Temporada de furacões no Atlântico de 2025
| Temporada de furacões no Atlântico de 2025 | |
|---|---|
Mapa resumo da temporada | |
| Datas | |
| Início da atividade | 23 de junho de 2025 |
| Fim da atividade | 31 de outubro de 2025 |
| Tempestade mais forte | |
| Nome | Melissa (Empatado para o terceiro mais intenso na bacia do Atlântico) |
| • Ventos máximos | 185 mph (295 km/h) |
| • Pressão mais baixa | 892 mbar (hPa; 26.34 inHg) |
| Estatísticas sazonais | |
| Total depressões | 13 |
| Total tempestades | 13 |
| Furacões | 5 |
| Furacões maiores (Cat. 3+) |
4 |
| Total fatalidades | 135 total |
| Danos | >$10.6 bilhão (2025 USD) |
| Artigos relacionados | |
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| Temporadas de furacões no oceano Atlântico 2023, 2024, 2025, 2026, 2027 |
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A temporada de furacões no Atlântico de 2025 foi a temporada anual de furacões na bacia do Atlântico, destacando o rápido desenvolvimento pontual de ciclones tropicais em águas mais quentes que o normal, entre períodos longos de baixa atividade tropical. Nesta temporada formaram-se três furacões de categoria 5, o segundo maior número dos anos registados, atrás de 2005, que teve quatro. Entre os três estava o Furacão Melissa, que foi o ciclone tropical mais forte do ano a nível mundial até à data, entre os furacões mais intensos já registados, bem como o ciclone tropical mais forte a atingir a costa da Jamaica já registado. Devido em grande parte a esses sistemas, e apesar de um número abaixo da média de tempestades e furacões nomeados, a temporada teve uma classificação de energia ciclônica acumulada (ECA) acima do normal de 132,4 unidades. A temporada começou oficialmente em 1º de junho e terminou em 30 de novembro, datas adotadas por convenção, descrevendo historicamente o período em cada ano em que a maior parte da ciclogênese subtropical ou tropical ocorre no Oceano Atlântico (mais de 97%). No geral, 13 tempestades nomeadas se formaram, 5 delas se tornaram furacões, das quais 4 se fortaleceram em grandes furacões (Categoria 3 ou superior na escala Saffir–Simpson). A tempestade tropical Andrea, formou-se em 23 de junho, marcando o inicio mais tardio da época no Atlântico desde 2014.
Pouco tempo depois, a tempestade tropical Barry formou-se e rapidamente atingiu terra em Veracruz. Em julho, a tempestade tropical Chantal atingiu a Carolina do Sul, o único sistema a atingir os Estados Unidos nesta temporada, e desde 2015 que nenhum furacão atingiu os Estados Unidos. Em agosto, o Furacão Erin tornou-se o sistema mais forte mundial em 2025 até à data, chegando à categoria 5 de intensidade. Apesar de nunca atingir terra, o sistema impactou Cabo Verde, assim como no leste do Caribe e na costa leste dos Estados Unidos. Posteriormente durante o pico da época de furacões, as condições desfavoráveis condicionaram a ciclogênese tropical durante quase um mês até ao final de agosto e as primeiras duas semanas de setembro. Em meados de setembro, a atividade resumiu com a formação do furacão Gabrielle no Atlântico central, passando ao leste das Bermudas como um furacão maior antes de afetar os Açores. Em seguida vieram os furacões Humberto e Imelda. Humberto atingiu a força da categoria 5, mas, tal como Erin, não atingiu a costa. No final de outubro, a tempestade final da temporada, o Furacão Melissa, intensificou-se em um furacão de categoria 5 ao sul da Jamaica e atingiu a costa com intensidade máxima, resultando em destruição catastrófica. Melissa se dissipou em 31 de outubro, sem mais tempestades a formarem-se e por sua vez, concluindo a temporada. As tempestades durante a temporada causaram pelo menos 134 mortes e resultaram em pelo menos US$10,555 bilhões em perdas monetárias, principalmente devido a Melissa.
Previsões sazonais
| Fonte | Data | Tempestades nomeadas |
Furacões | Furacões maiores |
Ref |
| Média (1991–2020) | 14.4 | 7.2 | 3.2 | [1] | |
| Atividade recorde alta | 30 | 15 | 7† | [2] | |
| Atividade recorde baixa | 1 | 0† | 0† | [2] | |
| TSR | 10 de dezembro de 2024 | 15 | 7 | 3 | [3] |
| CSU | 3 de abril de 2025 | 17 | 9 | 4 | [4] |
| TSR | 7 de abril de 2025 | 14 | 7 | 3 | [5] |
| UA | 9 de abril de 2025 | 15 | 7 | 3 | [6] |
| MU | 14 de abril de 2025 | 12–16 | 7–9 | 3–4 | [7] |
| NCSU | 15 de abril de 2025 | 12–15 | 6–8 | 2–3 | [8] |
| TWC | 17 de abril de 2025 | 19 | 9 | 4 | [9] |
| UPenn | 23 de abril de 2025 | 10–18 | N/A | N/A | [10] |
| SMN | 7 de maio de 2025 | 13–17 | 6–8 | 3–4 | [11] |
| UKMO | 21 de maio de 2025 | 16 | 9 | 4 | [12] |
| NOAA | 22 de maio de 2025 | 13–19 | 6–10 | 3–5 | [13] |
| TSR | 23 de maio de 2025 | 16 | 8 | 4 | [14] |
| CSU | 11 de junho de 2025 | 17 | 9 | 4 | [15] |
| UA | 17 de junho de 2025 | 17 | 7 | 3 | [16] |
| TSR | 8 de julho de 2025 | 15 | 7 | 3 | [17] |
| CSU | 9 de julho de 2025 | 16 | 8 | 3 | [18] |
| NOAA | 7 de agosto de 2025 | 13–18 | 5–9 | 2–5 | [19] |
| Atividade atual | 13 | 5 | 4 | ||
| † Mais recente das ocorrências | |||||
Em antecipação de, e durante, cada época de furacões, várias previsões de atividade de furacões na temporada são emitidos pelos serviços nacionais de meteorologia, agências científicas, e peritos reconhecidos de furacões. Estes incluem previsões de meteorologistas dos Estados Unidos (NOAA) Climate Prediction Center, Tropical Storm Risk (TSR), o Met Office do Reino Unido, e a Universidade Estadual de Colorado (CSU). Estas previsões dos meteorologistas incluem alterações semanais e mensais em fatores importantes que ajudam a determinar o número de tempestades tropicais, furacões, e furacões maiores dentro a época em particular.
De acordo com a NOAA e CSU, a época média de furacões entre 1991 e 2020 continha cerca de 14 tempestades nomeadas, 7 furacões, e 3 furacões maiores (Categoria 3 ou mais intenso), assim como o índice de Energia ciclónica acumulada (ECA) de 72–111 unidades. Em termos gerais, ECA é a medida de força do ciclone tropical ou subtropical multiplicado pelo tempo que existiu. ECA é apenas calculado para avisos completos em ciclones tropicais ou subtropicais específicos onde os ventos atingem 63 km/h ou mais. A NOAA tipicamente descreve a época como acima da média, média, ou abaixo da média dependendo do índice cumulativo do ECA; mas o número de ciclones tropicais, furacões ou furacões maiores também são tidos em conta.
Resumo sazonal

Sistemas
Tempestade tropical Andrea
| Tempestade tropical (SSHWS) | |
|---|---|
![]() Imagem de satélite |
![]() Trajetória |
| Duração | 23 de junho – 24 de junho |
| Intensidade máxima | 40 mph (65 km/h) (1-min) 1014 mbar (hPa) |
O NHC monitorizava uma perturbação entre o nordeste das Bermudas e oeste dos Açores com poucas chances de se tornar um ciclone tropical por estar muito a norte no Oceano Atlântico, mas no dia 24 de junho Andrea foi nomeado porque adquiriu uma "convecção persistente durante a noite", segundo o Centro. "Sua localização é um tanto incomum para junho, visto que nenhuma outra tempestade se formou tão ao norte e leste quanto Andrea", pontuou Brian Donegan, meteorologista da Fox Weather.[20][21]
Os avisos do NHC foram descontinuados 14 horas depois do ciclone ser nomeado, quando ele se tornou uma baixa remanescente, nas águas temperadas de cerca de 20°C no nordeste do Atlântico.[22]
Tempestade tropical Barry
| Tempestade tropical (SSHWS) | |
|---|---|
![]() Imagem de satélite |
![]() Trajetória |
| Duração | 28 de junho – 30 de junho |
| Intensidade máxima | 45 mph (75 km/h) (1-min) 1006 mbar (hPa) |
No dia 28 de junho a "depressão tropical número 1" se formou na Bacia de Campeche e os sistema foi nomeado na manhã do dia 29, com avisos para fortes chuvas no leste do México.[23][24] No dia 30 o ciclone chegou a Tampico como uma tempestade tropical, com ventos sustentados de cerca de 65 km/h, mas logo foi rebaixado para uma depressão tropical.[25][8]
Barry provocou chuvas fortes no centro do México, nos estados de Veracruz, Puebla, Tamaulipas, San Luis Potosí e Hidalgo e enchentes ocorreram principalmente em San Luis Potosí.[8][26]
Na tarde de 3 julho, uma circulação de nível médio remanescente de Barry aliada a uma massa de humidade vinda do Pacífico causou chuvas torrenciais em Texas Hill Country, principalmente no Condado de Kerr, levando a enchentes catastróficas generalizadas que provocaram mais de 100 mortes.
Tempestade tropical Chantal
| Tempestade tropical (SSHWS) | |
|---|---|
![]() Imagem de satélite |
![]() Trajetória |
| Duração | 4 de julho – 7 de julho |
| Intensidade máxima | 60 mph (95 km/h) (1-min) 1002 mbar (hPa) |
No fim da tarde de 04 de julho o NHC emitiu o "Aviso número 1 sobre depressão tropical três", quando o ciclone tropical estava a cerca de 24 quilómetros a sudeste de Charleston, na Carolina do Sul, e tinha ventos constantes de 55 km/h. No aviso vinha a indicação de que o centro da depressão provavelmente se moveria perto ou sobre a costa da Carolina do Sul na manhã de domingo.[27]
Na manhã de sábado o sistema foi nomeado Chantal quando virou uma tempestade tropical.[28] No domingo de 06 de julho, às 5 horas (horário local), Chantal desembarcou no leste da Carolina do Sul, pouco a sul de Murrells Inlet, com ventos de 85 km/h, com avisos para enchentes repentinas também para a Carolina do Norte, que alcançou horas depois de cruzar o leste da Carolina do Sul.[29][30]
Tempestade tropical Dexter
| Tempestade tropical (SSHWS) | |
|---|---|
![]() Imagem de satélite |
![]() Trajetória |
| Duração | 3 de agosto – 6 de agosto |
| Intensidade máxima | 60 mph (95 km/h) (1-min) 999 mbar (hPa) |
Furacão Erin
| Furacão categoria 5 (SSHWS) | |
|---|---|
![]() Imagem de satélite |
![]() Trajetória |
| Duração | 11 de agosto – 22 de agosto |
| Intensidade máxima | 160 mph (260 km/h) (1-min) 915 mbar (hPa) |
Em 9 de agosto, uma onda tropical deslocou-se da costa oeste da África.[31] À medida que a perturbação se deslocava para o mar e em direção às Ilhas de Cabo Verde no dia seguinte, formou-se uma baixa pressão bem definida, produzindo chuvas e trovoadas desorganizadas, com ventos sustentados próximos à força de vendaval.[32] Na manhã de 11 de agosto, a perturbação organizou-se na tempestade tropical Erin, à medida que seus ventos sustentados aumentaram para cerca de 75 km/h.[33] Erin deslocou-se rapidamente para oeste após a sua formação, onde encontrou um ambiente termodinâmico desfavorável que inibiu o seu desenvolvimento adicional.[34] Erin não conseguiu organizar-se de forma significativa em 12 de agosto e a convecção profunda diminuiu durante a manhã. Embora as condições em torno da tempestade fossem novamente apenas marginalmente favoráveis em 13 de agosto, a convecção tornou-se mais concentrada perto do seu centro e Erin fortaleceu-se ligeiramente naquela tarde.[35]
Devido à persistente entrada de ar seco, no dia seguinte a tempestade continuou a ter dificuldades para estabelecer um núcleo interno, e a convecção diminuiu um pouco sobre o centro de baixo nível no final daquele dia.[36] Mesmo assim, Erin conseguiu atingir a força de um furacão na manhã de 15 de agosto.[37] Mais tarde naquele dia, sua estrutura melhorou drasticamente e o furacão se intensificou para a categoria 2.[38] Em 16 de agosto, enquanto se movia para oeste-noroeste a cerca de 31 km/h, Erin se intensificou rapidamente para a categoria 4 às 09:50 UTC daquela manhã.[39] Em seguida, às 15:20 UTC, os Caçadores de Furacões relataram que Erin se fortaleceu para um furacão de categoria 5,[40] atingindo ventos máximos sustentados de 260 km/h e uma pressão central mínima de 915 mbar, a cerca de 220 km a noroeste de Anguila.[41] Então, após manter essa intensidade durante grande parte do dia, a tempestade iniciou um ciclo de substituição da parede do olho.[42] Durante o ciclo de substituição, no início de 17 de agosto, os ventos máximos do sistema diminuíram para a força da Categoria 3.[43] Após a conclusão do ciclo, Erin se intensificou novamente para a Categoria 4 no início da manhã seguinte, com um olho mais amplo e um campo de vento em expansão.[44] No final daquele mesmo dia, o sistema enfraqueceu novamente para a Categoria 3, enquanto se deslocava para noroeste, a leste das Bahamas.[45] Erin, agora com força de Categoria 2, virou para leste-nordeste no início de 21 de agosto, enviando chuva e ventos com força de tempestade tropical sobre as Outer Banks da Carolina do Norte. Às 06:00 UTC daquele dia, passou a cerca de 320 km a sudeste do Cabo Hatteras, Carolina do Norte. Também estava a cerca de 750 km a oeste-noroeste das Bermudas naquele momento.[46] Mais tarde, na manhã de 22 de agosto, o furacão enfraqueceu para a categoria 1 devido a um cisalhamento do vento sudoeste de 56 a 65 km/h e à queda da temperatura da superfície do mar, levando ao início de sua transição extratropical enquanto se movia para nordeste sobre o Atlântico Norte aberto.[47]
Tempestade tropical Fernand
| Tempestade tropical (SSHWS) | |
|---|---|
![]() Imagem de satélite |
![]() Trajetória |
| Duração | 23 de agosto – 27 de agosto |
| Intensidade máxima | 60 mph (95 km/h) (1-min) 1000 mbar (hPa) |
Furacão Gabrielle
| Furacão categoria 4 (SSHWS) | |
|---|---|
![]() Imagem de satélite |
![]() Trajetória |
| Duração | 17 de setembro – 25 de setembro |
| Intensidade máxima | 140 mph (220 km/h) (1-min) 944 mbar (hPa) |
Tempestade tropical Humberto
| Furacão categoria 5 (SSHWS) | |
|---|---|
![]() Imagem de satélite |
![]() Trajetória |
| Duração | 24 de setembro – 1 de outubro |
| Intensidade máxima | 160 mph (260 km/h) (1-min) 918 mbar (hPa) |
Furacão Imelda
| Furacão categoria 2 (SSHWS) | |
|---|---|
![]() Imagem de satélite |
![]() Trajetória |
| Duração | 27 de setembro – 2 de outubro |
| Intensidade máxima | 100 mph (155 km/h) (1-min) 966 mbar (hPa) |
Tempestade tropical Jerry
| Tempestade tropical (SSHWS) | |
|---|---|
![]() Imagem de satélite |
![]() Trajetória |
| Duração | 7 de outubro – 11 de outubro |
| Intensidade máxima | 65 mph (100 km/h) (1-min) 1000 mbar (hPa) |
Tempestade subtropical Karen
| Tempestade subtropical (SSHWS) | |
|---|---|
![]() Imagem de satélite |
![]() Trajetória |
| Duração | 9 de outubro – 10 de outubro |
| Intensidade máxima | 45 mph (75 km/h) (1-min) 998 mbar (hPa) |
Tempestade tropical Lorenzo
| Tempestade tropical (SSHWS) | |
|---|---|
![]() Imagem de satélite |
![]() Trajetória |
| Duração | 13 de outubro – 15 de outubro |
| Intensidade máxima | 60 mph (95 km/h) (1-min) 1000 mbar (hPa) |
Furacão Melissa
| Furacão categoria 5 (SSHWS) | |
|---|---|
![]() Imagem de satélite |
![]() Trajetória |
| Duração | 21 de outubro – 31 de outubro |
| Intensidade máxima | 185 mph (295 km/h) (1-min) 892 mbar (hPa) |
Em 19 de outubro, uma onda tropical extensa moveu-se através das Ilhas Sotavento e para o mar do Caribe.[48] O distúrbio moveu-se rapidamente para oeste, depois parou significativamente, dando a oportunidade para desenvolvimento de um centro melhor definido e depois cedo em 21 de outubro, organizou-se com convecção profunda, tornando-se a tempestade tropical Melissa.[49] Devido a ventos fracos direcionais, Melissa moveu-se lentamente e erraticamente para oeste e noroeste sobre águas muitos quentes do mar central do Caribe nos próximos dias a seguir à sua formação, e não conseguiu se intensificar devido aos ventos de chisalhamento de oeste.[50] Depois do chisalhamento diminuir, Melissa tornou-se mais alinhado verticalmente, virou para norte, e intensificou-se.[51] Depois de surgirem condições favoráveis, Melissa começou um período de intensificação rápida em 25 de outubro,[52] chegando à intensidade Categoria 4, cedo no dia seguinte.[53] Após uma breve pausa, a intensificação foi retomada e, enquanto se movia geralmente para o oeste, Melissa alcançou o status de Categoria 5 desde o início de 27 de outubro.[54] Posteriormente na manhã seguinte, o sistema atingiu ventos máximos sustentados de 160 kn (295 km/h) e a pressão central mínima de 892 mbar (26,3 inHg) cerca de 70 km (45 mi) a su-sudeste de Negril, Jamaica.[55] O furacão atingiu terra perto de New Hope na localidade de Westmoreland, Jamaica, com a essa intensidade nessa tarde.[56]
Nomes das tempestades
A seguinte lista de nome, emitida pela Organização Meteorológica Mundial, neste temporada.[57] Esta é a mesma lista usada na temporada de 2019, com exceção de Dexter, que substituiu Dorian, eliminado pelos impactos que causou no Caribe, Estados Unidos e Canadá.[58] O nome "Dexter" foi utilizado pela primeira vez esta temporada.
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Efeitos sazonais
A seguinte lista de nome, emitida pela Organização Meteorológica Mundial, neste temporada. Esta é a mesma lista usada na temporada de 2019, com exceção de Dexter, que substituiu Dorian, eliminado pelos impactos que causou no Caribe, Estados Unidos e Canadá.[59]
Esta é uma tabela de todas as tempestades que se formaram na temporada de furacões no Atlântico de 2025. Inclui sua duração, nomes, intensidades, áreas afetadas, danos e totais de mortes. As mortes entre parênteses são adicionais e indiretas (um exemplo de morte indireta seria um acidente de trânsito), mas ainda estavam relacionadas àquela tempestade. Danos e mortes incluem totais, seja furacão, seja tempestade tropical e subtropical, seja depressão tropical e subtropical. Todos os valores de danos estão registados em dólar norte-americano.
| Escala de Furacões de Saffir-Simpson | |||||||
| DT | TS | TT | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 |
| Nome da tempestade |
Datas ativo | Categoria da tempestade
no pico de intensidade |
Vento Max 1-min km/h (mph) |
Press. min. (mbar) |
Áreas afetadas | Danos (USD) |
Mortos | Refs
| ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Andrea | 23–24 de junho | Tempestade tropical | 65 (40) | 1014 | Nenhum | Nenhum | Nenhum | |||
| Barry | 28–30 de junho | Tempestade tropical | 75 (45) | 1006 | Norte América Central, Península de Iucatã, Leste México, Texas | >$5.97 milhão | 8 | [60] | ||
| Chantal | 4–7 de julho | Tempestade tropical | 95 (60) | 1002 | Sudoeste dos Estados Unidos, Médio Atlântico, Região Nordeste dos Estados Unidos, Províncias atlânticas do Canadá | >$56 milhão | 6 | [61][62][63] | ||
| Dexter | 4 de agosto–7 | Tempestade tropical | 85 (50) | 998 | Nenhum | Nenhum | Nenhum | |||
| Erin | 11 de agosto–22 | Furacão categoria 5 | 260 (160) | 915 | Cabo Verde, Ilhas de Sotavento, Porto Rico, Hispaniola, Arquipélago das Lucaias, Costa Leste dos Estados Unidos, Bermudas, Coasta da Nova Escócia and Terra Nova | >$1 milhão | 10 | [64] | ||
| Fernand | 23 de agosto–present | Tempestade tropical | 85 (50) | 1007 | Nenhum | Nenhum | Nenhum | |||
| Gabrielle | 17–25 de setembro | Furacão categoria 4 | 220 (140) | 948 | Bermudas, Açores | Nenhum | Nenhum | |||
| Gabrielle | 17–25 de setembro | Furacão categoria 4 | 220 (140) | 948 | Costa Leste dos EUA, Bermuda, Açores, Península Ibérica | >$11.7 milhão | Nenhum | |||
| Humberto | 24 setembro – 1 outubro | Furacão categoria 5 | 260 (160) | 924 | Bermuda, Costa Leste dos Estados Unidos | Menor | Nenhum | |||
| Imelda | 27 setembro – 2 outubro | Furacão categoria 2 | 155 (100) | 966 | Ilhas Sotavento, Grandes Antilhas, Arquipélago Lucaias, Sudoeste dos Estados Unidos, Bermuda | >$10 milhão | 5 | |||
| Jerry | 7–11 de outubro | Tempestade tropical | 100 (65) | 999 | Pequenas Antilhas | Menor | 1 | |||
| Karen | 10 outubro | Tempestade subtropical | 75 (45) | 998 | Nenhum | Nenhum | Nenhum | |||
| Lorenzo | 13–15 outubro | Tempestade tropical | 95 (60) | 999 | Nenhum | Nenhum | Nenhum | |||
| Melissa | 21–31 de outubro | Furacão categoria 5 | 295 (185) | 892 | Ilhas de Barlavento, Grandes Antilhas (particularmente Jamaica, Hispaniola, e Leste de Cuba), Litoral da Colômbia, Arquipélago das Lucaias, Bermudas, Litoral da região Nordeste dos Estados Unidos, Terra Nova | >$10 bilhão | 102 | [65] | ||
| Agregado da temporada | ||||||||||
| 13 sistemas | 23 junho – 31 outubro | 295 (185) | 892 | >$10.555 bilhão | 135 | |||||
Ver também
- Temporada de furacões no Pacífico de 2025
- Temporada de tufões no Pacífico de 2025
- Temporada de ciclones no Índico Norte de 2024
- Temporadas de ciclones no oceano Índico Sul: 2024-2025, 2025-2026
- Temporadas de ciclones na região da Austrália: 2024-2025, 2025-2026
- Temporadas de ciclone no oceano Pacífico Sul: 2024-2025, 2025-2026
Notas
Referências
- ↑ «Background Information: North Atlantic Hurricane Season». College Park, Maryland: Climate Prediction Center. 9 de abril de 2021. Consultado em 6 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 24 de julho de 2020
- ↑ a b «North Atlantic Ocean Historical Tropical Cyclone Statistics». Fort Collins, Colorado: Colorado State University. Consultado em 18 de julho de 2023. Cópia arquivada em 4 de junho de 2023
- ↑ Wood, Nick (10 de dezembro de 2024). «Extended Range Forecast for North Atlantic Hurricane Activity in 2025» (PDF). Tropical Storm Risk. Consultado em 10 de dezembro de 2024
- ↑ Klotzbach, Philip J. (3 de abril de 2025). «Extended Range Forecast of Atlantic Seasonal Hurricane Activity and Landfall Strike Probability for 2025» (PDF). Colorado State University. Consultado em 3 de abril de 2025
- ↑ Lea, Adam (7 de abril de 2025). «April Forecast Update for North Atlantic Hurricane Activity in 2025» (PDF). Tropical Storm Risk. Consultado em 8 de abril de 2025
- ↑ Davis, Kyle; Zeng, Xubin (9 de abril de 2025). «Forecast of the 2025 Hurricane Activities over the North Atlantic» (PDF). University of Arizona. Consultado em 9 de abril de 2025
- ↑ «University of Missouri 2025 April Forecast» (PDF). University of Missouri Atmospheric Science Research. 14 de abril de 2025. Consultado em 18 de abril de 2025
- ↑ a b c Agua, Comisión Nacional del. «Barry tocó tierra como tormenta tropical en el municipio de Tampico Alto, Veracruz». gob.mx (em espanhol). Consultado em 6 de julho de 2025
- ↑ Belles, Jonathan; Erdman, Jonathan (17 de abril de 2025). «2025 Hurricane Season Outlook: Above-Average US Landfall Threat». The Weather Channel. Consultado em 17 de abril de 2025
- ↑ «The 2025 Atlantic Hurricane Season: University of Pennsylvania Forecast». Mann Research Group. University of Pennsylvania. 23 de abril de 2025. Consultado em 1 de maio de 2025
- ↑ «Temporada de Ciclones Tropicales 2025». Mexico City, México: Gobierno de Mexico. 7 de maio de 2025. Consultado em 7 de maio de 2025
- ↑ «North Atlantic tropical storm seasonal forecast 2025». Met Office. Consultado em 21 de maio de 2025
- ↑ «NOAA predicts above-normal Temporada de furacões no Atlântico de 2025». NOAA. 22 de maio de 2025. Consultado em 22 de maio de 2025. Cópia arquivada em 22 de maio de 2025
- ↑ Lea, Adam (23 de maio de 2025). «Pre-Season Forecast Update for North Atlantic Hurricane Activity in 2025» (PDF). Tropical Storm Risk. London, United Kingdom: EuroTempest Ltd. Consultado em 1 de junho de 2025
- ↑ Pulver, Dinah Voyles (11 de junho de 2025). «Where are the hurricanes? Top forecast says a busy season is still on the way.». USA TODAY (em inglês). Consultado em 11 de junho de 2025
- ↑ Davis, Kyle; Zeng, Xubin (17 de junho de 2025). «Forecast of the 2025 Hurricane Activities over the North Atlantic» (PDF). University of Arizona. Consultado em 17 de junho de 2025
- ↑ Lea, Adam (8 de julho de 2025). «July Forecast Update for North Atlantic Hurricane Activity in 2025» (PDF). Tropical Storm Risk. Consultado em 8 de julho de 2025
- ↑ Klotzbach, Philip J. (9 de julho de 2025). «Extended Range Forecast of Atlantic Seasonal Hurricane Activity and Landfall Strike Probability for 2025» (PDF). Colorado State University. Consultado em 9 de julho de 2025
- ↑ «Prediction remains on track for above-normal Atlantic hurricane season». NOAA. 7 de agosto de 2025. Consultado em 10 de agosto de 2025. Cópia arquivada em 7 de agosto de 2025
- ↑ «Tropical Storm ANDREA». www.nhc.noaa.gov. Consultado em 6 de julho de 2025
- ↑ Donegan, Brian (22 de junho de 2025). «Andrea dissipates in central Atlantic 12 hours after becoming first tropical storm of 2025 hurricane season». FOX Weather (em inglês). Consultado em 6 de julho de 2025
- ↑ «Post-Tropical Cyclone ANDREA». www.nhc.noaa.gov. Consultado em 6 de julho de 2025
- ↑ Verdum, Roberto; Vega, Alfonso Garcia de la (2024). «Transformações nos modelos de produção agrícola e nas paisagens:». Confins. ISSN 1958-9212. doi:10.4000/130jg. Consultado em 6 de julho de 2025
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