TV Escola
TV Escola
Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto | |
|---|---|
![]() | |
| Tipo | educativa |
| País | Brasil |
| Fundação | 4 de setembro de 1995 |
| Pertence a | Roquette Pinto Comunicação Educativa |
| Antigo proprietário | Ministério da Educação (1995–2019) |
| Cidade de origem | Rio de Janeiro, RJ |
| Sede | Rio de Janeiro, RJ |
| Estúdios | Rio de Janeiro, RJ |
| Formato de vídeo | 1080p |
TV Escola é uma emissora de televisão brasileira criada em 1995. É mantida pela Roquette Pinto Comunicação Educativa[1] e transmitida em algumas localidades do Brasil via sinais aberto e fechado. O canal serve para promover a capacitação e a atualização permanente dos professores do Brasil.[2][3]
História
Através de um convênio entre a Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC) e a Fundação Roquette Pinto (FRP),[4] a TV Escola foi lançada em 4 de setembro de 1995, operando em caráter experimental por um canal do satélite Brasilsat, com programação destinada a escolas do primeiro grau mas que, naquele momento inicial, continha apenas programas de capacitação de professores produzidos pela FRP.[5] Visando seu alcance pelo Brasil, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação distribuiu para escolas de mil cidades do país kits de transmissão para que fossem gravados os programas de maior interesse aos professores.[5]
Em dezembro de 2003, realizou uma das primeiras transmissões de TV digital por IP, através de um projeto experimental denominado TV Escola Digital Interativa (TVEDI). O canal esteve garantido por lei em todas as operadoras de TV por assinatura.[6]
A TV Escola exibiu 24 horas diárias de séries e programas educativos, além de produzir programas voltados para os professores, como o Sala de Professor e o Salto para o Futuro, e outros programas voltados aos alunos, como o Hora do Enem. Os programas produzidos foram distribuídos gratuitamente pela internet, podendo o usuário assistir online ou baixar os conteúdos.[7]
No dia 20 de abril de 2018, a TV Escola encerrou suas transmissões em sinal analógico no satélite StarOne C2, passando a contar somente com o seu sinal digital no mesmo satélite.[carece de fontes]
Em 12 de dezembro de 2019, foi revelado que a TV Escola seria encerrada por decisão do então ministro da Educação Abraham Weintraub, que não renovou o contrato de gestão com a ACERP, associação que gere a emissora.[8] No dia seguinte à decisão, funcionários desocupam e retiram equipamentos da sala do canal no Ministério da Educação, em Brasília, para acatar a uma liminar de 24 de outubro que pedia o despejo do local até 29 de novembro, sendo ingresso um mandado de segurança à Justiça Federal para que fosse garantido tempo a fim de encontrar uma locação adequada.[9]Posteriormente uma resposta a esta ação foi divulgada pela associação.[10]
Após os atritos entre o MEC e a ACERP, em 26 de abril de 2022, o Ministério da Educação realizou o lançamento de dois novos canais: Canal Educação e Canal Libras.[11] Com isso, a TV Escola, que era transmitida na Multiprogramação dos canais digitais, foi trocada pelo recém-lançado canal, porém ainda disponibiliza seu sinal via satélite. Depois de ter seu contrato rompido para operar a TV Escola para o Ministério da Educação no final de 2019, a Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp) manteve suas operações no satélite e em plataformas digitais.[12]
Programas
A TV Escola antiga incluía uma diversidade de programas e documentários nacionais e regionais como:
- Infantil: O Aniversário do “O”, A Letrinha Bailarina, O Rapto da Letra U, Uma Tarde Assustadora, Uma História sobre Dragões, Carros Usados, Um Dia na Praia, O Tapete Mágico, A Grande Escalada, e As Letrinhas Mágicas Vão ao Parque de Diversões.[13]
- Arte: Minuto no Museu, Musica Move o Mundo, Linhas, Formas e Cores, Pinceladas de Arte, Tudo Sobre Arte.[13] [14][15][7]
- Ciências: Ciência Nua e Crua, Para Entender, Humanos - Quem Somos?[16][17][18]
- Cultura: Aqui no meu Pais, Idiomas do Mundo, Estética do Cangaço.[7]
- Educação: Aula Lá Fora, Em Busca dos Dinossauros, Nossa língua portuguesa, Mundo das Letras, Hora do Enem, Rede Escola, Pelo Universo da Matemática. [19][20][7]
Na grade do Canal Educação os programas tem temática e conteúdo semelhantes a da antiga TV escola. Produzidos em diferentes estados e instituições que contribuem com produções próprias, refletem as realidades locais e promovem uma troca de experiências e saberes. Alguns Exemplos são: Cai no Vestibular[21], Educação Antirracista em Diálogo[22], Manual do MEI[23], Estudar Pode Ser Leve[24], Será que sirvo pra isso? [25], entre outros.[26]
O programa "Hora do Enem" continua sendo o mais tradicional e bem-sucedido projeto da história da TV Escola. Continua disponível em plataformas digitais, ampliando seu alcance e acessibilidade. [27][28]
Adaptações regionais
Cada estado brasileiro tinha sua própria versão da TV Escola, geralmente gerida pela Secretaria de Educação estadual ou por órgãos de comunicação pública locais. Essas emissoras seguiam a linha educativa proposta pela TV Escola nacional, mas muitas vezes adaptavam a programação para incluir conteúdos regionais.[29]
Por exemplo:
- No Rio de Janeiro, a Rádio e TV Escola Roquette-Pinto (que depois virou apenas Rádio Roquette-Pinto) foi uma das principais responsáveis pela produção e transmissão de conteúdos educativos.[30][31]
- Em São Paulo, havia parcerias com a Fundação Padre Anchieta (TV Cultura).[32][33][34]
- Em Minas Gerais, a Rede Minas teve uma forte atuação em conteúdos educativos.[35][36][37]
- Em Curitiba (e no Paraná como um todo) , a TV Paulo Freire foi uma emissora voltada para a educação que funcionava como a TV Escola do estado[38]. Ela era gerida pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (FUNDEPAR) e ligada à Secretaria de Educação do Paraná.[39]
Muitos desses projetos foram enfraquecendo ao longo dos anos devido a cortes de verbas e mudanças de gestão, mas algumas emissoras ainda mantêm programação educativa.
Pandemia e ensino a distancia
Durante a pandemia de COVID-19, a TV Escola lançou o projeto Seguimos Conectados, que se tornou uma ferramenta para garantir a continuidade do aprendizado dos estudantes. A emissora disponibilizou uma vasta programação, incluindo aulas sobre o período imperial brasileiro para as 7.ª e 8.ª séries, além de conteúdos de matemática e português para a 5.ª série e o 3.º grau do ensino médio. Ao todo, foram mais de 500 horas de conteúdo, sendo 200 inéditas. A TV Escola também ofereceu dicas para pais e professores sobre como motivar os alunos. Suas plataformas digitais, como o app e o portal, facilitaram o acesso a conteúdos e orientações pedagógicas.[40][41]
A emissora também permitiu que Estados com suas próprias emissoras de televisão retransmitissem sua programação e forneceu conteúdos para emissoras comunitárias e públicas, como TVs legislativas. Apesar dos custos elevados, cerca de 50 milhões de reais anuais, a direção estava negociando valores e contrapartidas com secretários de Educação para ampliar sua distribuição.[40][42]
A TV Escola também fazia parte de um esforço maior em parceria com a prefeitura do Rio de Janeiro, com iniciativas como o Rioeduca na TV, que oferecia videoaulas diárias de 10 horas, e a TV Ines, voltada para pessoas com deficiência auditiva.[43][44]
Prêmios
| Ano | Prêmio | Organização | Categoria | Produção | Resultado | Ref. |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2003 | Dragão de Prata | II Festival Internacional do Filme Científico de Beijin (China) | Programas para a Juventude | Arte e Matemática - Episódio: Ordem no Caos | Venceu | [45][46][47] |
| 2014 | Prêmio SBGames | XII Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital | Melhor Jogo Educativo (Serious Game) | Chico na Ilha dos Jurubebas | Venceu | [48][49][50] |
| 2015 | Prix Jeunesse Iberoamericano | 7ª edição do Festival ComKids | Categoria Interatividade | Chico na Ilha dos Jurubebas | Venceu | [51] [52][53] |
| 2018 | Prêmio TAL | Televisión América Latina (TAL) | Ficção | 1817, a Revolução Esquecida | Venceu | [54][55][56] |
| Transmídia | Chico na Ilha dos Jurubebas | Venceu | [57][55][58] |
Prêmios em que o canal foi indicado:
- Prêmios TAL - Categoria Produção Educativa Infantil para: Os Exploradores de Kuont (2014) [59][60]
- Prêmios TAL - Categoria Produção Interativa para: Os Exploradores de Kuont (2014) [59][60]
- Prêmios TAL - Categoria Produção Unitária para: Um Apólogo (2014) [61] [62]
- Prêmios TAL - Categoria Melhor Conteúdo Educativo para: A Última Guerra do Prata (2015) [63][64]
- Prêmios TAL - Categoria Melhor Série Infantil para: Fabulosas Coleções do Seu Gonçalo (2016) [65][65][66]
- Prêmios TAL - Categoria Melhor Conteúdo Educativo para: Anthony Knivet - Um Olhar Aventureiro sobre a Colonização do Brasil (2016)[67][65][68]
- Prix Jeunesse Iberoamericano - Categoria Transmídia para: Chico na Ilha dos Jurubebas (2018)[53]
Imagens
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![Em 2017, a TV Escola tinha mais de 300 funcionários em sua unidade operacional no Rio de Janeiro localizada no bairro de Botafogo.[69]](./_assets_/0c70a452f799bfe840676ee341124611/Controle_mestre_da_TV_Escola.jpg)
-
Jornalistas Eliane Benício e Ernesto Xavier nos estúdios Rio da TV Escola para a gravação do programa 'Rede Escola', que permaneceu no ar até a suspensão das operações da emissora em 2019.[70][71] -
O edifício do MEC em Brasília era a principal sede da TV Escola. [72] -
Tela de apresentação da interface da TV Escola Digital Interativa, projeto do Ministério da Educação do Brasil em 2003.[73] -
Foto do receptor da TV Escola Digital Interativa, projeto do Ministério da Educação do Brasil em 2003, durante o Governo Lula.[73]
Referências
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