Teatro besteirol
O teatro besteirol foi um movimento teatral que nasceu em São Paulo, ganhando força no Rio de Janeiro na década de 80.[1] Desprovido de preconceitos, o besteirol incorporou diversas referências da cultura brasileira para montar uma caricatura do comportamento cotidiano. O humor anárquico e o rompimento com o engajamento e a cultura dita erudita forma os pilares do movimento.[1]
Apesar da palavra "besteirol" ser encontrada em títulos de filmes estado-unidenses (por exemplo Não É Mais um Besteirol Americano[2], O Império (do Besteirol) Contra-Ataca[3] e Mais um Besteirol ao Extremo[4]), é um gênero exclusivo do Brasil, com seu primeiro uso registrado sendo de uma crítica de Macksen Luiz do musical "As 1001 Encarnações de Pompeu Loredo", por Jorge Fernando, publicada pela revista IstoÉ em setembro de 1980.[5]
Principais autores do gênero
- Alcione Araujo
- Flávio Marinho
- Pedro Cardoso
- Guilherme Karan
- Hamilton Vaz Pereira
- Mauro Rasi
- Marcelo Saback
- Miguel M. Abrahão
- Miguel Falabella
- Miguel Magno
- Vicente Pereira
Referências
- ↑ a b «Teatro Besteirol: Gênero formou autores, atores e público na década de 80». Consultado em 3 de março de 2011
- ↑ «Não É Mais um Besteirol Americano». Brasil: AdoroCinema. Consultado em 1 de setembro de 2025
- ↑ «O Império (do Besteirol) Contra-Ataca». Brasil: AdoroCinema. Consultado em 1 de setembro de 2025
- ↑ «Mais um Besteirol ao Extremo». Brasil: AdoroCinema. Consultado em 1 de setembro de 2025
- ↑ «O Teatro Besteirol e sua origem». Brasil: Gauchazh. Consultado em 1 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 1 de setembro de 2025