Rubens Paim Sampaio
| Rubens Paim Sampaio | |
|---|---|
| Pseudônimo(s) | Dr. Teixeira |
| Nacionalidade | |
| Ocupação | Militar |
Rubens Paim Sampaio (Cruzeiro, 25 de novembro de 1934)[1] é um ex-militar brasileiro, acusado de praticar torturas e do desaparecimento de opositores do regime, durante a Ditadura militar no Brasil.
É acusado de ser um dos membros da Casa da Morte, na cidade de Petrópolis, local onde funcionava um centro clandestino de tortura e assassinatos criado pelos órgãos de repressão da ditadura militar brasileira. Lá diversos presos políticos capturados foram torturados e assassinados por militares durante a década de 70.[2] Na casa foi visto matando um preso, um jovem enlouquecido que via um tigre no jardim.[2]
Pelos serviços prestados recebeu a Medalha do Pacificador do Exército Brasileiro.[2]
Em 2012 vivia em um barro de classe média em Resende, no Rio de Janeiro, junto com sua esposa, Jeane Sampaio.[3]
Referências
- ↑ «Termo de Declarações de Rubens Paim Sampaio» (PDF). Comissão da Verdade do Estado de São Paulo. Consultado em 2 de março de 2025
- ↑ a b c Gaspari, Elio (2014). A Ditadura Escancarada 2 ed. Rio de Janeiro: Editora Intrínseca. 526 páginas. ISBN 978-85-8057-408-1
- ↑ Otavio, Chico; Dal Piva, Juliana; Remígio, Marcelo (24 de junho de 2012). «Relato dos porões: cobra e jacarés na hora da tortura». O Globo. Consultado em 3 de fevereiro de 2016