Rollinia sericea
Araticum-alvadio
| |||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Rollinia sericea | |||||||||||||||
| Estado de conservação | |||||||||||||||
![]() Em perigo crítico | |||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||
| |||||||||||||||
| Nome binomial | |||||||||||||||
| Rollinia sericea (R. E. Fr.) R. E. Fr. 1934 | |||||||||||||||
Araticum-alvadio (Rollinia sericea) é uma árvore nativa da Mata Atlântica do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul, principalmente na encosta atlântica. Ocorre nas florestas ombrófila densa e semidecidual, em restingas e matas ciliares.
Perenifólia de até 15 m de altura, floresce de setembro a novembro, e os frutos, de casca muito muricada, amadurecem de dezembro a fevereiro.
Outros nomes populares: cortiça, araticum-pecanine, pinha-da-mata, cortiça-ouriça, curtição, araticum.
Está na lista de espécies ameaçadas de São Paulo[1] e do Rio Grande do Sul como criticamente em perigo[2].
Etimologia
O nome popular araticum provém do tupi antigo aratiku, designação de diversas árvores anonáceas e de seus frutos.[3]
Fontes
- Lorenzi, Harri et. al.: Frutas brasileiras e exóticas cultivadas (de consumo in natura), Instituto Plantarum de Estudos da Flora, Nova Odessa, SP, 2006. ISBN 85-86714-23-2
Referências
- ↑ «Instituto de Botânica de São Paulo: lista da flora ameaçada». Consultado em 8 de março de 2009. Arquivado do original em 6 de maio de 2008
- ↑ MAPA GEORREFERENCIADO DAS ANGIOSPERMAS ENDÊMICAS E/OU CRITICAMENTE AMEAÇADAS NO RIO GRANDE DO SUL
- ↑ Navarro, Eduardo de Almeida (2013). Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo: Global. ISBN 978-85-260-1933-1 Informe a(s) página(s) que sustenta(m) a informação (ajuda)
