Rhescyntis pseudomartii

Meia-lua[1]
Rhescyntis pseudomartii
A curiosa posição de pouso de R. pseudomartii, com o seu abdômen levantado, desta fotografia em Santa Catarina,
A curiosa posição de pouso de R. pseudomartii, com o seu abdômen levantado, desta fotografia em Santa Catarina,
também pode ser apreciada nesta fotografia, em vista superior, na região do Horto Florestal de São Paulo.
também pode ser apreciada nesta fotografia, em vista superior, na região do Horto Florestal de São Paulo.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Lepidoptera
Família: Saturniidae
Subfamília: Arsenurinae
Tribo: Arsenurini
Género: Rhescyntis
Espécie: R. pseudomartii
Nome binomial
Rhescyntis pseudomartii
Lemaire, 1976[2][3]
Distribuição geográfica
A mariposa, ou traça, R. pseudomartii é encontrada em parte da região neotropical, no Brasil.[3][4]
A mariposa, ou traça, R. pseudomartii é encontrada em parte da região neotropical, no Brasil.[3][4]
Sinónimos
Rhescyntis martii[5]
Rhescyntis mortii (sic)[1]

Rhescyntis pseudomartii, denominado vernacularmente meia-lua,[1] é um inseto da ordem Lepidoptera; uma mariposa, ou traça, noturna e neotropical da família Saturniidae e subfamília Arsenurinae; classificada em 1976 por Claude Lemaire; o seu gênero, Rhescyntis, classificado por Jacob Hübner em 1819;[2][3][6] esta espécie estando descrita por Eurico Santos como "um dos nossos bichos-da-seda indígenas" e um "belo lepidóptero" que "deve seu nome vulgar", meia-lua, "ao fato de ter as asas anteriores muito recurvadas", atingindo entre "160 a 180 mm de envergadura";[1] encontrando-se distribuído no sudeste[4] e sul do Brasil;[3] as suas lagartas já encontradas e se criando em plantas do gênero Virola (família Myristicaceae), numa espécie da Mata Atlântica conhecida por bicuíba, candeia-de-caboclo ou bocuvaː Virola bicuhyba.[5][7] Como uma regra mais ou menos geral nessa família o tamanho do corpo desses insetos é relativamente pequeno em relação ao tamanho de suas asas.[8]

Referências

  1. a b c d SANTOS, Eurico (1985). Zoologia Brasílica, vol. 10. Os Insetos 2ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia. p. 46. 246 páginas 
  2. a b «Rhescyntis pseudomartii Lemaire, 1976». SiBBr - Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira. 1 páginas. Consultado em 24 de dezembro de 2024 
  3. a b c d ORLANDIN, Elton; FAVRETTO, Mario Arthur; PIOVESAN, Mônica; SANTOS, Emili Bortolon dos (2016). Borboletas e mariposas de Santa Catarina:. uma introdução 1ª ed. Brasil: Campos Novos (ResearchGate). p. 165. 214 páginas. ISBN 978-85-915509-8-2. Consultado em 24 de dezembro de 2024 
  4. a b Crash, Cesar (7 de julho de 2016). «Mariposa Rhescyntis em São Paulo». Insetologia. 1 páginas. Consultado em 24 de dezembro de 2024 
  5. a b Urban, Danúncia; Oliveira, Bernardete D. Lucas de (janeiro de 1989). «Notas complementares sobre a biologia de Rhescyntis pseudomartii Lemaire, 1980 (Lepidoptera, Adelocephalidae)». Revista Brasileira de Zoologia 6(4) (ResearchGate). 1 páginas. Consultado em 24 de dezembro de 2024 
  6. «Rhescyntis Hübner, 1819» (em inglês). GBIF. 1 páginas. Consultado em 24 de dezembro de 2024 
  7. Maçaneiro, João Paulo de (15 de junho de 2020). «Virola bicuhyba (Schott) Warb.». Flora Digital. 1 páginas. Consultado em 24 de dezembro de 2024 
  8. RAFAEL, José Albertino; MELO, Gabriel Augusto Rodrigues de; CARVALHO, Claudio José Barros de; CASARI, Sônia Aparecida; CONSTANTINO, Reginaldo (2024). Insetos do Brasil: Diversidade e Taxonomia (PDF). 2ª Edição Revisada e Ampliada. Manaus: INPA (Wayback Machine). p. 733-734. 880 páginas. ISBN 978-65-5633-046-4. Consultado em 24 de dezembro de 2024 

Ligações externas