Terminal Rodoviário de Manaus

Terminal Rodoviário de Manaus
Terminal Rodoviário Engenheiro Huascar Angelim
Uso atual Terminal rodoviário
Administração Governo do Amazonas
Principais destinos Amazonas
Rondônia
Roraima
Venezuela
Posição Superfície
Empresas situadas 8
Serviços Terminal rodoviárioTáxiRestauranteEstacionamentoAcesso à deficiente físicoEscada rolanteElevadorFarmáciaBiblioteca ou banca de livros
Informações históricas
Inauguração 1980 (46 anos)
Endereço Avenida Djalma Batista, 42 - Flores
Município Manaus
País  Brasil

O Terminal Rodoviário de Manaus (oficialmente: Terminal Rodoviário Engenheiro Huascar Angelim) é um terminal rodoviário localizado na cidade de Manaus, no Brasil. Inaugurado em 1980, está situado no bairro de Flores e atende as linhas de ônibus para os municípios da Região Metropolitana de Manaus e interior do Amazonas, além de rotas interestaduais para Rondônia e Roraima, e internacionais para Caracas, capital da Venezuela.[1]

História

O terminal rodoviário foi inaugurado em setembro de 1980 pelo governador José Lindoso e batizado em homenagem ao ex-prefeito Engenheiro Huascar Angelim. Localizada no Bairro Flores, início da rodovia estadual AM-010 atendeu no início da sua atividade linhas de ônibus para os municípios da região amazônica com acesso rodoviário, principalmente do entorno das BRs 174 e 319, respectivamente.[2]

Características

A rodoviária é um dos principais pontos de entrada e saída de Manaus. Cerca de 34.600 mil passageiros passam pelo terminal todos os meses com destino a 15 municípios do Amazonas, conforme dados da Agência Reguladora de Serviços Públicos (Arsam). O terminal também recebe usuários dos transportes interestaduais e internacionais que acessam a cidade pela BR-174, que liga Manaus a Boa Vista, em Roraima, que não são contabilizados pelo órgão.

Estrutura precária e críticas

A estrutura precária e a falta de segurança são algumas das principais reclamações. Atualmente, o local é gerenciado pelos próprios permissionários, pois nem a Prefeitura de Manaus e nem o Governo do Estado se responsabilizam pelo terminal.[3]

O terminal rodoviário é alvo de críticas e reclamações por parte dos passageiros e usuários, que demonstram insatisfação com a falta de melhorias e descaso por parte do poder público.[4]

Referências