Roberto Ferruzzi
| Roberto Ferruzzi | |
|---|---|
![]() A Madoninha | |
| Nascimento | |
| Morte | 16 de fevereiro de 1934 (80 anos) |
| Nacionalidade | italiano |
| Área | Pintura, desenho |
| Formação | Autodidata |
Roberto Ferruzzi (Šibenik, Dalmácia, 16 de dezembro de 1853 — Veneza, 16 de fevereiro de 1934[1]) foi um pintor autodidata italiano.
Biografia
Roberto Ferruzzi nasceu em 1853, em Šibenik, na Dalmácia, que na altura fazia parte do Império Austríaco. Seus pais eram italianos. Com quatro anos de idade, mudou-se com a família para Veneza, onde começou os seus estudos. Depois da morte do pai, que era advogado, voltou para a Dalmácia, onde vive até aos 14 anos de idade e estudou os clássicos e a pintura como autodidata.
Em seguida, mudou-se para Luvigliano, bairro de Torreglia, onde começou a pintar as suas obras mais famosas, entre as quais La Madonnina (A Madoninha).
Ferruzzi morreu em 16 de fevereiro de 1934, em Veneza, e está enterrado no pequeno cemitério de Luvigliano, num túmulo próximo ao de sua esposa Ester Sorgato e de sua filha Mariska.
Tem dois descendentes com seu mesmo nome: seu filho Roberto (Bobo), pintor de telas lagunares, e seu neto Roberto (Robi), estudioso de belas artes e antiquário.
A Madoninha
A Madonnina é a pintura mais conhecida de Ferruzzi, com a qual ganhou a segunda Bienal de Veneza em 1897. Ele quis representar a maternidade, mas devido ao sucesso da tela e da ternura que exprime, o nome foi trocado de Maternità para La Madonnina. É conhecida também como Madonna con bambino, Madonna del Riposo (Madona do Descanso), delle Vie (das Ruas),[2] della Tenerezza (da Ternura), Madonnella, Zingarella (Ciganinha).
Os modelos da pintura foram a menina Angelina Cian, de 11 anos, e seu irmãzinho Giovanni, de poucos meses.[3]
Galeria
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Outra versão da Madoninha
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