Sputnik (agência de notícias)
| Sputnik | |
|---|---|
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| Empresa pública | |
| Atividade | Notícias |
| Fundação | 10 de novembro de 2014 |
| Sede | Moscou |
| Website | sputniknews |
Sputnik é uma agência internacional de notícias lançada pelo governo russo, operada pela empresa estatal Rossiya Segodnya. Sputnik substituiu a agência de notícias RIA Novosti e a rádio Voz da Rússia.
Rádio Sputnik é uma rádio estatal russa que opera em mais de 30 idiomas, cobrindo mais de 34 países, 800 horas diárias e sendo propagada por FM, digital DAB/DAB+, HD-Radio, assim como transmissões via internet.[1]
A Sputnik possui escritórios regionais e representantes em vários países, incluindo os Estados Unidos (Washington), Egito (Cairo), China (Beijing) e Reino Unido (Londres e Edimburgo), Uruguai (Montevidéu), Quirguistão (Bishkek). A agência cobre as notícias da política e economia e é orientada para uma audiência estrangeira.
Os sites de notícias da agência operam em mais de 30 idiomas, incluindo inglês, espanhol, português, francês, alemão, árabe, e chinês. As notícias do Sputnik estão abertas 24 horas por dia.[2] Além do conteúdo de notícias, o Sputnik vende fotojornalismo, transmissões ao vivo, infográficos e pesquisas de opinião.
Segundo a SimilarWeb, o número total de visitantes do sputniknews.com em janeiro de 2018 é de 54 milhões de pessoas em todo o mundo. A maior parte do site é visitada da Turquia, Alemanha, França, Brasil e EUA.[3]
Segundo Alexander Podrabinek, a agência Sputnik é uma ferramenta do governo russo para propaganda no exterior,[4] além de ser uma versão pró-Putin do Daily Mail e "anti-ocidental".[5] Embora o Estado russo e o governo daquele país não tenha como controlar o conteúdo editorial das noticias no Ocidente, que tende a defender pautas identitárias e sectárias como ideologia de gênero, neutralizando as forças democráticas fazendo com que a extrema-direita prevaleça nos governos destes países.[6][7][8]
Em outubro de 2017 a rede social estadounidense Twitter proibiu anúncios publicitários nas contas dos veículos de comunicação russos RT e Sputnik[9] devido às suspeitas de influenciamento nas eleições americanas de 2016 por meio delas.
Referências
- ↑ «About Us». Sputnik. Consultado em 9 de dezembro de 2014
- ↑ Sputnik. «Quem somos». br.sputniknews.com. Consultado em 19 de agosto de 2018
- ↑ «Web Analytics sputniknews.com Traffic Statistics». SimilarWeb (em inglês). Consultado em 19 de agosto de 2018
- ↑ Laetitia Peron (20 de novembro de 2014). «Russia fights Western 'propaganda' as critical media squeezed». Yahoo! News. Agence France-Presse. Consultado em 24 de janeiro de 2015
- ↑ Elias Groll (10 de novembro de 2014). «Kremlin's 'Sputnik' Newswire Is the BuzzFeed of Propaganda». Foreign Policy. Consultado em 24 de janeiro de 2015
- ↑ «Árbitro interrompe São Paulo x Corinthians após grito homofóbico no Morumbi». ge. Consultado em 25 de junho de 2022
- ↑ Brasil, Sputnik (15 de fevereiro de 2020). «Políticos, ativistas e igreja do Brasil reagem à fala de Putin sobre 'progenitor 1' e 'progenitor 2'». Sputnik Brasil. Consultado em 25 de junho de 2022
- ↑ Villela, Thyago Marão (Maio de 2018). «A exposição "Artistas da URSS dos últimos 15 anos" e o combate aos "formalistas".». ARS (São Paulo): 125–145. ISSN 1678-5320. doi:10.11606/issn.2178-0447.ars.2018.148165. Consultado em 25 de junho de 2022
- ↑ «Twitter proíbe anúncios da imprensa russa e Moscou protesta». VEJA.com
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