Rodrigo Mudrovitsch

Rodrigo Mudrovitsch
Rodrigo Mudrovitsch
Rodrigo Mudrovitsch no Superior Tribunal Federal
Presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos
Período 1º de janeiro de 2026 até 31 de dezembro de 2027
Vice-presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos
Período 1º de janeiro de 2024 até 31 de dezembro de 2025
Juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos
Período 1º de janeiro de 2022 até 31 de dezembro de 2027
Dados pessoais
Alma mater Universidade de Brasília

Rodrigo Mudrovitsch é um jurista, professor e magistrado brasileiro.[1] É presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos no biênio 2026–2027,[2][3][4] tendo tomado posse em 26 de janeiro de 2026. Integra o tribunal desde 2022 e exerceu a vice-presidência da Corte no biênio 2024–2025.[5][6] Mudrovitsch é o terceiro juiz brasileiro a presidir a Corte Interamericana, órgão judicial do sistema interamericano de proteção dos direitos humanos. [7][8]

Formado pela Universidade de Brasília (UnB) possui trajetória acadêmica voltada ao direito constitucional e ao direito público, com participação em atividades de pesquisa, docência e produção intelectual nessas áreas. Atuou também como colaborador em processos legislativos e em debates técnicos no Congresso Nacional, contribuindo para comissões, audiências públicas e projetos normativos.[9][10][11]

Carreira

Formação

Rodrigo Mudrovitsch graduou-se em Direito pela Universidade de Brasília, onde concluiu também o mestrado em Direito Constitucional. Depois, pela Universidade de São Paulo (USP), formou-se doutor em Direito Constitucional pelo Departamento de Direito do Estado. [12][13]

Colaborações com o Legislativo

Foi Secretário-Geral da Comissão de Juristas criada pelo então Presidente da Câmara dos Deputados responsável pela  sistematização das normas de processo constitucional. Também foi membro da Comissão de Juristas da Câmara dos Deputados instituída para elaboração de anteprojeto de reforma da Lei de Improbidade Administrativa. [14][15]

Mudrovitsch foi nomeado para integrar a comissão de juristas destinada à revisão e atualização do Código Civil brasileiro.[16] Criada pelo Senado em setembro de 2023, a comissão é presidida pelo ministro Luis Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça, e conta com 34 membros. O trabalho da comissão é dividido em áreas, que são distribuídas entre os juristas. A Rodrigo Mudrovitsch, coube a relatoria da Parte Geral do novo Código Civil.[17]

Corte Interamericana de Direitos Humanos

2020

Rodrigo Mudrovitsch na audiência pública da 150ª Sessão Regular da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Em dezembro de 2020, foi indicado para a Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH),[18] a candidatura recebeu 19 cartas de apoio de entidades brasileiras à sua candidatura,[19] incluindo entidades de juristas, como a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR); da ONG Prematuridade, organização sem fins lucrativos nacional dedicada à prevenção do parto prematuro e à garantia dos direitos dos bebês prematuros e os de suas famílias; e de acadêmicos como os professores Daniel Sarmento e Ademar Borges, diretor e membro, respectivamente, da Clínica de Direitos Fundamentais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ);[20] o ex-presidente do Senado David Alcolumbre[21] e o então presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Felipe Santa Cruz.[22]

2021

Rodrigo Mudrovitsch durante sessão de abertura do 167º Período Ordinário de Sessões da Corte IDH

No dia 12 de novembro de 2021, foi eleito, aos 36 anos, em Assembleia da Organização dos Estados Americanos (OEA), com 19 votos favoráveis, entre os 24 Estados que fazem parte da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, para um mandato de 6 anos na Corte IDH.[23][24] Essa eleição da qual participou foi considerada a mais acirrada da história do tribunal, com 9 candidatos ao cargo, tendo 2 desistido no decorrer da campanha. Rodrigo Mudrovitsch é a segunda pessoa mais jovem a ser eleita juiz da Corte Interamericana.[25]

2023

Em novembro de 2023, Mudrovitsch foi eleito, por seus pares, vice-presidente da Corte. Seu mandato, assim como o da nova presidente, Nancy Hernández, vai de 1º de janeiro de 2024 até dezembro de 2025.[26]

2025

Em 2025, foi eleito presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos, para mandato de dois anos, com vigência de janeiro de 2026 a dezembro de 2027, tornando-se o terceiro brasileiro a ocupar o cargo.[27]

Rodrigo Mudrovitsch durante sessão de abertura do 167º Período Ordinário de Sessões da Corte IDH

Casos

Desde sua nomeação, Mudrovitsch participou do julgamento de dezenas de casos. Em casos paradigmáticos, elaborou votos adicionais[28] de forma individual ou em conjunto com outros juízes, em julgados relevantes da Corte Interamericana sobre os mais variados temas, como:

  • A proteção da liberdade de expressão (casos Moya Chacón vs. Costa Rica e Baraona Bray vs. Chile e Viteri Ungaretti vs. Equador),[29]
  • Direitos dos povos indígenas (Comunidad Maya Q’eqchi vs. Guatemala[30], Comunidad Garifuna San Juan vs. Honduras[31], Povo U’wa vs. Colômbia[32] e Povos Rama e Kriol vs. Nicarágua[33])
  • O dever de investigar, sancionar e punir os crimes de lesa-humanidade, como o desaparecimento forçado e a tortura (Caso Vega González vs. Chile[34], Ubaté e Bogotá vs. Colômbia[35], Aguas Acosta vs. Equador[36])
  • Proteção às garantias judiciais (caso Reyes Mantilla vs. Equador[37])
  • Legalidade no direito penal (Huilcaman Pailama vs. Chile[38])
  • A afirmação dos direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais (casos Guevara Díaz vs. Costa Rica[39] e Benites Cabrera vs. Peru[40], SUTECASA vs. Peru[41]),
  • A proteção do meio ambiente (Comunidad La Oroya vs. Peru[42]),
  • A garantia da independência judicial (caso Aguinaga Aillón vs. Equador, Cajahuanca Vásquez vs. Peru[43] e Gutiérrez Navas vs. Honduras[44]),
  • A inviolabilidade do domicílio (caso Valencia Campos vs. Bolívia[45]),
  • O combate à violência contra a mulher (Caso Angulo Losada versus Bolívia e Carrión González vs. Nicarágua[46])
  • O direito à autodeterminação informativa e a proteção de defensores de direitos humanos (CAJAR vs. Colômbia[47]),
  • Os direitos das crianças (Córdoba vs. Paraguai)  
  • A proteção dos direitos à igualdade e à não discriminação em relação a estrangeiros (caso Hendrix vs Guatemala[48]).
  • Direitos políticos e eleitorais (Capriles vs. Venezuela[49] e Gadea Mantilla vs. Nicarágua[50])
  • O direito ao projeto de vida (caso Pérez Lucas vs. Guatemala)[51]

Em julho de 2025, Rodrigo Mudrovitsch foi um dos autores do voto concorrente na Opinião Consultiva n.º 32 (OC-32) da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que reconheceu a emergência climática como tema de direitos humanos e determinou que os Estados devem adotar medidas urgentes e eficazes de proteção ambiental.[52]

O voto, redigido em conjunto com os juízes Eduardo Ferrer Mac-Gregor e Ricardo Pérez Manrique, sustentou que a proteção do meio ambiente constitui norma de jus cogens, ou seja, obrigação imperativa de direito internacional. Os magistrados defenderam ainda a equidade intergeracional e o reconhecimento dos direitos da natureza como complementares aos direitos humanos. A decisão foi considerada um marco jurídico inédito na região, ao posicionar a Corte IDH na vanguarda da justiça climática.[53][54]

Atuação como advogado

Mudrovitsch Advogados

O escritório de advocacia Mudrovitsch Advogados foi fundado em 2012 por Rodrigo Mudrovitsch, abrangendo diversas áreas do Direito, como Direito Constitucional, Direito Criminal, Direito Concorrencial, Direito Civil, com forte atuação na área de Energia. Está entre as principais bancas de advocacia do Brasil com escritórios em Brasília (DF), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Velho (RO).[55]

Entre os serviços prestados pelo escritório estão consultoria preventiva, litígios especializados e estratégicos, negociações e conciliações, com foco em áreas como contratos, infraestrutura, mercado financeiro, direito da concorrência, regulação, conformidade corporativa, lei anticorrupção e acordos de leniência.[56]

Além disso, o escritório também lida com questões relacionadas a serviços públicos, como licitações, contratos administrativos, concessões, parcerias público-privadas, bem como ações judiciais envolvendo improbidade, inquéritos civis públicos e ações civis públicas. [55] Na esfera criminal, o escritório possui vasta experiência em crimes econômicos, financeiros, ambientais, contra a Administração Pública, eleitorais e fraudes patrimoniais.[57]

Como advogado, Mudrovitsch atuou em causas constitucionais relevantes no Supremo Tribunal Federal (STF).[58] Em 2016, atuou como advogado na ADPF nº 425, a qual visava garantir a igualdade de direitos entre nacionais e estrangeiros no que se refere às garantias em matéria de prisão preventiva.[59] [60]

Rodrigo Mudrovitsch também foi um dos advogados que subscreveram a ADI nº 5941, proposta em 2018.[61] A ação pedia a declaração de inconstitucionalidade de dispositivos do Código de Processo Civil brasileiro que conferiam poderes demasiadamente amplos a magistrados para adotar medidas coercitivas em face do devedor, alegando, por exemplo, que a apreensão de passaporte ou da carteira nacional de habilitação como atos executivos atípicos enseja violação ao direito de liberdade de locomoção e à dignidade da pessoa humana.[62]

Em 2020, Mudrovitsch foi um dos advogados que patrocinou a ADPF nº 6.327 que visava ampliar a licença maternidade em casos que se faz necessária a internação da mãe ou do recém-nascido após o parto.[63] A ação, que pleiteava que o STF conferisse ao parágrafo 1º do artigo 392 da Consolidação das Leis do Trabalho e ao artigo 71 da Lei 8.213/1991 interpretação conforme a Constituição, foi julgada procedente por unanimidade, em 2022. [64]O STF definiu que deve-se considerar como termo inicial da licença-maternidade e do respectivo salário-maternidade a alta hospitalar do recém-nascido e/ou de sua mãe, o que ocorrer por último, prorrogando-se em todo o período o benefício, quando o período de internação exceder a duas semanas.[65]

O escritório de Mudrovitsch atuou ainda na ADI nº 6.359 e na ADI nº 6.379, propostas em 2020, durante a pandemia de COVID-19. Ambas visavam contribuir com a proteção da cidadania e dos direitos fundamentais da população diante daquele contexto de calamidade pública.[66][67]

Lista de obras

  • 2024 – Convenção Americana de Direitos Humanos Comentada, Editora Gen/Forense, Coautoria com vários autores, coordenado em conjunto com Luis Felipe Salomão, ISBN 9788530995003 [68]
  • 2023 - Lei Anticorrupção em Debate - Balanço de seus 10 Anos - Biblioteca IDP, Editora Juruá, Coautoria com Giuseppe Giamundo Neto e Roberto Ricomini Piccelli, ISBN 9786526306192[69]
  • 2022 - Lei de Improbidade Administrativa Comentada, Editora Lumen Juris, Coautoria com Guilherme Pupe Da Nóbrega, ISBN 9788551919088 [70]
  • 2021 - Comentários À Lei De Improbidade Administrativa E Ao Projeto De Sua Reforma, Editora Lumen Juris, Coautoria com Guilherme Pupe Da Nóbrega, ISBN 9786555107593[71]
  • 2020 - Questões Jurídicas Atuais sob Novas Perspectivas, Editora Lumen Juris, Coautoria com Guilherme Pupe Da Nóbrega, ISBN 9786555100266[72]
  • 2018 – Democracia e Governo Representativo no Brasil, Editora Lumen Juris, ISBN 9788551909874[73]
  • 2017 – Assembleia Nacional Constituinte de 1987-1988: Análise crítica, Editora Saraiva Jur, Coautoria de vários autores, coordenado em conjunto com Gilmar Ferreira Mendes, ISBN 97885472-06321[74]
  • 2016 - Jurisdição constitucional, Editora Saraiva Jur, Coautoria de vários autores Compilado por Rodrigo Bittencourt Mudrovitsch, Jorge Octávio Lavocat Galvão e Gilmar Ferreira Mendes, ISBN 9788547206352[75]
  • 2016 - Manual dos Direitos da Pessoa Idosa, Editora Saraiva Jur, Coautoria com George Salomão Leite, Gilmar Ferreira Mendes e Glauco Salomão Leite, ISBN 9788547212223[76]
  • 2014 - Desentrincheiramento da Jurisdição Constitucional, Editora Saraiva Jur, ISBN ‎9788502230521[77]

Referências

  1. «Entrevista: Rodrigo Mudrovitsch, professor da graduação e pós do IDP». Consultor Jurídico. Consultado em 24 de novembro de 2025 
  2. PODER360 (22 de novembro de 2025). «Brasileiro vai presidir Corte Interamericana de Direitos Humanos». Poder360. Consultado em 24 de novembro de 2025 
  3. Alcântara, Manoela (26 de janeiro de 2026). «Brasileiro Rodrigo Mudrovitsch toma posse como presidente da Corte IDH». www.metropoles.com. Consultado em 27 de janeiro de 2026 
  4. «Rodrigo Mudrovitsch toma posse como presidente da Corte IDH». Migalhas. 26 de janeiro de 2026. Consultado em 27 de janeiro de 2026 
  5. «Rodrigo Mudrovitsch é eleito vice-presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos». Conselho Federal da OAB. Consultado em 12 de julho de 2024 
  6. Matos, Maria Clara. «Rodrigo Mudrovitsch toma posse como vice-presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos». CNN Brasil. Consultado em 12 de julho de 2024 
  7. «Brasileiro Rodrigo Mudrovitsch é eleito presidente da Corte Interamericana». CNN Brasil. 21 de novembro de 2025. Consultado em 24 de novembro de 2025 
  8. Lacerda, Victoria (21 de novembro de 2025). «Rodrigo Mudrovitsch é eleito presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos». JOTA Jornalismo. Consultado em 24 de novembro de 2025 
  9. «Conferência de abertura do Congresso aborda jurisdição constitucional e os direitos sociais | Justiça do Trabalho - TRT da 15ª Região - Campinas». trt15.jus.br. Consultado em 24 de novembro de 2025 
  10. Comunicacao, Grande (12 de novembro de 2021). «O advogado Rodrigo Mudrovitsch é eleito juiz na Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH)». OAB/DF. Consultado em 12 de julho de 2024 
  11. Silva, Eduardo Gomes Ferreira da (8 de fevereiro de 2022). «Jurista brasileiro toma posse como juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos». www.ajufe.org.br. Consultado em 24 de novembro de 2025 
  12. ConJur, Redação (8 de fevereiro de 2022). «Colunista da ConJur, Rodrigo Mudrovitsch toma posse na CIDH». Consultor Jurídico. Consultado em 12 de julho de 2024 
  13. Popular, Redação Jornal O. (12 de novembro de 2021). «Advogado indicado por Bolsonaro é eleito juiz para Corte Interamericana de Direitos Humanos». O Popular. Consultado em 19 de julho de 2023 
  14. «Juristas (Lei de Improbidade Administrativa)». Consultado em 4 de outubro de 2023 
  15. «Câmara cria comissão de juristas para avaliar legislação sobre processo constitucional». 26 de novembro de 2020. Consultado em 4 de outubro de 2023 
  16. «Instalada comissão de juristas para atualizar o Código Civil». Agência Senado. 4 de setembro de 2023. Consultado em 13 de novembro de 2023 
  17. «Notas Taquigráficas - Senado Federal - 10:46». Senado Federal. 23 de outubro de 2023. Consultado em 13 de novembro de 2023 
  18. Migalhas (30 de janeiro de 2024). «Rodrigo Mudrovitsch toma posse como vice-presidente da CIDH». www.anamatra.org.br. Consultado em 21 de outubro de 2025 
  19. Abrantes, Vinícius (12 de novembro de 2021). «Colunista da ConJur é eleito para Corte Interamericana». Consultor Jurídico. Consultado em 24 de junho de 2025 
  20. «Indicado por Bolsonaro à Corte Interamericana tem currículo reprovado em Direitos Humanos». CartaCapital. 9 de outubro de 2021. Consultado em 12 de julho de 2024 
  21. «Presidente do Senado apoia indicação de advogado para Corte de Direitos Humanos». Senado Federal. Consultado em 24 de junho de 2025 
  22. Maria, OAB Santa (8 de dezembro de 2020). «OAB saúda a indicação de Rodrigo Mudrovitsch para juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA». OAB Santa Maria. Consultado em 24 de junho de 2025 
  23. «Colunista da ConJur toma posse na Corte Interamericana de Direitos Humanos». Consultor Jurídico. 8 de fevereiro de 2022. Consultado em 19 de julho de 2023 
  24. «Rodrigo Mudrovitsch vence eleição para juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos». Valor Econômico. 12 de novembro de 2021. Consultado em 19 de julho de 2023 
  25. Prerrô, Grupo (12 de novembro de 2021). «OEA: Rodrigo Mudrovitsch é eleito juiz para Corte de Direitos Humanos». PRERRÔ. Consultado em 12 de julho de 2024 
  26. «Rodrigo Mudrovitsch é eleito vice-presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos». Jota. 29 de novembro de 2023. Consultado em 1 de dezembro de 2023 
  27. Estrela, Giovanna (21 de novembro de 2025). «Brasileiro Rodrigo Mudrovitsch é eleito presidente da Corte IDH». www.metropoles.com. Consultado em 24 de novembro de 2025 
  28. «O nascimento do direito antidiscriminatório interamericano». JOTA Info. 30 de setembro de 2022. Consultado em 12 de julho de 2024 
  29. «Wayback Machine» (PDF). www.corteidh.or.cr. Consultado em 24 de junho de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 9 de dezembro de 2024 
  30. «Wayback Machine» (PDF). www.corteidh.or.cr. Consultado em 24 de junho de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 29 de novembro de 2024 
  31. DE DERECHOS HUMANOS, CORTE INTERAMERICANA (29 de agosto de 2023). «CASO COMUNIDAD GARIFUNA DE SAN JUAN Y SUS MIEMBROS VS. HONDURAS» (PDF). corteidh. Consultado em 24 de junho de 2025 
  32. DE DERECHOS HUMANOS, CORTE INTERAMERICANA (4 de junho de 2024). «CASO PUEBLO INDIGENA UWA Y SUS MIEMBROS VS. COLOMBIA» (PDF). Consultado em 24 de junho de 2025 
  33. DE DERECHOS HUMANOS, CORTE INTERAMERICANA (1 de abril de 2024). «CASO PUEBLOS RAMA Y KRIOL COMUNIDAD NEGRA CREOLE INDIGENA DE BLUEFIELDS Y OTROS VS NICARAGUA» (PDF). Consultado em 24 de junho de 2025 
  34. «Wayback Machine». www.corteidh.or.cr. Consultado em 24 de junho de 2025. Cópia arquivada em 6 de fevereiro de 2025 
  35. «Wayback Machine» (PDF). corteidh.or.cr. Consultado em 24 de junho de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 15 de fevereiro de 2025 
  36. Martins, Elisa (21 de fevereiro de 2025). «Corte IDH defende tipificação penal para proteção de direitos em condenação do Equador». JOTA Jornalismo. Consultado em 24 de junho de 2025 
  37. Martins, Elisa (10 de fevereiro de 2025). «Detenções arbitrárias no Equador violaram garantias, diz Corte IDH». JOTA Jornalismo. Consultado em 24 de junho de 2025 
  38. Mudrovitsch, Rodrigo de Bittencourt (18 de janeiro de 2025). «Direito Penal e direitos humanos: entre a espada e o escudo». JOTA Jornalismo. Consultado em 24 de junho de 2025 
  39. «Do Caso Ximenes Lopes vs Brasil ao Caso Guevara Díaz vs. Costa Rica». Consultor Jurídico. Consultado em 24 de junho de 2025 
  40. PGE-PPES, JUS (11 de março de 2022). «CASO BENITES CABRERA VS. PERU» (PDF). Consultado em 24 de junho de 2025 
  41. «Wayback Machine» (PDF). www.gov.br. Consultado em 24 de junho de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 22 de maio de 2025 
  42. «Wayback Machine» (PDF). www.corteidh.or.cr. Consultado em 24 de junho de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 29 de maio de 2025 
  43. Martins, Elisa (29 de janeiro de 2024). «Rodrigo Mudrovitsch toma posse como vice-presidente da Corte IDH». JOTA Jornalismo. Consultado em 24 de junho de 2025 
  44. «Wayback Machine» (PDF). www.corteidh.or.cr. Consultado em 24 de junho de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 26 de dezembro de 2024 
  45. «Mudrovitsch é eleito vice-presidente da Corte de Direitos Humanos». Migalhas. 28 de novembro de 2023. Consultado em 24 de junho de 2025 
  46. «Aplicação da jurisprudência da CIDH na execução penal no Brasil». Consultor Jurídico. Consultado em 24 de junho de 2025 
  47. Martins, Elisa (9 de abril de 2025). «Os seis votos mais importantes de Rodrigo Mudrovitsch na Corte Interamericana». JOTA Jornalismo. Consultado em 24 de junho de 2025 
  48. «E quando a Corte IDH não decide? Caso Hendrix vs. Guatemala». Consultor Jurídico. Consultado em 24 de junho de 2025 
  49. «Corte Interamericana condena Venezuela por violar direitos de Capriles». PlatôBR. 7 de dezembro de 2024. Consultado em 24 de junho de 2025 
  50. Martins, Elisa (31 de janeiro de 2025). «Corte IDH condena Nicarágua por irregularidades em pleito que favoreceu reeleição de Ortega». JOTA Jornalismo. Consultado em 24 de junho de 2025 
  51. «Dano ao projeto de vida no caso Pérez Lucas y otros vs. Guatemala». Consultor Jurídico. Consultado em 24 de junho de 2025 
  52. Brasil, Luana Melody (15 de outubro de 2025). «Entendimento da Corte IDH pressiona países da OEA a adotarem políticas climáticas eficazes». JOTA Jornalismo. Consultado em 21 de outubro de 2025 
  53. Brasil, Luana Melody (7 de outubro de 2025). «Os argumentos dos juízes da Corte IDH para obrigar os Estados a enfrentar a crise climática». JOTA Jornalismo. Consultado em 21 de outubro de 2025 
  54. DE DIREITOS HUMANOS, CORTE INTERAMERICANA (29 de maio de 2025). «EMERGENCIA CLIMATICA E DIREITOS HUMANOS» (PDF). corteidh. Consultado em 21 de outubro de 2025 
  55. a b «Mudrovitsch Advogados - Catálogo Migalhas». Migalhas. 12 de julho de 2024. Consultado em 12 de julho de 2024 
  56. «Áreas». Mudrovitsch. Consultado em 12 de julho de 2024 
  57. «Mudrovitsch e Nóbrega: Cultura da conformidade no meio empresarial». Consultor Jurídico. Consultado em 12 de julho de 2024 
  58. Supremo, Tribunal Federal (2017). «AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 5.874 DISTRITO FEDERA» (PDF). Stf Jus. Consultado em 27 de setembro de 2024 
  59. Supremo, Tribunal Federal (18 de outubro de 2018). «ARGUIÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL 425». Consultado em 27 de setembro de 2024 
  60. Galli, Marcelo (27 de outubro de 2016). «PSB questiona uso de prisão preventiva nos processos de extradição». Consultor Jurídico. Consultado em 27 de setembro de 2024 
  61. «PT pede inconstitucionalidade de medidas executórias como suspensão ...». Migalhas. 11 de maio de 2018. Consultado em 27 de setembro de 2024 
  62. Oliveira, Mariana (21 de dezembro de 2018). «PGR dá parecer favorável em ação contra retenção de documentos». Consultor Jurídico. Consultado em 27 de setembro de 2024 
  63. Pompeu, Ana (9 de março de 2020). «Solidariedade aciona STF para definir licença-maternidade a partir de alta hospitalar». JOTA Jornalismo. Consultado em 27 de setembro de 2024 
  64. ConJur, Redação (31 de outubro de 2022). «STF valida licença-maternidade a partir da alta da mãe ou do bebê». Consultor Jurídico. Consultado em 27 de setembro de 2024 
  65. «Supremo Tribunal Federal». portal.stf.jus.br. Consultado em 27 de setembro de 2024 
  66. Alves, Flávio Jardim, Jules Queiroz, Marlus Santos (11 de julho de 2020). «Inconstitucionalidade circunstancial, defectibilidade e direitos em concreto». JOTA Jornalismo. Consultado em 27 de setembro de 2024 
  67. ConJur, Redação (8 de abril de 2020). «Partido pede no Supremo liberação de saque imediato do FGTS». Consultor Jurídico. Consultado em 27 de setembro de 2024 
  68. «Convenção Americana de Direitos Humanos Comentada». www.grupogen.com.br. Consultado em 17 de julho de 2024 
  69. «LEI ANTICORRUPCAO EM DEBATE - BALANCO DE SEUS 10 ANOS». Livraria Casa do Advogado. Consultado em 12 de julho de 2024 
  70. «Produto | Detalhes | Lei de Improbidade Administrativa Comentada - 2022 Livraria e Editora Lumen Juris Ltda». lumenjuris.com.br. Consultado em 12 de julho de 2024 
  71. «Produto | Detalhes | Comentários à Lei de Improbidade Administrativa e ao Projeto de sua Reforma - 2021 Livraria e Editora Lumen Juris Ltda». lumenjuris.com.br. Consultado em 12 de julho de 2024 
  72. «Produto | Detalhes | Questões Jurídicas Atuais sob Novas Perspectivas - 2020 Livraria e Editora Lumen Juris Ltda». lumenjuris.com.br. Consultado em 12 de julho de 2024 
  73. Mudrovitsch, Rodrigo de Bittencourt (2018). Democracia e governo representativo no Brasil. [S.l.]: Editora Lumen Juris 
  74. «Assembleia Nacional Constituinte de 1987/1988». www.editoradodireito.com.br. Consultado em 17 de julho de 2024 
  75. «Jurisdição constitucional em 2020 - 1ª edição de 2016». www.editoradodireito.com.br. Consultado em 12 de julho de 2024 
  76. F-Store. «MANUAL DOS DIREITOS DA PESSOA IDOSA - 1ª EDIÇÃO DE 2016». Livraria Loyola. Consultado em 12 de julho de 2024 
  77. «Bookinfo Metadados - Desentrincheiramento da jurisdição constitucional - Saraiva Jur». bookinfometadados.com.br. Consultado em 12 de julho de 2024