Sitta magna
| Sitta magna | |
|---|---|
| |
| Sitta magna magna | |
| Classificação científica | |
| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Família: | Sittidae |
| Gênero: | Sitta |
| Espécies: | S. magna
|
| Nome binomial | |
| Sitta magna Wardlaw-Ramsay, 1876
| |
| |
Sitta magna é uma espécie de aves da família Sittidae originária de zonas da Ásia oriental. É a espécie de maior tamanho do seu género, com 19,5 cm de comprimento,[2] e é predominantemente de cor cinzenta com excepção de alguns tons castanhos avermelhados nas partes ventrais da fêmea, cuja lista ocular é mais clara do que a do macho. O bico é bem mais volumoso do que o doutros Sitta.
Vivem nas montanhas do sudoeste da China e norte da Tailândia, acredita-se que já esteja extinta em Myanmar. O seu habitat natural são as florestas de pinheiros nas montanhas tropicais ou subtropicais. No norte da Tailândia utilizam o Pinus kesiya para se alimentarem e nidificar. Ambos os pais cuidam das suas crias. Têm geralmente três pintainhos, que abandonam o ninho passados 20 a 23 dias da eclosão.[3]

Conservação
Esta espécie está gravemente ameaçada pela desflorestação dos seus habitats montanhosos do sudoeste da China. Como precisa de grandes árvores para construir os seus ninhos nos buracos, é muito sensível à eliminação das árvores grandes, e a BirdLife International na sua publicação de 2013 classificou esta espécie como em perigo porque acredita-se que a actual população, antes estimada em 10 000 indivíduos, é de apenas 2 500 e continua a baixar.
Referências
- ↑ BirdLife International (2020). «Sitta magna». Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas. 2020: e.T22711228A177660236. doi:10.2305/IUCN.UK.2020-3.RLTS.T22711228A177660236.en
. Consultado em 12 de novembro de 2021
- ↑ Harrap, Simon and Quinn, David; Tits, Nuthatches and Treecreepers (Helm Identification Guides); p. 169. ISBN 0713639644
- ↑ K. Charonthong & N. Sritasuwan (2009). «Behavior of the Giant Nuthatch (Sitta magna)». Research Journal of Biological Sciences. 4 (11): 1142–1147
.jpg)

