figuras esqueléticas de suas dançarinas e o corpo sem vida de seu duplo dentro de uma tumba de areia. Seu alter ego vermelho reaparece durante "Disease", onde a confronta na areia antes de culminar com o estrangulamento de Gaga.[53] A intérprete começa a cantar "Paparazzi" enquanto emerge da tumba e avança pela passarela apoiada em muletas, com um conjunto de renda branca parcialmente coberto por peças metálicas e um capacete,[54] e uma longa capa branca que se ilumina com cores brilhantes ao final da canção. Após um breve interlúdio, interpreta "LoveGame" e "Alejandro" para datar com uma coreografia de "The Beast" acompanhada por uma troca de figurino e uma sequência de guitarra elétrica.[51][23][55][56]
O terceiro ato, The Beautiful Nightmare That Knows Her Name (O belo pesadelo que sabe o nome dela), inicia com Gaga em um vestido isabelino preto decorado com rosas enquanto emerge de um crânio gigante ao ritmo de tambores que introduzem "Killah".[54] Em seguida interpreta "Zombieboy" em uma escada retrátil, e retorna com um volumoso vestido branco para "The Dead Dance".[57] Depois percorre a passarela durante "LoveDrug", que transita para "Applause".[58] O vestido vai se desmontando progressivamente enquanto "Just Dance" data o ato para dar passagem ao interlúdio "Wake Her Up!", uma remix de "Abracadabra" realizada por Cirkut.[59][60]

O recital continua com o quarto ato, Every Chessboard Has Two Queens (Todo tabuleiro de xadrez tem duas rainhas), onde Gaga e seus dançarinos vestem trajespretos para interpretar "Shadow of a Man". Em seguida continua com "Kill for Love", acompanhada pela banda ao vivo, "Summerboy" em guitarra elétrica,[61] e "Born This Way".[35] Vestida com uma capa preto com capuz, interpreta "Million Reasons" em uma extremidade do palco, enquanto Mistress of Mayhem reaparece na oposta sobre o vestido vermelho do ato inicial.[35] A cena marca um momento de transição no espetáculo, quando ambas as versões de Gaga se enfrentam antes de se darem as mãos no centro do palco para simbolizar sua coexistência em harmonia.[46] Em "Shallow", ambas sobem em uma góndola iluminada que desliza por uma passarela em forma de rio, com Mistress encarnando Caronte e guiando Gaga ao longo do percurso.[53] Posteriormente, interpreta "Die with a Smile" e, em algumas datas, uma canção surpresa ao piano.[62] Para datar o ato, canta "Vanish Into You" perto das grades, em contato direto com os seguidores.[51][63]
O concerto conclui com Eternal Aria of the Monster Heart (Ária eterna do coração monstro), que inclui um discurso gravado que simboliza a união de Mistress of Mayhem e de Gaga, que declara: "Os monstros nunca morrem".[46][58] A seguir, interpreta "Bad Romance" junto a seus dançarinos, vestidos com trajes isabelinos brancos e máscaras vermelhas de médicos da peste, em uma cena que simula uma operação médica,[35][29] e na tela são projetados os créditos enquanto o palco da ópera parece arder.[64] No encore, Gaga retira o figurino e a maquiagem enquanto interpreta "How Bad Do U Want Me" atrás do palco, e a câmera a segue em seu retorno para saudar junto aos dançarinos e agradecer ao público.[62]
Recepção
The Mayhem Ball recebeu aclamação por parte da crítica especializada por sua teatralidade e a performance de Gaga, além de destacar aspectos técnicos como o design de produção, os figurinos e as coreografias.[55][65][66][67] Além disso, foi descrito como uma celebração da carreira da artista e uma versão melhorada de The Art of Personal Chaos.[29][68] Vários críticos o consideraram "o espetáculo do ano", e os comentários foram de caráter unânime nos diferentes artigos dos países que a turnê visitou, onde a maioria lhe concedeu as pontuações máximas em suas resenhas.[69][70]
América do Norte
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A turnê recebeu ampla e unânime aclamação de vários veículos de comunicação. Tomás Mier, da revista Rolling Stone, elogiou o concerto de 16 de julho de 2025 em Las Vegas e indicou que Gaga "ampliou, aguçou, acrescentou um pouco de nostalgia e realizou plenamente o sonho gótico que acabava de apresentar" ao espetáculo oferecido anteriormente como The Art of Personal Chaos, e destacou que pareceu "mais íntimo" em comparação.[46] Por sua vez, Melissa Ruggieri, do USA Today, destacou que a performance "é capaz de rivalizar com qualquer musical da Broadway" e o descreveu como "um popurrí monstruoso no sentido mais legal, um lugar onde penas e espartilhos de renda preta coexistem com capas ondulantes e botas de cano alto. Onde o pop-gótico de "Abracadabra", a disco-tizada "LoveGame" e a balada comovedora de "Shallow" soam autênticos. E onde, como lembrou Gaga no final do espetáculo, todos são bem-vindos e respeitados". [71] Steven J. Horowitz, da revista Variety, sustentou que a cantora "teceu uma narrativa que explorou os diversos momentos-chave de sua carreira de décadas", o que criou uma performance que descreveu como "espetacular, cativante e de uma precisão impecável". Horowitz considerou que o sucesso de Gaga não foi produto da casualidade "mas um grato lembrete de seus imensos talentos e, ainda mais importante, de como ela continua a aperfeiçoá-los".[40] Escrevendo para a Billboard, Joe Lynch expressou que é "uma performance ao vivo espetacular, eletrizante e deliciosa, que oferece aos seguidores interpretações vibrantes das melhores canções de Mayhem e antigos clássicos dance que compartilham o mesmo universo sonoro e temático".[49]
Em sua resenha do concerto de 31 de julho de 2025 em Los Angeles, Anthony D'Alessandro, do Deadline Hollywood, o descreveu como uma celebração de tudo o que caracteriza Gaga e "um monstro muito maior" que The Monster Ball Tour.[29] Para Leo Hart, do Chicago Music Guide, a artista "demonstrou por que continua sendo uma das figuras mais teatrais da música pop", ao oferecer um "concerto retorcido, emotivo e visualmente explosivo que fusionou a ópera gótica com o caos do electropop".[72] Sobre os recitais em Seattle, Abby Luschei escreveu para o Seattle Refined que "cada figurino, cada elemento visual (sem um pingo de IA à vista), cada centímetro do design do palco, cada pequeno momento parecia tirado diretamente de sua mente e posto em cena. Lady Gaga é uma garota de teatro, e impressiona com o espetáculo que oferece durante The Mayhem Ball".[58] Lindsay Zoladz, do The New York Times, resenhou o concerto de 22 de agosto de 2025 em Nova York e afirmou que Gaga "demonstrou estar no ponto mais alto de suas capacidades em um espetáculo camp, excessivo e emotivo que conectou seu passado e presente com teatralidade, humor e precisão", ao que descreveu como "um momento culminante em quase duas décadas de carreira".[73] Caryn Ganz, do mesmo veículo, descreveu a turnê como "a produção mais disciplinada e precisa" de Gaga até a data, e qualificou seu ato de abertura como "o começo mais espetacular e cativante de qualquer espetáculo pop".[48]
Europa
Após o primeiro show em Londres, em 29 de setembro, Adam White, do The Independent, referiu-se à turnê como "o concerto do ano". White opinou que o espetáculo é montado "de forma impecável" e sugere que "Gaga não está pronta para abrir mão de sua coroa pop ainda". Ele descreveu o concerto como "elaborado" e cheio de "pompa", destacando as trocas de figurino e a sinceridade do show.[7] Alexis Petridis, do The Guardian, escreveu que "há sempre algo surpreendente para se olhar; todo o show parece ter sido concebido por pessoas que pensaram que o verdadeiro problema com as performances de Gaga até agora era que elas não eram exageradas e escandalosas o suficiente."[6] Em uma resenha para o London Standard, India Block elogiou sua teatralidade e a performance de Gaga, acrescentando: "Há pop stars, artistas musicais e então verdadeiros autores. Lady Gaga é uma dessas últimas. Se pudéssemos dar ao concerto seis estrelas, nós daríamos."[74] A NME descreveu a performance como "teatro camp impecável de um verdadeiro ícone pop."[75] Robin Murray, da Clash, descreveu-o como "um show difícil de resumir, mas ainda mais difícil de realmente desvendar, uma experiência emocionante que se destaca por sua individualidade, profundidade e a força visceral de sua figura central."[76] Neil McCormick, do The Daily Telegraph, observou que "no cerne de seu show está a própria Gaga, conduzindo-o e animando-o, um talento excepcional com habilidades vocais e musicais que fazem a maioria de seus pares pop parecerem aspirantes."[77]

Will Hodgkinson, do The Times, observou que Gaga demonstrou sua "natureza trabalhadora" ao se apresentar com seus dançarinos e guitarristas, entregando uma "série de rotinas". Ele também escreveu que a performance foi predominantemente "pop direto" em vez dos "standards de jazz" da cantora, focando em sua essência enquanto "encarna a ópera pop", e marcada por uma dramática "chegada tardia e uma intensa" presença teatral durante todo o tempo.[79] Daniel Welsh, do HuffPost, declarou que "The Mayhem Ball é simplesmente a melhor coisa que ela já fez", enquanto Rosie Hewitson, do Time Out, escreveu que ela "nunca viu uma turnê com tanto espetáculo. Sua voz é incrível."[80][81] Emily Bootle, do The i Paper, descreveu-o como "uma extravagância de teatro pop gótico e operático: prova de que Gaga é uma revolucionária pop, absolutamente magnífica."[82] Jamie Tabberer, da Attitude, chamou-o de "um sublime e sombrio carnaval de monstros famosos."[83] Ao resenhar o show de 12 de outubro em Estocolmo, Markus Larsson, do Aftonbladet, elogiou seu "controle e intensidade irreais",[84] enquanto Anders Dahlbom, do Expressen, destacou o "desejo constante de Gaga de criar momentos visuais duradouros", chamando-o de "uma mostra do verdadeiro maximalismo pop."[85] A Gaffa, o Göteborgsposten e a WP Kultura também elogiaram o concerto, descrevendo-o como "revolucionário" e "o melhor do ano."[86][87][88]
Após o concerto de 19 de outubro em Assago, Mattia Marzi, do Il Messaggero, descreveu o espetáculo como "uma verdadeira celebração" e "a turnê mais ambiciosa e complexa que a visionária Gaga realizou até hoje",[89] enquanto Renato Franco, do Corriere della Sera, elogiou-o pelo seu "sentido natural e extravagante de espetáculo".[90] Marco Castrovinci, do la Repubblica, chamou-o de "o espetáculo do ano",[91] e Federica Mochi, da Adnkronos, acrescentou que "em uma era de consumo instantâneo, Gaga prova que o pop ainda pode surpreender."[92] Ao resenhar o concerto de 28 de outubro em Barcelona, Luis Hidalgo, do El País, descreveu o espetáculo como "um triunfo da ópera", elogiando seus atos coesos e a energia e potência vocal dominantes de Gaga.[93] Sergio Lozano, da La Vanguardia, chamou-o de "uma frenesi gótica", descrevendo-o como "uma extravagante e magnética celebração do poder pop e teatral de Gaga",[94] enquanto Vanessa Graell, do El Mundo, considerou-o "épico e catártico".[95] Markus Brandstetter, da Musikexpress, descreveu o concerto de 4 de novembro em Berlim como "um Gesamtkunstwerk visual",[96] com a equipe do Bild observando que "o que acontece naquele palco é mais do que apenas um concerto, um espetáculo que realmente merece o adjetivo 'extremo'."[97] Ao resenhar o concerto de 9 de novembro em Amsterdã, Robert van Gijssel, do de Volkskrant, descreveu-o como "uma peça de teatro musical esmagadora e exaustiva", elogiando sua encenação operística e exploração do caos interno de Gaga,[98] enquanto Stefan Raatgever, do Het Parool, chamou The Mayhem Ball de "uma montanha-russa teatral vertiginosa em que você tem que se segurar para não cair", acrescentando que "Gaga não espera por ninguém esta noite".[99] A equipe do Het Laatste Nieuws chamou o show em Antuérpia de "um grande espetáculo visual, exagerado e teatral como se espera dela".[100]
Após o primeiro show em Paris, em 17 de novembro, Olivier Nuc, do Le Figaro, descreveu a performance como um espetáculo "barroco e gótico" impulsionado por uma encenação "delirante", coreografia de alta energia e uma estética sombria e humorística, observando a presença dominante de Gaga e a visão maximalista da turnê.[101] Odile de Plas, da Télérama, caracterizou-o como uma "exibição gótica de gigantismo controlado", elogiando sua elegância, humor e ritmo acelerado, enquanto destacava sua exploração lúdica da dualidade.[102] Michel Troadec, do Ouest-France, elogiou a escala e a construção teatral do espetáculo, destacando sua narrativa de quatro atos, o constante impulso coreográfico e a imersiva fusão de música, dança e cenografia barroca.[103]
Oceania
Ao resenhar o show de 5 de dezembro em Melbourne, Richard Ferguson, do The Australian, chamou o espetáculo de "mágico", elogiando a cenografia gótica, a proeminência de faixas de Mayhem como "Abracadabra" e a reação entusiástica do público.[104] Vyshnavee Wijekumar, do The Sydney Morning Herald, escreveu que Gaga "reinventa continuamente sua estética e som" e elogiou a encenação operística do concerto e seus vocais ao vivo apaixonados.[105] Bryget Chrisfield, da Rolling Stone Australia / New Zealand|Rolling Stone Australia, descreveu-o como "uma exibição espetacular" e escreveu que Gaga estava "no auge de seus poderes", elogiando a encenação operística, sua força vocal e a ambição teatral do show.[106] Michael Ruffles, do Brisbane Times, descreveu o concerto como "ousado, brilhante e maluco pra caramba", elogiando sua cenografia maximalista e sua mistura de excesso pop e burlesco inspirado em Tim Burton.[107]
Desempenho Comercial
Originalmente planejada para ter 32 datas, a promotora de eventos Live Nation adicionou 13 shows adicionais em várias cidades, devido à alta demanda pelos shows.[108][109]Em 3 de abril de 2025, foi relatado que a turnê esgotou durante o primeiro dia de venda geral.[110] Em seu relatório, a Billboard sugeriu que a Mayhem Ball poderia ser a maior turnê de Gaga em mais de uma década, com uma estimativa de "US$ 100 milhões a US$ 125 milhões". Eles também citaram que a decisão de mudar de estádios para arenas poderia possivelmente "gerar preços mais altos do que no Chromatica Ball , com muito menos assentos disponíveis a cada noite".[111]
A primeira etapa norte-americana da turnê superou em muito o desempenho comercial de suas turnês anteriores em arenas, como a Born This Way Ball (2012–2013) e a ArtRave: The Artpop Ball de 2014. A primeira série de shows nos EUA e no Canadá arrecadou mais de US$ 103 milhões com apenas 27 datas relatadas, quase ultrapassando as estimativas iniciais projetadas para toda a turnê. Assim, esta etapa se tornou a série de shows de maior bilheteria de Gaga em qualquer uma de suas turnês ou residências em qualquer território. De acordo com a Billboard, a turnê poderia "potencialmente [triplicar]" suas estimativas iniciais e ultrapassar US$ 300 milhões após o desempenho da primeira etapa e a adição de mais shows em arenas na América do Norte e shows em estádios no Japão e na Austrália.[112] Até 2025, a turnê havia arrecadado US$ 166 milhões com 35 shows e se classificou como a turnê pop de maior bilheteria do ano por uma artista feminina e a segunda no geral.[113]
Set list
Essa set list é a do show em Las Vegas, no dia 16 de julho de 2025. Podendo não representar todos os concertos.
Act I: Of Velvet and Vice
- "Bloody Mary"
- "Abracadabra"
- "Judas"
- "Aura"
- "Scheiße"
- "Garden of Eden"
- "Poker Face"
Act II: And She Fell into a Gothic Dream
- "Perfect Celebrity"
- "Disease"
- "Paparazzi"
- "LoveGame"
- "Alejandro"
- "The Beast"
Act III: The Beautiful Nightmare That Knows Her Name
- "Killah"
- "Zombieboy"
- "LoveDrug"
- "Applause"
- “Just Dance”
Act IV: Every Chessboard Has Two Queens
- "Shadow of a Man"
- “Kill for Love”
- “Summerboy”
- "Born This Way"
- "Million Reasons"
- "Shallow"
- "Die with a Smile"
- "Vanish into You"
Finale: Eternal Aria of the Monster Heart
Encore
Notas
- A partir de 22 de agosto de 2025, no primeiro show em Nova Iorque, "Hair" foi adicionada ao repertório, logo após "Die with a Smile".
- "Hair" foi substituída por outras canções em datas específicas, como por "Marry the Night", no segundo show em Nova Iorque, por "The Edge of Glory", no terceiro e sexto shows em Nova Iorque, por "You And I", no quarto show em Nova Iorque, e por "Rain on Me", no segundo show em Miami.
- A partir de 11 de setembro de 2025, no segundo show em Toronto, "The Dead Dance" foi adicionada ao repertório, logo após "Zombieboy".
Datas
| Data (2025) | Cidade | País | Local | Público[114] | Receita |
|---|---|---|---|---|---|
| Etapa 1 — América do Norte | |||||
| 16 de julho | Paradise[b] | T-Mobile Arena | 44.530 / 44.530 | US$11.094.860 | |
| 18 de julho | |||||
| 19 de julho | |||||
| 22 de julho | São Francisco | Chase Center | 40.656 / 40.656 | US$10.424.203 | |
| 24 de julho | |||||
| 26 de julho | |||||
| 28 de julho | Inglewood[c] | Kia Forum | 54.809 / 54.809 | US$15.388.147 | |
| 29 de julho | |||||
| 1 de agosto | |||||
| 2 de agosto | |||||
| 6 de agosto | Seattle | Climate Pledge Arena | 43.419 / 43.419 | US$11.240.782 | |
| 7 de agosto | |||||
| 9 de agosto | |||||
| 22 de agosto | Nova Iorque | Madison Square Garden | 54.390 / 54.390 | US$17.488.827 | |
| 23 de agosto | |||||
| 26 de agosto | |||||
| 27 de agosto | |||||
| 31 de agosto | Miami | Kaseya Center | 27.038 / 27.038 | US$7.463.886 | |
| 1 de setembro | |||||
| 6 de setembro | Nova Iorque | Madison Square Garden | 27.195 / 27.195 | US$8.898.523 | |
| 7 de setembro | |||||
| 10 de setembro | Toronto | Scotiabank Arena | 43.175 / 43.175 | US$8.895.547 | |
| 11 de setembro | |||||
| 13 de setembro | |||||
| 15 de setembro | Chicago | United Center | 43.016 / 43.016 | US$11.772.225 | |
| 17 de setembro | |||||
| 18 de setembro | |||||
| Etapa 2 — Europa | |||||
| 29 de setembro | Londres | The O2 Arena | 63.629 / 63.629 | US$12.443.857 | |
| 30 de setembro | |||||
| 2 de outubro | |||||
| 4 de outubro | |||||
| 7 de outubro | Manchester | Co-op Live | 31.657 / 31.657 | US$6.611.714 | |
| 8 de outubro | |||||
| 12 de outubro | Estocolmo | Avicii Arena | 43.528 / 43.528 | US$7.282.982 | |
| 13 de outubro | |||||
| 15 de outubro | |||||
| 19 de outubro | Assago[d] | Unipol Forum | 23.755 / 23.755 | US$4.262.890 | |
| 20 de outubro | |||||
| 28 de outubro | Barcelona | Palau Sant Jordi | 54.181 / 54.181 | US$7.510.759 | |
| 29 de outubro | |||||
| 31 de outubro | |||||
| 4 de novembro | Berlim | Uber Arena | 27.209 / 27.209 | US$5.060.570 | |
| 5 de novembro | |||||
| 9 de novembro | Amsterdam | Ziggo Dome | 16.375 / 16.375 | U$3.219.043 | |
| 11 de novembro | Antuérpia | Sportpaleis | 19.672 / 19.672 | U$3.312.843 | |
| 13 de novembro | Décines-Charpieu[e] | LDLC Arena | 26.324 / 26.324 | US$5.297.329 | |
| 14 de novembro | |||||
| 17 de novembro | Paris | Accor Arena | 61.815 / 61.815 | US$10.556.309 | |
| 18 de novembro | |||||
| 20 de novembro | |||||
| 22 de novembro | |||||
| Etapa 3 — Oceania | |||||
| 5 de dezembro | Melbourne | Marvel Stadium | 125.941 / 125.941 | US$24.009.941 | |
| 6 de dezembro | |||||
| 9 de dezembro | Brisbane | Suncorp Stadium | 49.196 / 49.196 | US$10.248.316 | |
| 12 de dezembro | Sydney | Accor Stadium | 143.859 / 143.859 | US$27.477.195 | |
| 13 de dezembro | |||||
| Data (2026) | Cidade | País | Local | Público | Receita |
|---|---|---|---|---|---|
| Etapa 4 — Ásia | |||||
| 21 de janeiro | Osaka | Kyocera Dome Osaka | — | — | |
| 22 de janeiro | |||||
| 25 de janeiro | Tóquio | Tokyo Dome | — | — | |
| 26 de janeiro | |||||
| 29 de janeiro | |||||
| 30 de janeiro | |||||
| Etapa 5 — América do Norte | |||||
| 14 de fevereiro | Glendale | Desert Diamond Arena | — | — | |
| 15 de fevereiro | |||||
| 18 de fevereiro | Inglewood[f] | Kia Forum | — | — | |
| 19 de fevereiro | |||||
| 22 de fevereiro | |||||
| 23 de fevereiro | |||||
| 28 de fevereiro | Fort Worth | Dickies Arena | — | — | |
| 1 de março | |||||
| 4 de março | Atlanta | State Farm Arena | — | — | |
| 5 de março | |||||
| 8 de março | Austin | Moody Center | — | — | |
| 9 de março | |||||
| 13 de março[g] | Miami | Kaseya Center | — | — | |
| 19 de março | Nova Iorque | Madison Square Garden | — | — | |
| 20 de março | |||||
| 23 de março | Washington, D.C. | Capital One Arena | — | — | |
| 24 de março | |||||
| 29 de março | Boston | TD Garden | — | — | |
| 30 de março | |||||
| 2 de abril | Montreal | Bell Centre | — | — | |
| 3 de abril | |||||
| 6 de abril | |||||
| 9 de abril | Saint Paul | Grand Casino Arena | — | — | |
| 10 de abril | |||||
| 13 de abril | Nova Iorque | Madison Square Garden | — | — | |
| Total | 1,065,369 (100%) | US$ 230,681,548 | |||
Notas
- ↑ Embora a artista tenha se referido ao álbum como "LG7", Mayhem é seu oitavo álbum de estúdio, já que dois de seus álbuns colaborativos, Cheek to Cheek (2014) e Love for Sale (2021), também são definidos como álbuns de estúdio. Apesar de The Fame Monster (2009) ter recebido ampla promoção e seja considerado um de seus projetos mais importantes, ele é um extended play e não um álbum de estúdio. Em certos territórios, ele foi lançado como uma reedição de The Fame (2008), onde ambos foram vendidos como um único álbum. Por tanto, a abreviação "LG7" é a referência de lançamento que inclui The Fame Monster como o segundo lançamento solo e com músicas originais da cantora.
- ↑ Anunciada como Las Vegas no material de divulgação
- ↑ Anunciada como Los Angeles no material de divulgação
- ↑ Anunciada como Milão no material de divulgação
- ↑ Anunciada como Lyon no material de divulgação
- ↑ Anunciada como Los Angeles no material de divulgação
- ↑ O show em Miami, em 13 de março de 2026, foi originalmente planejado para 3 de setembro de 2025, mas foi remarcado devido a fadiga vocal da cantora.
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Ligações externas
- «Página oficial» (em inglês)
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