TUE Série 2000/2070 (Trem Metropolitano de São Paulo)

TUE Série 2000 (CPTM)
Kilo
Trem Série 2000 (K020) revisado na Estação José Bonifácio
Visão interna
Período de serviço20002024
FabricanteCAF/Adtranz/Alstom
FábricaEspanha
Período de construção19971999
Entrada em serviço27/05/2000
Período de desmanche20/02/2025
Total construídos15 trens (formação de 8 carros)
30 trens (formação de 4 carros)
Total em serviço0[1]
Total desmanchados8 trens (de 8 carros)
16 trens (de 4 carros)
Formação2 TUE's de 4 carros, totalizando 8 carros
OperadorCPTM (2000-2024) (24 anos)
Depósitos
  • Abrigo Roosevelt
  • Engenheiro São Paulo
LinhasÚltima em operação
Safira
Anteriores
Coral
Especificações
CorpoAço Carbono
Comprimento do veículoCarro motor c/ cabine: 21,174 m; Carro reboque: 20,610 m
Largura3,050 m
Altura4,389 m
Altura da plataforma1100 mm
Portas8 por carro (4 de cada lado)
Velocidade máxima90 km/h[2]
PesoMC/MC1: 49.620Kg; R: 40.960Kg; 38.876 Kg.
Aceleração0.9 m/s²[3]
Desaceleração0.77 m/s²[3]
Tipo de traçãoElétrica
Motor8 motores de indução assíncronos AC Adtranz 6RIA4555 de 300 kW (400 hp)[3]
Potência2.400 kW (3.218,6 cv)
Tipo de transmissãoInversor de tração VVVF - GTO (Adtranz 3KV - 11RA[3])
Tipo de climatizaçãoAr condicionado
Alimentação3000 Vcc[3]
Captação de energiaCatenária[3]
Classificação UICBo′Bo′+2′2′+2′2′+Bo′Bo′
AcoplamentoScharfenberg
Bitola1.600 mm

O TUE Série 2000 (CPTM) foi um trem unidade elétrico pertencente à frota do Trem Metropolitano de São Paulo.[4]

História

Em 1987 o governo do estado de São Paulo contrariou pareceres contrários da Companhia do Metropolitano de São Paulo e decidiu ampliar a rede do metrô na Zona Leste de São Paulo. O projeto previu a implantação de 4 novas estações entre Itaquera e Guaianases. Ao mesmo tempo, a gestão paulista buscou entendimentos para gerir a Linha Leste da CBTU (Roosevelt-Mogi das Cruzes) em um consórcio com a empresa federal. A medida visava dividir a demanda de passageiros da Zona Leste entre a Linha Leste de trem e o novo trecho da Linha Leste-Oeste do Metrô. Posteriormente a CBTU desistiu da proposta.[5]

Ainda assim, em 1990, a CBTU elabora as especificações básicas para a aquisição de novos trens para a Linha Leste (Roosevelt-Mogi das Cruzes), base para um novo serviço de trem expresso estudado pela empresa na época.[6] No ano seguinte a CBTU buscou financiamento do projeto junto ao Banco Mundial.[7] A proposta de aquisição de remodelação dos subúrbios de São Paulo (Linha Leste) foi aprovada pelo Banco Mundial em 1992, sendo liberado um financiamento de US$ 281 milhões.[8]

Com o processo de estadualização da malha da CBTU realizado entre 1993 e maio de 1994, a recém criada CPTM assumiu o financiamento com o Banco Mundial e lançou a Concorrência Pública Internacional nº 006/95 visando o fornecimento de 30 trens unidade elétricos climatizados. De acordo com a proprosta, os novos trens permitiriam o transporte da demanda da Linha Leste (estimada em 400 mil passageiros por dia, sendo 35 mil passageiros por hora/pico) e elevariam o índice de de disponibilidade da frota para 90%. O custo estimado pelo Banco Mundial era de 300 milhões de dólares.[9]

A concorrência foi vencida pelo Consórcio Ferroviário Espanha-Brasil (Cofesbra), formado pelas empresas Construcciones y Auxiliar de Ferrocarriles (CAF), Alstom e ABB Daimler Benz Transportation Espanha. O valor do contrato, assinado em 2 de janeiro de 1995, foi de R$ 245.447.871, 20.[10]

Os primeiros trens foram entregues em meados de 1999 e toda a frota foi entregue simultaneamente em 27 de maio de 2000, durante a inauguração do Expresso Leste.[11]

Ano Quantidade
1999[12] 7
2000 8
Total 15

Entrega dos TUE’s

Entrega Linha Numeração Situação atual
27/5/2000 Coral (2000-2016)

Safira (2016-2024)

2001-2002 Vendido como sucata em leilão realizado em 10 de outubro de 2024[13][14][15]
2003-2004
2005-2006
2007-2008
2009-2010
2011-2012 Vendido como sucata em leilão realizado em 10 de outubro de 2024[13]
2013-2014
2015-2016
2017-2018 Vendido como sucata em leilão realizado em 10 de outubro de 2024[13]
2019-2020
2021-2022
2023-2024
2025-2026
2027-2028
2029-2030 Vendido como sucata em leilão realizado em 10 de outubro de 2024[13]
2031-2032
2033-2034
2035-2036
2037-2038
2039-2040
2041-2042 Apenas o carro 2041 vendido como sucata em leilão realizado em 10 de outubro de 2024[13]
2043-2044 Carros C043, C044 e 2044 vendidos como sucata em leilão realizado em 10 de outubro de 2024[13]
2045-2046
2047-2048
2049-2050
2051-2052 Vendido como sucata em leilão realizado em 10 de outubro de 2024[13]
2053-2054
2055-2056
2057-2058
2059-2060
  • Informações da data de operação retiradas do detalhamento de frota da CPTM[11].

Transferência para a Linha 12 - Safira

No dia 7 de agosto de 2016, com a gradual chegada dos novos trens da Série 8500 na Linha 11-Coral, os trens da Série 2000 foram realocados para a Linha 12-Safira, através da unidade 2017-2020 (Atualmente já leiloada e desmanchada),[16] As portas do trens da Série 2000 seguiam um padrão diferente de qualquer outro TUE da companhia, e elas causavam problemas na sua linha original por conta do excesso de passageiros. Com a realocação para a Linha 12, além de ser uma linha de menor fluxo, os trens da Série 2000 substituiram o antigo TUE Série 4400, que circulou na Linha 12 Safira até 2018.[17]

Aposentadoria precoce e venda como sucata

Com base em um estudo da Régie Autonome des Transports Parisiens realizado em 1991[18], a CPTM exigiu dos fabricantes que os equipamentos tivessem vida útil de 30 anos. Dessa forma, desde a Série 2000, todos os trens novos adquiridos pela CPTM tiveram sua vida útil estabelecida em 30 anos.[19]

No entanto, a CPTM decidiu em 2024 retirar (sem justificativa e) gradualmente os trens da Série 2000 de operação conforme os novos trens emprestados para a Viamobilidade (Séries 7000, 7500 e 8500) retornassem a frota da companhia. Inicialmente seis composições foram descomissionadas (imobilizadas entre 2020 e 2023), e transportadas ao pátio da estação Engenheiro Manoel Feio em 2024.[20][21] Naquele momento a Série 2000 tinha 24 anos de operação e ainda poderia circular até completar 30 anos.[18]

No dia 25 de setembro de 2024 a CPTM decidiu leiloar as 6 primeiras composições da série que que haviam sido descomissionadas no Pátio da estação Engenheiro Manoel Feio na Linha 12-Safira, em um leilão de materiais inservíveis realizado pela companhia que aconteceu no dia 10 de outubro, que deu início a baixa patrimonial dessa série de trens após 24 anos de serviços prestados.[22] A CPTM também desativou mais 6 unidades no mês de outubro de 2024, que também estão sendo mandadas para diversos pátios da companhia, como em Piqueri, Francisco Morato e Engenheiro Manoel Feio.

No dia 10 de Dezembro de 2024, o último trem da série 2000 realizou sua última viagem, decretando a baixa total dessa frota. A composição K060, partiu da estação do Brás as 13:30 com destino a estação terminal Calmon Viana.[23][24]

Apesar de ter sido adquirido nova, a Série 2000 da CPTM teve vida útil similar a de trens reformados:

Vida útil de trens retirados da frota da CPTM
Série Situação da aquisição Entrada em serviço Retirada de serviço Vida útil
1100 Reforma de trens fabricados entre 1956 e 1960 1997 2018 21 anos
2000 Aquisição de trens novos 2000 2024 24 anos
2100 Reforma de trens fabricados entre 1974 e 1985 1998 2024 26 anos
5550 Reforma de trens fabricados entre 1978 e 1980 2008 2016 8 anos

TUE Série 2070 (CPTM)

TUE Série 2070 (CPTM)
Série 2070 em operação pela Linha 9–Esmeralda
Interior do trem
FabricanteConsórcio Cofesbra
FábricaLapa, São Paulo, SP
FamíliaAlstom Metropolis
Período de construção2006–2008
Entrada em serviço2008[11]
Total construídos6
Total em serviço5 (2024)[25]
Total desmanchados0
Formação8 carros
Capacidade962 passageiros[26]
OperadorCPTM (2008–presente)
Depósitos•Abrigo Engenheiro São Paulo •Abrigo Roosevelt
LinhasAtuais:
Turquesa
Safira
Anteriores:
Diamante
Esmeralda
Especificações
CorpoAço inoxidável
Comprimento total168,4 metros
Comprimento do veículo21,5 metros (carro motor) / 20.6 metros (carro reboque)
Largura3,04 metros[26]
Altura3,84 metros[26]
Altura do Piso1,33 metros
Portas8 por carro (4 de cada lado)
Velocidade máxima120 km/h[26]
Peso355,6 toneladas (TUE)
Aceleração0,90 m/s²[3]
DesaceleraçãoServiço: 0,77 m/s² Freio Emergência : 1,20 m/s²[3]
Tipo de traçãoelétrica
Motor8 motores de indução assíncronos AC Bombardier 6RIA4555 de 300 kW (400 hp)[3]
Potência2 685 kW (3.600,6 cv)
Tipo de transmissãoInversor de tração VVVF - IGBT (Alstom ONIX 233 XHP[3])
Tipo de climatizaçãoHVAC (Ar condicionado)
Alimentação3000V DC
Captação de energiaCatenária[3]
AcoplamentoScharfenberg
Bitola1 600 mm[26]

História

Projeto e fabricação

Após o fornecimento dos trens da Série 2000 pelo Consórcio Ferroviário Espanhol-Brasileiro (Cofesbra), a CPTM decidiu realizar um sexto aditamento do contrato 006/1995 com o Cofesbra e contratou sem licitação o fornecimento de doze trens-unidade elétrico de quatro carros. O aditamento do contrato foi assinado pela CPTM em 28 de dezembro de 2005 enquanto a publicização do ato sendo feita no Diário Oficial do Estado de São Paulo apenas em 7 de março de 2006.[27]

Dessa vez o fornecimento foi assumido pela Alstom, com Bombardier e CAF fornecendo algumas peças, com o aditamento possuindo o valor de 223,5 milhões de reais.[28] A CPTM justificou que o aditamento do contrato era legal e permitia um fornecimento mais rápido dos trens para serem utilizados pela estatal na Linha 9 Esmeralda. O argumento foi contestado por deputados estaduais e pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP). O TCE-SP julgou o contrato em 2007 e o considerou irregular, por conta do aditamento ter sido feito dez anos após a assinatura do contrato original, quando o máximo permitido pela legislação era até cinco anos.[29] Além disso, o TCE-SP alegou que o aditamento do contrato de 1995 custou 34 milhões de reais mais caro que o fornecimento dos trens da Série 2000.[30] A bancada do Partido dos Trabalhadores na Assembleia Legislativa tentou, sem sucesso, criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o contrato da CPTM com o Cofesbra e os seis aditamentos.[31] Em 2009 o Ministério Público do estado de São Paulo entrou com um processo visando condenar os responsáveis pela CPTM e da Alstom, Bombardier e CAF a ressarcir os cofres públicos pela aquisição dos doze trens-unidade. Em 2022 o valor desse contrato corrigido era de 914 milhões de reais, com a Bombardier considerando possível perder o processo.[32]

Os trens foram fabricados pela Alstom em sua planta na Lapa, com a empresa alegando ter gerado duzentos empregos diretos e seiscentos indiretos com a encomenda. O primeiro trem foi entregue em 21 de dezembro de 2007, poucos dias antes do aditamento contratual da frota completar dois anos.[28]

Numeração Linha(s) de operação Data de operação
2071-2074 Safira 30/5/2008
2075-2078 4/4/2008
2079-2082 28/7/2008
2087-2090 19/9/2008
2083-2086 11/8/2008
2091-2094 26/11/2008
  • Informações da data de operação retiradas do detalhamento de frota da CPTM[11].

Operação

O primeiro trem recebido passou por uma bateria de testes entre janeiro e o início de março de 2008, sendo liberado para a operação comercial em 3 de março, com o governador José Serra participando da viagem inaugural na Linha 9.[33][34][35]

O Série 2070, após sua breve passagem pela L8 e retorno à L9, foram repassados em sua totalidade para a Linha 12–Safira, onde operam até hoje e compartilham espaço com os TUEs Série 7000, 7500, 8500 e 9000.[36]

Testes na Linha 10-Turquesa

Em dezembro de 2025, uma unidade da série foi transferida para o Pátio da estação Mauá, na Linha 10-Turquesa para realizar testes e treinamentos[37] com o pessoal da Linha 10 a fim de todas as composições da série começarem a operar definitivamente na Linha gradativamente junto com os trens das Series 7000[38] e 7500. E no dia 02 de Fevereiro de 2026, a série 2070 começou a operar no Expresso Linha 10.[39]

Série 2070 na CPTM
Ano Frota Operacional Frota Imobilizada
2010 [40] 5 1
2012 [41] 6 0
2018 [42] 5 1
2021 [43] 6 0
2023 [44] 5 1
2024 [25] 5 1

Acidentes e incidentes

  • 7 de julho de 2006 - Explosão de bomba caseira em trem da Série 2000 estacionado na estação Brás. O artefato, supostamente instalado no trem por vendedores ambulantes descontentes com a fiscalização da CPTM, causou ferimentos em onze pessoas e danos a um dos carros.[45]
  • 20 de fevereiro de 2020 - Pequeno incêndio em um truque de trem da Série 2000. Sem feridos. O incidente foi causado por superaquecimento do sistema de freios à disco.[47]

Contrato irregular

O aditivo contratual de aquisição dos trens Série 2070 foi considerado irregular pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo por afrontar a Lei de Licitações. O Ministério Público do Estado de São Paulo abriu uma investigação sobre o caso. Em 2022 o juiz da 7ª Vara De Fazenda Pública do Tribunal de Justiça de São Paulo Emílio Migliano Neto condenou o ex-presidente da CPTM Mário Manuel Seabra Rodrigues Bandeira, o ex-diretor administrativo e financeiro Antonio Kanji Hoshikawa e o ex-diretor de operação e manutenção José Luiz Lavorente a multas de 1 milhão de reais cada por infringir a Lei de Improbidade Administrativa. As empresas Alstom, Bombardier e CAF (fabricantes dos trens Série 2000/2070) foram condenadas ao pagamento de multas de 10 milhões de reais cada. Ainda cabe recurso para essa decisão.[48][49]

Referências

  1. https://viatrolebus.com.br/2024/10/restam-poucos-trens-que-foram-simbolos-da-modernizado-nos-anos-2000/
  2. «COMMUTER TRAIN S/2000 CPTM» (em inglês). CAF 
  3. a b c d e f g h i j k Audiências Públicas (PDF) (Relatório). CPTM 
  4. «Frota de Trens». Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. Consultado em 4 de agosto de 2019 
  5. «Governo apressa metrô na Paulista em prejuízo de linha na periferia». Folha de S.Paulo, Ano 70, edição 22304, Caderno Cidades, página C1. 27 de abril de 1990. Consultado em 25 de junho de 2019 
  6. Companhia Brasileira de Trens Urbanos (1990). «Projetos:São Paulo» (PDF). Relatório Anual, página 49. Consultado em 25 de junho de 2019 
  7. Companhia Brasileira de Trens Urbanos (1991). «Senhores acionistas» (PDF). Relatório Anual, página 6. Consultado em 25 de junho de 2019 
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  9. «Ofício GS GGP 888/95» (PDF). Diário Oficial do Estado de São Paulo, Caderno Legislativo, página 10. 2 de dezembro de 1995. Consultado em 8 de junho de 2025 
  10. Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (9 de abril de 1997). «TC-0054081026195» (PDF). Diário Oficial do estado de São Paulo, Caderno Legislativo, páginas 18 e 19 
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Ligações externas