Raquel Capiberibe
Raquel Capiberibe | |
|---|---|
![]() Raquel Capiberibe | |
| Deputada federal pelo Amapá | |
| Período | 1987-1991 1995-1999 |
| Vice-prefeita de Macapá | |
| Período | 1986-1987 |
| Antecessor(a) | [nota 1][1] |
| Sucessor(a) | Antônio Cabral de Castro |
| Conselheira do Tribunal de Contas do Amapá | |
| Período | 1999-2010 |
| Antecessor(a) | [nota 2][2] |
| Sucessor(a) | Ricardo Soares |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 14 de dezembro de 1939 (86 anos) Afuá, PA |
| Alma mater | Universidade Federal do Pará |
| Cônjuge | Orlando Barbosa da Silva |
| Partido | PMDB (1985–1988) PSB (1988–1997) PMN (1997–1999) |
| Profissão | pedagoga, professora |
Raquel Capiberibe da Silva (Afuá, 14 de dezembro de 1939) é uma pedagoga, professora e política brasileira que foi deputada federal pelo Amapá.[3][4]
Dados biográficos
Filha de José Freitas Capiberibe e Raimunda Rodrigues Capiberibe. Formada em Pedagogia em 1962 pela Universidade Federal do Pará, assumiu a Secretaria Municipal de Educação em Macapá no ano seguinte, ingressando no magistério onde foi secretária da Associação dos Professores de Macapá e coordenadora do Centro de Estudos Supletivos e da Pastoral Social da Diocese de Macapá.[3]
Sua carreira política começou no PMDB pelo qual foi eleita vice-prefeita de Macapá em 1985 na chapa de Raimundo Azevedo Costa e em 1986 foi eleita a primeira deputada federal da história do Amapá, participando da Assembleia Nacional Constituinte sendo signatária da Constituição de 1988, quando já estava filiada ao PSB.[3][5][2] Derrotada na eleição para senador em 1990, conquistou um novo mandato de deputada federal em 1994.[6][7] Derrotada ao buscar a reeleição, foi nomeada conselheira do Tribunal de Contas do Amapá em 1999, sendo afastada da corte por decisão judicial reformada em segunda instância.[8][9]
Integra uma das dinastias políticas do Amapá na condição de irmã de João Capiberibe, cunhada de Janete Capiberibe e tia de Camilo Capiberibe.[9]
Notas
- ↑ Capitais de estado, áreas de segurança nacional, instâncias hidrominerais, municípios de territórios e municípios criados até 15 de maio de 1985, realizaram eleições municipais no referido ano, sendo Raquel Capiberibe a primeira titular do cargo em questão.
- ↑ Sua investidura como conselheira deu-se após extinta a vedação constante no Art. 235, inciso III da Constituição, logo sua vaga na corte amapaense é originária.
Referências
- ↑ BRASIL. Presidência da República. «Lei n.º 7.332 de 01/07/1985». Consultado em 17 de junho de 2025
- ↑ a b BRASIL. Presidência da República. «Constituição de 1988». Consultado em 17 de junho de 2025
- ↑ a b c BRASIL. Câmara dos Deputados. «Biografia da deputada Raquel Capiberibe». Consultado em 17 de junho de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Regional Eleitoral do Pará. «Resultado das eleições gerais no Pará – 1945 a 2006». Consultado em 17 de junho de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleições de 1986». Consultado em 17 de junho de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleições de 1990». Consultado em 17 de junho de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Resultado das eleições no Amapá em 1994 – deputados federais». Consultado em 17 de junho de 2025
- ↑ Tribunal de Contas do Amapá. «O nascimento do Tribunal de Contas do estado do Amapá». Consultado em 18 de junho de 2025
- ↑ a b BRASIL. Fundação Getúlio Vargas. «Biografia de Raquel Capiberibe no CPDOC». Consultado em 18 de junho de 2025
