Sorbitol
Sorbitol
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| Nomes | |||||||||||||
| Nome IUPAC | (2S,3R,4R,5R)-Hexano-1,2,3,4,5,6-hexol | ||||||||||||
| Outros nomes | D-glucitol D-Sorbitol | ||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||
O sorbitol é um poliálcool, também chamado de glucitol. É encontrado naturalmente em diversas frutas, tais como a maçã e a ameixa. Pode ser obtido a partir da hidrogenação da glicose. O seu poder de adoçar é 50% menor que o da sacarose,[1] sem entretanto causar cáries.
Utilização
É utilizado como agente plastificante em películas poliméricas, devido a ser um composto de massa molar relativamente pequena. Por possuir grupos hidroxilas, este composto pode interagir com as cadeias poliméricas de formas intra ou intermolecular (ligações de hidrogênio).
Sua utilização é principalmente voltada para a industria alimentícia e farmacêutica. Na indústria alimentícia é utilizado como:
- antiumectante, em produtos que necessitam de proteção contra o ganho de umidade;
- adoçante, na confecção de condimentos, como os chicletes "sem açúcar";
- edulcorante, emulsificante, sequestrante e espessante.[2]
Na farmacologia pode ser usado como:
- laxante, quando ingerido em doses maiores que 50 a 80 gramas ao dia;
- diurético;
- solução irrigante para alguns procedimentos médicos;
- creme dental.
Na indústria de cosméticos, pode ser utilizado como umectante e emoliente.
Referências
- ↑ (em português) Roberta Stella. «Adoçantes». Cyberdiet. Consultado em 11 de Julho de 2007
- ↑ (em português) ANVISA. «TABELA DE aditivos UTILIZADOS segundo boas práticas de fabricação». Resolução nº 386, de 5 de agosto de 1999. Consultado em 11 de Julho de 2007
