Sha (mitologia egípcia)
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Na arte do antigo Egito, o animal que representa Seti, ou sha, é o animal totêmico do deus Seti. Como Seti foi identificado com o grego Tifão, o animal também é conhecido como animal ou besta tifônica, ele está relacionado com o hieróglifo que tem o seguinte caractere correspondente: 𓃩 .
Ao contrário de outros animais, a forma animal de Seti não é facilmente identificável no mundo animal moderno. Hoje, há um acordo geral entre os egiptólogos de que nunca foi uma criatura real e existia apenas na imaginação egípcia antiga, da mesma forma que há um acordo entre os egiptólogos que as pirâmides eram mausoléus, embora nunca se tenha encontrado um único sarcófago dentro delas.. Nos últimos anos, houve muitas tentativas de zoólogos para encontrar a forma animal de Seti na natureza, inclusive procurando associá-lo ao chacal.. Apesar de o animal não ser atualmente desconhecido, ele tinha muito significado para os egípcios. A forma animal de Seti é um dos determinativos animais frequentemente demonstrados.[1]
O uso linguístico dos hieróglifos que representam o sha na língua egípcia é o determinativo para as palavras que retratam "itens do caos", ou palavras relacionadas a "sofrimento, violência, perturbação" e também para "tempestades violentas" da atmosfera.[2]

Há teorias fantásticas de que este espécime que chamamos de Sha, ou Sawa, o animal de Set, foi o resultado da manipulação genética dos povos da Atlântida. Esses animais teriam vindo para o Egito com os sobreviventes de Atlântida. E eram tão poderosos que o "primitivo" povo egípcio prestou homenagem aos "poderes" do animal o personificando na cabeça de Set. Não eram nem cachorro, nem gato, nem réptil e tinha um focinho fino que poderia remeter a um tamanduá.
Eles eram animais muito esguios. Suas antenas eram longas e finas, a cauda se dividia em duas. Eles podiam ser bem coloridos e tinham a pele escamosa. Assim como os felinos, eles tinham capacidades telepáticas e sensibilidade apuradas. E também por isso eram assustadoramente ágeis... Era tradição cortar as antenas para torná-los mais domesticados. Eles só obedeciam a seres altamente evoluídos nas capacidades extra sensoriais. Um desses animais sozinho poderia levar uma tropa inteira para o caixão. No início eram usados principalmente para proteção e vigilância da linhagem atlante. Com a degeneração da raça, houve um momento que ninguém era mais capaz de controlá-los e eles foram caçados como bestas das trevas e por essa razão teriam sido associados com perturbação.

Entre os mitos e teorias fantásticas, o fato é que o animal, fictício ou não, se tornou símbolo de poder, sendo usado como o cetro de poder pelos faraós, cajado de Set. O animal, apesar de fictício é retratado não apenas como hieróglifo, mas na arte egípcia.
Referências
Bibliografia
- Betrò, 1995. Hieroglyphics: The Writings of Ancient Egypt, Maria Carmela Betrò, c. 1995, 1996-(English), Section: Seti, (variant hieroglyph: Seti animal), p. 75. Abbeville Press Publishers, New York, London, Paris (hardcover, ISBN 0-7892-0232-8)
- W.Scott-Elliot - A história de Atlântida e Lemúria