Justina de Pádua

Santa Justina de Pádua
Justina de Pádua
Retrato da Santa de Bartolomeo Montagna, cerca de 1490
Virgem e Mártir
Nascimento segunda metade do século III
Pádua, Itália
Morte 7 de outubro de 304
Pádua, Itália
Veneração por Igreja Católica
Principal templo Basílica de Santa Justina, em Pádua
Festa litúrgica 7 de outubro[1]
Atribuições Jovem com um ramo de palmeira e uma adaga cravada no coração.
Padroeira Pádua, Veneza e congregações beneditinas
Portal dos Santos

Justina de Pádua (Pádua, século III – Pádua, 7 de outubro de 304; italiano: Giustina di Padova, vêneto: Justina de Pàdoa, lombardo: Istina de Padova) foi uma jovem virgem e mártir cristã que morreu durante as perseguições de Diocleciano; trazida perante o prefeito Maximiano, foi sentenciada a ser cortada por uma espada. É a santa padroeira da cidade de Pádua, e celebrada no dia 7 de outubro.

Nascida numa família próspera, o pai dela, Vitaliano, era um rico nobre que antigamente desempenhou o papel de prefeito de Pádua e que se converteu ao cristianismo graças às pregações de São Prosdócimo, então o bispo de Pádua. Os pais dela – que não conseguiam ter filhos até aquele momento – receberam o nascimento da filha Justina como uma bênção divina e a resposta às orações deles.[2]

Devota desde a infância, ela fez o voto de permanecer virgem em perpetuidade. Durante a perseguição aos cristãos começada pelo imperador Nero, Maximiano – o novo prefeito de Pádua após o pai de Justina – foi particularmente brutal nas suas repressões. Naquela época, Justina visitava os cristãos aprisionados para se cuidar deles e confortá-los e, por fim, Maximiano ordenou aos guardas dele de fazê-la deter. Ela se mostrou resoluta contra todas as persuasões e ataques dos homens do prefeito, fato que causou a sua sentença de morte.[2]

Além de ser a padroeira de Pádua, Justina é também a padroeira da cidade de Veneza junta com São Marcos.[3] Celebrada o 7 de outubro, as festividades da santa coincidiam com o fim da colheita da uva,[4] e, por isso, a sua era uma festa particularmente sentida pelos vênetos.

Galeria

Referências