Rudolfo I de Genebra

Rudolfo I de Genebra
NascimentoDesconhecido
Condado de Genebra
Morte29 de maio de 1265
Progenitores
CônjugeMarie de Coligny
Filho(a)(s)Amadeu II de Genebra, Aimão II de Genebra, Henri de Genève, Jean de Genève, Marguerite de Genève
Irmão(ã)(s)Amadeus of Geneva, Aimon de Genève, Robert de Genève, Gui de Genève, Henri de Genève
Ocupaçãolorde
Títulocount of Geneva

Rudolfo I de Genebra nasceu em cerca de 1220 e morreu em 1265. Filho de Guilherme II de Genebra, foi considerado por historiadores como "o mais brigão dos filhos de um pai brigão" [1].

Lutas

Foi Conde de Genebra entre 1252 e 1265 e cerca de 1234 Aimão II de Faucigny fez-se protector de Chamonix em violação dos direitos da Condado de Genebra, na altura Guilherme II de Genebra seu pai, o que provocou a guerra entre os senhores de Genebra, e os de Faucigny aliados aos da casa de Saboia e que foi prejudicial aos de Genebra que vieram a perder possessões. Depois da morte do seu pai, Rudolfo tenta recuperar os bens e pela força obriga Simon de Joinville, senhor de Gex, a prestar-lhe homenagem ocupando um dos seus castelos, enquanto recusa prestar homenagem a qualquer Saboiardo.

As consequências são terríveis e entre guerras e decisões dos tribunais de Genebra perde quase todas os litígios que tinha com um primo chamado Henrique que tinha vendido os direitos do condado a Pedro de Saboia. Perde quase tudo e obrigam-no a pagar uma enorme indemnização 2'000 viennois. No final do imensos territórios que tinham só "lhes resta" o condado de Genebra [1].

Descendência

Casou-se com Maria de la Tour-du-Pin Dame de Varey, irmã de Alberto III de la Tour-du-Pin, de quem terá seis filhos: Aimão II de Genebra, Guy, Henrique que será Arcebispo de Bordeaux em 1289, Amadeu II de Genebra, João e Margarida.

Ver também

Referências

  1. a b Emmanuel-Philibert de Pingon (1525–1582), Chronique de Savoie, quoted in Cox (1974), 83–86. Versão inglesa deste artigo
Precedido por
Guilherme II de Genebra
Rudolfo I de Genebra
1252 – 1265
Sucedido por
Aimão II de Genebra