Galinhola-americana
Galinhola-americana
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| Estado de conservação | |||||||||||||||||
![]() Pouco preocupante (IUCN 3.1) [1] | |||||||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||||||
| Scolopax minor J. F. Gmelin, 1789 | |||||||||||||||||
| Distribuição geográfica | |||||||||||||||||
![]() Verão Residente Invernante
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| Sinónimos | |||||||||||||||||
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A galinhola-americana ou galinhola-pequena[2] (Scolopax minor) é uma espécie de ave limícola da família Scolopacidae, pertencente ao gênero Scolopax, encontrada principalmente na metade leste da América do Norte. Passa a maior parte do tempo no solo, em habitats de vegetação rasteira e florestas jovens, onde sua plumagem marrom, preta e cinza proporciona excelente camuflagem.
É a única espécie de galinhola que habita a América do Norte.[3] Embora classificada entre os maçaricos e outras aves limícolas da família Scolopacidae, a galinhola-americana vive principalmente em áreas de planalto.
Sua população tem diminuído, em média, pouco mais de 1% ao ano desde a década de 1960. A maioria dos especialistas atribui esse declínio à perda de habitat causada pela maturação das florestas e pelo desenvolvimento urbano. Devido aos voos de cortejo únicos e belos do macho, é saudada como um prenúncio da primavera nas regiões do norte. É também uma ave de caça popular, com cerca de 540.000 indivíduos abatidos anualmente por aproximadamente 133.000 caçadores nos Estados Unidos.[4]
Em 2008, biólogos e ambientalistas divulgaram um plano de conservação da galinhola-americana, no qual foram apresentados dados sobre a área de habitat em estágio inicial de sucessão ecológica que deve ser criada e mantida nos Estados Unidos e no Canadá para estabilizar a população da espécie nos níveis atuais e para que retorne às densidades da década de 1970.[5]
Taxonomia
O gênero Scolopax foi introduzido em 1758 pelo naturalista sueco Carlos Lineu na décima edição de seu Systema Naturae.[6] O nome do gênero vem do latim e significa narceja ou galinhola.[7] A espécie-tipo é a galinhola-eurasiática (Scolopax rusticola).[8]


Características
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A galinhola-americana possui corpo robusto, pernas curtas, cabeça grande e arredondada e bico longo, reto e preênsil. Os adultos medem de 25 a 30 cm de comprimento e pesam de 140 a 230 g.[9] As fêmeas são consideravelmente maiores que os machos.[10] O bico mede de 6,4 a 7,1 cm de comprimento.[11] A envergadura das asas varia de 42 a 48 cm.[12]
A plumagem é uma mistura críptica de diferentes tons de marrom, cinza e preto. O peito e os flancos variam de branco-amarelado a tons de castanho intenso.[10] A nuca é preta, com três ou quatro faixas transversais de cor bege-escuro ou ruivo.[11] Os pés e os dedos, pequenos e frágeis, são de cor cinza-acastanhada a marrom-avermelhada.[10] As galinholas têm olhos grandes, localizados no alto da cabeça, e seu campo visual é provavelmente o maior entre as aves, com 360° no plano horizontal e 180° no plano vertical.[13]
Utiliza seu bico longo e preênsil para sondar o solo em busca de alimento, principalmente invertebrados e, em especial, minhocas. Uma estrutura óssea e muscular singular permite que a ave abra e feche a ponta do bico enquanto este está enterrado no solo. Tanto o bico quanto a longa língua possuem superfície rugosa para agarrar presas escorregadias.[11]
Distribuição e habitat
As galinholas habitam áreas florestais e mistas (florestas, áreas agrícolas e urbanas) a leste do meridiano 98. Já foram avistados indivíduos tão ao norte quanto York Factory, em Manitoba, e a leste até Labrador e Terra Nova no Canadá. No inverno, migram até a costa do Golfo do México, nos Estados Unidos, e até o México.[10]
A principal área de reprodução da espécie estende-se do Canadá Atlântico (Nova Escócia, Ilha do Príncipe Eduardo e Novo Brunswick) a oeste até o sudeste de Manitoba, e ao sul até o norte da Virgínia, oeste da Carolina do Norte, Kentucky, norte do Tennessee, norte de Illinois, Missouri e leste do Kansas. Um número limitado de indivíduos se reproduz tão ao sul quanto a Flórida e o Texas. A espécie pode estar expandindo sua distribuição para o norte e oeste.[10]
Após migrarem para o sul no outono, a maioria passa o inverno na costa do Golfo do México e nos estados do sudeste da costa atlântica. Algumas podem permanecer tão ao norte quanto o sul de Maryland, leste da Virgínia e sul de Nova Jersey. O núcleo da área de invernada concentra-se na Louisiana, Mississippi, Alabama e Geórgia.[10] Com base nos resultados da Contagem de Aves de Natal, as concentrações de inverno são mais altas na metade norte do Alabama.
As galinholas-americanas vivem em matagais úmidos, bosques alagados e pântanos com vegetação rasteira.[3] Os habitats ideais apresentam estágios iniciais de sucessão ecológica e terras agrícolas abandonadas misturadas com floresta. No final do verão, algumas galinholas repousam no chão à noite em grandes clareiras em meio à vegetação esparsa e irregular.[10]
- Os habitats de acasalamento e reprodução incluem clareiras na floresta, beiras de estradas, pastagens e campos abandonados, de onde os machos vocalizam e iniciam voos de cortejo na primavera.
- Os habitats de nidificação incluem matagais, áreas de arbustos e florestas jovens e de meia-idade intercaladas com clareiras.
- Os habitats de alimentação possuem solo úmido e apresentam árvores jovens de crescimento denso, como álamos (Populus spp.), bétulas (Betula spp.) e espécies mistas de folhosas com menos de 20 anos de idade, além de arbustos, particularmente amieiros (Alnus spp.).
- Os habitats de repouso são locais semiabertos com cobertura vegetal baixa e esparsa, como campos de mirtilo, pastagens e áreas florestais recentemente exploradas intensamente.[10]
Migração
As galinholas migram à noite. Voam em baixas altitudes, individualmente ou em pequenos bandos dispersos. As velocidades de voo das aves migratórias foram registradas entre 26 e 45 km/h.[14] No entanto, a velocidade de voo mais lenta já registrada para uma ave, cerca de 8 km/h, foi observada nesta espécie.[15] Acredita-se que se orientem visualmente usando características fisiográficas importantes, como linhas costeiras e amplos vales fluviais.[10] Tanto as migrações de outono quanto as de primavera são lentas em comparação com as migrações rápidas e diretas de muitas aves passeriformes.
No norte, as galinholas começam a migrar para o sul antes que o gelo e a neve isolem suas fontes de alimento terrestre. Frentes frias podem provocar grandes migrações para o sul no outono. A maioria inicia a migração em outubro, com o pico ocorrendo de meados de outubro ao início de novembro.[16] A maioria dos indivíduos chega à área de invernada em meados de dezembro. As aves retornam ao norte em fevereiro. A maioria retorna à área de reprodução no norte entre meados de março e meados de abril.[10]
A chegada e a partida das aves migratórias de seus locais de reprodução são extremamente irregulares. Em Ohio, por exemplo, as primeiras aves são avistadas em fevereiro, mas a maior parte da população só chega em março e abril. As aves começam a partir para o inverno em setembro, mas algumas permanecem até meados de novembro.[17]
Comportamento e ecologia
Alimentação e nutrição
As galinholas alimentam-se principalmente de invertebrados, em especial minhocas (oligoquetas), sendo conhecidas por utilizar técnicas de "encantamento de minhocas" para atraí-las à superfície.[18] Forrageiam sobretudo em solos úmidos, sondando o solo macio em meio à vegetação densa, onde geralmente permanecem bem escondidas. Outros itens de sua dieta incluem larvas de insetos, caracóis, centopeias, milípedes, aranhas, moscas ragionídeas, besouros e formigas. Consomem também uma pequena quantidade de alimentos vegetais, principalmente sementes.[10] São aves crepusculares, sendo mais ativas ao amanhecer e ao entardecer.
Reprodução
Na primavera, os machos ocupam áreas de canto individuais, clareiras próximas a arbustos, de onde vocalizam e realizam voos de exibição ao amanhecer e ao entardecer e, se a luminosidade for suficiente, em noites de luar. O chamado do macho no solo é um peent curto e zumbido. Após emitir uma série de chamados no solo, o macho decola e voa de 46 a 91 metros de altura. Ele desce em ziguezague e inclina-se enquanto entoa uma vocalização fluida e chilreante.[10] Esse voo espiralado em alta altitude produz um som melodioso de gorjeio, à medida que o ar passa pelas penas primárias externas das asas do macho.[19]
Os machos podem continuar com suas exibições de cortejo por até quatro meses consecutivos, às vezes mesmo depois que as fêmeas já chocaram seus ovos e deixaram o ninho. As fêmeas são atraídas pelas exibições do macho. Uma fêmea voa e pousa no solo perto de um macho cantando. O macho corteja a fêmea caminhando com as pernas rígidas e as asas estendidas verticalmente, balançando a cabeça e curvando-se. Um macho pode acasalar com várias fêmeas. O macho da galinhola não desempenha nenhum papel na escolha do local do ninho, na incubação dos ovos ou na criação dos filhotes. Na principal área de reprodução no norte, pode ser uma das espécies que nidificam no solo com reprodução mais precoce.[10]


A fêmea constrói um ninho raso e rudimentar no solo, na serapilheira, em áreas com vegetação rasteira ou florestas jovens, geralmente a menos de 140 metros de um local onde canta o macho.[11] A maioria das fêmeas põe quatro ovos, às vezes de um a três. A incubação dura de 20 a 22 dias.[3] Os filhotes, cobertos de penugem, são precoces e deixam o ninho poucas horas após a eclosão.[10] A fêmea cuida dos filhotes e os alimenta. Quando ameaçados, os filhotes geralmente se escondem e permanecem imóveis, tentando escapar da detecção confiando em sua coloração críptica. Alguns observadores sugerem que filhotes assustados podem se agarrar ao corpo da mãe, que então alça voo e os leva para um local seguro.[20] Os filhotes de galinhola começam a procurar minhocas por conta própria poucos dias após a eclosão. Desenvolvem-se rapidamente e conseguem fazer voos curtos após duas semanas, voam razoavelmente bem com três semanas e tornam-se independentes após cerca de cinco semanas.[3]
A expectativa de vida máxima de uma galinhola-americana adulta na natureza é de 8 anos.[21]
Comportamento oscilante
As galinholas-americanas ocasionalmente exibem um comportamento oscilante, no qual caminham lentamente enquanto balançam o corpo ritmicamente para frente e para trás. Esse comportamento ocorre durante a busca por alimento, o que levou ornitólogos americanos, como Arthur Cleveland Bent e B. H. Christy, a teorizarem que se trata de um método para atrair invertebrados, como minhocas, para mais perto da superfície.[22] A explicação baseada na busca por alimento é a mais comum e é frequentemente citada em guias de campo.[23] No entanto, essa interpretação é questionada por observações de oscilação enquanto as aves caminham lentamente em terrenos onde não é possível forragear, como estradas compactadas ou neve profunda.[24]
Uma interpretação alternativa para o comportamento foi proposta por alguns biólogos, como Bernd Heinrich. Acredita-se que o movimento funcione como uma exibição destinada a indicar a potenciais predadores que a ave está ciente de sua presença.[25] Heinrich observa que algumas observações de campo mostraram que as galinholas ocasionalmente exibem as penas da cauda enquanto balançam, chamando a atenção para si mesmas. Essa interpretação é apoiada por pesquisas realizadas por John Alcock, que acredita que se trata de um tipo de aposematismo.[26]
Situação populacional

Não se sabe quantas galinholas existiam no leste da América do Norte antes da colonização europeia. A agricultura colonial, com seu mosaico de fazendas familiares e pastoreio extensivo de gado, provavelmente sustentava populações saudáveis de galinholas.[11]
A população permaneceu alta durante o início e meados do século XX, após o abandono de muitas fazendas familiares associado à migração para áreas urbanas e ao crescimento de mato em campos de cultivo e pastagens. Nas últimas décadas, essas áreas antes cobertas por mato se transformaram em florestas de meia-idade e mais antigas, onde as galinholas raramente se aventuram, ou foram ocupadas por construções e outras estruturas humanas. Devido ao declínio populacional, a galinhola-americana é considerada uma "espécie de grande necessidade de conservação" em muitos estados dos Estados Unidos, o que impulsiona pesquisas e esforços de criação de habitat na tentativa de aumentar suas populações.
As tendências populacionais foram avaliadas por meio de levantamentos de aves reprodutoras na primavera e, na região norte de reprodução, por levantamentos de áreas de canto realizados na mesma estação.[10] Os dados sugerem que a população de galinholas diminuiu, em média, 1,1% ao ano em toda a sua área de distribuição ao longo das últimas quatro décadas.[5]
Conservação
A galinhola-americana não é considerada globalmente ameaçada pela IUCN. Ela é mais tolerante ao desmatamento do que outras galinholas e narcejas; desde que haja alguma área florestal protegida para reprodução, pode prosperar mesmo em regiões predominantemente agrícolas.[1][27] A sua população estimada é de cerca de 5 milhões de indivíduos, o que a torna a espécie de limícola mais comum na América do Norte.[19]
O Plano de Conservação da Galinhola-americana (American Woodcock Conservation Plan) apresenta planos de ação regionais vinculados às regiões de conservação de aves, unidades biológicas fundamentais reconhecidas pela Iniciativa de Conservação de Aves da América do Norte dos Estados Unidos (U.S. North American Bird Conservation Initiative). O Instituto de Manejo da Vida Selvagem (Wildlife Management Institute) supervisiona iniciativas regionais de habitat destinadas a impulsionar a população da galinhola-americana por meio da proteção, renovação e criação de habitat em toda a área de distribuição da espécie.[5]
A criação de habitats de floresta jovem para a galinhola-americana beneficia mais de 50 outras espécies da fauna silvestre norte-americana que necessitam de habitats em estágios iniciais de sucessão ecológica durante parte ou todo o seu ciclo de vida. Entre essas espécies estão animais relativamente comuns, como o cariacu (Odocoileus virginianus), a lebre-americana (Lepus americanus), o alce (Alces alces), o lince-pardo (Lynx rufus), o peru-selvagem (Meleagris gallopavo) e o tetraz-de-colar (Bonasa umbellus), além de espécies cujas populações também diminuíram nas últimas décadas, como a mariquita-de-asa-amarela (Vermivora chrysoptera), o noitibó-cantor (Antrostomus vociferus), a maria-fibiu (Empidonax traillii), a mariposa-azul (Passerina cyanea) e o coelho-da-nova-inglaterra (Sylvilagus transitionalis).[28]
Leslie Glasgow,[29] secretário-adjunto do Departamento do Interior para Pesca, Vida Selvagem, Parques e Recursos Marinhos (Interior for Fish, Wildlife, Parks, and Marine Resources) de 1969 a 1970, escreveu uma dissertação pela Universidade A&M do Texas sobre a ave, com pesquisa baseada em suas observações na Estação Experimental Agrícola da Universidade Estadual da Louisiana (LSU). Ele foi professor da LSU de 1948 a 1980 e uma autoridade em vida selvagem em zonas úmidas.[30]
Referências
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. Consultado em 13 de novembro de 2021
- ↑ «Scolopax minor (Galinhola-pequena)». Avibase - The World Bird Database. Consultado em 14 de janeiro de 2026
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Leitura adicional
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Ligações externas
- American woodcock species account – Cornell Lab of Ornithology
- American Woodcock – Scolopax minor – Centro de Informações para Identificação de Aves do USGS Patuxent
- Canto da galinhola-americana
- Rite of Spring – Relato ilustrado do fenomenal voo de acasalamento do macho
- American Woodcock - Scolopax minor, Internet Bird Collection / Macaulay Library
- Photo-High Res; Article – www.fws.gov–"Moosehorn National Wildlife Refuge", galeria de fotos e análise
- American Woodcock Conservation Plan A Summary of and Recommendations for Woodcock Conservation in North America
- Timberdoodle.org: the Woodcock Management Plan
- Sepik, Greg F.; Ray B. Owen Jr.; Malcolm W. Coulter (Julho de 1981). Maine Agricultural Experiment Station Miscellaneous Report 253, ed. «Landowner's Guide to Woodcock Management in the Northeast» (em inglês)



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