Tempestade subtropical Deni
| Tempestade subtropical Deni | |
A tempestade subtropical Kurumí | |
| História meteorológica | |
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| Formação | 23 de janeiro de 2020 |
| Dissipação | 25 de janeiro de 2020 |
| Tempestade subtropical | |
| Ventos mais fortes | 65 km/h (40 mph) |
| Pressão mais baixa | 998 hPa (mbar); 29,47 inHg (992 mbar (29.29 inHg) enquanto extratropical) |
| Efeitos gerais | |
| Danos | grandes |
| Áreas afetadas | Brasil (Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo) |
Parte da Temporada de ciclones do Atlântico Sul de 2016 |
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A tempestade subtropical Deni, nomeada pela Marinha do Brasil, foi o primeiro sistema de natureza não extratropical, a evoluir para tempestade subtropical da Temporada de Ciclones do Atlântico Sul de 2016. Desenvolveu-se de uma área de baixa pressão que cruzou o Centro-Oeste e Sudeste do país, evoluindo para depressão subtropical na costa do Rio de Janeiro e pouco depois para tempestade subtropical, causando ressaca, danos fracos na maioria das regiões afetadas e pontualmente fortes em Petrópolis, onde deixou duas casualidades em decorrência da chuva forte.

